Quais os riscos para a bolsa em 2020? 638

Rio Grande consolida atuação no Rio Grande do Sul no primeiro semestre de 2019

Previsões são da Carmignac, uma das principais gestoras de ativos da Europa

No final de cada ano é habitual formular previsões de mercado para o seguinte. Exatamente há um ano, a forte queda registrada nos mercados de ações tornou a maioria dos analistas mais prudentes, o que, em retrospectiva, transformou novamente o exercício de previsão anual para uma perspectiva mais humilde. Seja como for, dado que as mesmas causas produzem os mesmos efeitos, a maior parte dos analistas concorda em prever um ano de 2020 favorável, com base em um brilhante ano bolsista de 2019.

Não faltam argumentos racionais: a China e os Estados Unidos chegaram a um primeiro acordo comercial que, apesar de modesto, reduz a incerteza geral e extingue qualquer percepção de um risco de deslize catastrófico em 2020. O mesmo se aplica ao Brexit: a sensação de que o pior foi evitado prevalece sobre a análise das restantes dificuldades ainda não superadas. Para permanecer politicamente ativo, Donald Trump fará tudo em 2020 para concorrer às eleições presidenciais, com uma economia norte-americana forte e índices de ações elevados. Nos últimos anos, os mercados se beneficiaram do apoio dos bancos centrais, podendo agora também contar com Donald Trump. Em termos econômicos, alguns indicadores estão de acordo com o diagnóstico de um ponto abaixo do miniciclo iniciado em 2016, que deverá dar lugar a uma recuperação nos próximos meses, como foi o caso após as desacelerações de 2011/2012 e de 2014/2015. Quanto às avaliações, os analistas concordam que estão elevadas, mas enquanto as taxas de juros permanecerem baixas, o “prêmio de risco”, ou seja, o excesso de rendimento gerado pelas ações face às opções de renda fixa, faz dos mercados de ações a classe de ativos desejada por predefinição. Isto é expresso pelo acrônimo esclarecedor TINA “There Is No Alternative” (“Não há alternativa”), que está atualmente na boca de todos os interventores dos mercados, e que encerra o debate.

Cuidado com os problemas estruturais
No entanto, também é importante tirar proveito desta ‘trégua’ nos receios de uma recessão iminente de regresso às questões estruturais, que são facilmente esquecidas quando não apresentam consequências imediatas e que ressurgem com toda a sua força quando todos os interventores dos mercados estão de olho no acontecimento mais recente.

Para os poupadores, estas questões de fundo giram em torno da incapacidade de o mundo se recuperar completamente da grande crise financeira de 2008. O motivo é muito simples: em resposta a este momento histórico, os governos tiveram que se endividar como nunca para salvar um setor bancário, cuja explosão teria mergulhado o Ocidente em tormentos semelhantes aos da crise de 1929. Sobrecarregados com este fardo, sem qualquer margem de manobra orçamentária, consequentemente estes governos tiveram de confiar aos bancos centrais a tarefa de relançar a atividade econômica, severamente abalada pela grande crise.

Para tal, o método utilizado foi audacioso e astuto: o FED (o banco central americano), seguido pelo Banco do Japão e posteriormente pelo Banco Central Europeu (BCE) e pela maioria dos bancos centrais de todo mundo, colaboraram para aumentar os preços dos ativos financeiros. A ideia era que o aumento do valor destes ativos criasse um “efeito de riqueza” para os seus titulares, que poderiam voltar a consumir por se sentirem mais ricos, reativando, assim, a máquina econômica. Ao aumentar primeiramente os preços dos ativos de renda fixa (com os bancos centrais propondo-se frequentemente como compradores diretos), todos os ativos financeiros foram beneficiados. O problema reside no fato de que, apesar de os ativos financeiros poderem desafiar as leis da gravidade durante muito tempo, pois não existem limites efetivos da quantidade de compras que um banco central pode realizar, não se pode dizer o mesmo da economia real: sem investimentos produtivos, sem crescimento do emprego e dos rendimentos profissionais, não há criação de riqueza. Porém, por construção, apenas os titulares de ativos financeiros puderam tirar proveito deste “efeito de riqueza”, de modo que o crescimento econômico real não esteve minimamente à altura da alta dos mercados financeiros. Consequentemente, há alguns anos tem se desenvolvido uma revolta da classe média, dos “simples assalariados”, contra o aumento considerável das desigualdades nos últimos trinta anos, agravada ao longo da última década, do Chile até à França, passando pelos Estados Unidos. Atualmente, a pressão sobre os governos para que quebrassem as promessas que fizeram após a grande crise de 2008 e, finalmente, aumentassem os gastos, tem se intensificado atualmente.

EUA mantêm uma posição privilegiada
Nesse setor, é provável que os Estados Unidos possam antecipar a Europa e fazer muito mais. Não que a sua situação financeira seja invejável: a sua dívida e os seus déficits orçamentais e comerciais são piores do que os franceses (a virtude financeira nunca foi a prioridade de Donald Trump). Aliás, a desejo dos investidores de renda fixa a nível mundial por financiar a explosão das necessidades de financiamento norte-americanas reduziu-se a quase nada.

Entretanto, comparativamente à Europa, o FED terá muito mais margem de manobra para financiar diretamente as suas despesas, se necessário. É certo que este financiamento do déficit orçamental por parte de um banco central levantará todo o tipo de objeções (desta vez é a virtude do FED, isto é, a sua independência, que suscitará questões), mas seguindo a máxima de “os fins justificam os meios”, esta será a única opção que permite realizar um estímulo orçamental (indispensável) sem provocar um “crash” das rendas fixas. Além disso, as eleições presidenciais de 2020 permitirão a todos os candidatos, sejam eles quais forem, prometerem programas de estímulo orçamental de salvação assim que tomem posse. Com atraso, o mesmo problema exigirá a mesma solução na Europa. Será certamente necessário ultrapassar várias resistências, incluindo culturais que, em particular, Christine Lagarde terá que superar. E isso leva o seu tempo. Mas mesmo os países historicamente mais virtuosos terão de concordar que uma recessão está claramente proibida devido ao nível de endividamento dos países mais frágeis. A necessidade aguça o engenho.

Então, o que acontecerá na bolsa?
Com os Estados Unidos na vanguarda, esses excedentes do banco central que financiam abertamente os déficits do seu governo (em linguagem econômica: “monetizando” essa dívida) poderiam causar uma quebra na confiança no dólar, pelo menos inicialmente, e favorecer o preço do ouro. Logicamente, os programas de estímulo econômico mais sólidos deverão contribuir para aumentar as taxas de juros, mas a intervenção dos bancos centrais consistirá precisamente em evitar um colapso dos mercados de renda fixa. Por conseguinte, deveria haver espaço para uma gestão ativa das rendas fixas capaz de explorar um novo aumento da volatilidade desta classe de ativos. Quanto aos mercados de ações, espera-se que retornem mais uma vez para onde o crescimento for mais forte, o que novamente favoreceria os Estados Unidos. Mas certamente essa não será uma caminhada leve e tranquila, dadas as tensões nos mercados de taxas de juros e moedas, e não seria demais recomendar estar atento quanto ao regresso da volatilidade e a qualidade das ações a adicionar à carteira. Atualmente, os mercados de ações já estão caros e uma gestão passiva centrada na continuação de um mercado em alta universal, sem distinção de mérito, poderia ser muito decepcionante.

Ainda não chegamos lá. Por enquanto, a esperança que prevalece é que o longo e árduo progresso econômico dos últimos dez anos seja salvo pela terceira vez in extremis. Isto poderá ser suficiente em curto prazo. Todavia, tendo em conta o que está em jogo, não é descabido começar a refletir com a devida antecedência.

Susep abre consulta pública sobre autorreguladoras 1391

Solange Vieira é superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Proposta é simplificar o processo de credenciamento das entidades

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública a minuta de Resolução CNSP que estabelece condições de constituição, organização, funcionamento e extinção de entidades autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros, de capitalização e de previdência complementar aberta.

A inciativa da Susep tem como pilares eficácia, produtividade, flexibilidade e economia. A autarquia entende que a autorregulação trará a experiência e o conhecimento dos próprios corretores para o mercado de seguros.

O agente econômico terá o controle da atividade e, com isso, o aprimoramento será constante. No que se refere à flexibilidade, o mercado e os consumidores também ganham com mais rapidez, processos menos burocráticos e, consequentemente, redução de custos de fiscalização e supervisão e também de processos judiciais.

Cabe esclarecer que a Medida Provisória 905/2019 retirou da Susep a atribuição de regular e fiscalizar os corretores de seguros, mas não retirou do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) as competências regulatórias relativas às autorreguladoras do mercado de corretagem, e nem da Susep a função de fiscalizar as suas operações.

A consulta estará disponível até o dia 19 de fevereiro de 2020. Confira o edital neste link.

Como evitar acidentes em época de chuvas 908

Temporais estão previstos em vários locais do país


As chuvas não estão dando trégua. A previsão de temporais em vários pontos do Brasil assusta bastante, principalmente motoristas que trafegam em rodovias e em grandes cidades, onde a probabilidade de alagamentos é muito maior.

Quem transporta cargas também precisa ficar atento e instruir bem motoristas sobre os perigos que as chuvas trazem. Para empresas que já aderiram à telemetria veicular, é possível traçar rotas prévias e, assim, desviar das áreas de enchentes e alagamentos.

Para ajudar motoristas a trafegarem com segurança durante esse verão chuvoso, a MiX Telematics, empresa que atua na área de gestão de frotas em mais de 120 países, reuniu dicas importantes para todos os tipos de motoristas. Confira:
– mantenha distância segura do veículo da frente e, se a chuva estiver forte e tirar a visibilidade, melhor parar em local seguro. Porém, não pare no acostamento da rodovia, pois é muito perigoso;

– evite freadas bruscas, pois além de aumentar o consumo de combustível, pode provocar acidentes, principalmente se a via estiver escorregadia;

– o farol baixo é lei! Ele melhora a visualização dos veículos. Jamais use farol alto;

– pneus em boas condições evitam aquaplanagem, portanto, faça sempre manutenção preventiva, bem como calibragem adequada da pressão. Em caso de aquaplanagem, tire o pé do acelerador, não piso nos freios e não vire a direção. Espere os pneus voltarem o contato com a pista. Não se desespere nessa hora!

– não fale ao celular enquanto dirige. Aliás, evite distrações e foque na sua segurança e na das pessoas ao seu redor;

– a palheta do para-brisa deve estar em dia, pois assim a visibilidade aumenta. Se o vidro embaçar, acione o sistema de ventilação;

– se o para-brisa embaçar, não adianta esfregar a mão no vidro. Se tiver ar condicionado, jogue o ar para o vidro para remover a umidade. Se não tiver sistema de ar condicionado, ligue a ventilação ou deixe uma pequena abertura na janela;

– não corra! Mantenha a velocidade reduzida; quanto mais rápido, menor o controle sobre o veículo e uma parada repentina em velocidade alta na pista molhada é extremamente perigosa.

Sompo Seguros inaugura filial no Mato Grosso do Sul e investe para expandir atuação no Estado em 2020 1401

Seguradora conquistou market share em ramos como Automóvel, Transporte e Benfeitorias

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – como parte de sua estratégia de expansão de mercado nas diferentes regiões em que atua, investiu em uma filial em Campo Grande (Av. Prof. Luiz Alexandre de Oliveira, 919 – Bairro Vivenda do Bosque). A nova unidade foi estruturada para dinamizar ainda mais o atendimento aos corretores de seguros e segurados, além de intensificar a presença para viabilizar soluções que atendam às necessidades específicas dos clientes do Estado.

“A Sompo fez um trabalho bastante significativo nos anos recentes para conquistar market share no Mato Grosso do Sul. Só em 2019, algumas linhas de negócios apresentaram crescimento acima de 30%. No segmento de Transporte, por exemplo, nossa carteira cresceu 19,6% até novembro de 2019, já detemos 15% e estamos entre as líderes do mercado local. Outro ponto é que o setor de seguros está em franco crescimento no Estado e trabalhamos para ampliar ainda mais nossa participação na região em 2020”, destaca Marcelo Araújo Braz, diretor da Sompo Seguros para Minas Gerais e Região Centro Oeste. “Nossa atuação muito próxima de nossos parceiros de negócios, os corretores de seguros, também tem auxiliado bastante para que possamos apresentar as soluções de seguro que melhor atendem ao segurados sul-mato-grossenses”, observa o executivo.

Entre os segmentos em que a Sompo teve destaque está o de Benfeitorias, no qual a companhia apresentou um crescimento exponencial de 57,6% até novembro de 2019. A companhia já é tradicional e está entre as líderes nesse ramo, que é voltado a atender produtores rurais e garante a indenização por danos em equipamento agrícolas. “A Sompo e expandiu seu portfólio e lançou recentemente dois produtos de seguro agrícola. Isso potencializa ainda mais as oportunidades, principalmente num estado como o Mato Grosso do Sul, em que cerca de 30% do PIB é gerado pelo Agronegócio”, avalia Braz.

Outro ramo em que a companhia teve destaque foi de Automóvel, com 32,6% de crescimento até novembro de 2019. A Sompo lançou neste ano o Auto Sompo, a mais recente solução em termos de seguro de veículos da companhia. Desenvolvido para atender a um aumento na demanda por produtos de fácil contratação, que atendam a diferentes necessidades, o Auto Sompo é um produto moderno e flexível, de aceitação simples, que traz um processo ágil para a cotação e emissão de apólice. O produto vem com mais amplitude na aceitação de veículos de passeio e carga (nacionais e importados), limites de coberturas, flexibilização dos percentuais da FIPE e adequação e simplificação das franquias.

“O Auto Sompo é um dos exemplos dos investimentos que foram feitos em tecnologia e capital humano para garantir um processo de cotação rápida em um produto flexível e adequado a atender a diferentes perfis de público. Com isso, a aderência no Mato Grosso do Sul aumentou substancialmente”, afirma Adriano Dal Jovem, gerente da Filial Campo Grande da Sompo Seguros. “Com o incremento no portfólio, nas coberturas e novos recursos para melhorar ainda mais a experiência do cliente, nossa perspectiva é de crescimento. Além dos ramos já citados, vimos que o Mato Grosso do Sul tem perspectiva de aumento na demanda por seguros Empresariais e de Vida, só para citar algumas das linhas de negócio das quais dispomos”, conclui Dal Jovem.

UFRGS lança especialização em Gestão Atuarial em Previdência 1044

São oferecidas 40 vagas para ingresso no primeiro semestre de 2020

Até o dia 15 de fevereiro, a Faculdade de Ciências Econômicas (FCE) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) recebe inscrições para o curso de especialização em Gestão Atuarial em Previdência. A formação é a primeira que a FCE oferta, em nível de pós-graduação, no campo de atuária. Ao todo são 40 vagas, destinadas a graduados em Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Administração, Economia ou áreas afins.

A especialização tem carga horária total de 390 horas e duração de dois anos. A dinâmica do curso prevê três semestres de disciplinas presenciais, em semanas alternadas, e um semestre para o desenvolvimento do trabalho de conclusão. As aulas, com início previsto para março, serão ministradas nas quintas e sextas, no período da noite, e nos sábados de manhã.

Entre os temas abordados nas disciplinas estão assuntos como análise macroeconômica, auditoria e perícia atuarial, governança e compliance em previdência, finanças e riscos corporativos, gestão atuarial de planos previdenciários, fundos de pensão, legislação da previdência social e complementar, métodos de financiamento dos sistemas previdenciários, entre outros.

Os interessados devem enviar a documentação exigida no processo seletivo para o e-mail necon@ufrgs.br, colocando no assunto da mensagem “Inscrição no curso de gestão atuarial em previdência 2020”. A seleção é composta de análise do currículo, do histórico escolar da graduação e da declaração de intenções. O resultado será divulgado no dia 21 de fevereiro. O valor do curso está dividido em uma taxa de matrícula de R$ 480 e 22 mensalidades de R$ 480.

Todas as informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no edital. Dúvidas pelos telefones (51) 3308.3130 e 3308.3312 ou pelo e-mail necon@ufrgs.br.

App “Anjo” teve mais de 7.400 solicitações de acesso no primeiro dia de seu lançamento 1667

Facilidade foi desenvolvida pelo Grupo Caburé

Desenvolvido pelo Grupo Caburé, o App “Anjo” é o primeiro aplicativo do Brasil feito para Corretores de Seguros e Agenciadores de Seguros de Vida. Ele é uma ferramenta que traz para os Corretores e Agenciadores a expertise de 56 anos de especialista em vendas de Seguros de Vida do Grupo Caburé e tem a Zurich como seguradora.

No primeiro dia de seu lançamento, em 13 de dezembro do ano passado, o aplicativo recebeu mais de 7.400 solicitações de acesso e segue sendo altamente procurado por Corretores de Seguros e Agenciadores de Seguros de Vida do mercado, uma vez que o Anjo está sendo distribuído, inicialmente, através de convites.

Na opinião dos Corretores e Agenciadores, a agilidade e a simplicidade de contratação têm sido o grande destaque, além do custo benefício para os segurados. A partir de março de 2020, o Anjo estará disponível nas plataformas App Store e Google Play para todos os interessados.

Venha ser um Anjo!