Investimento de estrutura de TI para empresas de logística 839

Grupo de tecnologias nos possibilita vivenciar uma experiência real e imersiva em um ambiente virtual

A maneira como percebemos e interagimos com a tecnologia está se transformando radicalmente. Os aplicativos que usamos diariamente e as novas tecnologias e serviços que estão surgindo, impulsionados pela internet das coisas (IoT), estão nos conectando e propiciando a criação de plataformas tecnológicas (ambientes digitais de conexão), realidade aumentada, realidade virtual e realidade mista. Este grupo de tecnologias nos possibilita vivenciar uma experiência real e imersiva em um ambiente virtual.

Essas representações virtuais poderão ser utilizadas para analisar, monitorar e controlar equipamentos, processos, produtos e serviços, ampliando de forma surpreendente a eficiência dos ambientes em que estamos inseridos. Em paralelo, a Inteligência Artificial e a Otimização interagem de forma fundamental nestes ambientes extraindo as melhores soluções possíveis que não poderiam ser alcançadas, e muitas vezes nem mesmo imaginadas, pela mente humana.

Processo de desenvolvimento e implantação nas operações

O primeiro passo é treinar, motivar e engajar as equipes, desde a alta gestão até a equipe operacional, sobre a importância desta transformação digital, que também passa a ser uma transformação organizacional, para a sobrevivência do negócio. Outro passo fundamental para o processo de transformação é a criação de um ambiente interno na corporação, incluindo modelo organizacional e processos, que possibilite a empresa absorver essas novas tecnologias de forma positiva, sem corromper seus processos e resultados atuais, ampliando de forma consistente seu grau de eficiência.

Suportado por esses princípios, as empresas devem desenvolver suas plataformas tecnológicas, conectando as atuais e novas tecnologias inseridas, e gradativamente elevar o nível técnico dos resultados obtidos para o próprio negócio e, principalmente, para seus clientes.

Benefícios aos clientes

O objetivo principal é garantir aos clientes a melhor solução (solução ótima) para suas necessidades logísticas. Para tanto, precisamos entender profundamente e de forma digital as demandas dos nossos clientes e em paralelo deter a melhor estrutura de ativos aptos para encontrar as referidas soluções. A plataforma tecnológica receberá informações digitais dos ativos operacionais, (TMS, veículos, equipamentos e afins) somada às informações também digitais obtidas eletronicamente dos clientes, e utilizará ferramentas de pesquisa operacional (OR) para minimizar os custos operacionais existentes e maximizar o nível de serviço, garantindo a melhor solução possível neste sistema para todos os agentes que participarem.

A importância do investimento em tecnologia

Muito mais complexo do que uma captação de recursos para o desenvolvimento do negócio, será a capacidade de transformação destes negócios em tempo hábil, pois isso representa uma verdadeira transformação nos modelos existentes. Revisitando a história, percebemos que o grande diferencial para o crescimento do Uber foi que a sua plataforma tecnológica possibilitou que os veículos fossem muito mais bem utilizados e, consequentemente, mesmo com custos menores por viagem fossem alcançados ganhos de margem iguais ou maiores que os táxis por meio de uma massiva diluição dos custos fixos e não operacionais.

Na logística este processo deve ser semelhante, entretanto, de uma forma muito mais complexa em termos tecnológicos, pelo simples fato que não serão otimizadas viagens individualizadas e porque não deve existir abundância de recursos para absorver a sazonalidade e os diferentes fluxos de cargas entre as regiões. Por exemplo, quando buscar-se-á um frete de São Paulo para Fortaleza, com certeza, o menor custo não será apenas a melhor oferta de um veículo para esse destino, mas será a melhor utilização deste ativo saindo de São Paulo, chegando a Fortaleza e retornando na melhor, ou melhores, rotas existentes até a sua chegada ao ponto inicial (considerando que seja São Paulo).

Em um país como o Brasil, que possui altíssima sazonalidade combinada com um total desbalanceamento no fluxo interno de cargas, esse será o grande diferencial na busca por eficiência. Importante considerar também, que as plataformas que possuam ativos próprios, e que possam alocá-los de acordo com a sua própria demanda, também serão muito mais eficientes na busca por uma efetiva otimização.

Logística daqui a 20 anos

As tendências aqui discutidas devem continuar seu processo de evolução, pois essas tendências e suas tecnologias devem se conectar e iniciar um processo de interação entre diversas plataformas na busca pela melhor solução total do sistema e não somente de plataformas individuais. O efeito combinado destes mega-sistemas é a obtenção de resultados ainda muito mais eficientes.

Considerando esse novo mundo, onde a tecnologia suportará o desenvolvimento da raça humana para níveis de eficiência extrema utilizando a conexão de diversas plataformas digitais e negociando através de smart contracts, deve-se abrir portas para uma nova sociedade que precisará se preocupar com problemas realmente mais relevantes para a sociedade, como o próprio impacto dessas alterações na empregabilidade e distribuição de renda, meio ambiente, saúde, qualidade de vida e tantos outros pontos fundamentais que atualmente temos que nos desconectar, total ou parcialmente, na atual busca por melhores resultados e eficiência nos polos de geração de renda.

*por André Prado

Excelência em sinistros – a importância da agilidade no atendimento 849

Seguradoras estão se ajustando a rapidez do mundo contemporâneo e buscam resolver um sinistro no menor tempo possível

No mercado de seguros, sinistro refere-se a qualquer evento em que o bem segurado sofre um acidente ou prejuízo material, representando a materialização do ‘produto vendido’, o que impacta nos resultados das seguradoras. Já para alguns executivos do setor, o sinistro é a ‘materialização da venda de uma promessa’.

O fato é que quando ocorre um sinistro, o segurado precisa ser indenizado da forma mais rápida possível. Pela lei, as seguradoras têm um prazo de 30 dias para se posicionar sobre um pedido de indenização, a partir da entrega dos documentos necessários para a análise.

Porém, 30 dias é um prazo em que muita coisa pode acontecer. E dependendo da situação, o segurado talvez realmente não possa esperar tudo isso. Graças a tecnologia, o mundo ficou mais dinâmico, diminuindo distâncias e amplificando o volume de contatos.

Para se ter uma ideia, em apenas 24 horas, 30 bilhões de mensagens são trocadas no WhatsApp; 3,5 bilhões de pesquisas são realizadas no Google; um bilhão de horas de vídeo são assistidas no YouTube; a maior loja virtual do mundo, a Amazon, vende R$ 938 milhões; 500 milhões de tweets são postados no Twitter; 73 milhões de downloads são realizados na AppStore; e três milhões de corridas são realizadas pelo Uber.

Como pode-se perceber, se muita coisa acontece em apenas um dia, como esperar 30 para receber o valor da reparação de um dano? O mundo evoluiu, como um todo, e o mercado de seguros também. Apesar de ainda ser ‘lei’, de maneira geral, o mercado segurador busca trabalhar com um prazo reduzido para a indenização dos sinistros.

Hoje as seguradoras buscam resolver um sinistro no menor prazo possível. E para que isso aconteça, investe-se cada vez mais em coisas que façam a diferença, como ter uma equipe dedicada para o atendimento (seja interna ou terceirizada); padrões de atendimento pré-estabelecidos para os diferentes tipos de ocorrência; simplificação da documentação necessária para análise; e claro, sistemas integrados de gestão do processo.

Não por acaso, já é possível fazer regulação de sinistros em questão de minutos. Alguns, especialmente aqueles sem complexidade, chegam a ser pagos em questão de horas. Aqui na Argo Seguros, por exemplo, atualmente contamos com um sistema que permite o aviso online do sinistro, diminuindo muito o tempo para que tudo se resolva no menor prazo possível e para que o segurado tenha a melhor experiência em sua relação com a seguradora. Os tempos mudaram, literalmente!

* Por Rafael Fragnan, diretor de Sinistros na Argo Seguros

A reforma da operação de resseguro proposta pelo governo 892

Custos da saúde não podem ser balizados pela inflação, afirma IESS

Confira as mudanças propostas pelo governo para o contrato de resseguro, e as consequências que podem ocorrer no mercado das seguradoras

No apagar das luzes de 2019, a Superintendência de Seguros Privados – SUSEP publicou o Edital de Consulta Pública nº 12/19, dando conta da minuta de resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados – CNSP, por meio da qual se pretende equiparar as entidades fechadas de previdência complementar (EFPC) e operadoras de planos de assistência à saúde (OPS) ao que a legislação denomina “cedentes”, autorizando-as, assim, à contratação direta de resseguro.

A pretendida resolução também trata das entidades abertas de previdência complementar (EAPC). Contudo, em vez de equipará-las às “cedentes”, ela as equipara às “seguradoras”, “desde que atendam às condições impostas a estas” pelo próprio CNSP. Mas por que razão a minuta não equipara também as EFPC e as OPS às “seguradoras”, optando pelo emprego da palavra “cedentes”?

Isso talvez decorra do entendimento de que, à luz do Decreto-Lei 73/1966 e da Lei Complementar 126/2007, o CNSP não tem competência para regulamentar as EFPC e as OPS, e a SUSEP não tem competência para fiscalizá-las. Daí embutir a minuta de resolução a ideia de que o CNSP estaria regulamentando e a SUSEP passaria a fiscalizar apenas as “operações de resseguro” que as EFPC e as OPS viriam a realizar, na crença de que estas operações se qualificariam como autênticas operações de resseguro, logo sujeitas à atuação regulamentar do CNSP e fiscalizatória da SUSEP.

A Lei Complementar 126/2007 conceitua como “cedente”, literalmente, “a sociedade seguradora que contrata operação de resseguro”. Ou seja, ao equiparar as EFPC e as OPS a “cedentes”, para fins de resseguro, a projetada resolução não faz senão equipará-las, por decorrência legal, às seguradoras. Ela, contudo, assim o faz sem estabelecer que as EFPC e as OPS tenham de “atender às condições impostas” às seguradoras pelo CNSP, como seria necessário e como foi imposto às EAPC para poderem contratar resseguro, expressamente deixando-as imunes a inspeções in loco e exigências fiscalizatórias por parte da SUSEP.

Para isto, propõe que seja alterada a redação do art. 44 da Resolução CNSP 168/2007, substituindo “cedentes” pela referência apenas às entidades supervisionadas pela SUSEP, isto é, pela menção das seguradoras, EAPC e resseguradoras locais. Todavia, ao propor esta alteração, o que a minuta faz é confirmar que a regulamentação do setor, coerentemente com a definição restrita que a Lei Complementar 126/2007 emprestou à palavra “cedente”, sempre compreendida, para fins de resseguro, como sinônimo de “sociedade seguradora”.

Essas manobras, no final das contas, são indicativas de que as EFPC e as OPS, diferentemente das sociedades cooperativas autorizadas a operarem em seguros privados e das EAPC, não estruturam suas operações do mesmo modo que as sociedades seguradoras.

O contrato de resseguro pressupõe, sempre, num dos polos da relação, a presença uma empresa com características específicas – a empresa de seguros. Uma empresa que, como referido, só é capaz de funcionar a partir da gestão de uma massa de contratos de seguro, o que faz através do emprego de uma técnica que lhe é peculiar. Qualquer outro tipo de empresa, que não se estruture e opere tal como uma seguradora e não atenda aos diversos mecanismos e limites impostos por lei e pela natureza da operação não se verá em condições de comercializar seguros.

Por esta ordem de razões, no cenário atual, sendo diversa a estrutura técnica, operacional e financeira com que são operados os planos de aposentadoria e saúde, parece impróprio falar em resseguro para EFPC, como pretendeu o art. 11 da Lei Complementar 109/2001, e para OPS, como pretendeu o art. 35-M da Lei 9.956/1998.

Nessa ordem de ideias, poder-se-ia argumentar que só é possível falar em resseguro quando o ressegurado é uma empresa de seguros, de maneira que, caso venha a ser celebrado com um ressegurador um contrato para a garantia do risco das EFPC ou das OPS, esse contrato, mesmo denominado de “contrato de resseguro”, na realidade não corresponderá a um autêntico negócio de resseguro. Tratar-se-á, eventualmente, de um contrato de seguro, ou de alguma outra garantia contratual típica ou atípica, que com o contrato de resseguro, entretanto, não poderá ser confundida.

Nesses termos, à medida que os resseguradores em atuação no Brasil, por força de lei, não podem exercer outra atividade senão a realização de operações de resseguro, pode-se questionar, no contexto legal e regulamentar atual, a possibilidade de garantirem, mesmo que apenas a título de stop loss, as EFPC, ao menos no tocante a seus planos de aposentadoria, ou com OPS. Caso, no entanto, as EFPC e as OPS passem a observar os mesmos requisitos técnicos, financeiros e operacionais a que estão sujeitas as EAPC e as sociedades seguradoras, pode-se aventar, em linha de princípio, a possibilidade de serem com elas ajustadas operações de resseguro.

Uma vez, no entanto, que o CNSP e a SUSEP não têm competência para regulamentar e fiscalizar as EFPC, as OPS e suas respectivas operações, seria talvez oportuno fosse discutido com as entidades que têm essa competência a edição de atos normativos conjuntos, fixando exigências mínimas a serem atendidas pelas EFPC e OPS, a fim de que, superada a controvérsia acerca da legalidade e constitucionalidade da resolução, possam ter acesso ao mercado ressegurador. Sozinha, parece carecer de sentido a última minuta de resolução do CNSP sobre o assunto.

* Artigo de Paulo Luiz de Toledo Piza e Gustavo Palheiro Mendes de Almeida

Argo Seguros finaliza primeira etapa de modernização da sua plataforma digital 1775

Portal conta com nova arquitetura e soluções

Bruno Porte, diretor de Operações e TI da Argo Seguros. Divulgação

A Argo Seguros – reconhecida por seu diferencial tecnológico e com posição de destaque em Transportes, RC Profissional, D&O e Bike – está concluindo um amplo processo de transformação digital. O primeiro passo envolverá, em breve, o lançamento de uma nova plataforma, construída para facilitar o dia a dia de corretores, assessorias e parceiros de negócios.

O portal foi desenvolvido com uma nova arquitetura e uma ampla gama de soluções. Serão disponibilizadas funcionalidades para autoatendimento, como por exemplo, aviso e acompanhamento de sinistros. Já o processo de cotação foi simplificado e o que anteriormente era feito em sete passos agora será concluído em apenas dois e em uma única tela.

“Nós utilizamos tecnologia como alavanca para geração de negócios e como um meio de proporcionar eficiência para os corretores e parceiros. Nosso foco é melhorar a experiência daqueles que utilizam a plataforma digital da Argo para vender mais, em menos tempo”, explica Bruno Porte, diretor de Operações e TI.

Uma novidade que será facilmente perceptível na nova plataforma é a segmentação dos produtos da seguradora em duas linhas de negócio. O Consumer, que de maneira geral envolve os seguros voltados para pessoas (como o E&O, Bikes e Equipamentos); e o Corporate, que abrange as soluções para empresas, como os seguros de Transportes, D&O, Surety, Property e Engenharia.

“Nessa primeira etapa, estarão disponíveis a maioria dos seguros oferecido pela Argo. Ao longo do ano, novos produtos digitais serão implementados. Até o momento, foram mais de 10 meses de trabalho, envolvendo inclusive a participação de corretores e parceiros no aperfeiçoamento dos processos de ponta a ponta”, recorda Bruno.

Entre as novas funcionalidades estarão ainda ferramentas para geração de Leads, que visam a captação de informações básicas para cotação, o que facilitará muito a conquista de novos segurados por corretores parceiros. Também foi desenvolvido um módulo para o corretor solicitar cotações corporate diretamente ao underwriter.

Para Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros, as mudanças na plataforma digital refletem a preocupação da companhia em oferecer um serviço de excelência aos corretores e parceiros. “O sucesso desse grande projeto, que visa oferecer ainda mais comodidade e agilidade na condução dos negócios, se deve principalmente a toda nossa área de tecnologia, que foca bastante nas necessidades dos nossos clientes”.

A importância das feiras de tecnologia para a evolução do seu negócio 1023

Artigo é do Fundador do Portal ERP, organizador do ERP Summit


Os eventos de tecnologia estão, a cada dia, formando novas concepções relacionadas ao futuro de um setor que está em constante atualização. Desse modo, é preciso estar atento a importância desses eventos para conseguir aproveitar o que há de melhor e aperfeiçoar a gestão do seu negócio.

Sempre que nos permitimos avaliar que já estamos bem informados e que já conseguimos acumular todo o conhecimento necessário para se destacar em nosso setor de atuação, surge um novo evento, com uma nova proposta e um novo recorte temático que geram novas questões e aprimoram seus participantes com novas percepções. Aliás, a palavra “novo”, aqui usada por diversas vezes, tem como objetivo reforçar uma das principais características das feiras de tecnologia da atualidade.

Mas afinal, por que dentro de um universo de tantas possibilidades, feiras de software com foco em tecnologia resultam em um cenário tão fértil para o mercado? Para se ter uma ideia palpável, um recorte dos últimos 20 anos no Brasil, dá conta de que mais de 84 milhões de compradores participaram de feiras de negócios realizadas no país.

Em dezembro de 2019, a União Brasileira dos Promotores de Feiras (UBRAFE), divulgou dados de uma pesquisa encomendada em parceria com o Instituto NewSense. A análise sobre o “Impacto e Resultado dos Eventos com Foco em Geração de Negócios no Estado de São Paulo”, revelou que o volume anual de negócios gerados por esses eventos representa R$ 305 bilhões para a economia do Brasil, considerando os resultados para as empresas expositoras. Esse resultado equivale a 4,6% do PIB Nacional, com um detalhe: são valores gerados em eventos de negócios realizados apenas no estado de São Paulo.

Sendo assim, não é exagero dizer, que nos últimos anos, as empresas passaram por um grande “boom tecnológico” e acabaram se deparando com infinitas soluções que prometem ser a resposta perfeita para resolver problemas que, até aquele momento, os gestores nem sabiam que precisavam sanar.

Participar de encontros como esses, é a maneira mais rápida de ter acesso e transmitir conhecimento ao mesmo tempo. São nesses locais, que tanto expositores quanto visitantes, podem aprimorar sua visão em relação a um determinado mercado, pois é lá que todos os mercados se encontram.

É isso que bons eventos fazem por sua empresa: eles conectam, agregam e expandem relações para novos horizontes que podem ajudar a alcançar um caminho de sucesso.

A partir desse ponto de vista, não é de se estranhar que as feiras de tecnologia espalhadas por todo o país, ganharam uma relevância muito maior, pois, para saber o que você precisa ter, é necessário conhecer quais são as possibilidades disponíveis. E é justamente essa, a finalidade das feiras de gestão: revelar ao seu público todo o potencial de soluções que já estão prontas para serem utilizadas, além de despertar o interesse para o que o futuro ainda pode revelar.

O seguro de vida deveria estar na sua resolução de ano novo 1302

Artigo é do Diretor na Bradesco Vida e Previdência, Bernardo Castello

Pesquisa da Universidade de Scranton, na Pensilvânia, mostra que aproximadamente 45% das pessoas nos Estados Unidos fazem resoluções de ano novo. No contrapeso, o estudo também constata que apenas 8% delas atingem as metas planejadas. Não há uma pesquisa correspondente à população brasileira, mas certamente a porcentagem de pessoas por aqui que elaboram suas listas de objetivos é grande e a falta de concretização igualmente frustrante. Planejar é fundamental para a conquista daquilo que almejamos, em todos as esferas da nossa vida. Mas, além do planejamento, é preciso escolhermos bem nossas reais prioridades e traçarmos o caminho para alcançá-las em curto, médio e longo prazo. Pensando nisso, você já parou para pensar que o Seguro de Vida deveria estar na sua resolução de ano novo? Ainda pouco disseminado no Brasil, ele pode ser uma importante estratégia para ajudá-lo na proteção de quem mais importa e possui uma série de benefícios pouco disseminados e que podem estar diretamente alinhados com sua lista de desejos.

A tradição de resoluções de ano novo atravessa o tempo. O que fazemos atualmente é uma releitura iniciada pelos antigos babilônios que realizavam promessas aos deuses no início de cada ano. Era uma prática comum em Roma e ganhou derivações religiosas no início do Cristianismo e do Judaísmo, na procura de objetivos anuais que proporcionassem a melhora de si mesmos. Hoje o costume é praticado no mundo todo. No Brasil, entre os itens mais populares das listas estão a realização de cursos, viagens, casamento, gravidez e mudança de imóvel. De fato, cada pessoa é única e suas necessidades e sonhos também. Mas há algo comum a todos: a necessidade de proteção. Como está o nosso planejamento para o ano em termos de proteções?

A vida é uma jornada com várias fases que se apresentam com necessidades bem distintas, mas que são convergentes quando falamos em proteção. Quem se planeja, protege “o dia seguinte” de tudo que realmente importa. E é exatamente nesse ponto que o Seguro de Vida se torna essencial no presente em uma construção estruturada para termos a tranquilidade de um futuro seguro. Ele nos auxilia a concretizar nossos planos, viajar com segurança, preservar nossa família, garantir os estudos dos nossos filhos e dependentes, além de desenvolver negócios com mais confiança. Gosto de pensar no Seguro de Vida como um amparo para prosseguir o dia a dia sem o peso do medo e da ansiedade sobre o que pode acontecer em situações emergenciais.

Incluir o Seguro de Vida na resolução de ano novo é parte do movimento da educação financeira que desejamos para a nossa sociedade. No mundo ideal, ele se enquadra no orçamento familiar, assim como as contas do telefone celular e da energia elétrica. Uma prática já muito comum em outros países, com um campo enorme de expansão no Brasil e que tem uma série de coberturas e benefícios com impacto significativo na lista de prioridades da população.

Para àqueles que já contrataram o Seguro de Vida, o começo do ano pode ser utilizado para uma revisão da apólice, com suas coberturas e assistências. É o momento de reavaliar o seu momento de vida e repensar se tudo o que está contratado, de fato, é necessário e realocar necessidades de acordo com a fase da vida.

Que em 2020 estejamos prontos para vivermos um ano incrível de desafios e conquistas. E que as nossas listas de objetivos pessoais estejam recheadas de itens que brilhem os nossos olhos, mas que acima de tudo nós, nossos entes amados e nossos sonhos estejam protegidos.