A história de competência da Agrifoglio Vianna Advogados Associados 6991

Este e outros destaques do mercado brasileiro de seguros estão na edição 233 da Revista JRS

Quase três décadas de uma trajetória marcada pela competência, qualificação e atendimento personalizado fazem da Agrifoglio Vianna Advogados Associados uma empresa sempre em evidência no mercado. “Eu sempre penso no que meu pai dizia a vida inteira: trabalha que o resto te virá por acréscimo. E acrescento: trabalha com tudo de melhor que tens para dar, porque o resto vem por acréscimo. O universo traz”, explica a fundadora e sócia, Dra. Laura Agrifoglio Vianna, sobre a matéria que é capa da edição 233 da Revista JRS.

A edição mensal ainda conta com artigo exclusivo do advogado Lúcio Roca Bragança que reflete sobre as discussões atuais acerca do seguro DPVAT. A mudança de sede da Icatu Seguros para o Porto Maravilha e a eleição de Guilherme Bini para presidência do SindSeg RS e Altevir Prado para o SindSeg PR/MS também são destaques especiais.

O mercado de seguros está em evidência nas 52 páginas da Revista JRS. Uma excelente leitura!

CAPEMISA chega aos 60 anos entre as seguradoras independentes mais rentáveis 785

Companhia viu crescer sua carteira de Vida, Previdência e Capitalização, com um aumento de 132% no resultado operacional dos últimos cinco anos

Nascida de uma história de dedicação e proteção à vida das pessoas há 60 anos, a CAPEMISA Seguradora chega ao mês do aniversário de sua fundação comemorando os resultados da atual gestão. Com a meta de estar entre as dez seguradoras independentes mais rentáveis até 2021, a companhia viu crescer sua carteira de Vida, Previdência e Capitalização, com um aumento de 132% no resultado operacional dos últimos cinco anos. Em 2019, a receita operacional da companhia chegou a R$ 374 milhões.

De lá para cá, o presidente Jorge Andrade e sua diretoria implementaram um planejamento estratégico, tático e orçamentário, que reduziu em 38% as despesas administrativas. A nova gestão também passou a envolver e valorizar os colaboradores neste processo de crescimento e investiu em tecnologia para melhorar a experiência dos corretores parceiros e clientes.

“Trouxemos transparência e uma gestão de orientação para resultados. Como uma seguradora especialista em Vida, nosso principal ativo são as pessoas que trabalham com a gente. Essa sensação de pertencimento contribuiu enormemente com todas as estratégias para construirmos um caminho de crescimento”, afirma Jorge Andrade, lembrando que este ano a empresa recebeu o selo conferido pela consultoria Great Place to Work. “Estimulamos essa cultura de desenvolver e capacitar nosso colaborador, de fazê-lo criar e pensar diferente em formas de contribuir para o nosso negócio – que também é dele, que ele que faz acontecer”, explica o presidente.

Parceria com o Corretor e Capitalização

Desde 2015, a companhia também vem se dedicando com especial atenção à força de vendas. Em meio à cultura de transformação digital, os processos de trabalho foram repensados para dar agilidade, flexibilidade e autonomia aos corretores. A companhia recentemente lançou a Central do Corretor e há novas entregas e previstas também para o Meu Portal CAPEMISA, o novo Portal de Clientes.

Em relação à estratégia de segmentação, Jorge Andrade explica que a companhia busca entender as necessidades do cliente para formatar o produto que ele precisa. “Esse cuidado faz com que tenhamos as soluções de Vida para pequenas e médias empresas com maior aceitação e volume de cobertura. Fazemos questão de entender do negócio para criar diferenciais de flexibilidade e inovação, empoderando o corretor”, diz ele.

Além do PME, a companhia passou a apostar na comercialização de Títulos de Capitalização, consolidando-se neste ramo, principalmente após novo marco regulatório, que instituiu a modalidade de filantropia premiável. A CAPEMISA Capitalização, controlada da CAPEMISA Seguradora, arrecadou R$ 426 milhões, em 2019, contribuindo para a melhora no resultado da sua controladora.

A CAPEMISA também voltou a atuar com assistência financeira para funcionários públicos e militares das Forças Armadas, dentre outros.

Investimentos em Tecnologia

Os investimentos em tecnologia garantiram cotadores e processos digitais mais ágeis aos corretores. Outras entregas ainda estão por vir, como a assinatura digital, implantação, endosso e renovação onlines, negociação de inadimplência, aviso de sinistros. Todo o relacionamento com clientes e corretores será feito com um clique, preservando a mesma qualidade no atendimento.

Dentro de casa, a empresa investiu na implementação de um sistema de soluções que permitem ao colaborador trabalhar remotamente, já que todos os dados e arquivos estão na nuvem. Durante a pandemia, essas iniciativas garantiram o pleno desenvolvimento do negócio e vão permitir também que a CAPEMISA adote permanentemente o modelo de Home Office, sem qualquer prejuízo às operações.

“Conseguimos manter a continuidade do negócio porque nos preparamos para isso. O planejamento estratégico, tático e orçamentário tem feito grande diferença desde que assumimos, em 2015. Continuaremos nos estruturando para o crescimento dos negócios e melhor experiência dos nossos mais de 2 milhões de clientes, sobretudo com investimentos em tecnologia e inovação”, afirma Jorge Andrade.

Compromisso social

A CAPEMISA Seguradora contribui para a assistência de crianças e idosos em vulnerabilidade social por meio do trabalho realizado pelo Lar Fabiano de Cristo. Atualmente são 49 unidades e instituições parceiras em todo o Brasil, beneficiando mais de 50 mil pessoas.

Com o apoio da Icatu Seguros, peça “Tudo que eu queria te dizer” será transmitida de forma online em agosto 1083

Iniciativa é estrelada pela Ana Beatriz Nogueira

Inspirada no livro homônimo de Martha Medeiros, a peça “Tudo que eu queria te dizer”, estrelada por Ana Beatriz Nogueira, entrará novamente em cartaz. O formato agora é especial: o monólogo será transmitido ao vivo pela plataforma Zoom, durante todos os sábados de agosto, às 18h. Com apoio da Icatu Seguros, a iniciativa é uma forma de valorizar a cultura e o teatro, que passam por um momento delicado devido à pandemia do novo coronavírus e ao mesmo tempo levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público.

Através de cinco cartas fictícias retiradas do livro de Martha Medeiros, Ana Beatriz dá luz às histórias e inquietações de mulheres como Renata, Andressa, Clô, Dirce, Clarissa e Ester. As cartas refletem os dilemas particulares de cada uma dessas personagens, que fazem o público se emocionar, refletir, rir e se reconhecer em várias situações. O espetáculo, intimista por ser um monólogo, é encenado na própria casa da atriz, que completa 35 anos de carreira esse ano.

Para estimular a interação, o público poderá enviar perguntas para Ana Beatriz no chat do Zoom, no dia da transmissão da peça, que serão respondidas pela atriz ao fim do espetáculo.

“A ideia de transmitir a peça em formato streaming é uma novidade bem recebida nesse cenário de distanciamento social, mas também é uma ótima saída para a democratização da cultura, independente do momento em que vivemos, fazendo com que o teatro chegue a todos os lugares, com valores acessíveis”, afirma Ana Beatriz. Os ingressos serão vendidos diretamente no site da Sympla e parte da arrecadação das vendas será doada para o Retiro dos Artistas.

Ao longo de 28 anos, a Icatu Seguros desenvolveu um histórico de apoios e patrocínios que mostram sua ligação com a cultura brasileira, através de projetos que valorizam a preservação da memória e da identidade cultural do país. Peças teatrais, shows, livros e documentários são algumas das iniciativas que contaram com o apoio da seguradora.

“A Icatu acredita que a cultura e o conhecimento são agentes de mudança para a sociedade. Com este apoio queremos levar entretenimento de qualidade e de forma segura ao público, valorizando a arte brasileira“, conclui Rafael Caetano, diretor de Marketing da Icatu Seguros.

Tudo que eu queria te dizer

Elenco: Ana Beatriz Nogueira
Direção: Victor Garcia Peralta
Texto: Martha Medeiros
Todos os sábados de agosto, às 18h
Duração: 40 minutos
Vendas pelo site: www.sympla.com.br

Zurich registra crescimento de 50% das vendas de apólices de cyber risks 1598

JRS entrevista com exclusividade Fernando Saccon, superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich

O home office e o isolamento social característicos deste período de pandemia sublimou a importâncias dos seguros cibernéticos para as pessoas e empresas em geral. O crescimento da modalidade que já era perceptível dentro da indústria do seguro, desde 2018, agora se acentua para toda a população. O executivo Fernando Saccon, superintendente de Linhas Financeiras e Seguro Garantia da Zurich, destaca, em entrevista exclusiva, os serviços da companhia para proteger os segurados dos cyber risks.

JRS: Por que o período de pandemia acarretou o aumento do número de ataques cibernéticos?
Fernando Saccon: Nos últimos dois anos, o número de ataques cibernéticos teve um aumento exponencial em todo o mundo, em especial, no Brasil. Só em 2018, foram registrados 120,7 milhões de ataques relacionados ao Phising (e-mails maliciosos), o mais comum seguido das Fake News, segundo a PSafe, startup líder no desenvolvimento de aplicativos de segurança, performance e privacidade. Em 2019, este número de ataques cibernéticos chegou a 24 bilhões, uma média de 65 milhões por dia.

A pandemia impulsionou ainda mais o crescimento desses ataques, que têm se tornado cada vez mais frequentes, pois os hackers se aproveitam de um momento de vulnerabilidade das pessoas que estão executando seus trabalhos remotamente. O cidadão comum está mais vulnerável num momento como este.

No primeiro trimestre de 2020, foram registrados 1,6 bilhão de delitos, um grande aumento que ocorreu em março, mês em que foi decretada a quarentena. Além disso, a nova forma de trabalho remoto e descentralizado aumenta o risco de ocorrência de diversos tipos de ataques. Por isso, tomar as medidas certas pode minimizar o risco de você ser uma vítima e tornar a navegação pela internet muito mais segura.

Numa situação assim, como o seguro Zurich Proteção Digital pode auxiliar as empresas?
FS: A Zurich utiliza toda a sua expertise para avaliação dos riscos cibernéticos de seus clientes, entendendo-os nos mais diversos segmentos e propondo soluções, além de contar com serviços agregados e dando suporte a nossos clientes a lidarem com a um ataque cibernético, por exemplo. Pensando em todos os portes de empresas, a Zurich desenhou estratégias para que todos possam conhecer e ter acesso à ferramenta.

Começamos com grandes empresas, multinacionais e organizações, que já têm uma cultura de gerenciamento de riscos avançados dentro da sua governança e que estavam à procura desse tipo de proteção, muito em função de ocorrências de 2017. Temos o produto que atende essas grandes empresas de uma maneira bastante ampla, com preços e condições que podem variar bastante de acordo com o perfil de cada um. Vale destacar que temos solução para médias e pequenas empresas, as quais também têm demonstrado bastante interesse e preocupação com o assunto, pois também têm sido alvo de ataques cibernéticos.

Nos últimos meses, a companhia percebeu um aumento na contratação desse produto?
FS: A procura pelo seguro cyber foi potencializada após o período de quarentena, quando as empresas passaram a ser vítimas da escalada de crimes cibernéticos (sequestro e roubo de dados) por meio de “phishing campaigns” (ofertas encaminhadas por e-mail para roubar informações) e “ransomware” (software que restringe o acesso ao sistema infectado, que só é liberado após pagamento de resgate aos criminosos), ambos os mais recorrentes. A Zurich teve um resultado expressivo, com o crescimento de 50% das vendas de apólices para grandes, médias e pequenas empresas de diversos segmentos.

O corretor de seguros é o profissional dedicado a perceber a necessidade do cliente por determinadas contratações. Que dica você dá esses profissionais, para que estejam atentos a essa possível proteção ao seu segurado?
FS: O corretor é fundamental nesse processo de distribuição e multiplicação do conhecimento do produto. A dica que reforçamos é que busquem o conhecimento, temos muito material disponível e uma equipe comercial super preparada para ajudar no que for necessário. É um produto com muita oportunidade no mercado nacional e cujo interesse tem crescido bastante ao longo dos últimos anos, pois tornou-se uma preocupação recorrente das empresas e dos executivos que dirigem seus negócios.

Ciclone bomba: seguros minimizam perdas 18469

Este e outros destaques estão na edição 238 da Revista JRS; Confira

Em decorrência da pandemia do coronavírus no Brasil, a absoluta relevância da indústria seguro como prestadora de serviços que atenuam a ansiedade com as incertezas do que pode acontecer amanhã já estavam vindo à tona para as pessoas menos avisadas sobre o segmento. Essa importância do setor teve novo realce no final do junho e começo de julho, quando o ciclone bomba provocou centenas de prejuízos materiais e pessoais à população dos estados do Sul do país.

É claro que os persistentes efeitos da Covid-19 no mercado segurador e a atuação das seguradoras e corretores de seguros em reparar os danos provocados pelas tempestades em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul estão em destaque nesta edição da Revista JRS. Há espaço, claro, para boas notícias, como as novas práticas e o lançamento de produtos que empresas do setor vêm efetivando em adaptação ao novo perfil do consumidor brasileiro e à necessidade de se implementar ferramentas digitais para dar continuidade ao trabalho.

Não deixe de acompanhar as próximas páginas. Constate que, embora, o vírus e o ciclone tenham gerado muita dor, o ser humano e, em especial, os operadores em seguros estão tirando lições práticas do atual momento, para recuperar parte da segurança das pessoas.

Lucro da Mapfre cresce 23,4% no primeiro semestre do ano 1925

Mesmo com o impacto da pandemia e com a redução no volume de prêmios, a Companhia obteve lucro líquido de 60 milhões de euros no período

A Mapfre Brasil apresentou lucro líquido de 60 milhões de euros (R$ 334 milhões) no primeiro semestre de 2020, um crescimento de 23,4% em relação ao mesmo período no ano passado. O resultado foi influenciado pela redução dos sinistros no mês de junho nos ramos de Automóveis e Agronegócio, apesar de terem aumentado em outros, como Riscos Simples e Industriais. O destaque positivo do período ficou por conta da boa evolução do resultado em Automóveis, que fechou o semestre com um lucro de 4,2 milhões de euros (R$ 23,4 milhões).

O volume de prêmios da companhia no Brasil ficou em 1,612 bilhão de euros (R$ 8,93 bilhões), 21,6% a menos que no mesmo semestre do ano anterior. Durante o período, a Mapfre registrou 768 milhões de euros (R$ 4,2 bilhões) em Seguros Gerais (-6%), 610 milhões de euros (R$ 3,38 bilhões)  em Vida (-21%) e 233 milhões de euros (R$ 1,34 bilhão) em Automóveis (-49%).

“O Brasil é um dos países mais estratégicos para a operação da Mapfre no mundo e o que possui um dos maiores potenciais de crescimento do setor de seguros. Desde o início da pandemia de COVID-19, a companhia vem mobilizando recursos e adotando medidas para garantir tanto a proteção de seus públicos como para assegurar a continuidade de seu negócio. Estamos em processo de retomada das nossas operações presenciais e de forma gradual e responsável confiamos que os impactos pontuais apresentados durante o primeiro semestre tendem a ser superados nos próximos meses”, afirma o CEO da Mapfre Brasil, Fernando Pérez-Serrabona.

“Nos mantemos focados em nossa estratégia de oferecer um portfólio completo de produtos, adequado à nova realidade do consumidor brasileiro, e atrelado à melhoria da eficiência operacional”, ressalta Serrabona.

A Mapfre no mundo 

A receita global da Mapfre no acumulado do primeiro semestre de 2020 chegou a 13,277 bilhões de euros (R$ 79,67 bilhões), uma queda de 11,8% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os prêmios ficaram em 10,983 bilhões de euros (R$ 65,9 bilhões), 12,3% a menos. Os resultados são reflexo do cenário de queda da atividade econômica causada pela crise da COVID-19 no mundo, que iniciou na metade de março e atingiu o pico durante o segundo trimestre do ano, afetando todos os países.

O lucro também esteve condicionado a essa situação e o resultado do Grupo no fechamento de junho ficou em 271 milhões de euros (R$ 1,62 bilhão), 27,7% inferior ao obtido entre janeiro e junho do ano anterior.

O resultado está fortemente impactado pelos sinistros da COVID-19 registrados na Unidade de Resseguro, cujos custos aumentaram em 87 milhões de euros brutos (R$ 522 milhões), assim como pelos terremotos em Porto Rico (83 milhões de euros brutos, equivalente a R$ 498 milhões) e a tempestade Glória na Espanha (22 milhões de euros brutos, equivalente a R$ 132 milhões). Estima-se que o efeito da COVID-19 nas unidades de seguro seja neutro para a Mapfre, com a diminuição da frequência dos sinistros de Automóveis, o que compensa os sinistros diretos em Mortes e Saúde, principalmente.