A importância das feiras de tecnologia para a evolução do seu negócio 1037

Artigo é do Fundador do Portal ERP, organizador do ERP Summit


Os eventos de tecnologia estão, a cada dia, formando novas concepções relacionadas ao futuro de um setor que está em constante atualização. Desse modo, é preciso estar atento a importância desses eventos para conseguir aproveitar o que há de melhor e aperfeiçoar a gestão do seu negócio.

Sempre que nos permitimos avaliar que já estamos bem informados e que já conseguimos acumular todo o conhecimento necessário para se destacar em nosso setor de atuação, surge um novo evento, com uma nova proposta e um novo recorte temático que geram novas questões e aprimoram seus participantes com novas percepções. Aliás, a palavra “novo”, aqui usada por diversas vezes, tem como objetivo reforçar uma das principais características das feiras de tecnologia da atualidade.

Mas afinal, por que dentro de um universo de tantas possibilidades, feiras de software com foco em tecnologia resultam em um cenário tão fértil para o mercado? Para se ter uma ideia palpável, um recorte dos últimos 20 anos no Brasil, dá conta de que mais de 84 milhões de compradores participaram de feiras de negócios realizadas no país.

Em dezembro de 2019, a União Brasileira dos Promotores de Feiras (UBRAFE), divulgou dados de uma pesquisa encomendada em parceria com o Instituto NewSense. A análise sobre o “Impacto e Resultado dos Eventos com Foco em Geração de Negócios no Estado de São Paulo”, revelou que o volume anual de negócios gerados por esses eventos representa R$ 305 bilhões para a economia do Brasil, considerando os resultados para as empresas expositoras. Esse resultado equivale a 4,6% do PIB Nacional, com um detalhe: são valores gerados em eventos de negócios realizados apenas no estado de São Paulo.

Sendo assim, não é exagero dizer, que nos últimos anos, as empresas passaram por um grande “boom tecnológico” e acabaram se deparando com infinitas soluções que prometem ser a resposta perfeita para resolver problemas que, até aquele momento, os gestores nem sabiam que precisavam sanar.

Participar de encontros como esses, é a maneira mais rápida de ter acesso e transmitir conhecimento ao mesmo tempo. São nesses locais, que tanto expositores quanto visitantes, podem aprimorar sua visão em relação a um determinado mercado, pois é lá que todos os mercados se encontram.

É isso que bons eventos fazem por sua empresa: eles conectam, agregam e expandem relações para novos horizontes que podem ajudar a alcançar um caminho de sucesso.

A partir desse ponto de vista, não é de se estranhar que as feiras de tecnologia espalhadas por todo o país, ganharam uma relevância muito maior, pois, para saber o que você precisa ter, é necessário conhecer quais são as possibilidades disponíveis. E é justamente essa, a finalidade das feiras de gestão: revelar ao seu público todo o potencial de soluções que já estão prontas para serem utilizadas, além de despertar o interesse para o que o futuro ainda pode revelar.

LGPD – um desafio para o mercado de seguros 564

Saiba mais sobre LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados)

O mundo mudou amplamente nas últimas três décadas e hoje, as relações são eminentemente virtuais e intermediadas por aplicativos em computadores e smartphones. Serviços bancários, públicos, comerciais e de saúde passaram a ser contratados on-line.

Com o crescimento de redes sociais e publicações dos próprios titulares dos dados, as informações pessoais viraram commodities para o uso de consultorias de análise de tendências (data analytics) capazes de prever comportamentos de compra, tendências de alinhamento político e, por que não, a probabilidade de um sinistro de acordo com o perfil pessoal de cada indivíduo.

Neste cenário, aumentou a capacidade preditiva de seguradoras operando em riscos massificados. Atuando em conjunto com consultorias de data analytics e de posse dos hábitos de utilização de aplicativos por indivíduos buscando a contratação de seguro, ficou muito mais precisa a qualificação e classificação de riscos dos titulares dos dados quanto a seus bens e sua vida, objetos da garantia securitária.

Desta maneira, se estabeleceu uma relação de troca entre as consultorias de análise de dados e as seguradoras. Quanto mais dados acumulados sobre um indivíduo, melhor a predição sobre a qualidade de seu risco. A precificação de seguros massificados vinha se tornando muito mais rápida e eficaz em um ambiente sem regramentos sobre o tratamento dos dados pessoais, salvo pela Superintendência de Seguros Privados que, pontualmente, tocava no assunto.

Agora, com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), que criou um novo patamar para o tratamento de dados pessoais com o objetivo de proteger, dentre outros aspectos, os direitos fundamentais da liberdade, privacidade e o livre desenvolvimento da personalidade da pessoa natural, é indispensável se aprimorar o cuidado com o tratamento desses dados.

A norma prevê as hipóteses em que é possível o seu tratamento no meio corporativo, dentre elas destacadas o cumprimento de contrato e/ou de regulamentação ou lei. Está claro que a lei veio para regrar os casos em que, afora o cumprimento de finalidades estabelecidas contratualmente, por lei ou regulação (como, por exemplo, a prestação de garantia securitária), o uso dos dados pessoais se dê para finalidade distinta daquela que está no núcleo da prestação contratual (sobretudo atividades de venda de dados para fins de marketing direcionado).

As perguntas postas às seguradoras são diversas, como por exemplo, se há regulamentação prevendo o tratamento dos dados pessoais, se a quantidade de dados pessoais está adequada ao necessário à subscrição do risco, se o compartilhamento destes dados segue o rito legal e está protegido em caso de vazamentos por terceiros, ou se é possível o rastreamento dos dados para prevenção de sabotagens ou ataques externos, além de responsabilização de agentes de tratamento, incluindo intermediários envolvidos na distribuição do seguro.

Almeja-se elevar o nível de conscientização, pelos titulares dos dados, quanto aos usos e finalidades sobre sua utilização. Isto é, caso o uso de seus dados não esteja estritamente ligado ao cumprimento daquele objetivo informado e não haja outra base legal para justificar o tratamento, será necessária a obtenção do consentimento do titular, inspirando a transparência.

Como grandes detentores de dados, as seguradoras e seus parceiros devem se preparar para essa nova realidade. Dentro deste desafio, será necessário o desenvolvimento de novas regras de compliance de dados e governança corporativa ao lado dos esforços de mapeamento e adequação às novas exigências legais e regulatórias. Assim teremos um novo patamar de transparência na entrega de um produto que é essencial para o necessário desenvolvimento da economia brasileira.

*Por Camila Leal Calais e Paulo Brancher, sócios do escritório Mattos Filho e Thales Dominguez Barbosa da Costa, advogado do escritório Mattos Filho

Smartphones são alvo de furto e roubo durante o Carnaval 866

Durante a folia de 2019 mais de 5,4 mil smartphones foram furtados ou roubados

Conforme o Carnaval se aproxima, aumenta a ansiedade para participar dos mais de 860 bloquinhos que tomam conta da cidade de São Paulo durante o período. “Cabelo ok, marquinha ok, sobrancelha ok, a unha tá ok!” o hit do Carnaval já foi eleito. Como também as fantasias e adereços a serem utilizadas em cada dia de folia. Mas e o cuidado com roubos e furtos durante a época? Será que os foliões estão com a ‘atenção ok’?

Os roubos, e principalmente furtos de celulares, infelizmente são os destaques nessa época! De acordo com dados da Polícia Civil em 2019 foram levados 5,4 mil celulares. O número, felizmente, é menor do que o mesmo período de 2018, quando houve 5.767 registros.

“Os números podem ter caído, mas mesmo assim todo cuidado é pouco! Os foliões que aproveitarão o Carnaval precisam estar protegidos. Uma opção é assinar um seguro por tempo determinado, válido apenas para os dias determinados”, explica o co-fundador e sócio da Kakau Seguros, Henrique Volpi.

Já deu para perceber como é importante proteger o smartphone durante o Carnaval. Confira, então, 7 dicas que valem ouro:

1- Não deixe o smartphone à mostra: A dica pode parecer boba, mas é muito importante alertar! Só use o celular caso realmente for necessário, e faça isso rápido. Se precisar usá-lo por mais tempo, entre em um estabelecimento comercial, é mais seguro.

2- Não leve o smartphone para a folia: Se for possível, deixe o smartphone em casa. Caso não consiga, uma dica importante é colocar o seu chip em um aparelho antigo – aquele que você deixa de back-up caso algo aconteça com o oficial.

3- Proteja o smartphone: Que tal usar uma pochete colorida ou uma doleira por dentro da roupa? Se você tiver calça, shorts ou saia que tenham bolso com zíper ou uma bolsa mais ‘reforçada’, também vale a pena. Caso não, o bolso da frente é sempre mais seguro que o de trás. E nunca se esqueça: qualquer acessório deve sempre estar virado para frente!

4- Atenção ao ‘vuco vuco’: Comum em blocos maiores, o excesso de gente é o ambiente ideal para quem quer se aproveitar. Os ladrões costumam dar esbarrões e empurrões para agir. Se possível, mantenha uma distância segura das outras pessoas e fique atento a atitudes suspeitas.

5- Cuidado no transporte público: Não é por que você ainda não chegou ou já foi embora que precisa relaxar. Como metrô, trem e ônibus costumam ficar mais cheios durante a época de Carnaval (principalmente nas rotas dos bloquinhos) pessoas mal intencionadas também costumam se aproveitar para furtar celulares. Mas no transporte público, além de empurrar e esbarrar, também é comum usar a ‘mão leve’. Não se esqueça de deixar bolsas e mochilas à frente do corpo!

6- Instale aplicativos anti-roubo: É super fácil encontrar tanto no Google como na iOS Store aplicativos que protegem o aparelho caso ele seja roubado ou furtado. Alguns são gratuitos e permitem controlar o celular remotamente se algo acontecer.

7- Invista em um seguro: Por que dar sopa para o azar? Contrate um seguro para o seu aparelho em um período de dois meses, por exemplo. A Kakau conta com plataformas que oferecem a opção de pausar e retomar o serviço a qualquer momento, sem custos adicionais.

Mas, e se o celular for levado? Saiba, abaixo, o que fazer:
1- Entrar em contato com a operadora e bloquear o IMEI do aparelho;
2- Registrar um Boletim de Ocorrência. Se não houve violência, ele pode ser feito online;
3- Caso seja possível, localizar o aparelho pelo sistema operacional
4- Apagar os dados do telefone remotamente
5- Acionar o seguro, caso tenha

Saiba mais sobre os bloquinhos de rua

Em 2020 o carnaval de rua de são Paulo terá um número recorde de blocos. Segundo a Prefeitura são 865 blocos, sendo 35 deles infantis, que farão 960 desfiles.

A folia se inicia no dia 15 de fevereiro e só acaba no primeiro dia de março. Mais de 30 blocos esperam mais de 100 mil pessoas e as regionais da Sé (Centro) e Pinheiros (Zona Oeste) são os locais que lideram a programação.

Excelência em sinistros – a importância da agilidade no atendimento 859

Seguradoras estão se ajustando a rapidez do mundo contemporâneo e buscam resolver um sinistro no menor tempo possível

No mercado de seguros, sinistro refere-se a qualquer evento em que o bem segurado sofre um acidente ou prejuízo material, representando a materialização do ‘produto vendido’, o que impacta nos resultados das seguradoras. Já para alguns executivos do setor, o sinistro é a ‘materialização da venda de uma promessa’.

O fato é que quando ocorre um sinistro, o segurado precisa ser indenizado da forma mais rápida possível. Pela lei, as seguradoras têm um prazo de 30 dias para se posicionar sobre um pedido de indenização, a partir da entrega dos documentos necessários para a análise.

Porém, 30 dias é um prazo em que muita coisa pode acontecer. E dependendo da situação, o segurado talvez realmente não possa esperar tudo isso. Graças a tecnologia, o mundo ficou mais dinâmico, diminuindo distâncias e amplificando o volume de contatos.

Para se ter uma ideia, em apenas 24 horas, 30 bilhões de mensagens são trocadas no WhatsApp; 3,5 bilhões de pesquisas são realizadas no Google; um bilhão de horas de vídeo são assistidas no YouTube; a maior loja virtual do mundo, a Amazon, vende R$ 938 milhões; 500 milhões de tweets são postados no Twitter; 73 milhões de downloads são realizados na AppStore; e três milhões de corridas são realizadas pelo Uber.

Como pode-se perceber, se muita coisa acontece em apenas um dia, como esperar 30 para receber o valor da reparação de um dano? O mundo evoluiu, como um todo, e o mercado de seguros também. Apesar de ainda ser ‘lei’, de maneira geral, o mercado segurador busca trabalhar com um prazo reduzido para a indenização dos sinistros.

Hoje as seguradoras buscam resolver um sinistro no menor prazo possível. E para que isso aconteça, investe-se cada vez mais em coisas que façam a diferença, como ter uma equipe dedicada para o atendimento (seja interna ou terceirizada); padrões de atendimento pré-estabelecidos para os diferentes tipos de ocorrência; simplificação da documentação necessária para análise; e claro, sistemas integrados de gestão do processo.

Não por acaso, já é possível fazer regulação de sinistros em questão de minutos. Alguns, especialmente aqueles sem complexidade, chegam a ser pagos em questão de horas. Aqui na Argo Seguros, por exemplo, atualmente contamos com um sistema que permite o aviso online do sinistro, diminuindo muito o tempo para que tudo se resolva no menor prazo possível e para que o segurado tenha a melhor experiência em sua relação com a seguradora. Os tempos mudaram, literalmente!

* Por Rafael Fragnan, diretor de Sinistros na Argo Seguros

A reforma da operação de resseguro proposta pelo governo 904

Custos da saúde não podem ser balizados pela inflação, afirma IESS

Confira as mudanças propostas pelo governo para o contrato de resseguro, e as consequências que podem ocorrer no mercado das seguradoras

No apagar das luzes de 2019, a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP publicou o Edital de Consulta Pública nº 12/19, dando conta da minuta de resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, por meio da qual se pretende equiparar as entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) e operadoras de planos de assistência à saúde (OPS) ao que a legislação denomina “cedentes”, autorizando-as, assim, à contratação direta de resseguro.

A pretendida resolução também trata das entidades abertas de previdência complementar (EAPC). Contudo, em vez de equipará-las às “cedentes”, ela as equipara às “seguradoras”, “desde que atendam às condições impostas a estas” pelo próprio CNSP. Mas por que razão a minuta não equipara também as EFPC e as OPS às “seguradoras”, optando pelo emprego da palavra “cedentes”?

Isso talvez decorra do entendimento de que, à luz do Decreto-Lei 73/1966 e da Lei Complementar 126/2007, o CNSP não tem competência para regulamentar as EFPC e as OPS, e a SUSEP não tem competência para fiscalizá-las. Daí embutir a minuta de resolução a ideia de que o CNSP estaria regulamentando e a SUSEP passaria a fiscalizar apenas as “operações de resseguro” que as EFPC e as OPS viriam a realizar, na crença de que estas operações se qualificariam como autênticas operações de resseguro, logo sujeitas à atuação regulamentar do CNSP e fiscalizatória da SUSEP.

A Lei Complementar 126/2007 conceitua como “cedente”, literalmente, “a sociedade seguradora que contrata operação de resseguro”. Ou seja, ao equiparar as EFPC e as OPS a “cedentes”, para fins de resseguro, a projetada resolução não faz senão equipará-las, por decorrência legal, às seguradoras. Ela, contudo, assim o faz sem estabelecer que as EFPC e as OPS tenham de “atender às condições impostas” às seguradoras pelo CNSP, como seria necessário e como foi imposto às EAPC para poderem contratar resseguro, expressamente deixando-as imunes a inspeções in loco e exigências fiscalizatórias por parte da SUSEP.

Para isto, propõe que seja alterada a redação do art. 44 da Resolução CNSP 168/2007, substituindo “cedentes” pela referência apenas às entidades supervisionadas pela SUSEP, isto é, pela menção das seguradoras, EAPC e resseguradoras locais. Todavia, ao propor esta alteração, o que a minuta faz é confirmar que a regulamentação do setor, coerentemente com a definição restrita que a Lei Complementar 126/2007 emprestou à palavra “cedente”, sempre compreendida, para fins de resseguro, como sinônimo de “sociedade seguradora”.

Essas manobras, no final das contas, são indicativas de que as EFPC e as OPS, diferentemente das sociedades cooperativas autorizadas a operarem em seguros privados e das EAPC, não estruturam suas operações do mesmo modo que as sociedades seguradoras.

O contrato de resseguro pressupõe, sempre, num dos polos da relação, a presença uma empresa com características específicas – a empresa de seguros. Uma empresa que, como referido, só é capaz de funcionar a partir da gestão de uma massa de contratos de seguro, o que faz através do emprego de uma técnica que lhe é peculiar. Qualquer outro tipo de empresa, que não se estruture e opere tal como uma seguradora e não atenda aos diversos mecanismos e limites impostos por lei e pela natureza da operação não se verá em condições de comercializar seguros.

Por esta ordem de razões, no cenário atual, sendo diversa a estrutura técnica, operacional e financeira com que são operados os planos de aposentadoria e saúde, parece impróprio falar em resseguro para EFPC, como pretendeu o art. 11 da Lei Complementar 109/2001, e para OPS, como pretendeu o art. 35-M da Lei 9.956/1998.

Nessa ordem de ideias, poder-se-ia argumentar que só é possível falar em resseguro quando o ressegurado é uma empresa de seguros, de maneira que, caso venha a ser celebrado com um ressegurador um contrato para a garantia do risco das EFPC ou das OPS, esse contrato, mesmo denominado de “contrato de resseguro”, na realidade não corresponderá a um autêntico negócio de resseguro. Tratar-se-á, eventualmente, de um contrato de seguro, ou de alguma outra garantia contratual típica ou atípica, que com o contrato de resseguro, entretanto, não poderá ser confundida.

Nesses termos, à medida que os resseguradores em atuação no Brasil, por força de lei, não podem exercer outra atividade senão a realização de operações de resseguro, pode-se questionar, no contexto legal e regulamentar atual, a possibilidade de garantirem, mesmo que apenas a título de stop loss, as EFPC, ao menos no tocante a seus planos de aposentadoria, ou com OPS. Caso, no entanto, as EFPC e as OPS passem a observar os mesmos requisitos técnicos, financeiros e operacionais a que estão sujeitas as EAPC e as sociedades seguradoras, pode-se aventar, em linha de princípio, a possibilidade de serem com elas ajustadas operações de resseguro.

Uma vez, no entanto, que o CNSP e a SUSEP não têm competência para regulamentar e fiscalizar as EFPC, as OPS e suas respectivas operações, seria talvez oportuno fosse discutido com as entidades que têm essa competência a edição de atos normativos conjuntos, fixando exigências mínimas a serem atendidas pelas EFPC e OPS, a fim de que, superada a controvérsia acerca da legalidade e constitucionalidade da resolução, possam ter acesso ao mercado ressegurador. Sozinha, parece carecer de sentido a última minuta de resolução do CNSP sobre o assunto.

* Artigo de Paulo Luiz de Toledo Piza e Gustavo Palheiro Mendes de Almeida

Argo Seguros finaliza primeira etapa de modernização da sua plataforma digital 1780

Portal conta com nova arquitetura e soluções

Bruno Porte, diretor de Operações e TI da Argo Seguros. Divulgação

A Argo Seguros – reconhecida por seu diferencial tecnológico e com posição de destaque em Transportes, RC Profissional, D&O e Bike – está concluindo um amplo processo de transformação digital. O primeiro passo envolverá, em breve, o lançamento de uma nova plataforma, construída para facilitar o dia a dia de corretores, assessorias e parceiros de negócios.

O portal foi desenvolvido com uma nova arquitetura e uma ampla gama de soluções. Serão disponibilizadas funcionalidades para autoatendimento, como por exemplo, aviso e acompanhamento de sinistros. Já o processo de cotação foi simplificado e o que anteriormente era feito em sete passos agora será concluído em apenas dois e em uma única tela.

“Nós utilizamos tecnologia como alavanca para geração de negócios e como um meio de proporcionar eficiência para os corretores e parceiros. Nosso foco é melhorar a experiência daqueles que utilizam a plataforma digital da Argo para vender mais, em menos tempo”, explica Bruno Porte, diretor de Operações e TI.

Uma novidade que será facilmente perceptível na nova plataforma é a segmentação dos produtos da seguradora em duas linhas de negócio. O Consumer, que de maneira geral envolve os seguros voltados para pessoas (como o E&O, Bikes e Equipamentos); e o Corporate, que abrange as soluções para empresas, como os seguros de Transportes, D&O, Surety, Property e Engenharia.

“Nessa primeira etapa, estarão disponíveis a maioria dos seguros oferecido pela Argo. Ao longo do ano, novos produtos digitais serão implementados. Até o momento, foram mais de 10 meses de trabalho, envolvendo inclusive a participação de corretores e parceiros no aperfeiçoamento dos processos de ponta a ponta”, recorda Bruno.

Entre as novas funcionalidades estarão ainda ferramentas para geração de Leads, que visam a captação de informações básicas para cotação, o que facilitará muito a conquista de novos segurados por corretores parceiros. Também foi desenvolvido um módulo para o corretor solicitar cotações corporate diretamente ao underwriter.

Para Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros, as mudanças na plataforma digital refletem a preocupação da companhia em oferecer um serviço de excelência aos corretores e parceiros. “O sucesso desse grande projeto, que visa oferecer ainda mais comodidade e agilidade na condução dos negócios, se deve principalmente a toda nossa área de tecnologia, que foca bastante nas necessidades dos nossos clientes”.