A evolução do perfil do consumidor de seguro exige uma readequação da aplicação do CDC por parte do Judiciário 2026

Advogado da Agrifoglio Vianna, Marcelo Camargo traz reflexões internacionais sobre o tema

Apesar de tramitar no legislativo há alguns anos um projeto de lei específico para tratar do seguro, o Brasil é um dos poucos países que não tem uma legislação própria sobre seguro. Desta forma, as regras referentes a este tipo de contrato estão apenas no Código Civil, em poucos mas bons artigos.

Conversamos com o advogado do escritório Agrifoglio Vianna, Marcelo Dias Camargo, pós-graduado no MBA de Direito da Economia e da Empresa pela FGV, que recentemente concluiu a Especialização em Direito do Seguro pela Universidade de Salamanca (Espanha), sobre o tema.

O profissional, que também é membro da AIDA – Association Internationale de Droit des Assurances/International Insurance Law Association – Associação Internacional de Direito dos Seguros e da Comissão de Seguros da OAB – RS, comenta que a reflexão a respeito do Código de Seguro brasileiro como solução para as questões referentes ao contrato de seguro e que abarrotam o Judiciário atualmente se faz necessária. Confira:

De que maneira você acredita que as discussões das temáticas abordadas em sua vivência na Universidade de Salamanca, na Espanha, uma instituição que completou 800 anos em 2018, sendo uma das mais antigas da Europa e a mais antiga daquele país, são importantes para a sociedade?

A Universidade em si é extremamente prestigiada no mundo todo, de modo que reúne alunos de graduação, pós graduação, mestrado e doutorado de várias nacionalidades. A cidade é histórica, relativamente pequena, e gira em torno da Universidade. São milhares de alunos circulando. Todo este ambiente favorece o estudo, a imersão, e reúne pessoas com os mesmos objetivos, há uma sintonia por descobertas, por aperfeiçoamento. Então, a Universidade vem promovendo há anos estas Especializações (este ano de 2019 foi a 45ª Edição), não só de Direito do Seguro, mas em Direito Penal, Direito Civil (contratos e danos), Constitucional, entre outros, e todos os cursos são ministrados no mesmo edifício (que é histórico, um antigo mosteiro de 200 anos, preservado, mas dotado de toda uma estrutura fantástica, de alta tecnologia de comunicação, várias salas de aula, um grande auditório, equipamentos para as aulas, internet rápida, etc) e possibilita este intercâmbio com colegas de vários países e em outras matérias diferentes do Seguro. Existem aulas magnas destas outras matérias que são comuns à todas as Especializações, o que dá uma visão ampliada de estudo.

Os professores são extremamente qualificados, no caso do Seguro, faziam parte do corpo docente renomados juristas europeus e latino americanos, como o Professor Abel Veiga Copo, autor de mais de 70 obras, dentre as quais, um Tratado de Direito do Seguro de dois volumes e que está na 6ª Edição. Outros professores também renomados, de vasta produção acadêmica, ministram o curso, tal como os professores Eugenio Llamas Pombo, Carlos Ignacio Jaramillo, Andrea Signorino Barbat, entre vários outros. A qualidade do corpo docente e dos alunos, renomados juristas e profissionais atuantes no mercado de Seguro de toda a América Latina, torna a experiência muito qualificada, são apresentadas e debatidas as questões mais atuais em Direito do Seguro, em diversas matérias específicas, em seguro de danos, de vida, resseguro, transportes, etc, e sob um âmbito internacional, com cotejo de legislações espanholas, europeias, e latino americanas.

Por exemplo, o Brasil é um dos poucos países que não tem uma legislação específica sobre seguro (tramita um projeto de lei há anos no legislativo) de modo que as regras atinentes a este tipo de contrato estão apenas no Código Civil, em poucos mas bons artigos. Os demais países latinos, em geral, tem códigos de seguro, como o Uruguai, que teve a sua lei específica sobre seguros entrando em vigor em 2018. Isto é bom ou ruim para o Brasil? A positivação, o Código de Seguro brasileiro, resolveria as questões tormentosas referente ao contrato de seguro que abarrotam o Judiciário atualmente? Estes questionamentos são importantes, pensar nas respostas é necessário, e o curso contribui muito para isto, para o desenvolvimento de novas perspectivas para o trato do seguro no Brasil. Então, ter acesso a estas questões atuais, bem como, acesso aos professores e suas obras, contribui muito para o fomento deste debate, que deve ser qualificado, pena de o Brasil retroceder e cometer alguns erros que outros países cometem, ou então, de insistirmos em práticas que tanto travam o desenvolvimento do mercado segurador por aqui, e que já não são mais práticas adotadas em países mais avançados no tema.

A especialização e seu trabalho de conclusão tem relação com sua atividade na Agrifoglio Vianna Advogados Associados? Poderia nos explicar como?

Sim, a Especialização dá uma visão bastante ampla do Direito do Seguro, e um dos meus objetivos quando retornei é o de tentar informar melhor sobre o seguro, seja o leigo, seja no âmbito jurídico, que é pouco conhecido e compreendido da forma como deveria. Não se trata de ser a favor ou contra a seguradora, mas de conhecer como exatamente funciona o contrato. É uma necessidade comum. Mas evidente que, o foco do trabalho acaba envolvendo questões do dia a dia da advocacia. Neste sentido, constantemente nos deparamos, no âmbito profissional, com o pouco conhecimento da especificidade do seguro, especialmente pelo Judiciário quando envolve o consumidor, uma relação de consumo. Este é um grande problema, não só para as seguradoras ou segurados, mas para o sistema todo. Não compreender o contrato e seus elementos leva o juiz a cometer erros, que descaracterizam o contrato, alteram riscos, coberturas, e consequentemente violam o mutualismo. No trabalho, especificamente, abordei a necessidade de reforço dos institutos basilares do contrato de seguro, por uma perspectiva de prevalência indissociável da mutualidade e do interesse segurável, diante de uma interpretação demasiadamente favorável ao consumidor individual. Reafirmei a necessária proteção do consumidor, a partir das formas legislativas como o Código de Defesa do Consumidor (CDC), mas demonstrei que, mesmo no CDC, existe dispositivo de orientação a permitir uma aplicação simultânea com o Código Civil. Por exemplo, como não seria de adesão o contrato de seguro? Poderia o segurado debater preço, ampliação e aceitação de riscos impossíveis, se estes são fruto de cálculo matemático atuarial? Então, o fato de ser de adesão não pode ser nenhum demérito ao contrato de seguro e o juiz deve fazer esta correlação de forma equilibrada. Ao final do trabalho, propus a necessidade de implantação de um sistema de interpretação e aplicação das normas com vistas a exigir um dever de maior envolvimento do indivíduo consumidor (que já não é mais o mesmo consumidor de 30 anos atrás, quando o CDC entrou em vigor). Isto tornaria inclusive desnecessária uma maior positivação, uma nova legislação, pois bastaria uma aplicação equilibrada do CDC, simultânea aos elementos fundamentais do contrato, como o interesse segurado, o risco e o mutualismo.

Agora, penso, é necessário exigir uma atitude mais colaborativa, um dever compartilhado (consumidores, seguradoras, Judiciário) de proteção dos institutos e elementos do contrato de seguro, no que seria uma espécie de extrema boa-fé. Ao consumidor de hoje não é mais dado o direito de se abster, de não ler uma proposta com as regras básicas do que está contratando, de contratar desinteressado, sem ler minimamente as informações prestadas pelo fornecedor, pois se assim fizer, estará invariavelmente prejudicando toda a coletividade, como acontece com a mutualidade de segurados quando um indivíduo com apenas 5% de invalidez decorrente de um acidente (amputação de parte mínima de um dedo, por exemplo), recebe a integralidade da cobertura como se estivesse 100% inválido, apenas porque “não sabia” da possibilidade de ser indenizado parcialmente. O Judiciário atualmente sequer analisa esta alegação de que o segurado “não sabia” do funcionamento do seguro, as vezes condena a Seguradora sem que o segurado tivesse sequer alegado este desconhecimento, ou seja, presume que houve falha do dever de informação da seguradora. É evidente que este tipo de decisão viola a mutualidade do seguro, pois o dinheiro que serve para pagar esta indenização vem do fundo comum, ou seja, outros segurados, outros consumidores, é que estão pagando a indenização de 100% de invalidez para aquele indivíduo que teve apenas parte do dedo amputado, e isto não é justo com a coletividade. Então, as teses defendidas no trabalho de conclusão são perfeitamente aplicadas no dia a dia profissional.

Considero importante ressaltar que, desde o início, contei com todo o apoio do escritório Agrifoglio Vianna, de todos da equipe, principalmente da Dra. Laura, a quem agradeço muito. De novidade, acho importante informar que os integrantes do curso estão reunindo esforços para a publicação de um livro conjunto, uma obra em espanhol, organizada por um colega Colombiano, prevista para o próximo ano. Também posso adiantar que temos previsão de publicação de uma obra em português, com os colegas brasileiros, esta até mais adiantada, fruto direto das amizades que se formaram a partir da Especialização. Na verdade, ambos são frutos importantes do curso.

Panvel abre 500 vagas de trabalho no Rio Grande do Sul 485

Panvel abre 500 vagas de trabalho no Rio Grande do Sul

Do total de vagas, 160 são para trabalhar em lojas de Porto Alegre (RS)

A rede Panvel está oferecendo 500 vagas de emprego distribuídas entre as cidades no Rio Grande do Sul. As oportunidades destinam-se principalmente às lojas de Porto Alegre, região metropolitana, Santa Maria, Bento Gonçalves, Passo Fundo, Pelotas, Rio Grande, Caxias do Sul e Litorais Norte e Sul. Os novos postos são para os cargos de Farmacêuticos e Balconistas. Do total de vagas, 160 são para trabalhar em lojas de Porto Alegre (RS).

Os candidatos interessados em trabalhar na Panvel devem acessar este site, e clicar em “carreira” ou acessar o site e clicar em “Trabalhe conosco”, onde poderão visualizar as oportunidades disponíveis e se cadastrar na vaga de seu interesse ou ainda, podem encaminhar seu currículo para o e-mail vagas@grupodimed.com.br, informando no assunto a cidade e cargo de interesse. Para a função de Balconista é necessário ter Ensino Médio Completo e para Farmacêutico, Superior Completo em Farmácia e CRF ativo. Ambas oportunidades exigem que o candidato tenha mais de 18 anos e resida nas cidades em que vai concorrer à vaga.

Entre os benefícios oferecidos pela Panvel estão vale-transporte, vale-refeição, assistência médica, convênio farmácia com desconto em toda rede Panvel, PLR (plano de participação nos lucros), convênios com instituições de ensino e bonificação variável por atingimento de metas.

Troféu JRS 2020: Qual a corretora de seguros destaque do ano de 2020? 16149

Troféu JRS 2020: Qual a corretora de seguros destaque do ano de 2020?

Votação vai até às 23h59min do dia 23 de setembro no site do JRS

Chegou a hora do público eleger a Corretora de Seguros Destaque do Ano de 2020. A votação desta categoria do Troféu JRS 2020 começa nesta quinta (17) e vai até às 23h59min do dia 23 de setembro. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de reconhecimento, que acontece em formato Drive-In, completamente adaptada às recomendações para evitar a disseminação do covid-19. O evento será realizado no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (RS).

Vote na etapa Corretora de Seguros (PF ou PJ) até às 23h59min do dia 23 de setembro:

A votação acontece no site do JRS e no hotsite do Troféu JRS. Nesta quarta terminou a escolha do Prestador de Serviços Destaque do Ano de 2020. Além da atual etapa, voltada à empresas que atuam no mercado de corretagem de seguros ou corretores Pessoas Físicas, também será eleita pelo público a Seguradora Destaque do Ano de 2020.

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Abaixo disponibilizamos alguns itens para facilitar a criação de materiais para as redes sociais. Não esqueça de marcar @jrs.digital no Instagram!

Cronograma e regras:

  • Podem ser votadas seguradoras devidamente habilitadas pela Susep.
  • Podem ser votadas corretoras PF e PJ devidamente habilitadas pela Susep.
  • Podem ser votadas entidades, empresas e organizações prestadoras de serviços para o ecossistema de seguros.
  • Cada pessoa tem direito a um voto atrelado ao seu nome e e-mail.
  • Nomes e e-mails que estiverem duplicados, serão desconsiderados.
  • E-mails inválidos serão votos desconsiderados.
  • Data das etapas:
    Etapa Prestadoras de Serviço: de 20h do dia 13 de setembro às 23h59min do dia 16 de setembro.
    Etapa Corretoras de Seguros: de 20h do dia 17 de setembro às 23h59min do dia 23 de setembro.
    Etapa Seguradoras: de 20h do dia 24 de setembro às 12h do dia 27 de setembro.
  • Os vencedores serão convidados a participar da cerimônia de reconhecimento, no dia 27 de setembro, no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (RS). Será ofertado apenas um convite para um veículo com até 4 pessoas por vencedor. O promotor desta ação não arcará com custos de deslocamento e/ou hospedagem dos vencedores.
  • Serão divulgadas prévias diárias com o resultado das votações, através do Instagram do JRS, entre os dias 14 e 26 de setembro, por volta das 18h.

 

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🔥🔥🔥Qual a Corretora de Seguros Destaque do Ano de 2020? 🔥🔥🔥 . Chegou a hora do público eleger a Corretora de Seguros Destaque do Ano de 2020. A votação desta categoria do Troféu JRS 2020 começa nesta quinta (17) e vai até às 23h59min do dia 23 de setembro. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de reconhecimento, que acontece em formato Drive-In, completamente adaptada às recomendações para evitar a disseminação do covid-19. O evento será realizado no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (RS). . A votação acontece no site do JRS e no hotsite do Troféu JRS. Nesta quarta terminou a escolha do Prestador de Serviços Destaque do Ano de 2020. Além da atual etapa, voltada à empresas que atuam no mercado de corretagem de seguros ou corretores Pessoas Físicas, também será eleita pelo público a Seguradora Destaque do Ano de 2020. . Saiba mais em @jrs.digital ou nos links disponíveis na bio e nos stories! 🏆

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Patrocinadores:

Entre os Patrocinadores Ouro estão Icatu Seguros, Rio Grande Seguros e Previdência, HDI Seguros, Mapfre, SulAmérica, Bradesco Seguros, MAG, Omint Saúde e Seguros, Fracel Corrretora de Seguros, Grupo Caburé Seguros, App Anjo, Grupo Life Brasil, Seguros Sura, Capemisa Seguradora e Agrifoglio Vianna Advogados Associados.
Patrocinadores Prata: Porto Seguro, União Seguradora, Grupo Aspecir, GBOEX, Neo Executiva Corretora de Seguros, ZL Brasil Corretora de Seguros, Caprice, ViverBem, Sancor e Caixa Seguradora.
Patrocinadores Bronze: MBM Seguro de Pessoas, SINDSEG RS, KSA Corretora de Seguros, Expermed e Solaris Corretora de Seguros.

Troféu JRS: Começa hoje, a partir das 20h, votação para escolher a Corretora de Seguros Destaque do Ano 4004

Troféu JRS: Começa hoje, a partir das 20h, votação para escolher a Corretora de Seguros Destaque do Ano

Evento será realizado no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (RS)

Chegou a hora do público eleger a Corretora de Seguros Destaque do Ano de 2020. A votação desta categoria do Troféu JRS 2020 começa nesta quinta (17), a partir das 20h, e vai até às 23h59min do dia 23 de setembro. Os vencedores serão conhecidos na cerimônia de reconhecimento, que acontece em formato Drive-In, completamente adaptada às recomendações para evitar a disseminação do covid-19. O evento será realizado no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (RS).

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  • Nomes e e-mails que estiverem duplicados, serão desconsiderados.
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  • Data das etapas:
    Etapa Prestadoras de Serviço: de 20h do dia 13 de setembro às 23h59min do dia 16 de setembro.
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    Etapa Seguradoras: de 20h do dia 24 de setembro às 12h do dia 27 de setembro.
  • Os vencedores serão convidados a participar da cerimônia de reconhecimento, no dia 27 de setembro, no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (RS). Será ofertado apenas um convite para um veículo com até 4 pessoas por vencedor. O promotor desta ação não arcará com custos de deslocamento e/ou hospedagem dos vencedores.
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Grupo SURA fecha o primeiro semestre com lucro de USD 66 milhões 963

Seguros SURA marca presença no Insurance Day 2019

Resultado reflete a resiliência da Suramericana (Seguros SURA) e SURA Asset Management, e a recuperação de receitas por investimentos no segundo trimestre

Com o fechamento do primeiro semestre do ano, em um momento de desafios diante dos impactos da Covid-19, o Grupo SURA reportou um lucro líquido consolidado de USD 66 milhões, que representa uma recuperação frente ao reportado em março deste ano, impulsionada pelo lucro positivo do segundo trimestre.

O resultado reflete a solidez dos negócios na atual conjuntura, com o crescimento de prêmios emitidos e a receita por prestação de serviços da Suramericana (Seguros SURA – especializada em seguros, tendências e riscos), assim como uma estabilidade nas receitas por comissões da SURA Asset Management (especialistas em pensões, poupança, investimento e gestão de ativos). Desta maneira, o lucro operacional consolidado foi de USD 2.718 milhões.

“Os resultados do primeiro semestre são melhores do que tínhamos projetado diante da pandemia e mostram a capacidade de transformação, adaptação e resiliência da Seguros SURA e da SURA Asset Management, que têm tido uma recuperação paulatina nos últimos meses. Ao mesmo tempo, mantivemos nosso compromisso de criar mais valor às pessoas e às empresas, gerando emprego na região e investindo no desenvolvimento dos negócios. Queremos seguir com cautela, avaliando constantemente os impactos da conjuntura na região”, explica Gonzalo Pérez, Presidente do Grupo SURA.

No segundo trimestre, o resultado dos rendimentos dos investimentos próprios das seguradoras e dos fundos de pensões foi melhor, após as fortes quedas dos mercados de capitais no mês de março.

Contribuiu também o aumento de apenas 2% das despesas consolidadas em linha com o controle e a eficiência aplicados na conjuntura, mesmo com os custos de prestação de serviços de saúde para atender em tempo hábil os afiliados e segurados na Colômbia. Desta maneira, o lucro operacional foi de USD 250 milhões, 39.4% a menos que em junho de 2019.

“Uma das prioridades na atual conjuntura é a eficiência dos negócios e o controle dos gastos, somados com a solidez patrimonial e a liquidez das companhias do Grupo Empresarial. Com a recente emissão local de prêmios, nos antecipamos para garantir a liquidez adequada para atender as obrigações em 2021 e melhorar nosso perfil de dívida de longo prazo”, comenta Ricardo Jaramillo, Vice-presidente de Finanças Corporativas do Grupo SURA.

O lucro líquido consolidado no fechamento do primeiro semestre foi de USD 66 milhões, impulsionado pelo resultado do segundo trimestre, que somou USD 87 milhões e compensou a perda registrada em março.

Para este resultado, contribuiu o maior rendimento por meio de participação do Grupo Nutresa, devido a um menor rendimento por este rubro do Bancolombia, diante do aumento das provisões que incidem no lucro do Banco, como medida prudente para se antecipar diante da incerteza do cenário.

Desempenho das filiais

A Seguros SURA fechou o primeiro semestre com lucro líquido de USD 79 milhões, 68.3% maior do que o mesmo período em 2019. Este resultado é sustentado pelos rendimentos totais que aumentaram 10.5% e somaram USD 2.391 milhões, com crescimento nos segmentos de seguros gerais (7.5%), Vida (7.0%) e na prestação de serviços na área da saúde (21.5%) na Colômbia. Além disso, a recuperação por rendimento de portfolios das seguradoras ganhou destaque, em particular a filial na Argentina, que contribuiu para o fechamento positivo do semestre.

“Estes resultados refletem nossos esforços para fidelizar os clientes em três frentes: transformação do modelo operacional; desenvolvimento de novas soluções e adaptação de outras, para responder às necessidades atuais das pessoas e das empresas; ao mesmo tempo que fortalecemos nossos acessos e canais. Dessa forma, temos o cuidado de comparar as reservas, a solvência e a liquidez com os cenários que projetamos frente a pandemia”, explica Juana Francisca Llano, Presidente da Suramericana (Seguros SURA).

A SURA Asset Management chegou a 20.9 milhões de clientes e os ativos na gestão (AUM) e cresceu 7.9% em comparação a junho de 2019, totalizando USD 131.584 milhões. Apesar dos efeitos do coronavírus no mercado de trabalho, os rendimentos por comissões no negócio diminuíram apenas 1.8%, em junho, e no voluntário aumentaram 14.2% devido a uma gestão comercial positiva e uma maior tendência à poupança na região. Também se mantém uma disciplina no gasto, que subiu somente 5.6% frente ao primeiro semestre do ano anterior, não obstante custos como os gerados pelas mudanças regulatórias no Peru.

“No segundo trimestre, observamos uma melhoria nos mercados financeiros globais, que traduzem na recuperação dos portfolios que administramos, pertencentes a mais de 20 milhões de clientes na região. Assim continuamos trabalhando na gestão dos recursos para proteger e fortalecer a poupança dos latino-americanos”, diz Ignacio Calle, Presidente da SURA Asset Management.

A recuperação dos rendimentos entre abril e junho por investimentos próprios no Mandatório contribuiu para que o lucro líquido desta filial voltasse ao terreno positivo. Dessa forma, contribuiu com USD 33 milhões ao lucro líquido do Grupo SURA no primeiro semestre, 72.1% a menos do que a alcançada em junho de 2019, que foi um ano bastante positivo para a SURA Asset Management.

Fatos recentes:

  • A Seguros SURA Colômbia fortaleceu a prestação de serviços de saúde para enfrentar a pandemia: hoje são atendidos 35 mil requerimentos por dia (teleassistência e telemedicina); aplicação de modelo de oxigenoterapia para afiliados e segurados; e Ajudas Diagnósticas SURA com aproximadamente 13% de provas no país.
  • O Grupo SURA, com o objetivo de antecipar os recursos requeridos frente as obrigações em 2021, colocou no último dia 11 de agosto USD 265 milhões em bônus no mercado colombiano, que foram demandados 2.23 vezes. Esta emissão foi qualificada como neutra por parte da S&P, ao ter como objetivo a substituição de passivos.
  • A SURA Asset Management, mediante sua unidade de negócio Investment Management, lançou um fundo de USD 86.5 milhões, na aliança com Credicorp Capital, para financiar projetos de infraestrutura na Colômbia, Peru, Chile e México.
  • S&P confirmou em julho a qualificação AAA da Suramericana (Seguros SURA) na dívida local, e igual nota obteve a Seguros SURA Colômbia, sua principal filial. Por sua parte, Fitch Ratings reafirmou ao Grupo SURA sua qualificação local AAA de longo prazo, com perspectiva estável.
  • Como aporte à reativação econômica de pequenas e médias empresas: Suramericana (Seguros SURA) acompanhou 44.500 empresários na plataforma regional Empresas SURA; ao mesmo tempo que a SURA AM lançou na Colômbia uma linha de factoring e um fundo para financiar este segmento.
Divulgação
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Argo Seguros prepara mudanças estruturais com foco no crescimento para 2021 939

Newton Queiroz é CEO e presidente da Argo Seguros / Divulgação

Seguradora é especialista no desenvolvimento de produtos de nicho

A Argo Seguros está preparando mudanças em sua estrutura visando seu crescimento futuro. A seguradora – apontada como especialista no desenvolvimento de produtos de nicho – quer garantir não apenas a expansão de prêmio e margem, mas também ampliar sua liderança em inovação, tecnologia e inclusão social através de novos produtos.

“Estamos crescendo, percentualmente, em dígitos duplos nos últimos anos. Foi assim em 2019 e está se repetindo este ano, mesmo com a pandemia. Apesar do momento complexo em que nossa sociedade se encontra, a Argo conseguiu manter os planos originais através de foco e trabalho em equipe. Mesmo tendo isso como um ponto positivo, já tínhamos claro a necessidade de ajustar a estrutura às novas necessidades da empresa e, claro, dos clientes”, disse Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros.

Segundo o executivo, o lançamento de seguros inovadores, como o Instant (intermitente para automóvel), e a concretização de grandes parcerias, como é o caso com a Federação Nacional dos Corretores (Fenacor), está fazendo com que a Argo se torne mais conhecida no mercado, resultando em um fluxo maior de oportunidades.

“Esse é um desafio interessante porque, ao mesmo tempo que é algo positivo e que todo líder gostaria de ter, não podemos perder de vista que a forma em que o crescimento acontece é fundamental para a sustentação dos negócios. Por isso, a necessidade de estar sempre estudando tendências e ajustando a empresa”, explicou o presidente da Argo Seguros.

De acordo com ele, apesar da estrutura passar por ajustes pontuais, os conceitos de Corporate e Consumer seguem ativos e funcionam como referência para o tipo de negócio. Os que são automatizados e/ou semi-automatizados são da área de Consumer. Já os processos que necessitam diretamente de um técnico para cotar, consideramos Corporate, ou seja, médio e grande riscos, dependendo de suas características se aplica em uma das verticais.

“A Argo Seguros, diferente da maioria das empresas, está crescendo e trazendo novos profissionais. Ao mesmo tempo, também conseguimos evoluir em alguns pontos e ter a certeza de que o caminho que estamos buscando está alinhado com o novo mercado. Portanto, a nossa estrutura, assim como produtos e inovações, está sendo ajustada para esse momento presente e futuro. Queremos repetir em 2021 o desempenho dos últimos dois anos”, concluiu Newton.