Guilherme Bini eleito presidente do SindSeg RS 2617

Nova diretoria assume a partir do dia 15 de fevereiro

Guacir Bueno (à direita) entregará presidência da entidade a Guilherme Bini (à esquerda) no dia 15 de fevereiro. Filipe Tedesco/JRS

O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS) escolheu nesta terça-feira, 14, seu próximo presidente. A partir do dia 15 de fevereiro, o paranaense Guilherme Bini substituirá Guacir Bueno nos próximos dois anos. Alberto Muller, diretor da Sompo, e Rubens Oliboni, diretor da HDI, assumirão as vice-presidências. Bueno foi presidente do SindSeg RS nos últimos quatro anos, tendo se reelegido em 2018. A definição do novo presidente é feita a partir de uma votação com participação de representantes das empresas associadas ao Sindicato.

Guilherme Bini possui 23 anos de experiência de mercado. Ele iniciou sua carreira como digitador e movimentador de apólices de vida, passou pelas áreas de sinistro e atendimento de corretores e foi assessor comercial na Mapfre. Ocupou o cargo de Gerente Especialista de Vida e Previdência, cuidou da sucursal da companhia em Curitiba nos últimos seis anos e há três meses assumiu a diretoria territorial da Mapfre no Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina. O JRS conversou com Bueno e Bini sobre o período de transição, balanços e perspectivas para o futuro.

Ao relembrar o último ano, Guacir Bueno enfatizou que “nossa mensagem é relembrar que conseguimos fazer um 2019 com a resiliência, a força e o comprometimento peculiar ao setor de seguros brasileiro. Saímos com um resultado muito acima da inflação apresentada no país, então considero que estamos novamente de parabéns porque isso é fruto do nosso trabalho e do comprometimento de todos nossos players. Entregamos ao povo do Brasil produtos e serviços de qualidade e avançamos na difusão e na abrangência que tanto almejamos, para que possamos beneficiar a todos os nossos conterrâneos com o consumo do nosso trabalho, do nosso serviço, dos nossos produtos”.

Rubens Oliboni, junto com Alberto Muller, assumem a vice-presidência.

Ambos frisaram a importância do trabalho em equipe e da cooperação.  “Nós estamos aqui manifestando o nosso agradecimento muito efusivo aos nossos pares, aos diretores do nosso sindicato, das seguradoras do Rio Grande do Sul pelo trabalho ao qual nos dedicamos no ano de 2019”, destacou Bueno. “Estou contando muito com o apoio do presidente Guacir nessa transição e nós entendemos que o sindicato não é algo de uma pessoa, é de uma equipe e de um time. E para isso nós compusemos uma chapa forte, com antigos diretores e conselheiros que vão me auxiliar muito nessa empreitada. O presidente Guacir se colocou a total disposição nessa transição para que seja a mais suave e cômoda possível. E nós vamos continuar trabalhando junto ao mercado de seguros para o desenvolvimento da classe, pensamos muito nas oportunidades para 2020 e como o sindicato vai auxiliar o Mercado, as seguradoras e até mesmo os corretores de seguros nesse desenvolvimento e também nas ações sociais onde o sindicato se envolve, aumentando também a nossa participação e a divulgação do mercado de seguros como um todo” frisou Bini.

O novo presidente enfrentará, segundo ele mesmo, grandes desafios frente à empresa e segundo à frente do Sindicato. Mas conta novamente com a parceria como motor principal do seu trabalho. “A equipe vai me ajudar muito, a composição da agenda de todos nossos compromissos já está muito bem estruturada. A própria diretoria vai me ajudar nesse caminho, mas eu conto muito com a equipe do sindicato nas organizações, no planejamento. Não posso fazer nada sozinho e eles serão muito importantes nesse momento” comentou.

Guilherme Bini desembarcou há três meses em solo gaúcho, rodou o estado visitando as sucursais da Mapfre e sente-se bem recebido aqui. “Eu aprendi um pouquinho sobre o que é ser bairrista e eu acredito que o Rio Grande do Sul tem muito disso, de gostar do que é daqui. Por que gostar do que é daqui? Porque faz muito sentido, o Rio Grande por muito tempo foi deixado de lado pelo Governo e algumas empresas locais abraçaram o Estado. E hoje eu vejo que o bairrismo é você comprar, ir ao mercado, prestigiar quem é da região” pontuou.

Bueno e Bini frisam a importância da equipe do Sindicato.

Ele define-se enquanto “uma pessoa que se preocupa com pessoas, alguém muito ligado a esse mercado e quer divulgar cada vez mais o seguro, a importância e o nosso papel para a sociedade mostrando o que a seguradora pode fazer para a sociedade no caso de uma catástrofe ou dos imprevistos que temos todos os dias”. Já Bueno, ao refletir sobre seus anos de contribuição ao Sindicato despede-se com “um enorme agradecimento aos colaboradores do nosso sindicato, pessoas que se dedicam desde muito tempo para que possamos fazer um belo trabalho. E meu agradecimento muito forte aos meus pares que trabalharam e se dedicaram para que pudéssemos assim cumprir nossa missão da melhor forma possível. Aos meus antecessores nessa diretoria meu forte abraço, meu agradecimento pelas suas vivências e pelas suas transmissões de conhecimento que a mim puderam auxiliar no desempenho da função. Que todos nós do setor de seguros do Brasil, que tem efetivamente um trabalho muito profícuo na nossa seara tenhamos um 2020 bastante produtivo e que nós possamos transmitir aos brasileiros muitas boas coisas, oferecendo segurança numa hora de sinistro. Quando há uma fragilidade familiar ou pessoal, que possamos estar com a nossa mão estendida para minimizar os problemas decorrentes dessas infelicidades. Um grande abraço a todos”.

Edição 237 da Revista JRS destaca 30 anos do CVG RS 8094

Três décadas da entidade comemoradas no final de junho traduzem o momento em que o mercado de seguros respira inovação

 

O aniversário de 30 anos do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul é digno capa da Revista JRS deste mês. A homenagem é merecida não somente pelos serviços prestados pelo CVG RS ao mercado gaúcho, mas também porque a missão e a visão da entidade, retratadas no novo slogan do Clube, crescem em importância neste momento em que a Vida está sobrepujando qualquer outro valor para as pessoas, ainda impactadas com a pandemia da Covid-19.

Por falar em pandemia, ações, inovações e projeções que operadores do mercado de seguros estão procedendo como reação à crise sanitária estão, também, em destaque nesta edição. Mas o leitor não pense que irá encontrar nas páginas da revista lamentos ou negativismo. Mesmo sem deixar de registrar o momento delicado que afeta o Brasil, a tônica das notícias publicadas na Revista JRS ressalta um mercado resiliente e até otimista.

Vale a pena conferir no detalhe. Até porque, parafraseando o slogan de 30 anos do CVG RS, nós jornalistas especializados em seguros estamos, juntamente com os demais agentes do setor de seguros, Unidos num novo pensar!

 

SUSEP divulga dados do mercado supervisionado referentes a maio 2020 2276

Seguros Rural e de Grandes Riscos tiveram considerável alta no acumulado do ano em comparação ao mesmo período de 2019

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou hoje, de forma inédita, uma síntese dos principais dados relativos ao desempenho dos mercados de seguros, de produtos de acumulação e de capitalização ao longo do exercício corrente até maio de 2020, o último mês disponível.

No mês de maio de 2020, as receitas dos mercados supervisionados pela Susep totalizaram R$ 17,35 bilhões e, no acumulado do ano, sofreram uma queda de 6,7% em relação ao mesmo período de 2019. Apesar da queda de 23,2% nos valores em relação a maio de 2019, percebe-se uma recuperação frente ao mês de abril de 2020, com um crescimento de 10,1%, atribuído aos setores de acumulação e capitalização.

Nos seguros, os prêmios diretos totalizaram R$ 8,55 bilhões em maio de 2020, e, no acumulado do ano, houve queda de 3% em relação ao mesmo período de 2019. Já os seguros rural e de grandes riscos tiveram uma considerável alta, respectivamente 28,3% e 27,0%, no acumulado de 2020 em relação ao ano anterior.

Nos produtos de acumulação, observa-se uma queda de 10,3% nas contribuições no acumulado do ano, até maio, quando comparado com o mesmo período de 2019. Enquanto a receita bruta dos produtos de acumulação ficou em R$ 7,1 bilhões em maio de 2020, a captação líquida (contribuições – resgates) foi de R$ 1,8 bilhão, apresentando uma recuperação em relação a abril, quando ficou negativa em R$ 1,3 bilhão.

Podemos verificar que houve, nos últimos meses, um movimento significativo de aumento de resgates, natural destes tipos de produtos que proporcionam maior liquidez durante um período de crise.

Outro aspecto que merece destaque é o índice de sinistralidade. No segmento auto, o índice apresentou queda em abril e maio de 2020, enquanto no segmento de pessoas, a sinistralidade não sofreu variação significativa nos últimos meses.

A síntese mensal dos principais dados do mercado é mais uma novidade da Susep para promover a transparência do setor, sendo produzida com base nas estatísticas geradas pela Assessoria de Estudos e Relações Institucionais da Susep, a partir dos dados encaminhados pelas companhias supervisionadas, por meio do sistema FIPSUSEP.

A Susep disponibiliza, ainda, em seu site, relatórios com análise sobre as evoluções de receitas e provisões técnicas, o crescimento real observado no período e o percentual de participação de cada segmento no PIB nacional. Os relatórios apresentam ainda a segmentação dos mercados de seguros e produtos de acumulação, assim como a evolução das cessões em resseguro, incluindo a segregação entre resseguradoras locais, admitidas e eventuais.

Formação de equipes vencedoras é tema da live da Gente Seguradora 2119

Momento acontece hoje às 17h30

Hoje é dia de live da Gente Seguradora. Na 14ª edição, o tema será a formação de esquipes vencedoras com a perspectiva de autorresponsabilidade como parte do conjunto de relações no sistema. Renata Bidone, psicóloga e palestrante motivacional, é a convidada da vez.

A Live da Gente será transmitida hoje às 17h30, pelo Instagram @GenteSeguradora.

Justiça concede liminar à Fenacor e suspende eficácia de dispositivos da Resolução 382/20 1970

Art. 4º da Resolução prevê que corretor informe ao segurado valor de sua comissão

A juíza Andrea de Araújo Peixoto, da 10ª Vara Federal do Rio de Janeiro, concedeu, nesta quarta-feira (1º de julho), liminar a mandado de segurança coletivo impetrado pela Fenacor contra a superintendente da Susep, Solange Vieira, e contra a própria autarquia, suspendendo, até a decisão final do processo, a eficácia do trecho do art. 4º da Resolução 382/20 do CNSP segundo o qual, antes da aquisição de produto de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, o intermediário deve disponibilizar formalmente ao cliente, no mínimo, informações sobre, entre outros, o montante de sua remuneração pela intermediação do contrato, acompanhado dos respectivos valores de prêmio comercial ou contribuição do contrato a ser celebrado.

A decisão também suspende os efeitos do art. 9º da mesma Resolução 382/20, o qual cria a figura do “cliente oculto”, que, segundo a norma, “poderá pesquisar, simular e testar, de forma presencial ou remota, o processo de contratação, a distribuição, a intermediação, a promoção, a divulgação e a prestação de informações de produtos, de serviços ou de operações relativos a seguro, capitalização ou previdência complementar aberta, com vistas a verificar a adequação das práticas de conduta de intermediários e entes supervisionados à regulação vigente”.

O parágrafo único desse artigo, que também perde a eficácia com a liminar, estabelece que “o ente supervisionado ou o intermediário não precisam ser avisados sobre a atividade de supervisão do cliente oculto.”

Em sua sentença, a juíza salientou que, em exame sumário, observou “a plausibilidade das alegações”, notadamente quanto à ausência de competência do CNSP e da Susep, nos termos do art. 33 do Decreto-Lei 73/66 e de vários artigos do Decreto 60.459/67, para a criação de obrigação profissional não prevista “em lei stricto sensu” para os corretores de seguro. “Com efeito, há a relevância na alegação da impetrante no sentido de que a regulamentação do CNSP sobre os aspectos da profissão de corretor, em atendimento ao art. 32, inciso XII, do Decreto-lei 73/66, é meramente incidental, uma vez que a competência do Conselho estaria limitada a disciplinar apenas os aspectos atinentes à operação de seguro, com a vedação constitucional para a criação, por meio de ato infralegal, de obrigações diversas daquelas já estabelecidas pela lei stricto sensu, em respeito ao princípio da estrita legalidade no que tange à regulamentação de atividades e profissões”, acrescenta a magistrada.

Outro ponto importante destacado pela juíza é que, em decorrência do cenário jurídico-econômico decorrente da pandemia do COVID-19, mostra-se “carente de razoabilidade” o prazo assinalado para o cumprimento, pelo mercado de corretores, das alterações promovidas pela aludida resolução, haja vista que, nos termos do seu art. 17, ela entra em vigor na data de hoje, 1º de julho de 2020, “o que também comprova a urgência na concessão da medida”.

Por fim, ela informa que não vislumbra prejuízo inverso pela concessão da medida liminar ora pretendida, ressaltando nesse sentido a via célere do mandado de segurança.

CVG RS transfere webinário para o dia 08 de julho 848

Ciclone que atinge Região Sul do país deixou conexões de luz e internet instáveis

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) informa que o webinário online “Uma visão do futuro pós-pandemia” com o vice-presidente corporativo da Icatu Seguros e presidente da Rio Grande Seguros e Previdência, César Saut, que aconteceria hoje, quarta (1º), teve de ser adiado devido ao ciclone-bomba e fortes chuvas que atingiram o sul do país, deixando boa parte da população do RS sem luz e internet.

Em respeito ao convidado e aos participantes inscritos, que não podem ser penalizados com a espera pelo retorno destes serviços ainda hoje, o evento online acontece na próxima quarta (08), às 18h30. O webinário em formato de bate-papo tem o objetivo de ampliar a compreensão do público sobre o mercado de seguros pós-pandemia.