Por unanimidade, Altevir Prado é eleito presidente do Sindseg PR/MS 1389

Nova diretoria assume a partir do dia 15 de fevereiro

O Sindicato das Seguradoras do Paraná e do Mato Grosso do Sul (Sindseg PR/MS) elegeu sua nova diretoria durante a terça-feira, 14. Por unanimidade, o superintende da Bradesco Seguros na Região Sul Altevir Prado foi eleito presidente da entidade, em conjunto com a diretoria, que conta com Gustavo Henrich, vice-presidente da Junto Seguros, como vice-presidente.

A nova diretoria toma posse a partir do dia 15 de fevereiro. SindSeg PR/MS

Altevir Prado possui Mestrado em Economia pela Unisinos e Doutorado em Economia do Desenvolvimento pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), com parte do seu doutorado realizado na Espanha, assumiu a Regional Sul da Bradesco Seguros em 2019. “É um sentimento de felicidade e ao mesmo tempo de um enorme compromisso que a gente passa a assumir, oficialmente, a partir de agora. Eu acho que é preciso lembrar que o Sindseg Paraná/Mato Grosso do Sul é uma das instituições mais antigas do país, praticamente centenária, e um dos sindicatos de maior representatividade e de maior respeito em todo país”, destacou ao JRS o novo presidente.

Ele e a diretoria eleita tem à frente o desafio de suceder a equipe que tinha como presidente João Gilberto Possiede, que soma mais de 70 anos de mercado segurador. “A sucessão no Paraná talvez seja uma das mais emblemáticas do país porque estamos continuando o trabalho de João Gilberto Possiede, que é uma lenda no mercado de seguros brasileiro, talvez como Miguel Junqueira foi no Rio Grande do Sul”, lembrou. “Substituí-lo é uma responsabilidade gigantesca. Então tem essa parte emblemática de não ser só uma eleição ou uma sucessão simples, mas, sim, uma sucessão emblemática que marca o encerramento de um ciclo para a abertura de um novo tempo na entidade”, acrescentou.

Prado ainda contou com exclusividade ao JRS que a diretoria eleita, sob seu comando, caminhará sob quatro eixos: ações coletivas e democráticas, respeito à cultura e tradições da instituição, a modernização do Sindseg PR/MS e promoção do protagonismo da entidade. “Estamos prestes a comemorar os cem anos e uma das principais missões, dentro desses quatro eixos, é preparar o Sindicato para os próximos cem anos. Ou seja, construir as bases ao comemorar o centenário e prepará-lo para as próximas gerações, o que é um desafio muito grande”, concluiu.

A trajetória completa do presidente da entidade foi destaque na edição 231 da Revista JRS. Leia em A fantástica trajetória de Altevir Prado.

Diretoria Sindseg PR/MS 2020/2022

Presidente: Altevir Dias do Prado Bradesco Seguros
Vice-Presidente: Gustavo Henrich Junto Seguros
Diretor Financeiro: Moacir Abba de Souza HDI
Diretor 2º Financeiro: Leandro Ariel Poretti Sancor
Diretor Secretário: João Maria Francisco Centauro On

Conselho Fiscal
Conselheiro Efetivo: Vanderlei Scarpanti Mapfre Seguros
Conselheiro Efetivo: Wilson Bessa Pereira AIG
Conselheiro Efetivo: Ulisses Ferreira Caldeira Sompo
Conselheiro Suplente: Luciano Ambrosini Allianz
Conselheiro Suplente: Luciana Maria de Almeida Gomes Porto Seguro
Conselheiro Suplente: Luciana Alves Sobreda Zago Tokio Marine

Conselho de Representantes junto à Fenaseg
Membro efetivo: Altevir Dias do Prado Bradesco Seguros
Membro suplente: Gustavo Henrich Junto Seguros

Grupo Aspecir fecha 2019 com saldo positivo 1149

Aspecir Previdência completa 82 anos com os melhores resultados do mercado

Empresa investirá em tecnologia e segurança em 2020

O diretor-presidente, Milton Machado, salientou a importância dos colaboradores no crescimento das empresas do Grupo Aspecir em confraternização de fim de ano. O evento ocorreu no salão panorâmico do Clube Geraldo Santana na noite de 20 de dezembro de 2019.

Na ocasião, a Diretoria do Grupo recebeu colaboradores e familiares para uma noite de celebração. A ideia era comemorar os resultados positivos alcançados durante o ano e agradecer o desempenho de todos no crescimento das empresas.

Um ano difícil, com crises econômicas, políticas e tragédias de todos os tipos. Recorde foi uma palavra recorrente no noticiário econômico brasileiro em 2019. Foi um ano de extremos: o Ibovespa alcançou inéditos 117 mil pontos e o dólar recorde de R$ 4,2584. O número de trabalhadores no mercado informal chegou à máxima de 38,8 milhões. Já a Selic fecha o ano na mínima histórica, em 4,5% ao ano.

Mesmo assim, segundo Milton Machado, o Grupo Aspecir superou as expectativas e isso se deve a dedicação e competência da equipe. Para 2020, a meta é investir em tecnologia e segurança para que os associados se sintam confiantes nos investimentos. Sempre pensando o futuro, o Grupo Aspecir quer estar à frente de seu tempo para oferecer o melhor em seguros, previdência e auxílio financeiro.

Guilherme Bini eleito presidente do SindSeg RS 1859

Nova diretoria assume a partir do dia 15 de fevereiro

Guacir Bueno (à direita) entregará presidência da entidade a Guilherme Bini (à esquerda) no dia 15 de fevereiro. Filipe Tedesco/JRS

O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS) escolheu nesta terça-feira, 14, seu próximo presidente. A partir do dia 15 de fevereiro, o paranaense Guilherme Bini substituirá Guacir Bueno nos próximos dois anos. Alberto Muller, diretor da Sompo, e Rubens Oliboni, diretor da HDI, assumirão as vice-presidências. Bueno foi presidente do SindSeg RS nos últimos quatro anos, tendo se reelegido em 2018. A definição do novo presidente é feita a partir de uma votação com participação de representantes das empresas associadas ao Sindicato.

Guilherme Bini possui 23 anos de experiência de mercado. Ele iniciou sua carreira como digitador e movimentador de apólices de vida, passou pelas áreas de sinistro e atendimento de corretores e foi assessor comercial na Mapfre. Ocupou o cargo de Gerente Especialista de Vida e Previdência, cuidou da sucursal da companhia em Curitiba nos últimos seis anos e há três meses assumiu a diretoria territorial da Mapfre no Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina. O JRS conversou com Bueno e Bini sobre o período de transição, balanços e perspectivas para o futuro.

Ao relembrar o último ano, Guacir Bueno enfatizou que “nossa mensagem é relembrar que conseguimos fazer um 2019 com a resiliência, a força e o comprometimento peculiar ao setor de seguros brasileiro. Saímos com um resultado muito acima da inflação apresentada no país, então considero que estamos novamente de parabéns porque isso é fruto do nosso trabalho e do comprometimento de todos nossos players. Entregamos ao povo do Brasil produtos e serviços de qualidade e avançamos na difusão e na abrangência que tanto almejamos, para que possamos beneficiar a todos os nossos conterrâneos com o consumo do nosso trabalho, do nosso serviço, dos nossos produtos”.

Rubens Oliboni, junto com Alberto Muller, assumem a vice-presidência.

Ambos frisaram a importância do trabalho em equipe e da cooperação.  “Nós estamos aqui manifestando o nosso agradecimento muito efusivo aos nossos pares, aos diretores do nosso sindicato, das seguradoras do Rio Grande do Sul pelo trabalho ao qual nos dedicamos no ano de 2019”, destacou Bueno. “Estou contando muito com o apoio do presidente Guacir nessa transição e nós entendemos que o sindicato não é algo de uma pessoa, é de uma equipe e de um time. E para isso nós compusemos uma chapa forte, com antigos diretores e conselheiros que vão me auxiliar muito nessa empreitada. O presidente Guacir se colocou a total disposição nessa transição para que seja a mais suave e cômoda possível. E nós vamos continuar trabalhando junto ao mercado de seguros para o desenvolvimento da classe, pensamos muito nas oportunidades para 2020 e como o sindicato vai auxiliar o Mercado, as seguradoras e até mesmo os corretores de seguros nesse desenvolvimento e também nas ações sociais onde o sindicato se envolve, aumentando também a nossa participação e a divulgação do mercado de seguros como um todo” frisou Bini.

O novo presidente enfrentará, segundo ele mesmo, grandes desafios frente à empresa e segundo à frente do Sindicato. Mas conta novamente com a parceria como motor principal do seu trabalho. “A equipe vai me ajudar muito, a composição da agenda de todos nossos compromissos já está muito bem estruturada. A própria diretoria vai me ajudar nesse caminho, mas eu conto muito com a equipe do sindicato nas organizações, no planejamento. Não posso fazer nada sozinho e eles serão muito importantes nesse momento” comentou.

Guilherme Bini desembarcou há três meses em solo gaúcho, rodou o estado visitando as sucursais da Mapfre e sente-se bem recebido aqui. “Eu aprendi um pouquinho sobre o que é ser bairrista e eu acredito que o Rio Grande do Sul tem muito disso, de gostar do que é daqui. Por que gostar do que é daqui? Porque faz muito sentido, o Rio Grande por muito tempo foi deixado de lado pelo Governo e algumas empresas locais abraçaram o Estado. E hoje eu vejo que o bairrismo é você comprar, ir ao mercado, prestigiar quem é da região” pontuou.

Bueno e Bini frisam a importância da equipe do Sindicato.

Ele define-se enquanto “uma pessoa que se preocupa com pessoas, alguém muito ligado a esse mercado e quer divulgar cada vez mais o seguro, a importância e o nosso papel para a sociedade mostrando o que a seguradora pode fazer para a sociedade no caso de uma catástrofe ou dos imprevistos que temos todos os dias”. Já Bueno, ao refletir sobre seus anos de contribuição ao Sindicato despede-se com “um enorme agradecimento aos colaboradores do nosso sindicato, pessoas que se dedicam desde muito tempo para que possamos fazer um belo trabalho. E meu agradecimento muito forte aos meus pares que trabalharam e se dedicaram para que pudéssemos assim cumprir nossa missão da melhor forma possível. Aos meus antecessores nessa diretoria meu forte abraço, meu agradecimento pelas suas vivências e pelas suas transmissões de conhecimento que a mim puderam auxiliar no desempenho da função. Que todos nós do setor de seguros do Brasil, que tem efetivamente um trabalho muito profícuo na nossa seara tenhamos um 2020 bastante produtivo e que nós possamos transmitir aos brasileiros muitas boas coisas, oferecendo segurança numa hora de sinistro. Quando há uma fragilidade familiar ou pessoal, que possamos estar com a nossa mão estendida para minimizar os problemas decorrentes dessas infelicidades. Um grande abraço a todos”.

Austrália: incêndios alertam seguradoras para os riscos da crise climática 443

Perdas globais do setor com eventos naturais somam 225 bilhões de dólares em dois anos e atingem um patamar recorde

Os incêndios que se alastram pela Austrália, desde setembro, devem gerar bilhões de dólares em prejuízos para o país. O fogo já atingiu cerca de 8 milhões de hectares, uma área equivalente a quase duas vezes o Estado do Rio de Janeiro.

A expectativa é de que os efeitos da tragédia provoquem uma redução entre 0,25% e 1% no PIB do país, o que, no pior cenário, significaria perdas de 20 bilhões de dólares. A conta, como explica o economista Shane Oliver, da consultoria de investimentos AMP Capital, leva em consideração não somente os custos de reconstrução, mas também a queda na atividade econômica de setores importantes, como agricultura e turismo. O prejuízo total só será conhecido no segundo semestre, quando será possível medir os efeitos das rupturas nos negócios.

Ao menos um setor, no entanto, já começa a contabilizar as perdas: o de seguros. Até o início desta semana, mais de 8.500 sinistros relacionados ao fogo haviam sido registrados, totalizando cerca de 700 milhões de dólares em indenizações, segundo dados do Insurance Council of Australia (ICA), entidade que representa as seguradoras australianas. Pelo menos 1.800 residências foram destruídas e a conta deve aumentar nos próximos meses.

Segundo o ICA, dentro da área impactada pelo fogo, perto de 95% das construções têm algum seguro, o que se traduz em 25.000 apólices. Desse total, 16.000 contratos incluem proteção adicional aos bens móveis dos segurados.Na terça-feira, dia 7, Rob Whelan, CEO do ICA, e Josh Frydenberg, tesoureiro da Austrália (ministro responsável pelas despesas e receitas do governo), se reuniram para discutir sobre a atuação da indústria de seguros em meio à crise.

No dia seguinte, o governo australiano anunciou a criação de um fundo de 2 bilhões de dólares para financiar os esforços de reconstrução, medida que foi louvada pelas seguradoras.A recente crise australiana é mais um desastre natural que se soma à enorme lista de eventos climáticos que trouxeram prejuízos para as seguradoras, nos últimos anos.

Dados reunidos pela resseguradora Munich RE mostram que o número de catástrofes naturais disparou nas últimas décadas. Em 1980, foram registrados 249 eventos relevantes, entre terremotos, chuvas, furacões, secas etc. No ano passado, o número mais do que triplicou, chegando a 848. As seguradoras perderam 225 bilhões de dólares com eventos climáticos entre 2017 e 2018, período de maior prejuízo para o setor em 40 anos.

Por trás da intensificação dos eventos extremos estão as mudanças climáticas causadas pelo aquecimento global. Segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM), agência ligada à ONU, no período entre 2010 e 2019, a temperatura global subiu 1,1°C em comparação aos níveis pré-industriais. Os dados apontam que esta será a década mais quente da história. A concentração de dióxido de carbono na atmosfera atingiu o volume recorde de 407,8 milhões de partes por milhão (ppm). “No dia a dia, os impactos das mudanças climáticas podem ser percebidos pelos eventos climáticos extremos e anormais”, afirmou Petteri Taalas, secretário-geral da OMM.

“Grandes ondas de calor e enchentes, que costumavam ocorrer uma vez a cada século, estão se tornando recorrentes.”Até o momento, o setor de seguros foi capaz de absorver essas perdas sem muitos sobressaltos. Mas, o aumento constante e a imprevisibilidade dos eventos extremos causam desconforto. “Essa incerteza dificulta os cálculos e pode elevar o custo do seguro”, afirma Marjorie Leite, especialista de riscos ambientais da Willis Towers Watson, uma das três maiores corretoras de seguros do mundo, com sede na Irlanda.

“Os eventos climáticos também geram danos colaterais, como perda de produtividade e riscos de imagem, que, em grande parte, são segurados.”O cenário preocupa os reguladores. Uma pesquisa feita pela consultoria Deloitte, divulgada no ano passado, mostra que 19 dos 27 órgãos reguladores estatais americanos preveem um aumento da exposição das seguradoras a riscos climáticos.

No ano passado, o Banco da Inglaterra (BoE) iniciou um programa de testes de estresse com seguradoras, cujo objetivo é calcular o impacto no setor caso o mundo não atinja a meta de conter o aquecimento global em 2°C, definida pelo Acordo de Paris. A instituição irá usar três cenários, com o mais severo prevendo uma elevação de 4°C, até 2080. Os resultados serão divulgados apenas em 2021.

Segundo Mark Carney, presidente do BoE, as mudanças climáticas devem afetar o valor de todos os ativos financeiros. “Esse teste nos ajuda a garantir a resiliência do sistema a essas mudanças”, afirmou Carney, ao jornal Financial Times. Um colapso na indústria de seguros pode ser o gatilho para uma nova crise financeira global.

Todas as imagens: os detalhes do MAGNEXT 2717

Evento foi promovido pela MAG Seguros, que completou 185 anos

Ainda repercute no mercado todos os detalhes do MAGNEXT, evento promovido pela Mongeral Aegon, agora MAG Seguros, durante três dias no Rio de Janeiro (RJ), com a presença de 3 mil pessoas. Ao completar 185 anos, a Mongeral Aegon promoveu a mudança de sua marca, apresentou outras novidades e realizou projeções para 2020.

Mongeral Aegon agora é MAG Seguros 

O MAGNEXT reuniu o staff da companhia com os corretores de seguros, parceiros, entidades de mercado e colaboradores. O presidente do Conselho de Administração Nilton Molina, o presidente Helder Molina, o Vice-presidente do Conselho Consultivo Marco Antônio Gonçalves e o presidente da Fenacor Armando Vergílio são alguns dos nomes que acompanharam os três dias de encontro. Além disso, palestras da jogadora Marta Silva e apresentação de Carlinhos Brown, Michel Teló e Anitta completaram o evento.

Mongeral Aegon aposta na longevidade e modelo de vendas para crescer ainda mais 

Confira todas as imagens que o repórter do JRS, Filipe Tedesco, registrou durante o MAGNEXT 2020:

Mongeral Aegon agora é MAG Seguros 1829

Mudança da marca foi apresentada durante o Magnext

Atenta à nova fase das formas de consumo e dos costumes dos corretores de seguros, a Mongeral Aegon apresenta a mudança de sua marca, que agora passa a se chamar MAG Seguros. A divulgação foi feita durante o Magnext, evento que contou com a participação de quase 3 mil corretores na última semana no Rio de Janeiro (RJ).

Simples, curta e eficaz, a nova arquitetura de Marcas do Grupo Mongeral Aegon parte dos 185 anos de história da empresa, num apelido carinhoso que, inicialmente, era utilizado nos corredores da seguradora. “O que a companhia faz e pensa é sempre voltado para o cliente, afinal, é para ele que cada vez mais inovamos e transformamos nossos produtos e serviços”, destacou o presidente Helder Molina.

Para 2019, a MAG projeta um crescimento de 19%. “Só no ano passado, tivemos 11 bilhões de acessos no nosso portal, o que é reflexo dos parceiros maravilhosos que temos nessa causa, com mais de 4 mil corretores parceiros, e da maior conscientização da população”, disse.

Além disso, a companhia lançou também a conta digital e o cartão de crédito, inicialmente para os corretores de seguros. Através do aplicativo MAG Finanças, após realizar cadastro, o profissional passa a ser usuário da conta digital, podendo fazer transferências, saques e diversos pagamentos. A ideia inicial é atender o corretor, mas os benefícios devem ser estendidos à sociedade em geral.