Sompo Seguros inaugura filial no Mato Grosso do Sul e investe para expandir atuação no Estado em 2020 2064

Seguradora conquistou market share em ramos como Automóvel, Transporte e Benfeitorias

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – como parte de sua estratégia de expansão de mercado nas diferentes regiões em que atua, investiu em uma filial em Campo Grande (Av. Prof. Luiz Alexandre de Oliveira, 919 – Bairro Vivenda do Bosque). A nova unidade foi estruturada para dinamizar ainda mais o atendimento aos corretores de seguros e segurados, além de intensificar a presença para viabilizar soluções que atendam às necessidades específicas dos clientes do Estado.

“A Sompo fez um trabalho bastante significativo nos anos recentes para conquistar market share no Mato Grosso do Sul. Só em 2019, algumas linhas de negócios apresentaram crescimento acima de 30%. No segmento de Transporte, por exemplo, nossa carteira cresceu 19,6% até novembro de 2019, já detemos 15% e estamos entre as líderes do mercado local. Outro ponto é que o setor de seguros está em franco crescimento no Estado e trabalhamos para ampliar ainda mais nossa participação na região em 2020”, destaca Marcelo Araújo Braz, diretor da Sompo Seguros para Minas Gerais e Região Centro Oeste. “Nossa atuação muito próxima de nossos parceiros de negócios, os corretores de seguros, também tem auxiliado bastante para que possamos apresentar as soluções de seguro que melhor atendem ao segurados sul-mato-grossenses”, observa o executivo.

Entre os segmentos em que a Sompo teve destaque está o de Benfeitorias, no qual a companhia apresentou um crescimento exponencial de 57,6% até novembro de 2019. A companhia já é tradicional e está entre as líderes nesse ramo, que é voltado a atender produtores rurais e garante a indenização por danos em equipamento agrícolas. “A Sompo e expandiu seu portfólio e lançou recentemente dois produtos de seguro agrícola. Isso potencializa ainda mais as oportunidades, principalmente num estado como o Mato Grosso do Sul, em que cerca de 30% do PIB é gerado pelo Agronegócio”, avalia Braz.

Outro ramo em que a companhia teve destaque foi de Automóvel, com 32,6% de crescimento até novembro de 2019. A Sompo lançou neste ano o Auto Sompo, a mais recente solução em termos de seguro de veículos da companhia. Desenvolvido para atender a um aumento na demanda por produtos de fácil contratação, que atendam a diferentes necessidades, o Auto Sompo é um produto moderno e flexível, de aceitação simples, que traz um processo ágil para a cotação e emissão de apólice. O produto vem com mais amplitude na aceitação de veículos de passeio e carga (nacionais e importados), limites de coberturas, flexibilização dos percentuais da FIPE e adequação e simplificação das franquias.

“O Auto Sompo é um dos exemplos dos investimentos que foram feitos em tecnologia e capital humano para garantir um processo de cotação rápida em um produto flexível e adequado a atender a diferentes perfis de público. Com isso, a aderência no Mato Grosso do Sul aumentou substancialmente”, afirma Adriano Dal Jovem, gerente da Filial Campo Grande da Sompo Seguros. “Com o incremento no portfólio, nas coberturas e novos recursos para melhorar ainda mais a experiência do cliente, nossa perspectiva é de crescimento. Além dos ramos já citados, vimos que o Mato Grosso do Sul tem perspectiva de aumento na demanda por seguros Empresariais e de Vida, só para citar algumas das linhas de negócio das quais dispomos”, conclui Dal Jovem.

Tribunal autoriza exigência de seguro em contrato público 484

Valores devem ser atualizados pelo TCDF, e os contratos vão exigir a integralidade dos serviços combinados

O mercado não gosta de ter prejuízo. Faz de tudo para não perder dinheiro. Consumidores pagam cauções quando compram imóveis ou alugam veículos. Hotéis e hospitais privados cobram garantia para hospedagens e cirurgias.

Seguindo esse raciocínio, o Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) autorizou, pela primeira vez na história, o Governo do DF (GDF) a cobrar pagamento de garantia em contratos com empresas. Ou seja, o Palácio do Buriti poderá exigir seguro ou caução para evitar calotes e danos aos cofres públicos.

O corpo técnico da Corte de Contas estudou o mecanismo de proteção ao erário no Processo nº 14.728/2017, conduzido pelo relator da matéria, conselheiro Renato Rainha.

Na sessão de 18 de fevereiro de 2020, a Corte entendeu possível a substituição da glosa ou retenção cautelar de pagamento pela garantia contratual. A medida é válida para contratos de obras, prestação de serviços e fornecimento de bens. Em breve, a decisão será publicada no Diário Oficial do DF (DODF).

“A garantia deve fazer frente à integralidade do valor relativo ao dano ao erário em apuração no Tribunal, além de encargos e acréscimos legais”, recomendou o corpo técnico do órgão de contas.

Os valores devem ser atualizados pelo TCDF, e os contratos vão exigir a integralidade dos serviços combinados. “No caso do seguro garantia, cumpre a apresentação de certidão de regularidade da empresa seguradora junto à Superintendência de Seguros Privados (Susep), além da comprovação do registro da apólice”, diz trecho do documento.

O conselheiro Renato Rainha acolheu as recomendações do estudo, mas registrou uma ressalva: “A substituição de retenção cautelar de pagamentos por garantia deve se dar excepcionalmente com a finalidade de proteger a Administração de eventual dano ao erário, não podendo ser admitida após o trânsito em julgado de decisão do Tribunal que confirma a existência de dano”.

Recuperação

Atualmente, a Procuradoria-Geral do DF (PGDF) briga na Justiça para recuperar dinheiro público gasto em contratos interrompidos, seja por denúncias de corrupção ou pelo abandono da empresa contratada. As batalhas judiciais demoram para gerar resultados em função da lentidão do Judiciário.

Por exemplo, o órgão cobra o ressarcimento das obras de adequação do Estádio Nacional Mané Garrincha ao padrão Fifa, como restauração e ampliação da arquibancada, rebaixamento do gramado, além de ações nos sistemas elétrico, hidráulico, de segurança e ar-condicionado. Segundo a PGDF, foram flagrados, em 2017, erros na execução do contrato. O DF luta para recuperar R$ 10 milhões.

Em outro processo de 2017, o Distrito Federal precisou arcar com o pagamento de rescisões de ex-empregados de empresas contratadas para trabalhar no sistema de transporte público. As companhias alegaram não ter os valores para honrar os compromissos. O governo quitou os débitos, mas cobra os valores. Pelas contas da Procuradoria-Geral do DF, os cofres públicos têm direito a ressarcimento de R$ 19.239.342,49.

Em um caso ainda mais antigo, a PGDF tenta, desde 1993, recuperar valores perdidos em falhas no serviço de vale-transporte. Conforme entendimento do órgão, as empresas não repassaram todos os recursos derivados da operacionalização da emissão e comercialização dos vales. Nesse caso, o DF cobra R$ 1.710.941,82.

A Procuradoria-Geral do DF não citou os nomes das empresas envolvidas nos episódios.

Ousadia

Do ponto de vista do especialista em governança da Universidade de Brasília (UnB) Marilson Dantas, a decisão do TCDF foi ousada e, ao mesmo tempo, eficiente ao buscar preservar a execução das obras e a proteção do dinheiro público.

“Acho essa decisão importante e inteligente, porque resguarda o patrimônio público”, ressaltou. Para o profissional, a ferramenta possui respaldo na legislação federal e deve ser empregada preferencialmente em contratações de grande vulto.

Ainda de acordo com o especialista, “agora, o setor público precisa liberar os recursos financeiros dentro do planejamento acordado”. Em outras palavras, segundo Dantas, o Estado é obrigado a proteger os cofres públicos, mas, por outro lado, tem a responsabilidade de pagar os fornecedores em dia.

Últimos dias de promoção do curso seguro auto da Unisincor 363

Curso online oferece uma visão ampla dos seguros de auto e RCFV

Até o dia 29 de fevereiro, o curso online “Seguros de Automóveis e RCF-V”, realizado pela Unisincor em parceria com a Conhecer Seguros, estará no valor de R$ 141 e pode ser parcelado em até 4x de R$ 35,25, no cartão de crédito. No caso dos corretores de seguros associados ao Sincor-SP, o investimento fica ainda menor, 4x de 24,68.

Ministrado pela especialista Christiane Hessler Furck, o curso online apresenta fatores diferenciados, além de fornecer aos participantes uma visão ampla dos seguros de auto e RCFV, abordando tanto os aspectos já considerados tradicionais desses seguros quanto os aspectos introduzidos pelas novas modalidades de negócio.

Além de especialista no seguro automóvel, a docente também é advogada, mestre em Direito das Relações Sociais, com concentração em Direitos Difusos e Coletivos, especialista em Direito Contratual, professora universitária e membro da Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA).

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MAG Seguros fecha 2019 com bons resultados 543

Seguradora atingiu mais de 85% das vendas sendo realizadas pela tecnologia de Venda Digital

O ano de 2019 da MAG Seguros foi muito positivo. A empresa cresceu 13% em arrecadação, em comparação ao ano de 2018, superando R﹩ 1.4 bilhão. O Lucro Líquido da seguradora também apresentou o expressivo aumento de 68%, totalizando R﹩ 69,3 milhões. As provisões técnicas superaram R﹩ 1.3 bilhão, 13% a mais do que o registrado no ano anterior.

“Estes resultados estão alinhados com a expectativa da companhia e demonstram o sucesso alcançado nas estratégias e operações da MAG Seguros. Em 2019, demos continuidade aos investimentos em infraestrutura, tecnologia e recursos humanos, buscando a contínua expansão de seus negócios e níveis ainda mais elevados na prestação dos nossos serviços para clientes, corretores e parceiros comerciais”, comenta Raphael Barreto, CFO da MAG Seguros.

Em 2019, a companhia alcançou ainda crescimento de 14% em novas vendas de coberturas de riscos, principalmente individuais. O patrimônio líquido fechou o ano em R﹩ 388 milhões e o capital segurado superou R﹩ 475 bilhões, o que representou crescimento de 14% e 21,1%, respectivamente.

Para 2020, ano em que completou 185 anos, a MAG Seguros tem vários desafios. Em termos de resultados, a companhia projeta um crescimento de 19%. A seguradora também tem como objetivo expandir e fortalecer ainda mais os canais de distribuição de seu portfólio. Outro desafio é a consolidação das novas marcas comerciais do Grupo Mongeral Aegon, que foram anunciadas durante o evento MAGNEXT, que celebrou o aniversário da seguradora, em janeiro.

A tecnologia e a inovação também são dois pontos que seguirão fortemente na pauta de 2020. Vale destacar que, em 2019, a MAG Seguros atingiu mais de 85% das vendas sendo realizadas pela tecnologia de Venda Digital, que permite ao corretor executar todo o processo, desde a sensibilização à implantação de modo 100% digital, ágil e com segurança.

“Somos uma das empresas mais inovadoras do nosso mercado. Continuaremos desenvolvendo novas soluções tecnológicas que contribuam para o dia a dia dos corretores parceiros, facilitem os nossos clientes e que permitam a melhoria da nossa eficiência operacional e otimizem os nossos processos”, acrescenta Barreto.

Mais motivos para celebrar

Por mais um ano, a MAG Seguros seguiu, na lista nacional e do Rio de Janeiro, das melhores empresas para se trabalhar alcançando o sétimo lugar no, segundo a Great Place To Work (GPTW).

Em 2019, a seguradora realizou o lançamento de mais de dez soluções em seguro de vida no seu portfólio, resultado do acompanhamento contínuo das tendências e demandas da sociedade. Vale destacar, ainda, ofertas inéditas para clientes com doenças crônicas, como a diabetes.

Inovação está no DNA da MAG Seguros. Neste aspecto, a seguradora criou a área de Gestão da Inovação, que gere todo ecossistema de mais de 30 iniciativas deste tema. A companhia seguiu com a parceria com a Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) e com o IRB Brasil RE na segunda edição do Insurtech Innovation Program.

Com Universidade Federal do Rio de Janeiro, a MAG Seguros trabalha em iniciativa para o desenvolvimento de estudos atuariais próprios, além da segunda edição do programa interno voltado para os mais de mil colaboradores da MAG Seguros no país.

A causa da longevidade com qualidade de vida ganhou ainda mais corpo em 2019, ano em que a MAG Seguros realizou a inédita exposição ‘Longevidade: os caminhos para viver mais e melhor’, no Rio de Janeiro. A mostra contou com mais de 40 mil visitantes em 45 dias.

Planos de previdência privada da Prevcom fecham janeiro de 2020 com rentabilidade acima da meta 403

Investimentos dos servidores paulistas renderam 0,98% em janeiro, mais que o dobro do CDI que ficou em 0,38% no mês

A carteira de investimento da Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (Prevcom) rendeu 0,98% em janeiro de 2020. Este resultado manteve o desempenho da entidade acima do alvo de IPCA mais 5%, que fechou em 0,62%, bateu os 0,38% do CDI, rendeu mais que o triplo da poupança, que ficou em 0,27%, e superou os 0,21% da inflação.

No acumulado em 12 meses, os planos de previdência complementar estaduais renderam 12,71%. No mesmo período, valores alocados em ativos que são referência do mercado, como o CDI, registraram ganho de 5,79% e aplicações em poupança ficaram em 4,19%.

Em janeiro foram agregados ao patrimônio cerca de R$ 50 milhões, considerando aportes e rendimento. O valor total que atingiu R$ 1,41 bilhão no final do ano subiu para R$ 1,46 bilhão no primeiro mês de 2020.

A Fundação destina os recursos dos 35,5 mil participantes a diversos mercados, atendendo os parâmetros de sua política de investimentos. A distribuição atual abrange 68% aplicados em renda fixa, 15% em multimercados, 11% em renda variável e 6% no exterior.

Carlos Rodrigo Dias da Silva é o novo superintendente matriz da Bradesco Seguros 926

Executivo estava como superintendente da Sucursal Porto Alegre

Carlos Rodrigo Dias da Silva está de mudança para São Paulo. O executivo, que é conhecido carinhosamente pelos gaúchos como Carlinhos, aceitou um novo desafio: o de assumir a função de superintendente matriz das assessorias da Bradesco Seguros

Carlinhos, que até então estava como superintendente da Sucursal Porto Alegre conta com 28 anos de Bradesco Seguros, aceitou o desafio com entusiasmo. “Mais uma vez sendo valorizado pelo meu trabalho, assumindo um novo desafio dentro da organização, saindo de Porto Alegre e indo pra matriz em São Paulo, lá em Alphaville”, comenta. “Vou ficar como superintendente matriz e ficar cuidando de uma carteira muito importante pra companhia que são as assessorias e alguns grupos que temos de corretores, que a gente tem algumas tratativas diferenciadas”, complementa.

Na Capital dos gaúchos, que é a terceira maior sucursal da Bradesco Seguros do Brasil, o executivo permaneceu por dois anos e dois meses. “A saída não é nada fácil, eu só tenho que agradecer o pessoal do Rio Grande do Sul, que me receberam muito bem. Quem tem a imagem de que o pessoal do Sul é frio, tá enganado. Porto Alegre me recebeu com um carinho gigante. As pessoas me acolheram muito bem, souberam me colocar uma tranquilidade pra eu poder fazer um bom trabalho”, destaca.

Ainda não está certo o nome de quem virá para o lugar de Carlinhos na Sucursal Porto Alegre. “Aqui temos uma responsabilidade muito grande, pois é uma sucursal que transforma realmente profissionais em executivos, e com certeza com a minha saída tem várias pessoas querendo vir pro meu lugar. Eu tenho certeza que a Companhia vai analisar e vai colocar um profissional a nível tão grande como o maior aqui de Porto Alegre, para poder dar sequência no trabalho, e realmente deixar os corretores com uma tranquilidade de continuar apostando na empresa”, finaliza.