Maratonista Marcelo Alves palestra no terceiro dia do Encontro Comercial promovido pelo GBOEX 929

Atleta compartilhou suas experiências e anseios vividos durante provas de maratona

No terceiro dia do Encontro Comercial promovido pelo GBOEX, o palestrante Marcelo Alves compartilhou as suas experiências nada convencionais com a equipe da empresa. O objetivo do evento foi proporcionar aos espectadores exemplos de atitudes praticadas no esporte, mas que se empregadas no meio corporativo, podem trazer grandes resultados.

O encontro iniciou com a fala do superintendente comercial Leonardo Neustadt, que agradeceu a presença dos diretores, colaboradores e da equipe comercial. Neustadt enfatizou o motivo da escolha do palestrante: “O ponto chave da escolha foi o compartilhamento de experiências. Dizer que os grandes feitos, as grandes realizações, são compostas de pequenas partes, de pequenos esforços e de pequenos sucessos no nosso dia a dia”, afirmou.

Marcelo Alves é um maratonista diferente do convencional, que já correu pelos lugares mais extremos da Terra, como o Polo Norte, deserto do Atacama e muitos outros destinos. Ele ficou famoso por concluir sete maratonas em lugares distintos em sete dias consecutivos. Alves também é autor dos livros “Extremos” e “8 Cantos do Mundo”, em que ele conta suas aventuras e desafios vivenciados.

Durante a sua palestra “Extremos”, Alves se posiciona como um facilitador, além de ser um dos únicos atletas de alta performance a falar com leveza sobre assuntos relevantes ao ambiente corporativo. Tal desenvoltura também se deve pelo atleta estar a frente da empresa Overstress e possuir MBA em Marketing. Ao longo do seu depoimento, ele também deu dicas de como ter foco para conquistar um objetivo e eliminar o auto boicote.

“Quando eu estava correndo na Antártica, eu não podia me distrair. Precisava focar no que eu queria naquele momento. Não podia ficar pensando que minha filha ficaria orgulhosa de mim, por exemplo. É claro, isso é uma parte do resultado, mas naquele momento eu precisava focar e não desistir do meu propósito”, declarou ao exemplificar uma experiência difícil, mas que traria ganhos pessoais. “Nas corridas, eu me relaciono com atletas de todos os cantos do mundo, com culturas, crenças e religiões diferentes. Mas quando eu estava tomando café da manhã com eles, eu percebi que todos ali tinham algo em comum. Todos estavam planejando um próximo desafio, uma próxima corrida. Ou seja, todos tinham um propósito para vencer”, contou o maratonista, mostrando ao público a importância de conquistar objetivos e ir atrás de novos desafios.

Para finalizar sua participação, Alves respondeu a diversas perguntas dos espectadores. A edição do Encontro Comercial do GBOEX, que acontece anualmente, vai até o dia 14 (sexta-feira), e ainda terá muitas outras atrações para os colaboradores da área comercial.

Imagens: Filipe Tedesco/JRS

Oportunidade: Grupo Aspecir contrata atuário 3113

Candidatos devem ser graduados em ciências atuariais

O Grupo Aspecir, empresa de origem gaúcha nos ramos de previdência privada, seguro de vida e empréstimo, oferece oportunidade profissional para a integrar sua equipe atuarial. O candidato deve ter graduação em ciências atuariais, experiência consolidada no mercado de previdência complementar aberta e domínio do pacote office.

Além disso, é desejável que possua conhecimentos em legislação do mercado segurador. A carga horária é de segunda a sexta-feira e a vaga conta com benefícios. Ficou interessado(a)? Envie seu currículo e pretensão salarial para vagas@grupoaspecir.com.br.

Edição 235 da Revista JRS destaca momento de transformação mundial 22941

Coronavírus à luz do seguro e outros destaques exclusivos estão na publicação

Especialistas reforçam a todo momento: o mundo não será o mesmo depois do novo coronavírus. Mudança de atitudes, da forma de se relacionar e a adoção de medidas de prevenção não só no âmbito pessoal, mas também no profissional, pegaram o mundo de surpresa. No mercado de seguros não foi diferente, seguradores, corretores e prestadores de serviço tiveram que se adaptar à nova realidade, mantendo toda a sua funcionalidade e atendimento à sociedade brasileira.

Estas e outras reflexões estão disponíveis na versão online da Edição 235 da Revista JRS. Uma excelente leitura!

Capemisa contribui para confecção e doação de máscaras de tecido 764

Acessório será distribuído às famílias do Lar Fabiano de Cristo e garante renda extra a costureiras

A Capemisa Seguradora está contribuindo para que famílias assistidas pela entidade possam produzir 5 mil máscaras caseiras, que estão sendo distribuídas a funcionários das casas de apoio, às pessoas atendidas e seus parentes. Cerca de 45 mães costureiras e dez voluntárias de pelo menos 20 instituições estão trabalhando com retalhos de oficinas de costura que eram realizadas no Lar e também tecidos doados para a produção deste novo item de necessidade básica, por conta dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 no país.

A iniciativa, segundo a presidente da entidade, Regina Oliveira, vai ajudar a contribuir com a renda de famílias que deixaram de trabalhar neste período de isolamento social. “Além de ajudar a proteger as pessoas assistidas pelas nossas casas, essas mães estão recebendo material e ajuda de custo, estão trabalhando, estão produzindo, o que é muito importante para elas”, conta.

As doações da Capemisa foram enviadas a casas de assistência nas regiões Sudeste, Sul, Norte e Nordeste.

“A nossa seguradora foi criada com a finalidade de arrecadar recursos para a manutenção de diversas obras sociais, em especial, o Lar Fabiano de Cristo. Esses recursos são destinados para cuidar de mais de 3.800 famílias e aproximadamente 18.500 pessoas em todo o país. Neste momento sem precedentes e tão desafiador, nosso apoio a essas casas se torna ainda mais importante”, afirma o presidente da Capemisa, Jorge Andrade.

CVG RS manifesta sentimentos pelo falecimento de Minas Mardirossian 1777

Executivo foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ 

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) manifesta imenso pesar pelo falecimento de Minas Mardirossian, nesta sexta, 22. Ele foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ.

De acordo com nota da entidade carioca, Mardirossian era um profissional dedicado ao mercado de seguros. “[Possuía] notório saber e deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica”, detalha o texto.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do fundador do CVG-RJ, Minas Mardirossian, uma pessoa querida por todos e que muito contribuiu pra nosso mercado segurador. Registro meus sentimentos a toda família”, expressa a presidente do CVG RS, Andreia Araújo.

 

Prós e contras da prorrogação da LGPD em meio ao cenário de pandemia 5778

Artigo é do advogado Sahil Bhambhani, da Agrifoglio Vianna Advogados Associados

Em abril do presente ano, o Senado Federal aprovou a prorrogação do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para janeiro de 2021, sendo que a eficácia das disposições que versam sobre as penalidades foi postergada para agosto de 2021.

É de se entender e apoiar que todos os esforços do país, no momento, sejam destinados a mitigar os efeitos nefastos da pandemia, mas a justificativa dada não possui correlação com elemento essencial à vigência efetiva da LGPD: a implementação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que ainda não ocorreu. Trata-se do órgão regulamentador da Lei, responsável pela elaboração de estudos e diretrizes da proteção de dados, que funcionará como um elo entre a sociedade e o governo.

A instabilidade regulatória constitui grande óbice ao avanço do país no tema, pois pode implicar em tutela difusa por outros órgãos fiscalizadores, causando insegurança jurídica. Importante denotar, também, que diante da necessidade de isolamento domiciliar de grande parte da população, houve crescimento da utilização das plataformas de teletrabalho e vídeo-chamadas, entre outros, o que ensejou no aumento da circulação de dados pessoais nas plataformas digitais. São informações que continuam a circular sem o tratamento necessário, com possíveis consequências nebulosas para seus titulares.

Sob o prisma econômico, acredita-se que a prorrogação ajudará as empresas, inegavelmente afetadas pela crise, a ganharem tempo para se adequar às diretrizes da Lei. Entretanto, analisando-se a questão sob outro ângulo, o atendimento às disposições legais da LGPD pode constituir um diferencial competitivo para as empresas. Outro ponto importante é a necessidade do Brasil possuir legislação vigente acerca do tema para as empresas locais estarem de acordo com as disposições de outros países – a União Europeia, importante parceira econômica do país, através do General Data Protection Regulation (GDPR), exige que para a troca de dados internacionais entre empresas, o parceiro deve possuir legislação de proteção de dados igual ou superior ao seu nível de proteção. Há o temor, portanto, que as empresas locais sejam prejudicadas no cenário internacional, o que dificultaria ainda mais a retomada do crescimento econômico.

Como se sabe, países como Itália e Espanha, entre outros, sofreram gravemente com o Coronavírus nos meses de março e abril – e foi reforçada a necessidade pela União Europeia (UE) de utilização de dados pessoais anonimizados em meio digital para prever o avanço da doença, avaliar a efetividade das políticas de saúde e ajudar os serviços mais importantes naquele momento. Tudo isto com a atuação do órgão fiscalizador, para que os procedimentos estivessem de pleno acordo com a regulamentação da UE acerca do tratamento destes dados.

A partir do momento em que fosse implementada a ANPD, o Brasil poderia trabalhar da mesma forma, aliando as benesses da tecnologia com o tratamento correto de dados pessoais de seus cidadãos, especialmente os relacionados à saúde, ao passo que são considerados dados sensíveis. Este é o ponto central da questão – a vigência plena da LGPD, com órgão fiscalizador atuante, poderia auxiliar, primordialmente, no combate à pandemia, ao mesmo tempo em que, indiretamente, traria um diferencial para as empresas brasileiras no mercado global.

Não se pretende ingressar em uma dicotomia, com a necessidade de escolha entre a proteção dos dados ou a saúde, mas sim garantir que ambos sejam priorizados e se complementem, afim de mitigar todos os danos causados pela pandemia.