Austrália: incêndios alertam seguradoras para os riscos da crise climática 463

Perdas globais do setor com eventos naturais somam 225 bilhões de dólares em dois anos e atingem um patamar recorde

Os incêndios que se alastram pela Austrália, desde setembro, devem gerar bilhões de dólares em prejuízos para o país. O fogo já atingiu cerca de 8 milhões de hectares, uma área equivalente a quase duas vezes o Estado do Rio de Janeiro.

A expectativa é de que os efeitos da tragédia provoquem uma redução entre 0,25% e 1% no PIB do país, o que, no pior cenário, significaria perdas de 20 bilhões de dólares. A conta, como explica o economista Shane Oliver, da consultoria de investimentos AMP Capital, leva em consideração não somente os custos de reconstrução, mas também a queda na atividade econômica de setores importantes, como agricultura e turismo. O prejuízo total só será conhecido no segundo semestre, quando será possível medir os efeitos das rupturas nos negócios.

Ao menos um setor, no entanto, já começa a contabilizar as perdas: o de seguros. Até o início desta semana, mais de 8.500 sinistros relacionados ao fogo haviam sido registrados, totalizando cerca de 700 milhões de dólares em indenizações, segundo dados do Insurance Council of Australia (ICA), entidade que representa as seguradoras australianas. Pelo menos 1.800 residências foram destruídas e a conta deve aumentar nos próximos meses.

Segundo o ICA, dentro da área impactada pelo fogo, perto de 95% das construções têm algum seguro, o que se traduz em 25.000 apólices. Desse total, 16.000 contratos incluem proteção adicional aos bens móveis dos segurados.Na terça-feira, dia 7, Rob Whelan, CEO do ICA, e Josh Frydenberg, tesoureiro da Austrália (ministro responsável pelas despesas e receitas do governo), se reuniram para discutir sobre a atuação da indústria de seguros em meio à crise.

No dia seguinte, o governo australiano anunciou a criação de um fundo de 2 bilhões de dólares para financiar os esforços de reconstrução, medida que foi louvada pelas seguradoras.A recente crise australiana é mais um desastre natural que se soma à enorme lista de eventos climáticos que trouxeram prejuízos para as seguradoras, nos últimos anos.

Dados reunidos pela resseguradora Munich RE mostram que o número de catástrofes naturais disparou nas últimas décadas. Em 1980, foram registrados 249 eventos relevantes, entre terremotos, chuvas, furacões, secas etc. No ano passado, o número mais do que triplicou, chegando a 848. As seguradoras perderam 225 bilhões de dólares com eventos climáticos entre 2017 e 2018, período de maior prejuízo para o setor em 40 anos.

Por trás da intensificação dos eventos extremos estão as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência ligada à ONU, no período entre 2010 e 2019, a temperatura global subiu 1,1°C em comparação aos níveis pré-industriais. Os dados apontam que esta será a década mais quente da história. A concentração de dióxido de carbono na atmosfera atingiu o volume recorde de 407,8 milhões de partes por milhão (ppm). “No dia a dia, os impactos das mudanças climáticas podem ser percebidos pelos eventos climáticos extremos e anormais”, afirmou Petteri Taalas, secretário-geral da OMM.

“Grandes ondas de calor e enchentes, que costumavam ocorrer uma vez a cada século, estão se tornando recorrentes.”Até o momento, o setor de seguros foi capaz de absorver essas perdas sem muitos sobressaltos. Mas, o aumento constante e a imprevisibilidade dos eventos extremos causam desconforto. “Essa incerteza dificulta os cálculos e pode elevar o custo do seguro”, afirma Marjorie Leite, especialista de riscos ambientais da Willis Towers Watson, uma das três maiores corretoras de seguros do mundo, com sede na Irlanda.

“Os eventos climáticos também geram danos colaterais, como perda de produtividade e riscos de imagem, que, em grande parte, são segurados.”O cenário preocupa os reguladores. Uma pesquisa feita pela consultoria Deloitte, divulgada no ano passado, mostra que 19 dos 27 órgãos reguladores estatais americanos preveem um aumento da exposição das seguradoras a riscos climáticos.

No ano passado, o Banco da Inglaterra (BoE) iniciou um programa de testes de estresse com seguradoras, cujo objetivo é calcular o impacto no setor caso o mundo não atinja a meta de conter o aquecimento global em 2°C, definida pelo Acordo de Paris. A instituição irá usar três cenários, com o mais severo prevendo uma elevação de 4°C, até 2080. Os resultados serão divulgados apenas em 2021.

Segundo Mark Carney, presidente do BoE, as mudanças climáticas devem afetar o valor de todos os ativos financeiros. “Esse teste nos ajuda a garantir a resiliência do sistema a essas mudanças”, afirmou Carney, ao jornal Financial Times. Um colapso na indústria de seguros pode ser o gatilho para uma nova crise financeira global.

AXA adere ao Movimento Mulher 360 391

Seguradora junta-se ao grupo que reúne empresas comprometidas em impulsionar a liderança feminina e promover a diversidade no mundo corporativo

A AXA no Brasil, que integra um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de aderir ao Movimento Mulher 360, associação sem fins lucrativos que articula e mobiliza a comunidade empresarial com o propósito de empoderar as mulheres dentro do ambiente corporativo.

“Com a adesão ao Movimento abrimos mais um canal para de discussão e troca de experiências sobre as melhores práticas de mercado em relação à equidade de gênero” comenta Fabiana Moreira, Superintendente de Recursos Humanos e integrante do Comitê de Diversidade e Inclusão da AXA no Brasil

“A agenda da AXA no Brasil é pautada pela diversidade de forma ampla, incluindo gênero, LGBTI+, geracional, racial e necessidades especiais. A equidade de gênero é uma das prioridades estabelecidas local e globalmente, e desenvolvemos iniciativas focadas não apenas na mudança de mindset e cultura, mas no aumento real do número de mulheres em cargos de liderança” explica Alexandre Campos, Diretor de Recursos Humanos da companhia.

Conheça 6 dicas para organizar a sua mala de mão 438

Conselhos são da Allianz Travel

Planejamento é tudo quando a tão sonhada viagem se aproxima, e na hora de arrumar as malas – principalmente a bagagem de mão – não pode ser diferente, sendo necessário redobrar a organização e a atenção. Afinal, ninguém quer enfrentar uma longa viagem sem ter itens necessários à disposição.

Pensando nisso, o gerente de Marketing Management da Allianz Travel, Renato Rotta, preparou uma lista com dicas importantes para evitar alguns desconfortos. Confira:

Tamanho da bagagem de mão
Em alguns aeroportos do Brasil, malas de mão com dimensões superiores a 55cm de altura x 35cm de largura x 25cm de profundidade são barradas em voos nacionais. Por isso, ao arrumar a bagagem, é preciso ter um modelo dentro dessas características e não ocupar em excesso os bolsos frontais.

Além disso, outra atenção é com o peso, que pode variar de 8 a 16kg para voos internacionais ou ter no máximo 10kg para voos nacionais. A orientação é que antes da viagem, o turista acesse o site da companhia aérea e se certifique de todas as especificações necessárias.

Nécessaires com itens básicos de higiene e medicamentos
Para ganhar espaço, opte por nécessaires de materiais mais maleáveis e leves. É indicado incluir escova e pasta de dente, álcool gel, sabonete e absorvente, bem como itens básicos, como o hidratante labial e o creme de mão – já que a boca e a pele costumam ficar ressecadas durante o voo. Além disso, carregue seus remédios de uso contínuo, em uma quantidade acima da necessária para os dias de viagem, acompanhados das receitas atualizadas. Em algumas regiões pode ser difícil encontrar o mesmo tipo de medicamento ou até mesmo identificar o nome correto para o produto.

Para quem viaja com crianças, é relevante levar na mala de mão antitérmicos e analgésicos, entre outros medicamentos de uso pediátrico. A indicação é que você consulte um clínico geral ou pediatra antes de viajar e atualize as receitas dos medicamentos.

Lembre-se: em voos internacionais, líquidos devem estar em frascos de até 100ml. Por outro lado, nos voos nacionais não há essa exigência, mas embalagens pequenas economizam espaço.

Documentos
Deixe guardado em um único lugar todos os documentos, cópia de passagens, reservas de hotel, endereços dos locais onde está indo, telefones úteis e, dependendo do destino, o passaporte. Lembre-se que crianças também precisam de documentos atualizados, como: passaporte e RG. A falta de documentação pode impedir o embarque. Entre outras formas de organizar a papelada, há as tradicionais pastas físicas de plástico ou também pastas virtuais em tablets, celular, kindle, quando possível a apresentação dos referidos documentos em formato digital.

Eletrônicos
Carregador do celular, bateria portátil, adaptador universal e fone de ouvido são itens importantes para uma viagem. Você nunca sabe se precisará utilizá-los numa escala entre voos, por exemplo.

Seguro Viagem
Um item indispensável para viagens de navio, ônibus e avião é o Seguro Viagem. Com ele, você estará prevenido em situações que necessitem de atendimento médico ou odontológico e, também, no acompanhamento de bagagens extraviadas, além de possuir uma série de outras coberturas oferecidas para eventuais imprevistos. Em alguns destinos o atendimento médico é caro e pode surpreender viajantes desprevenidos financeiramente. Lembre-se, a contratação do seguro deve ser realizada antes do início da viagem ocorrer.

Muda de roupa
A bagagem de mão pode ser uma excelente aliada caso a mala despachada seja extraviada e demore para chegar. O ideal é levar uma muda de roupas limpas com peças íntimas e um casaco ou uma pequena manta, que o ajudará a se aquecer durante a viagem.

Capemisa Capitalização lança títulos no Rio de Janeiro que beneficiarão as APAEs 934

RJ da Sorte Rio e Grande Rio terá premiações por região; Interior também terá produto exclusivo

Marcio Coutinho, diretor da Capemisa Capitalização. Divulgação

Duas novas operações com títulos de capitalização na modalidade filantropia premiável começam a vigorar a partir do próximo dia 3 de fevereiro. O RJ da Sorte Rio e Grande e o RJ da Sorte Interior foram desenvolvidos pela Capemisa Capitalização em parceria com a Hebara – maior operadora privada de loterias do país – e destinarão recursos para projetos sociais da APAE Brasil.

Segundo o diretor de Capitalização da Capemisa, Márcio Coutinho, essas operações têm potencial de estarem entre as maiores do país. Os títulos serão comercializados em aproximadamente 3 mil pontos de venda no Rio, região metropolitana e interior e, por semana, as premiações chegam a aproximadamente R$ 1,2 milhão. No RJ da Sorte Rio e Grande Rio há ainda um diferencial: sorteios realizados por região, o que aumenta as chances dos compradores e garante um número maior de premiados em cada região.

“A modalidade de filantropia premiável permite que os clientes que adquirem títulos de capitalização possam, ao mesmo tempo, apoiar projetos de inclusão e assistência das APAEs e concorrer a prêmios”, sinaliza o diretor da Capemisa Capitalização, Márcio Coutinho.

A APAE Brasil congrega mais de 2.200 unidades da Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais, 62 delas no estado do Rio de Janeiro.

Os sorteios do RJ da Sorte Rio e Grande Rio acontecerão sempre aos domingos e serão transmitidos pela TV Band, às 9h. Os apresentadores Viviane Romanelli, Carlos Alberto e Aline Malafaia comandam o programa, que mostrará as iniciativas e projetos das APAES no estado, além de entretenimento e diversão para toda a família. Os sorteios do RJ da Sorte Interior também ocorrem no mesmo horário com transmissão pela Band do Sul Fluminense nas regiões Serrana, dos Lagos e Norte Fluminense. O primeiro sorteio dos dois produtos acontece no próximo dia 9 de fevereiro.

Gaúcho Ronaldo Dalcin é eleito presidente do Sindseg N/NE 3013

Ronaldo Dalcin, Superintendente Comercial Nordeste da Tokio Marine

Superintendente da Tokio Marine contribuirá com a entidade para fomentar o desenvolvimento do mercado segurador na região

Há mais de 20 anos atuando no segmento de seguros, Ronaldo Dalcin, Superintendente Comercial Varejo Nordeste da Tokio Marine, foi eleito presidente do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste para o próximo ciclo, referente ao período de 2020 a 2022. Durante sua gestão, o executivo buscará implementar ações para contribuir com o desenvolvimento do mercado, especialmente nas regiões capitaneadas pela entidade.

“A nova gestão será norteada por conceitos baseados na união e compartilhamento de forças para atuar no crescimento do mercado segurador. Temos como meta, também, aumentar a participação da indústria de seguros no PIB de cada Estado sob nossa responsabilidade. Há um longo caminho a percorrer, sabemos disso, mas é nosso compromisso protagonizar essa evolução”, afirma Dalcin.

Diversas iniciativas fazem parte dos planos da nova Diretoria para ampliar ainda mais a cultura do seguro na região. A nova equipe atuará focada em ações conjuntas com os agentes locais, especialmente com os Poderes Executivo, Legislativo, Judiciário e a Sociedade, em prol da criação de uma agenda comum de trabalho.

Autosul Locadora faz promoção especial para finais de semana na praia 507

Para pegar a estrada e desfrutar três dias no litoral, a locadora está facilitando ainda mais aluguéis de carro

Nas últimas semanas, o calor tem sido forte no estado e o mar pode ser uma ótima alternativa para aproveitar as altas temperaturas. Em vista disso, o Grupo Autosul está facilitando a ida ao litoral com uma grande promoção exclusiva para os finais de semana.

Alugando um automóvel popular na sexta-feira a tarde, com retorno para segunda-feira até meio dia, a diária pelos três dias sai por R$ 200,00, com seguro incluso e a quilometragem livre.

Para maiores informações e reservas, basta ligar para (51) 3092-9213.