Susep abre edital de seleção para o projeto de inovação sandbox 2340

Susep abre edital de seleção para o projeto de inovação sandbox

Início do processo será no primeiro trimestre de 2020

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) informa que o edital de seleção para o projeto de inovação (Sandbox) não terá início no dia 1º de janeiro de 2020, conforme previsto na consulta pública nº 11/2019.

A autarquia esclarece ainda que o edital será lançado no primeiro trimestre de 2020 e que o prazo de vigência será previamente comunicado.

CCG e Qualicorp fecham parceria para ampliar acesso à saúde 872

CCG inaugura primeira unidade de saúde modelo, na Zona Sul de Porto Alegre

Empresas contam com a força do corretor de seguros para a venda

O CCG pretende ampliar a sua base de 180 mil clientes, facilitando ainda mais o acesso à saúde. A empresa fechou parceria com a Qualicorp, a maior administradora de planos de saúde coletivos do Brasil. “Os planos coletivos por adesão representam uma fatia importante de vendas para as operadoras de saúde no Brasil e não poderíamos ficar de fora, sem oferecer ao mercado essa modalidade de vendas através de uma administradora de benefícios. Por isso, a importância de estarmos juntos, as marcas das duas principais empresas em seus segmentos”, destaca o Gerente Comercial do CCG, Daniel Treiguer.

Daniel Treiguer é Gerente Comercial do CCG. Arquivo JRS

Alguns meses marcaram a negociação e integração dos modelos de operação entre áreas jurídicas, comercial, cadastro, auditoria, exigindo a dedicação de vários profissionais das duas partes. “Tomamos todos os cuidados para que, quando fosse lançado ao mercado, tivéssemos todo o respaldo para que o corretor e futuro cliente possam optar pelo melhor produto com melhor cobertura e melhor preço. A partir desse mês foi iniciada a venda e agora vamos aguardar, já com a certeza do sucesso nas vendas”, conta.

A iniciativa garante ainda mais tranquilidade para os clientes a um valor justo. “Essa ação vem trazer para o cliente que é advogado, comerciário, servidor público, estudantes e demais categorias associativas que possam ter direito a comprar o plano coletivo por adesão pelo valor mais atrativo de mercado no Rio Grande do Sul, com a possibilidade de optar por 20 clínicas próprias, sendo três 24h com todas as especialidades primordiais para segurança da saúde. Além disso, estamos nas cidades chaves de Porto Alegre, Grande Porto Alegre, Vale do Sinos e demais localidades, que podem ser conferidas em nosso site”, comenta. “Conseguimos atingir, com essa parceria, uma parte importante de clientes em potenciais que não conseguem aderir ao plano pelos altos valores praticados e pela dificuldade das empresas em concederem plano saúde para seus funcionários”, acrescenta.

O CCG faz parte de uma área fundamental para o brasileiro: a da saúde. Estar atento ao atual momento de pandemia do novo coronavírus e agilizar parcerias como esta fazem parte do seu propósito. Nos próximos meses, o CCG lançará novos produtos e também promete a inauguração da maior clínica 24h no centro de Porto Alegre, que contará, inclusive, com atendimento pediátrico. “Estamos mais do que nunca agora passando por um momento no Brasil e no mundo bastante importante e de muitas surpresas e indecisões, mas nós do CCG Saúde estamos estruturados e entendo que esse é momento para nos aproximarmos dos nossos clientes, familiares e empresas que confiam seus funcionários a nossa missão de estarmos ao lado deles em todas as circunstâncias”, afirma.

Além disso, Treiguer reforça que a empresa conta com o corretor de seguros, oferecendo dedicação exclusiva de atendimento com profissionais capacitados e com novo espaço físico a partir do mês de maio para recebê-los. “Nesse movimento de crescimento e investimento no Rio Grande do Sul e logo em Santa Catarina, que a parceria com a Qualicorp vem a coroar o nosso momento, nos aproximamos cada vez mais dos corretores, um dos nossos principais canais de venda. Assim, temos certeza do sucesso e do nosso crescimento de participação nesse mercado tão competitivo”, finaliza.

Grupo Caburé conta com mais de 1,2 milhão de segurados pelo país 1043

Empresa reforça seus números consolidados

Fundado em 1963, na Capital dos gaúchos, o Grupo Caburé Seguros consagrou-se como um dos maiores administradores privados de apólices de seguros de vida em grupo da América Latina. Em números, são mais de 1.200.000 segurados ativos em todo o Brasil, 17,2 bilhões de reais de capitais administrados, 7.100.000 segurados cadastrados, presença em 3.148 municípios do país e mais de 1.785 corretores de seguros cadastrados.

“Criado a partir da iniciativa inovadora de um vendedor de seguros porta a porta, a empresa cresceu e conquistou a credibilidade do mercado e de seus clientes. Essa confiança está consolidada porque o Grupo entende o seguro de pessoas como um dos bens mais nobres para a sociedade e segue demonstrando compromisso e envolvimento com seus segurados”, conta o vice-presidente José Luiz Mota da Silva sobre como foi possível tornar realidade o legado iniciado pelo fundador Luiz Carlos Piggato da Silva, o Caburé.

Atualmente, o Grupo Caburé é formado por empresas corretoras de seguros de vida, planos de previdência privada e capitalização, empresas corretoras de seguros de todos os ramos, de agenciamentos de planos securitários, de administração de planos de assistência 24 horas com extensão ao atendimento pessoal e familiar, clubes de seguros pessoais e benefícios e de gestão de incorporação e construção civil. Atento às inovações de mercado e de consumo, a mais recente ação do Grupo, que tem sido um sucesso, foi a criação do Aplicativo Anjo, que auxilia corretores e agenciadores de seguros de vida na venda.

Pandemia do Covid-19 domina a atenção do setor segurador 388

Presidente da CNseg avalia fatores impactantes internos, externos e mitigadores sobre o atual cenário

O efeito carry-over, fruto do crescimento superlativo apresentado pelo setor no ano passado, vai ajudar as seguradoras a “manter a arrecadação setorial em nível que pode mitigar a queda de con­tratações, pelo menos no primeiro semestre”, avalia Marcio Coriolano, Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em seu editorial na nova edição da Conjuntura CNseg.

Para ele, entre os fatores a favor do setor, há o próprio desempenho superlativo do setor segurador em 2019, cujos contratos em vigência neste ano vão tornar a queda mais suave nos próximos meses; o nível de solvência suficiente e a baixa na sinistralidade de ramos tradicionais, produzida pela circulação menor de pessoas e de atividades nas grandes cidades. Esses fatores contribuem para baixar a frequência de colisões e roubos de veículos, roubo e furtos de propriedades, além do recuo nos atendimentos eletivos na rede assistencial de planos e seguros de saúde privada.

A perspectiva de alta na taxa de desemprego, acompanhada, na sequência, pela compressão da renda, deve impactar as receitas e taxas de sinistralidade dos seguros. Segundo Marcio Coriolano, essa retração de diversos mercados poderá atingir ramos tradicionais do segmento de Danos e Responsabilidades, como o de Automóveis, o de riscos industriais, Responsabilidade Civil e D&O, além dos Seguros de Pessoas – Vida Risco Coletivo e os Planos e Seguros de Saúde Empresariais.

O Presidente da CNseg avalia que “a queda no setor agrícola deverá ser menor do que a prevista para os setores industriais. Consideran­do menos severo o contágio em regiões de baixa densidade demográfica; porém um setor afetado pela nova dinâmica do comércio internacional e volatilidade do câmbio. Esse fator impacta o ramo de Seguro Rural e o de Propriedades de empresas da agroindústria. Da mesma forma, impacta os Seguros de Pessoas e Seguros de Saúde”.

Um comportamento diferenciado nos setores de comércio e de serviços, em razão da quarentena, é avaliado por Marcio Coriolano. Para ele, entre os mais resilientes, estão mercados como farmacêuticos e higiene e limpeza. Entre os fortemente afetados, os de alimentação fora do domicílio, vestuário e calçados, por exemplo. Os seguros de Propriedades, Responsabilidade Civil, e Seguros de Pessoas – Vida Risco Coletivo e Seguros de Saúde- devem também sentir mais os impactos.

Os seguros massificados, em linhas gerais, devem enfrentar aumento do cancelamento dos contratos ou da inadimplência decorrentes da pandemia. O Habitacional, pela restrição de funcionamento das unidades de atendimento do Sistema Financeiro Nacional, e produtos como Vida Risco, Prestamista, VGBL, PGBL e Títulos de Capitalização estão na relação de modalidades à espera de desaceleração.

As medidas de combate à pandemia que foram adotadas pelo setor (isolamento social, home office, fechamento do varejo) também mereceram destaque na nova edição da Conjuntura CNseg. “Está sendo uma demonstração de que os ‘planos de contingência’ existem e saem do papel, e que o avanço tecno­lógico e digital colocou o setor muito longe de um segmento econômico atrasado ou conservador em seus programas estratégicos e táticos e em práticas operacionais”, ressalta Marcio Coriolano.

ANS publica homenagem aos profissionais da saúde 391

Homenagem faz alusão ao Dia Mundial da Saúde e é direcionada aos profissionais que atuam no cuidado da população diariamente

A Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, publicou na tarde desta terça-feira, dia 07, uma homenagem a todos os profissionais da saúde. A mensagem faz menção a todos os esforços dos profissionais para o combate do coronavírus, e aos profissionais de enfermagem e obstetrícia.

O intuito é valorizar o papel das enfermeiras (os) e parteiras em todo o mundo, e defender mais investimentos para os profissionais, além de melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento.

Confira a homenagem da ANS aos profissionais da saúde:

Os profissionais de saúde estão na linha de frente da batalha diária travada nos hospitais, clínicas e postos de atendimento, desempenhando papel fundamental no cuidado à população. Neste Dia Mundial da Saúde, e em meio à pandemia de Coronavírus que aflige o mundo, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reforça as homenagens a esses trabalhadores, que muitas vezes colocam a própria vida em risco para cuidar do outro.

Em 2020, a data faz uma alusão especial aos profissionais de enfermagem e obstetrícia. O intuito é reconhecer e valorizar o papel das enfermeiras (os) e parteiras em todo o mundo, bem como defender mais investimentos para esses profissionais e melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses trabalhadores são vitais na prestação de serviços em todos os níveis de atenção, contribuindo de forma crucial para a promoção da saúde e prevenção de doenças. Em muitas partes do mundo, os profissionais de enfermagem e obstetrícia constituem o primeiro e, às vezes, o único recurso humano em contato com os pacientes, e o investimento nessa área tem um efeito profundo na saúde global e no bem-estar.

Nesse sentido, ao longo do ano, a OMS e parceiros farão uma série de recomendações para fortalecer o trabalho da enfermagem e da obstetrícia. Com isso, espera-se atingir metas nacionais e globais relacionadas à cobertura universal de saúde, saúde materna e infantil, doenças infecciosas e não transmissíveis, incluindo saúde mental, preparação e resposta a emergências, segurança do paciente e entrega de serviços integrados e centrados no cuidado ao paciente, entre outros. Segundo a OMS, o mundo precisa de mais 9 milhões de enfermeiras(os) e parteiras para atingir a meta de cobertura universal de saúde até 2030. Nas Américas, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) destaca que são necessários 800 mil profissionais de saúde a mais, incluindo pessoal de enfermagem e obstetrícia.

Este 7 de abril, é, portanto, uma oportunidade para refletir sobre a importância desses e de tantos outros trabalhadores envolvidos no cuidado em saúde, que dedicam seus dias e noites a salvar vidas, prestando assistência a quem precisa.

 

A resposta rápida da saúde suplementar 399

Operadoras de planos de saúde, integradas ao SUS e à ANS, estão na linha de frente do combate à Covid-19

Em uma das piores crises sanitárias da história, o segmento de saúde suplementar no Brasil respondeu rápido e, integrado ao SUS e à Agência Nacional de Saúde (ANS), está atuando decisivamente para atenuar o impacto da epidemia de Covid-19 na população.

Além da estrutura responsável pelo atendimento de mais de 47 milhões de beneficiários, que conta com mais de 163 mil leitos e 160 mil médicos, o segmento entrou com toda a expertise em boas práticas e modelos mais eficientes de gestão e com os canais de comunicação próprios no esforço coletivo de combate à doença.

Mas o mais importante para o resultado até agora foi que as operadoras anteciparam o tamanho do desafio e se posicionaram imediatamente para cumprir o compromisso assumido com os clientes e a sociedade.

No dia 10 de março, com “apenas” 34 casos confirmados e ainda sem registro de mortes, as operadoras se reuniram com a ANS para oficializar a inclusão do exame para a doença no rol de procedimentos obrigatórios. Na ocasião, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) afirmou que o segmento já estava preparado para a incorporação do teste.

“Manifestamos compromisso de atuar tanto nos tratamentos de pacientes diagnosticados, conforme já vem acontecendo em casos em que há cobertura, quanto nos testes laboratoriais para detecção do vírus”, afirmou Vera Valente, diretora executiva da Federação.

Antes disso, porém, já era possível observar “operadoras arcando com o custo” do exame mesmo sem a obrigação contratual, como registrou reportagem do Globo. “É o caso da Bradesco Saúde que comunicou a rede hospitalar credenciada, na semana passada, que arcaria com o custo”, destacou a reportagem.

Ainda em fevereiro, a Amil informou à revista Apólice que suas unidades hospitalares já estavam “orientadas quanto ao fluxo de notificação de casos suspeitos às secretarias de saúde e suas equipes receberam treinamento sobre como identificar, isolar e tratar casos suspeitos”.

Desde o início, as operadora utilizaram todos os canais de comunicação para incentivar medidas preventivas e a FenaSaúde, junto com a Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), de pronto assinou um manifesto concordando que “as medidas de isolamento social fortemente recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelas autoridades sanitárias de nosso país (…) são as únicas atitudes, até o momento, capazes de conter a evolução da doença”.

Com a evolução da emergência, o segmento colaborou para a adoção de novas práticas e ajustes pontuais que tornaram a assistência mais eficiente. Incentivados por ações de sucesso realizadas por SulAmérica e Omint, por exemplo, que expandiram o acesso a orientações médicas por videoconferência e telefone, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou e a ANS regulamentou a utilização da telemedicina, um pleito antigo das operadoras.

Reportagem do Estadão registrou que, depois disso, a demanda pelo serviço aumentou em até sete vezes e que a “modalidade evita sobrecarga de hospitais e reduz risco de infecção pela Covid entre pacientes”.

Com base na estimativa do crescimento da demanda por atendimento, as empresas apoiaram a ANS em medida que pretendeu garantir o máximo de recursos para o atendimento da emergência e ampliou excepcionalmente os prazos para a realização dos procedimentos sem caráter emergencial e não relacionados com a Covid-19.

Aos clientes, a FenaSaúde informou que “não serão prejudicados (…) na medida em que ficam ressalvados tratamentos de urgência e emergência, assim como mantidos os prazos para casos em que os tratamentos não podem ser interrompidos ou adiados”. E completou: “Consideramos a medida acertada, ainda que insuficiente, para que as operadoras de planos de saúde direcionem seus recursos financeiros, físicos e humanos para o enfrentamento da pandemia”.

Do ponto de vista econômico, a Federação alertou que “é preciso estar muito atento e consciente da necessidade de resguardar a robustez do sistema de saúde suplementar, e, dessa forma, também evitar fragilização maior do sistema de saúde brasileiro como um todo diante do agravamento da pandemia”.

Solícita, a ANS autorizou o adiamento da constituição de reservas para ressarcimento ao SUS e do PEONA, além da antecipação do congelamento da margem de solvência. Com isso, as empresas terão uma folga no caixa para fazer frente aos gastos, que realmente são altos.

Em 2018, os planos de saúde pagaram R$ 160 bilhões em despesas assistenciais dos beneficiários. Este ano já foram aproximadamente R$ 44 bilhões e, por causa da emergência, o número deve explodir nos próximos meses. Ainda assim, o analista do Credit Suisse, Maurício Cepeda, concluiu, de acordo com o Valor Econômico, que as grandes operadoras “têm liquidez para arcar com os custos”.

Tão certo quanto vamos superar essa crise é que a saúde suplementar vai cumprir seu compromisso com os clientes e a sociedade até o final.