Relacionamento diferenciado da Gente Seguradora é destaque na Revista JRS 2198

Confira a edição 232 da publicação na íntegra



A edição 232 da Revista JRS chega com destaque a Gente Seguradora e sua aposta em uma relação diferenciada com clientes, colaboradores e parceiros de negócios. A companhia, que completou 47 anos em 2019, promoveu a sétima edição do seu Workshop anual. Outros conteúdos que foram destaque nos últimos 30 dias do setor de seguros também contemplam a publicação mensal. Excelente leitura!

ENS e SindsegSC reforçam importância da capacitação profissional do mercado 974

Conferência online abordou a continuidade da parceria entre as  instituições

Na última semana, o presidente do Sindicato das Seguradoras de Santa Catarina (SindsegSC), Waldecyr Schilling, participou de uma reunião online com a direção da Escola Negócios e Seguros (ENS). O objetivo das entidades foi debater a preservação da parceria e a forma de agregar cada vez mais conhecimento para os profissionais do mercado segurador. “O SindsegSC sempre foi a mola propulsora do mercado de seguros catarinense, e neste momento não será diferente”, afirmou Schilling.

Segundo ele, é importante que a ENS disponibilize cursos à distância no atual período de pandemia, contribuindo para a capacitação dos profissionais do mercado de seguros. “A Escola apresenta através do seu portal novas tecnologias de comunicação que contribuem na geração de conteúdos para minimizar o dia a dia nesse momento de isolamento social”, afirmou.

A ENS conta com muitos produtos a disposição do mercado, e também oferece nove cursos gratuitos, entre eles Relações de Consumo, Iniciação em Seguros, Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Liderança de Pessoas, Procedimentos Operacionais para Corretoras de Seguros, Regulação de Sinistros para Corretores de Seguros, entre outros.

Para saber mais sobre os cursos, acesse o site da instituição.

UBS vê Selic a 3% e PIB 2% menor no Brasil em 2020 1690

Projeção de PIB para 2021 também foi revisada para baixo, de 4,9% para 3%

A divulgação dos dados de março, os primeiros que mostram os sinais de desaceleração causados pela pandemia da covid-19 no país, levou o UBS a revisar novamente a projeção para o PIB este ano. O banco suíço espera agora que o a economia tenha contração de 2,0% este ano, de uma alta de 0,5% da última projeção.

“O indicador em tempo real para o PIB do primeiro trimestre já estava fraco antes da disseminação da covid-19 e os números de fevereiro devem apresentar melhora apenas marginal. No entanto, projetamos forte queda das vendas ao varejo, dos serviços e da atividade econômica em geral para março. Dessa forma, o PIB do primeiro trimestre deve rodar a -3,6% na comparação trimestral, contra -1,0% da estimativa anterior”, diz o banco em relatório.

O efeito do primeiro trimestre deve ser carregado pra o segundo trimestre, continuam os economistas do UBS, que esperam uma contração de 20% do PIB nesse período, de 15% da expectativa anterior. Apesar da recuperação esperada a partir do segundo semestre do ano, eles esperam que a economia retome o patamar do fim do ano passado apenas em meados de 2021.

A projeção de PIB para 2021 também foi revisada para baixo, de 4,9% para 3%. “Este cenário pressupõe que formas mais severas de distanciamento social começarão a ser retiradas em maio. Uma estensão dessas medidas, portanto, deve levar a novas revisões das projeções.”

O UBS acredita que os esforços do governo para mitigar os efeitos da crise devem levar o déficit primário do governo a alcançar 5% do PIB este ano, de 0,9% em 2019. Já a previsão para a Selic é que ela encerre o ano em 3%, de 3,25% anteriormente. O banco suíço também prevê que alguma forma de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) seja necessário por parte do BC.

Brasil entra em campo, mesmo sem treino para essa guerra 1729

“Nós que atuamos no setor de seguros somos preparados para atuar justamente nas adversidades”

No Brasil, crescemos acostumados a dizer que este é um país abençoado por Deus e aqui estamos imunes a fenômenos da natureza como furacões, vulcões, nevascas, tsunamis, tampouco vivenciamos situações de conflitos como guerras. Assim, até hoje víamos com um distanciamento situações de emergência ou conflitos que são comuns a outros países, e que davam a essas populações um certo preparo para esse enfrentamento.

Não tivemos tempo de treino, o coronavírus encurtou as distâncias, rompeu fronteiras e nos deixou lado a lado com os outros países, exigindo da população brasileira o enfrentamento à guerra.

Nós que atuamos no setor de seguros somos preparados para atuar justamente nas adversidades. Mas, mesmo com todos os conhecimentos e experiências em sinistros e situações críticas, também estamos sendo surpreendidos com esta epidemia.

O coronavírus surgiu do outro lado do planeta, e corre em progressão geométrica atingindo populações inteiras. Em menos de três meses, esse vírus mudou o padrão do mundo e está sendo considerado o mais importante desafio global desde a 2ª Guerra Mundial.

No Brasil, assim como em outros países, está mudando rotinas, comportamentos e ações, quer seja das pessoas, empresas e poder público. Aos poucos vamos vendo a paralisação da economia, adiamento de eventos, cancelamento de contratos… Áreas como a de turismo, pequenos comércios, prestadores de serviços autônomos, tendo perdas inestimáveis. Uma paralisação atinge outra, uma sequência de perdas afetando direta e drasticamente a receita de pessoas e empresas em geral.

A nós, favorece a experiência já vivida em outros continentes. Como a epidemia chegou aqui posteriormente, pudemos ir tomando providências e nos preparando antes de sermos acometidos, diferente desses primeiros locais, que foram pegos abruptamente. Podemos não ter o treino para esta guerra, mas não podemos ter a desculpa que não tivemos os devidos avisos do que estava por acontecer.

Tenho confiança de que mesmo sem o treino anterior a sociedade brasileira está demonstrando disposição e consciência, que é o principal, para o devido enfrentamento e para a superação.

Nesse contexto e diante de tantas perdas, as atenções recaem às coberturas securitárias, sabidamente o melhor instrumento garantidor de perdas. Todavia, a capacidade de financiamento disso tudo por parte das companhias seguradoras tem um limite.

Por isso, as companhias de um modo geral e pelo mundo excluem ou interrompem as coberturas quando se deparam com fenômenos da natureza, guerras, ou pandemias propriamente ditas. E aí vem o questionamento: a sociedade, que nesse momento tanto precisa desse instrumento reparador, poderá se ver diante da falta do seguro?

Acredito firmemente na capacidade das seguradoras brasileiras e na sua disposição e inteligência para se fazerem presentes neste momento, seja lá como for e dentro das possibilidades. Lembramos então do sábio ditado que diz que se aprende pelo amor ou pela dor. Esses fatos farão com que a sociedade tenha mais uma demonstração do quanto o seguro é importante em suas vidas, e, infelizmente, nesse momento pela dor, pelas perdas, que esta situação traz a todos.

Aqueles que já têm o seguro como parte do seu dia a dia certamente terão o conforto da mitigação de algumas perdas, mas infelizmente esta situação não será vivida pela maioria, ainda sem o hábito da contratação de seguros.

Os ensinamentos assim serão para todos: a sociedade vivendo uma situação inusitada será colocada à prova para superá-la, a economia brasileira mais uma vez terá que dar demonstração de força e superação, as companhias seguradoras terão que se adaptar a este momento, especialmente fazendo uso de muita sensibilidade para com os segurados, e os corretores de seguros, cumprindo com seu papel de agentes do bem-estar social, mais uma vez estarão presentes junto à sociedade, amparando, colaborando e ajudando em tudo o que for preciso.

Essa união de esforços, somada a esse rápido aprendizado de todos fará com que a sociedade brasileira saia vencedora disso tudo. E mais solidária, com o sentido preventivo apurado e com uma nova visão de futuro, pois certamente o que e como vivemos até hoje não será igual daqui para frente.

Por Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP

Sabemi reforça que Pecúlio também cobre mortes por coronavírus 973

Para a seguradora, o momento é de solidariedade

Com o avanço do Covid-19 (o novo coronavírus), a população passou a ter de lidar com o risco concreto de perder familiares para a pandemia. Como se trata de uma causa de exceção, uma angústia extra é a dúvida se há garantia de cobertura.

A Sabemi, uma das maiores seguradoras do país, esclarece aos clientes e parceiros que seu plano de previdência privada (Pecúlio) está apto a cobrir uma ampla gama de circunstâncias, incluindo todas aquelas referentes à morte por pandemias, inclusive a do Covid-19.

O momento é de solidariedade, e a Sabemi visa sempre à proteção e ao amparo dos seus clientes em todos os momentos.

A empresa mantém um número específico para atender aos clientes: 0800 880 1900

App Anjo: Tecnologia a serviço do corretor de seguros 11081

Este e outros destaques do mercado brasileiro de seguros estão na edição 234 da Revista JRS

Comprometido em conquistar a parcela de 85% de brasileiros que não contam com seguro de vida, o mercado de seguros tem apresentado excelentes soluções no que diz respeito não só a produtos completos e diferenciados, mas também a formas de comercialização. Essa última, que fica a cargo das corretoras de seguros, é ainda mais complexa, pois necessita de mecanismos inteligentes para atingir as pessoas, diante da constante transformação das formas de consumo.

Nesse sentido, desde o final do ano passado, os corretores de seguros contam com um novo aliado quando o assunto é venda no segmento vida. Isso porque o Grupo Caburé, atento a esse cenário, lançou o Anjo, um aplicativo desenvolvido pela empresa para facilitar a distribuição deste tipo de seguro.

Ficou curioso ou curiosa? Este e outros destaques do mercado de seguros estão em evidência nas 52 páginas da Revista JRS. Uma excelente leitura!