Quase 50% dos clientes brasileiros não confiam em companhias aéreas 1800

Quase 50% dos clientes brasileiros não confiam em companhias aéreas

Falta de transparência das empresas sobre direitos e elegibilidade impulsiona desconfiança

De acordo com um estudo recente da empresa britânica de pesquisa YouGov, encomendado pela AirHelp, empresa líder mundial dedicada a ajudar passageiros aéreos, quase metade (46%) dos brasileiros entrevistados não acreditam no tratamento justo em relação à compensação a passageiros após infração das companhias. O estudo foi realizado entre os meses de junho e julho de 2019 e ouviu 2.106 brasileiros. Em casos de voos cancelados ou de preterição, quando um passageiro, mesmo comparecendo pontualmente para o voo, não consegue embarcar em razão de diversos fatores, como overbooking, cancelamento e atrasos em razão de troca de aeronave ou imprevistos de operação, o consumidor tem direito à compensação financeira.

A baixa confiança nas companhias aéreas é causada por muitos exemplos de violação dos direitos dos passageiros, não apenas por não informá-los sobre seus direitos em caso de interrupção de voos, admitem 60% dos brasileiros que viajam de avião. As companhias aéreas maltratam seus clientes também no momento de pagar a compensação. 50% dos brasileiros que reivindicaram seus direitos devido à interrupção de voo para a companhia aérea responsável receberam o substituto de dinheiro (como vale-refeição, por exemplo), mas não a compensação financeira a que tinham direito. Na Europa, apenas 13% dos passageiros enfrentam situação semelhante.

“Os passageiros aéreos de todo o mundo são constantemente maltratados pelas companhias aéreas e a maioria dos viajantes não sabe como lutar pela compensação a que tem direito. Como organização, estamos lutando em defesa dos passageiros todos os dias e não descansamos até que os viajantes recebam tratamento mais eficiente, compensação financeira e a educação que merecem por parte das companhias aéreas”, diz Christian Nielsen, diretor jurídico da AirHelp. A pesquisa da AirHelp aponta que somente 5% dos brasileiros que viajam de avião conhecem seus direitos em situações de atraso, interrupção e cancelamento de voo.

Passageiros brasileiros não se sentem em posição de lutar por seus direitos

Os passageiros brasileiros não se sentem em posição de reivindicar seus direitos à empresa. O estudo da AirHelp mostra que apenas 49% dos passageiros brasileiros que pensam que são elegíveis entraram com uma compensação financeira à companhia aérea. 80% deles, que solicitaram compensação para a empresa responsável pela cancelamento ou atraso do voo, desistiram de lutar por seus direitos depois de receber a primeira rejeição da companhia aérea. Além da falta de transparência, os passageiros brasileiros precisam lidar com o tratamento inadequado de reclamações por parte das companhias aéreas. Um estudo separado* da AirHelp descobriu que as companhias aéreas rejeitam uma média de 58% das reclamações por motivos ilícitos.

“Os passageiros estão perdendo dinheiro que é legitimamente deles porque as companhias aéreas são desonestas com os direitos de seus próprios passageiros. O processo de pedidos de indenização tornou-se tão desanimador que muitos passageiros desistiram após a reivindicação inicial ter sido rejeitada, destacando o fato de que muitos consumidores se sentem impotentes contra as companhias aéreas. A legislação brasileira está em vigor para capacitar os passageiros e não deve ser usada pelas companhias aéreas como ilusão, permitindo que eles evitem sua responsabilidade legal. Com a alarmante taxa de 95% dos passageiros brasileiros desconhecendo seus direitos, a AirHelp continuará a educar e fornecer os recursos e conhecimentos necessários para garantir que a lei funcione a seu favor”, comenta Christian Nielsen, diretor jurídico da AirHelp.

Entre os motivos mais comuns pelos quais os brasileiros não solicitam a compensação de voo estão a falta de conhecimento sobre como registrar a reclamação e sobre os direitos dos passageiros, além da suposição de que o processo de compensação leva muito tempo.

Passageiros têm respaldo da legislação

Os passageiros brasileiros estão protegidos por uma resolução da Agência Nacional de Aviação Civil do Brasil (ANAC). A legislação mais relevante para passageiros é conhecida como Resolução ANAC Nº 400, que define claramente as responsabilidades das companhias aéreas em relação aos passageiros quando ocorrem atrasos, cancelamentos e reservas em excesso de voos. Garante ainda vários direitos aos passageiros, especificando com precisão quais tipos de assistência as companhias aéreas precisam fornecer e quando. Sempre que uma companhia aérea deixa de prestar assistência, o Código Brasileiro de Defesa do Consumidor permite que os passageiros reivindiquem uma compensação pelo inconveniente.

As leis do Brasil permitem que os passageiros reivindiquem custos atrasados como comida, bebida e transporte após um problema de voo – estes são chamados de “danos materiais”. Mas, de acordo com o Código do Consumidor do Brasil, os passageiros também têm o direito de buscar uma compensação pelo que é conhecido como “danos morais”. Isso significa que não há necessidade de os passageiros provar que incorrem em um custo – as leis entendem que tempo perdido, oportunidades perdidas e tratamento inadequado também são importantes e merecem ser recompensados.

A lei se aplica a todos os viajantes aéreos que chegam ou partem de aeroportos brasileiros. O período de rescisão para solicitar indenização é de dois anos (para internacional) e cinco anos (para voos domésticos).

Paulistanos abrem mão do automóvel próprio e passam a utilizar os carros por assinatura 471

Renault Kwid é o carro com menor preço de seguro auto

Levantamento da Porto Seguro aponta que, na maior metrópole do país, adesão à modalidade aumentou 37% entre janeiro e setembro de 2019

Na semana em que a cidade de São Paulo comemora 466 anos, a Porto Seguro mostra que os moradores da maior metrópole do país estão abrindo mão do automóvel próprio por uma nova modalidade de uso do veículo. De acordo com um levantamento feito pela companhia, a adesão dos paulistanos ao Carro Fácil (carros por assinatura) cresceu 37% entre janeiro e setembro do ano passado, em comparação com os mesmos meses de 2018.

Segundo o estudo, os homens foram os que mais utilizam o serviço no período (65%). A faixa etária de 41 a 60 anos liderou as contratações (45%), seguida de 26 a 40 anos (42%) e acima de 60 anos (12%).

“O automóvel próprio gera gastos que vão além do seguro. Quem compra um carro assume compromisso com o IPVA e também com as manutenções periódicas, que acabam pesando ainda mais no bolso de quem roda com o veículo todos os dias na capital. Isso sem contar que a depreciação do automóvel acontece rapidamente”, analisa Marcelo Rosal, gerente do Porto Seguro Carro Fácil, serviço por assinatura da Porto Seguro.

No Carro Fácil, todas essas vantagens estão inclusas no pacote, que pode durar 12, 18 ou 24 meses, dependendo da escolha do cliente. A mensalidade parte de R$ 999 e fornece, ainda, seguro, assistência 24 horas, manutenção preventiva com serviço leva e traz e serviços à residência. “Toda a parte burocrática fica por conta da empresa”, explica o executivo.

Embora o custo-benefício seja um atrativo para que as pessoas considerem essa modalidade como alternativa, outros dois fatores contribuem para a tomada da decisão. “Hoje as pessoas priorizam a experiência em vez da posse e prezam pela liberdade de escolha. O carro por assinatura oferece essas características: o assinante seleciona, dentro das opções disponíveis, o modelo, a cor e a placa do veículo que deseja utilizar pelos próximos meses. O carro fica à disposição do cliente durante 24 horas por dia e, ao final do contrato, ele escolhe outro automóvel zero quilômetro para ser utilizado com os mesmos benefícios”, conclui Rosal.

ENS forma 36 novos corretores de seguros em Porto Alegre 4485

Turma é a última a se formar sob a coordenação de Jane Manssur

A Escola de Negócios e Seguros (ENS) formou 36 novos corretores de seguros na noite desta quinta-feira (23), na Capital dos gaúchos. Os profissionais marcam a última turma sob a coordenação de Jane Manssur, que se aposentará este ano após anos de contribuição ao ensino do mercado de seguros.

“Aprendi muito com cada aluno dessa turma, que encerra um ciclo para mim, foram mais que alunos, foram amigos na mudança. Escola é gente e sentimento e o mercado que escolheram trabalhar também reforçam esse sentido”, destacou Jane, que é coordenadora da Unidade RS da ENS. “Não foi um ano fácil para administrar esse programa, foi um desafio e tanto e vocês estavam lá juntos”, acrescentou.

Presente na cerimônia, o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS), Guacir Bueno, reforçou a competente atuação dos corretores de seguros ao longo da história. “O comprometimento trouxe aos profissionais dessa categoria o merecido respeito que tem de todos os brasileiros, sejam todos muito felizes e competentes naquilo que começam a fazer agora e tenham especialmente muito comprometimento com aquilo que a sociedade precisa”, comentou. Ainda considerou que o meio pode ser mudado, mas a relaçõa humana nunca será deixada de lado nesta atividade: “Esta é a grande obra dos nossos corretores de seguros, que colocam nos seus clientes aqueles produtos que nós passamos o dia inteiro imaginando que sejam ao menos a minimização daquele sofrimento que as pessoas passam”.

O vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), Andre Thozeski, parabenizou a ENS pela formar mais um grupo de profissionais qualificados. “Tenho certeza da contribuição desses profissionais ao mercado e parabenizo aos colegas pela escolha. Através do curso recebemos os conhecimentos técnicos para proteger pessoas, preservam patrimônios e garantem conquistas. Vejam o tamanho da responsabilidade disso, através de relacionamentos sólidos e de muita confiança. O corretor de seguros será sempre imprescindível entre a relação de consumo entre o cliente e a seguradora”, certificou.

Para a gerente comercial da Icatu Seguros, Claudia Piccinini, os novos colegas de mercado estão diante de uma profissão ímpar. “Não é fácil ter sucesso, que vem depois de dedicação, ousadia e atualização. Ousem mudar a vida das pessoas com essa escolha brilhante que vocês fizeram e contem com a Icatu”, lembrou.

Visão essa que o superintendente da Bradesco Seguros na Região Sul, Altevir Prado, concorda e considera a atividade uma escolha inteligente e nobre. “Inteligente porque este é um mercado em franca expansão, que ainda tem muito para se desenvolver e crescer, e nobreza porque o corretor de seguros protege as famílias, vida, saúde e futuro das pessoas e empresas. Coloco a Bradesco seguros inteiramente à disposição de vocês”, afirmou.

O gerente da Sucursal Rio Grande do Sul da Porto Seguro, Edgar Anuseck Neto, tem 18 anos de mercado e considera sempre um privilégio participar da cerimônia de novos corretores. “Nós temos um projeto para abraçar esses profissionais e logo estaremos fazendo um convite a vocês para estarem conosco, contando com toda a ajuda de sempre que vocês nos dão para fazer uma companhia cada vez melhor”, completou.

Marina Mello, gerente da Filial Piratini da Liberty Seguros, acredita que a corretagem é um caminho de coragem e resiliência: “Até aqui (vocês) enfrentaram muitas situações, mas conseguiram chegar porque escolheram uma profissão de extrema importância para a sociedade, acreditem nisso, confiem neste caminho e contem com a Liberty”.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

Fator Seguradora fecha parceria para oferecer seguro para dentistas 2025

Apólices de responsabilidade civil profissional contam com condições especiais

Líder no mercado de softwares para clínicas odontológicas no Brasil, a Dentalis atua há mais de 20 anos criando soluções para atender demandas de gestão. A PME – que registrou 32% de crescimento em 2019 – agora lança mais uma novidade em sua plataforma, no âmbito de seguros. A empresa viabilizará a comercialização de apólices de Responsabilidade Civil Profissional Dentistas (pessoa física e pessoa jurídica), com condições especiais, a partir do início deste ano.

Segundo Sergio Aronis – CEO da Dentalis, existe um desconhecimento dos profissionais de Odontologia quanto aos seguros existentes no mercado para cobrir suas necessidades, bem como seguros a preços mais acessíveis, com condições diferenciadas e que lhes dê resguardo em casos de demandas judiciais encaminhadas pelos seus pacientes. Realidade que cresce a cada ano com o acesso cada vez maior da nossa população à serviços de Odontologia.

“Agora toda essa gama de profissionais terá mais acesso aos seguros que contemplem suas necessidades”, explica o CEO e fundador da Dentalis, Sergio Aronis. A empresa de softwares odontológicos cresce exponencialmente para se firmar como um HUB digital que atenda aos dentistas em demandas específicas como análise de crédito, conta digital, emissão de boletos, entre outras. Hoje, a empresa possui cerca de 36% do mercado nacional.

Em parceria com a ĀIO Corretora e a Fator Seguradora, agora os dentistas terão acesso a produtos desenhados especialmente para esse segmento. O lançamento da parceria será feito no 38º CIOSP (Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo), de 29 de janeiro a 01 de fevereiro.

Compliance é aliado das empresas contra práticas nocivas 1822

Compliance: a nova onda do mercado corporativo mundial

ENS oferece curso de formação executiva na área

Em meio a diversos casos de corrupção envolvendo empresas de grande prestígio no cenário nacional, em 2016, a Lei das Estatais foi reformulada, exigindo, a partir de então, que empresas públicas reavaliassem e readequassem suas políticas de compra, e que companhias abertas passassem a divulgar informações sobre a aplicabilidade das práticas de governança previstas no Código Brasileiro de Governança Corporativa.

Mudanças regulatórias, risco de danos à reputação, multas vultosas aplicadas por órgãos de fiscalização foram alguns dos fatores que fizeram com que grandes corporações entendessem a importância do Compliance como um instrumento para evitar gastos.

Atenta às necessidades que surgiram dentro desse cenário, a ENS criou o curso de Formação Executiva em Compliance e Controles Internos, que está com vagas disponíveis no Rio de Janeiro (RJ) e em São Paulo (SP). As aulas têm início previsto a partir de 4 de abril.

Ao longo de 50 horas/aula, o programa fornece embasamento teórico e prático sobre legislação e regulamentos que obrigam seguradoras e resseguradoras a implantar um sistema de controles internos, além de ensinar o cálculo do capital adicional de uma empresa levando em consideração os riscos assumidos por ela.

Prevenção a fraudes, governança corporativa, prevenção a lavagem de dinheiro, ouvidoria, auditoria e ISO 31.000 são algumas das disciplinas que serão ministradas pelo superintendente de Compliance e Risk Management da HDI Seguros, Alaim Assad. Para participar é necessário Ensino Superior completo ou experiência comprovada na área.

O investimento é de R$ 2.250,00, que pode ser parcelado em até quatro vezes no boleto ou em seis no cartão de crédito. Mais informações podem ser acessadas no site ens.edu.br, que também é o canal para inscrições.

Rodrigo Sisnandes integrará diretoria da ABRAPP 1494

Posse dos eleitos ocorre no próximo dia 30/1, em São Paulo

O Presidente da Fundação Família Previdência, Rodrigo Sisnandes Pereira, foi eleito para compor a Diretoria Executiva da ABRAPP (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar). A posse dos novos dirigentes ocorrerá no próximo dia 30/1, em São Paulo. Definida em voto entre associados, a nova mesa irá assumir mandato de três anos para o período de 2020 a 2022. Luís Ricardo Marcondes Martins continua na presidência da Associação.

Para Rodrigo Sisnandes, a participação neste colegiado vai ao encontro dos objetivos de expansão da Fundação. “Este é um fórum muito importante para defesa dos interesses das Entidades Fechadas de Previdência Complementar e dos participantes que fazem parte deste circuito. Atuaremos ativamente na agenda institucional da ABRAPP, a fim de fomentar o sistema, contribuir para o debate de novas soluções e trabalhar para democratizar o acesso à previdência privada sem fins lucrativos”.

A ABRAPP representa cerca de 300 entidades. Hoje o segmento administra ativos da ordem de quase R$ 1 trilhão, equivalente a 14% do PIB e conta com 7,4 milhões de participantes e dependentes.

A Fundação Família Previdência tem 40 anos de experiência no mercado. É o maior fundo de previdência do Rio Grande do Sul com um patrimônio de R$ 7,4 bilhões e 18.000 participantes e está entre as 20 maiores do país.