Seguradora realiza etapa nacional de Campeonato de Inovação 771

Encerradas as inscrições, 26 unidades da Zurich, presentes em diferentes países, vão realizar rodadas locais de seleção com startups

A segunda edição do Campeonato de Inovação da seguradora Zurich, voltado para startups de todo o mundo que desenvolvem e aplicam tecnologias na prevenção de riscos em todos os segmentos de negócios, bateu recorde de inscrições. Nesta edição, tivemos 1.358 inscrições de 693 startups (número três vezes superior em relação à 1ª edição). As inscrições foram encerradas em dezembro.

Na América Latina, o Brasil se destacou por ser o país com o maior número de inscrições, com 36 startups, que participarão da rodada nacional de seleção entre 15 e 17 de janeiro.

Tendo como tema central “Protegendo a Próxima Geração”, o campeonato promovido pela seguradora Zurich proporciona a todas as startups e empreendedores uma oportunidade para ampliar os seus negócios, além de ter ao lado um parceiro global com 150 anos de experiência no mercado de seguros.

“Quando lançamos o Campeonato de Inovação da Zurich em 2018, ficamos empolgados em ver aonde chegamos com essa jornada. Recebemos diversas inscrições com ideias excepcionais e estamos ansiosos para saber como elas podem nos ajudar a sermos precursores na prestação de verdadeiros serviços personalizados para nossos clientes”, diz Stuart Domingos, Head de Inovação do Grupo Zurich.

No Brasil, a etapa nacional contará com três dias de evento. O primeiro envolverá os temas de agronegócios e construção; o segundo será sobre Vida; e o terceiro abordará mobilidade e transformação digital. “Para nós, da Zurich no Brasil, é muito gratificante ver a quantidade de empresas que se inscreveram no campeonato, isso demonstra o interesse por parte delas em fazer algo que agregue valor por meio da inovação. Esses três dias serão uma oportunidade única para essas empresas e muito rico para ambos”, afirma Rodrigo Barros, diretor de Estratégia e Inovação da Zurich no Brasil.

Os vencedores nacionais continuarão nas rodadas regionais, divididas em Ásia-Pacífico, América do Norte, América Latina, Europa e Oriente Médio. Os vencedores gerais da rodada regional, a serem selecionados em junho de 2020, participarão de uma rodada global final, que acontecerá em agosto de 2020.

As startups vencedoras da rodada final terão oportunidade de desenvolver projetos pilotos nas unidades locais da Zurich, com a finalidade de disponibilizar produtos e serviços aos clientes da seguradora em seus países e regiões, podendo ser expandidas globalmente.

Informações adicionais sobre o Campeonato de Inovação estão disponíveis em: www.zurich.com/zic

Curso promove imersão sobre Inovação e Tecnologias 1033

Além de aulas teóricas com especialistas de renome mundial, programa conta com visitas a grandes empresas do setor

A ENS mantém convênio com instituições internacionais há mais de 20 anos, para administração de exames e realização de programas de treinamento. Para 2020, a Instituição firmou uma parceria inédita com a Coller School of Management – Universidade de Tel Aviv, para ministrar o curso “Tel Aviv: Inovação e Tecnologias Financeiras – O Modelo Israelense”.

O programa é uma oportunidade única para altos executivos brasileiros conhecerem os fatores que contribuem para o sucesso tecnológico e financeiro israelense, que conta com mais de 300 centros de P&D de empresas multinacionais e locais. De acordo com o Ministério de Economia de Israel, as multinacionais estrangeiras investem 17% do total de suas receitas em centros de P&D no país, em comparação com apenas 1,7% nos EUA.

Apesar de seu tamanho e pequena população, mais de 150 empresas israelenses são negociadas nos mercados de ações dos EUA, posicionando Israel em 3º lugar no número de empresas negociadas nas bolsas de valores NASDAQ e NY, atrás apenas dos EUA e Canadá.

O curso terá quatro dias de imersão, em maio, nos quais os alunos estudarão temas como Transformação Digital, Inteligência Artificial, Gerenciamento e Mitigação de Riscos, entre outros. Além de aulas teóricas com especialistas de renome mundial, a programação também conta com visitas a grandes empresas, permitindo contato direto com profissionais de seguros de Israel.

Para participar é necessário investimento de US$ 3.000, que podem ser pagos em até duas parcelas no boleto ou em até seis no cartão de crédito. Para pagamentos à vista o investimento cai para US$ 2.850. Há política de descontos para ex-alunos da ENS e participantes de Programas de Treinamento no Exterior anteriores.

Outras informações podem ser acessadas no site ens.edu.br, onde também é possível efetuar inscrições no processo seletivo.

Fundador da Terra Brasis participará de curso em Israel

Com uma extensa e bem-sucedida carreira na indústria de seguros, o engenheiro Paulo Botti, ex-vice-presidente Executivo da Itaú Seguros, um dos fundadores da Terra Brasis Resseguros e sempre um entusiasta da intensa aplicação de tecnologia e inovação na vida empresarial, em breve viverá uma nova experiência.

O executivo está de malas prontas para embarcar rumo a Tel Aviv, em Israel, onde participará, em maio, do curso inédito “Tel Aviv: Inovação e Tecnologias Financeiras – o Modelo Israelense”. Com visitas programadas a diversas empresas israelenses, o programa será ministrado pela Escola de Negócios e Seguros (ENS) em parceria com a Coller School of Management, uma das escolas de negócios mais conceituadas do mundo.

Mesmo com uma trajetória consolidada e vitoriosa, Paulo Botti é enfático ao falar da importância de se investir no aperfeiçoamento técnico-acadêmico e no conhecimento de outros mercados. “Adquirir novos conhecimentos e competências é condição obrigatória para qualquer profissional que deseja obter êxito. Nunca podemos achar que sabemos o suficiente e parar de aprender”.

Mudanças constantes e cada vez mais rápidas no mundo dos negócios exigem, segundo Botti, o conhecimento de outras experiências e, inclusive, o retorno à sala de aula. “Vivemos quase que diariamente pequenas revoluções com o surgimento de novas tecnologias, que alteram a maneira de se pensar e fazer negócios. Isso tem impacto direto no comportamento dos consumidores e precisamos estar antenados a esses movimentos para darmos as respostas que o Brasil e o nosso mercado esperam”, defende.

Com relação ao curso em Tel Aviv, as expectativas são as melhores possíveis. “Israel é o país com o maior número de startups no mundo, tem uma para cada 1,8 mil habitantes. Quero aprender e vivenciar in loco esse modelo israelense de sucesso nas áreas de Inovação e Finanças”.

Botti acredita que os conhecimentos adquiridos poderão ser adaptados e incorporados aos processos do mercado brasileiro. “O setor brasileiro de seguros e resseguros evoluiu muito nos últimos 10, 15 anos. Mas sabemos que ainda está num patamar inferior se comparado ao de países mais desenvolvidos. Precisamos conhecer as práticas de quem está à nossa frente para podermos aplicá-las à nossa realidade e, assim, promovermos o desenvolvimento do nosso segmento”, conclui.

O seguro de vida deveria estar na sua resolução de ano novo 1051

Artigo é do Diretor na Bradesco Vida e Previdência, Bernardo Castello

Pesquisa da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, mostra que aproximadamente 45% das pessoas nos Estados Unidos fazem resoluções de ano novo. No contrapeso, o estudo também constata que apenas 8% delas atingem as metas planejadas. Não há uma pesquisa correspondente à população brasileira, mas certamente a porcentagem de pessoas por aqui que elaboram suas listas de objetivos é grande e a falta de concretização igualmente frustrante. Planejar é fundamental para a conquista daquilo que almejamos, em todos as esferas da nossa vida. Mas, além do planejamento, é preciso escolhermos bem nossas reais prioridades e traçarmos o caminho para alcançá-las em curto, médio e longo prazo. Pensando nisso, você já parou para pensar que o Seguro de Vida deveria estar na sua resolução de ano novo? Ainda pouco disseminado no Brasil, ele pode ser uma importante estratégia para ajudá-lo na proteção de quem mais importa e possui uma série de benefícios pouco disseminados e que podem estar diretamente alinhados com sua lista de desejos.

A tradição de resoluções de ano novo atravessa o tempo. O que fazemos atualmente é uma releitura iniciada pelos antigos babilônios que realizavam promessas aos deuses no início de cada ano. Era uma prática comum em Roma e ganhou derivações religiosas no início do Cristianismo e do Judaísmo, na procura de objetivos anuais que proporcionassem a melhora de si mesmos. Hoje o costume é praticado no mundo todo. No Brasil, entre os itens mais populares das listas estão a realização de cursos, viagens, casamento, gravidez e mudança de imóvel. De fato, cada pessoa é única e suas necessidades e sonhos também. Mas há algo comum a todos: a necessidade de proteção. Como está o nosso planejamento para o ano em termos de proteções?

A vida é uma jornada com várias fases que se apresentam com necessidades bem distintas, mas que são convergentes quando falamos em proteção. Quem se planeja, protege “o dia seguinte” de tudo que realmente importa. E é exatamente nesse ponto que o Seguro de Vida se torna essencial no presente em uma construção estruturada para termos a tranquilidade de um futuro seguro. Ele nos auxilia a concretizar nossos planos, viajar com segurança, preservar nossa família, garantir os estudos dos nossos filhos e dependentes, além de desenvolver negócios com mais confiança. Gosto de pensar no Seguro de Vida como um amparo para prosseguir o dia a dia sem o peso do medo e da ansiedade sobre o que pode acontecer em situações emergenciais.

Incluir o Seguro de Vida na resolução de ano novo é parte do movimento da educação financeira que desejamos para a nossa sociedade. No mundo ideal, ele se enquadra no orçamento familiar, assim como as contas do telefone celular e da energia elétrica. Uma prática já muito comum em outros países, com um campo enorme de expansão no Brasil e que tem uma série de coberturas e benefícios com impacto significativo na lista de prioridades da população.

Para àqueles que já contrataram o Seguro de Vida, o começo do ano pode ser utilizado para uma revisão da apólice, com suas coberturas e assistências. É o momento de reavaliar o seu momento de vida e repensar se tudo o que está contratado, de fato, é necessário e realocar necessidades de acordo com a fase da vida.

Que em 2020 estejamos prontos para vivermos um ano incrível de desafios e conquistas. E que as nossas listas de objetivos pessoais estejam recheadas de itens que brilhem os nossos olhos, mas que acima de tudo nós, nossos entes amados e nossos sonhos estejam protegidos.

Artigo: Respeito não envelhece 4076

Celso Ricardo Mendes é Diretor de Operações da Sompo Seguros

O aumento da longevidade está trazendo uma série de oportunidades e desafios para a nossa sociedade. Enquanto podemos nos beneficiar do convívio com nossos entes queridos por mais tempo e também compartilhar vivências e conhecimentos com colegas mais experientes sob diversos aspectos, a maior expectativa de vida também trouxe reflexos em nossa organização financeira e social. Um caso emblemático é o da previdência.

Recém-expostos à reforma da previdência que alterou substancialmente a expectativa futura de muitos trabalhadores, seja quanto ao período de nossa vida que esperávamos dedicar ao trabalho como também no próprio valor do benefício na aposentadoria, pensar a longo prazo e não delegar integralmente nosso futuro aos comandos de outras pessoas tornou-se essencial.

Se no aspecto de planejamento da aposentadoria nossa maior longevidade pode ter trazido um gosto amargo para muitos, é esperado neste contexto um convívio mais frequente entre gerações distintas no mercado de trabalho. Estudos apontam que, atualmente, estão no mercado de trabalho profissionais de quatro gerações, que convivem diariamente e dividem responsabilidades nas organizações. A tendência é que o quadro das empresas apresente maior dispersão nas faixas etárias. Hoje ainda é comum observar maior concentração na faixa dos 30 anos.

Esta diversidade deve contribuir para que internamente as empresas consigam refletir melhor o próprio envelhecimento da população e possam, por meio de uma maior pluralidade de visões, entender o que este movimento representa em suas demandas de produtos e serviços. No Brasil, essas transformações são particularmente percebidas. Um exemplo é que, enquanto a França levou 145 anos para que sua população idosa dobrasse de tamanho, de 10% para 20%, o nosso país deve observar movimento semelhante em apenas 19 anos, entre 2010 e 2029.

Iniciativas para a inserção dos mais jovens, como os aprendizes, estagiários e trainees; não estão mais sozinhas. A inclusão de profissionais mais experientes também virou pauta dos RHs. Convivendo por alguns anos com algumas iniciativas isoladas, agora observamos a disseminação de práticas como o estágio para os veteranos.

Hoje em dia já se noticia a maior incidência da longevidade para além dos 100 anos. Com isso, é de se imaginar que, cada vez mais, vai cair em desuso chamar uma pessoa com 60 e poucos anos de idosa, apesar da referência da idade de aposentadoria da previdência pública e também da Organização Mundial da Saúde (OMS) de considerar um indivíduo idoso a partir de 60 anos.

Já que confiar nosso futuro a outrem é imprudente, então nos cabe tomar as rédeas de nossa empregabilidade. Para quem tem a perspectiva de trabalhar por quatro décadas ou mais, é bem possível que esse tempo exija o desenvolvimento de diferentes habilidades e a atuação em atividades, às vezes, distintas. Estar disposto a buscar novos conhecimentos e ter uma visão flexível de carreira serão atributos fundamentais para vencermos o desafio das mudanças de demanda de trabalho da sociedade.

Na Sompo Seguros iniciamos discussões sobre este tema de forma “institucionalizada” em 2018. Definimos que um dos pilares de atuação da recém-criada Comissão de Diversidade seria Gerações. Como tutor, vivenciei junto com meus colegas de grupo o desafio de compreender as questões do tema sob a premissa de pensarmos nas aflições, expectativas e anseios de profissionais de todas as gerações.

Dar voz aos jovens e aos experientes sob a mediação de uma psicóloga com bagagem no tema Gerações foi o objetivo de um bate-papo organizado pela Comissão. O jovem traz sua abordagem questionadora dos paradigmas, enquanto os já veteranos trazem a vivência de quem já sabe, por experiência própria, que as mudanças fazem parte da vida.

A mensagem final do encontro foi de que o Respeito é o alicerce sob o qual deve ser mediado qualquer debate para se encontrar entre visões diferentes, fatores de confluência para objetivos comuns entre colegas de gerações distintas. Também é sob o respeito que deve se pautar o convívio entre as pessoas, sejam de diferentes gerações ou de qualquer outra particularidade.

Aproveitando o ensejo da reforma da previdência, também foi organizada uma palestra em que foram apresentadas as mudanças da previdência social, bem como as características da previdência complementar. Essa iniciativa teve como objetivo lançar luz e tirar dúvidas sobre temas que podem afetar o planejamento financeiro e a perspectiva de uma melhor qualidade de vida durante a aposentadoria.

Finalizamos a sequência de ações com um concurso que deu a oportunidade aos colaboradores de demonstrarem por meio de uma foto referências que espelham sua geração. Cenários, objetos e experiências traduzem o quanto nossa vida vai mudando ao longo de algumas décadas.

Caso você, que lê esse artigo, se imagina com dificuldades em se adaptar, basta olhar para seu lado em sua própria casa e ver como sua vida está diferente. As descobertas tecnológicas e as transformações sociais fazem com que hoje tenhamos que nos adaptar às mudanças em uma velocidade que jamais foi exigida de nossos antepassados. Com isso, descobrimos que o ser humano é mais flexível do que se pensa! E consegue se aventurar, desbravar diferentes esferas do conhecimento e viver “diversas vidas numa só”. Acredite e desfrute de sua longevidade da melhor maneira possível!

Paulistanos abrem mão do automóvel próprio e passam a utilizar os carros por assinatura 493

Renault Kwid é o carro com menor preço de seguro auto

Levantamento da Porto Seguro aponta que, na maior metrópole do país, adesão à modalidade aumentou 37% entre janeiro e setembro de 2019

Na semana em que a cidade de São Paulo comemora 466 anos, a Porto Seguro mostra que os moradores da maior metrópole do país estão abrindo mão do automóvel próprio por uma nova modalidade de uso do veículo. De acordo com um levantamento feito pela companhia, a adesão dos paulistanos ao Carro Fácil (carros por assinatura) cresceu 37% entre janeiro e setembro do ano passado, em comparação com os mesmos meses de 2018.

Segundo o estudo, os homens foram os que mais utilizam o serviço no período (65%). A faixa etária de 41 a 60 anos liderou as contratações (45%), seguida de 26 a 40 anos (42%) e acima de 60 anos (12%).

“O automóvel próprio gera gastos que vão além do seguro. Quem compra um carro assume compromisso com o IPVA e também com as manutenções periódicas, que acabam pesando ainda mais no bolso de quem roda com o veículo todos os dias na capital. Isso sem contar que a depreciação do automóvel acontece rapidamente”, analisa Marcelo Rosal, gerente do Porto Seguro Carro Fácil, serviço por assinatura da Porto Seguro.

No Carro Fácil, todas essas vantagens estão inclusas no pacote, que pode durar 12, 18 ou 24 meses, dependendo da escolha do cliente. A mensalidade parte de R$ 999 e fornece, ainda, seguro, assistência 24 horas, manutenção preventiva com serviço leva e traz e serviços à residência. “Toda a parte burocrática fica por conta da empresa”, explica o executivo.

Embora o custo-benefício seja um atrativo para que as pessoas considerem essa modalidade como alternativa, outros dois fatores contribuem para a tomada da decisão. “Hoje as pessoas priorizam a experiência em vez da posse e prezam pela liberdade de escolha. O carro por assinatura oferece essas características: o assinante seleciona, dentro das opções disponíveis, o modelo, a cor e a placa do veículo que deseja utilizar pelos próximos meses. O carro fica à disposição do cliente durante 24 horas por dia e, ao final do contrato, ele escolhe outro automóvel zero quilômetro para ser utilizado com os mesmos benefícios”, conclui Rosal.

ENS forma 36 novos corretores de seguros em Porto Alegre 4501

Turma é a última a se formar sob a coordenação de Jane Manssur

A Escola de Negócios e Seguros (ENS) formou 36 novos corretores de seguros na noite desta quinta-feira (23), na Capital dos gaúchos. Os profissionais marcam a última turma sob a coordenação de Jane Manssur, que se aposentará este ano após anos de contribuição ao ensino do mercado de seguros.

“Aprendi muito com cada aluno dessa turma, que encerra um ciclo para mim, foram mais que alunos, foram amigos na mudança. Escola é gente e sentimento e o mercado que escolheram trabalhar também reforçam esse sentido”, destacou Jane, que é coordenadora da Unidade RS da ENS. “Não foi um ano fácil para administrar esse programa, foi um desafio e tanto e vocês estavam lá juntos”, acrescentou.

Presente na cerimônia, o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS), Guacir Bueno, reforçou a competente atuação dos corretores de seguros ao longo da história. “O comprometimento trouxe aos profissionais dessa categoria o merecido respeito que tem de todos os brasileiros, sejam todos muito felizes e competentes naquilo que começam a fazer agora e tenham especialmente muito comprometimento com aquilo que a sociedade precisa”, comentou. Ainda considerou que o meio pode ser mudado, mas a relaçõa humana nunca será deixada de lado nesta atividade: “Esta é a grande obra dos nossos corretores de seguros, que colocam nos seus clientes aqueles produtos que nós passamos o dia inteiro imaginando que sejam ao menos a minimização daquele sofrimento que as pessoas passam”.

O vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), Andre Thozeski, parabenizou a ENS pela formar mais um grupo de profissionais qualificados. “Tenho certeza da contribuição desses profissionais ao mercado e parabenizo aos colegas pela escolha. Através do curso recebemos os conhecimentos técnicos para proteger pessoas, preservam patrimônios e garantem conquistas. Vejam o tamanho da responsabilidade disso, através de relacionamentos sólidos e de muita confiança. O corretor de seguros será sempre imprescindível entre a relação de consumo entre o cliente e a seguradora”, certificou.

Para a gerente comercial da Icatu Seguros, Claudia Piccinini, os novos colegas de mercado estão diante de uma profissão ímpar. “Não é fácil ter sucesso, que vem depois de dedicação, ousadia e atualização. Ousem mudar a vida das pessoas com essa escolha brilhante que vocês fizeram e contem com a Icatu”, lembrou.

Visão essa que o superintendente da Bradesco Seguros na Região Sul, Altevir Prado, concorda e considera a atividade uma escolha inteligente e nobre. “Inteligente porque este é um mercado em franca expansão, que ainda tem muito para se desenvolver e crescer, e nobreza porque o corretor de seguros protege as famílias, vida, saúde e futuro das pessoas e empresas. Coloco a Bradesco seguros inteiramente à disposição de vocês”, afirmou.

O gerente da Sucursal Rio Grande do Sul da Porto Seguro, Edgar Anuseck Neto, tem 18 anos de mercado e considera sempre um privilégio participar da cerimônia de novos corretores. “Nós temos um projeto para abraçar esses profissionais e logo estaremos fazendo um convite a vocês para estarem conosco, contando com toda a ajuda de sempre que vocês nos dão para fazer uma companhia cada vez melhor”, completou.

Marina Mello, gerente da Filial Piratini da Liberty Seguros, acredita que a corretagem é um caminho de coragem e resiliência: “Até aqui (vocês) enfrentaram muitas situações, mas conseguiram chegar porque escolheram uma profissão de extrema importância para a sociedade, acreditem nisso, confiem neste caminho e contem com a Liberty”.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS