Veja como os fundos de ações que mais renderam em 2018 se saíram em 2019 1123

Levantamento mostra que nenhum dos 10 melhores fundos de 2018 repetiu colocação em 2019; destaques do ano passado tiveram desempenho muito acima de 2018

Fundos que encabeçam as listas de melhores do ano são tentadores. Atraídos por retornos bem acima da média, alguns investidores mergulham de cabeça nesses produtos, dando por certo que os ganhos irão se repetir e sem analisar nenhum outro critério.

O problema é que esse raciocínio não permite enxergar a volatilidade dos fundos que conseguem chegar ao topo em janelas tão curtas quanto 12 meses. A decepção é, portanto, quase inevitável quando as perdas acontecem, levando o investidor a resgatar a aplicação, em geral, no pior momento.

A comparação dos dez melhores fundos de ações de 2018 com os de 2019 ilustra o sobe e desce que marca essas listas. O comportamento dos top 10 de 2018 em 2019, e vice-versa, também mostra o grau de oscilação, que é frequente nesses produtos.

Ainda que o resultado seguinte tenha sido positivo, o levantamento mostra que nenhum dos dez melhores fundos de 2018 repetiu sua colocação em 2019. E os melhores do ano passado tiveram um desempenho muito melhor do que haviam registrado em 2018 – subiram, em média, 54 pontos percentuais em relação ao resultado anterior.

Líder em 2019, o fundo Guepardo Institucional havia fechado 2018 com resultado negativo da ordem de 11,6%. Naquele ano, o fundo chegou a perder mais de 13% apenas no mês de junho, quando as ações da Cosan, então sua principal posição, caíram 9,3%.

O mesmo vale para a HIX Capital, que saiu do vermelho, em 2018, para terminar o ano seguinte com alta de 63%.

Já no grupo dos melhores de 2018, os fundos seguiram com resultados positivos no ano seguinte, ainda que três tenham ficaram abaixo do forte desempenho do Ibovespa.

Com base em dados da Economatica, foram considerados para o levantamento somente fundos não exclusivos, com a média do patrimônio líquido em 12 meses superior a R$ 100 milhões e mais de 99 cotistas no fim de cada ano. Foram excluídos fundos setoriais e monoações, assim como foram eliminados do estudo fundos espelho.

Guilherme Anversa, sócio e gestor da XP Advisory, explica que um fundo com melhor desempenho em determinado ano geralmente é mais arrojado, com uma carteira mais concentrada. Essa estratégia é mais dependente de casos específicos de sucesso, que turbinam os retornos. Desse modo, não é de se esperar que ele dispare ano após ano.

“Geralmente são gestores fundamentalistas que acertaram na veia”, conta, lembrando que, em geral, são produtos que olham dois ou três anos à frente. “Eventualmente não será no primeiro ano que a posição do gestor irá se materializar.”

Anversa aponta que o desempenho dos líderes de 2019 exemplifica como a tese de alguns fundos pode não se concretizar durante um ano, mas se consolidar em períodos seguintes.

No caso da HIX Capital, o ano de 2018 foi um dos mais desafiadores para o fundo, escreveram os gestores da casa, em carta publicada no início de 2019. “As variáveis macro dominaram os movimentos do mercado e tornaram os fundamentos das empresas temporariamente menos relevantes. Este não foi o primeiro teste de robustez que passamos como empresa, e temos certeza que não será o último. Seguimos fiéis aos nossos princípios e filosofia de investimento.”

Eles perderam quase 8% por conta de uma posição comprada em Biotoscana, pior investimento do fundo. O papel recuou quase 60% naquele ano.

A HIX destacava, na ocasião, que a volatilidade associada às eleições brasileiras e o ambiente externo incerto reduziram a liquidez de empresas de menor capitalização. Em meio à turbulência, contudo, os gestores indicavam que resultados melhores viriam adiante.

“Diversas oportunidades bastante interessantes vêm à tona neste ambiente onde algumas empresas perderam liquidez, e, por consequência, foram excluídas dos filtros de análises da maioria dos investidores”, afirmaram os gestores da casa. “Acreditamos que o nosso portfólio é composto de excelentes empresas, posicionadas em mercados interessantes, administradas por profissionais competentes e precificadas com margem de segurança significativa para os seus valores intrínsecos. Ao longo do tempo, estas deveriam ter evoluções de preços similares às evoluções de sua lucratividade.”

Desde sua criação, em 2012, o fundo da HIX subiu 276,5%, contra um Ibovespa de 103,3%.

Como escolher um fundo?

Embora o vaivém entre os melhores fundos de cada ano seja mais forte para o mercado de ações, diz Anversa, a escolha de fundos com base apenas nesse ranking é uma decisão ruim também para outras classes de ativos.

“É a pior forma para selecionar um gestor, você vê apenas uma fotografia do passado dele”, destaca. “Com certeza você vai cair em alguma armadilha.”

Do ponto de vista quantitativo, que é mais fácil para o investidor acompanhar, ele recomenda que se analise a rentabilidade em janelas mais longas, com pelo menos três anos. Segundo o gestor, isso ajuda a entender como o fundo se comportou ao longo do tempo, em diferentes cenários.

Outro ponto importante é avaliar as quedas, levar em conta o quanto um gestor perdeu ao longo do caminho. “Faz parte de um grande gestor passar por períodos difíceis. Você tem que entender se aguentaria passar pelo pior momento dele.”

Essa análise evita que o investidor escolha um fundo que esteja fora de seu perfil de risco, apesar de bem gerido. Anversa lembra que até mesmo os melhores fundos de ações da década, segundo classificação feita pelo InfoMoney em parceria com a escola de negócios Ibmec, passaram por oscilações ao longo de suas trajetórias.

“Os três fundos premiados tiveram uma janela de perdas de mais de 20%. São nesses momentos que o investidor se assusta, o fundo cai e ele sai no pior momento, deixando de pegar o retorno composto no tempo.”

Ele aconselha ainda que os investidores não limitem seus universos de observação aos rankings anuais. Isso porque gestoras com retornos menos explosivos, porém mais consistentes, não aparecem com frequência em levantamentos de curto prazo.

“Existem casas que olham mais o retorno composto ao longo do tempo. Não necessariamente vão aparecer no primeiro quartil de retorno, mas consistentemente vão estar no segundo quartil”, conta. “Há diferentes formas de se ganhar dinheiro, mas alguns gestores acabam prejudicados por não aparecerem nesses rankings.”

UBS vê Selic a 3% e PIB 2% menor no Brasil em 2020 1540

Projeção de PIB para 2021 também foi revisada para baixo, de 4,9% para 3%

A divulgação dos dados de março, os primeiros que mostram os sinais de desaceleração causados pela pandemia da covid-19 no país, levou o UBS a revisar novamente a projeção para o PIB este ano. O banco suíço espera agora que o a economia tenha contração de 2,0% este ano, de uma alta de 0,5% da última projeção.

“O indicador em tempo real para o PIB do primeiro trimestre já estava fraco antes da disseminação da covid-19 e os números de fevereiro devem apresentar melhora apenas marginal. No entanto, projetamos forte queda das vendas ao varejo, dos serviços e da atividade econômica em geral para março. Dessa forma, o PIB do primeiro trimestre deve rodar a -3,6% na comparação trimestral, contra -1,0% da estimativa anterior”, diz o banco em relatório.

O efeito do primeiro trimestre deve ser carregado pra o segundo trimestre, continuam os economistas do UBS, que esperam uma contração de 20% do PIB nesse período, de 15% da expectativa anterior. Apesar da recuperação esperada a partir do segundo semestre do ano, eles esperam que a economia retome o patamar do fim do ano passado apenas em meados de 2021.

A projeção de PIB para 2021 também foi revisada para baixo, de 4,9% para 3%. “Este cenário pressupõe que formas mais severas de distanciamento social começarão a ser retiradas em maio. Uma estensão dessas medidas, portanto, deve levar a novas revisões das projeções.”

O UBS acredita que os esforços do governo para mitigar os efeitos da crise devem levar o déficit primário do governo a alcançar 5% do PIB este ano, de 0,9% em 2019. Já a previsão para a Selic é que ela encerre o ano em 3%, de 3,25% anteriormente. O banco suíço também prevê que alguma forma de relaxamento quantitativo (QE, na sigla em inglês) seja necessário por parte do BC.

Santander anuncia prorrogação automática de parcelas de crédito 1643

Clientes terão 60 dias de prazo para fazer o pagamento sem acréscimo

Os clientes do Santander Brasil com parcelas de dívidas vencidas e não pagas desde o último dia 16 de março de 2020, ou que tenham prestações a vencer até 15 de maio, poderão ter o prazo para o pagamento automaticamente prorrogado por até 60 dias, sem qualquer acréscimo. Além da carência, o valor das parcelas será mantido inalterado até o final do financiamento, segundo informação divulgada pelo banco.

No mês passado, Caixa, Banco do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander anunciaram a prorrogação por por até 60 dias dos vencimentos de dívidas para clientes pessoas físicas e micro e pequenas. A medida não vale para cheque especial e cartão de crédito. A renegociação de dívidas foi autorizada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

O conselho facilitou a renegociação de operações de créditos de empresas e de famílias que possuem boa capacidade financeira e são adimplentes. A medida dispensa os bancos de aumentarem o provisionamento (reserva de valor) no caso de repactuação de operações de crédito que sejam realizadas nos próximos seis meses.

De acordo com o Santander, a repactuação automática de dívidas abrange as modalidades de crédito pessoal, unificado e de renegociação, além do crédito direto ao consumidor (CDC) feito na agência. Estas linhas terão os pagamentos prorrogados pelo banco por 30 dias após o primeiro vencimento, e por mais 30 dias após o segundo vencimento (até 16 de maio), totalizando os 60 dias de prazo extra. O banco também avaliará a possibilidade de conceder novas prorrogações ao fim deste período.

Quem estiver com o pagamento de suas parcelas em dia deverá fazer o pedido pelo site www.santander.com.br/cuidar. Neste caso, o cliente receberá um SMS dizendo que o pedido foi recebido e, até a semana seguinte, uma segunda mensagem de texto confirmando a validade da operação. Não é necessário ir à agência ou ligar para a central de atendimento.

Outra iniciativa é que permite parcelar a fatura com data de vencimento a partir de dia 15 de abril, em 24 meses, com 50% de desconto na taxa de juros e possibilidade de carência de até 60 dias até a primeira parcela. As solicitações estarão disponíveis pelos apps Way ou Santander, além do internet banking.

Empresas

A prorrogação de contratos por 60 dias também será automática para as micro e pequenas empresas com parcelas vencidas e não pagas desde o último dia 16 de março, sem qualquer cobrança de tarifa e multa, mantendo o valor e quantidade de parcelas inalterados. A oferta estará válida até 16 de maio de 2020.

Segundo o banco, a partir da próxima semana, as empresas poderão solicitar a prorrogação por 60 dias dos vencimentos de parcelas de financiamentos diretamente no internet banking – até agora, esses pedidos eram feitos por telefone. As empresas contam com a possibilidade de solicitar a postergação por 60 dias das parcelas de Capital de Giro, Renegociação e Crédito Direto ao Consumidor (CDC PJ).

E a partir do próximo dia 9, o banco pretende inciar o financiamento da folha de pagamentos de pequenas e médias por até dois meses, nos moldes do anúncio feito no último dia 27 de março pelo governo federal. A medida ainda precisa ser regulamentada pelo governo.

O crédito será feito diretamente nas contas de cada funcionário, até o valor de dois salários mínimos. As empresas contarão com uma carência de 6 meses para pagar a primeira parcela e 36 meses para quitar o empréstimo, com taxa fixa de 3,75% ao ano. A linha tem o apoio e garantia do Tesouro Nacional, será viabilizada pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e estará disponível para negócios com faturamento anual de R$ 360 mil até R$ 10 milhões.

Autônomos

No caso dos autônomos e microempreendedores individuais (MEIs), o banco informou que também oferece 60 dias de carência. Da mesma forma, os clientes do Prospera Santander Microfinanças devem fazer a solicitação aos agentes de crédito que os atendem. Os valores das parcelas também serão mantidos inalterados para estes segmentos.

Demais linhas de crédito

No caso do financiamento imobiliário e do crédito com garantia de imóvel, o cliente poderá solicitar, pelo mesmo site (www.santander.com.br/cuidar), uma carência de 60 dias, com a mesma taxa de juros. A condição será válida para os pedidos feitos até 16 de maio de 2020.

Os empréstimos concedidos pela Santander Financiamentos para a compra de veículos, embora não abrangidos pela resolução do CMN, também poderão ter os vencimentos prorrogados, a partir do próximo dia 15. Para bens e serviços, o adiamento estará disponível a partir de maio. As solicitações poderão ser feitas diretamente pelo site www.santanderfinanciamentos.com.br ou pelo aplicativo da financeira.

Covid-19: Fenacor agradece a seguradoras que aderiram a movimento 1592

Seguradoras não aplicaram as cláusulas de exclusão relacionadas à pandemia nos seguros de vida

Na manhã desta sexta-feira, dia 03, a Fenacor publicou um agradecimento a todas as seguradoras que não aplicaram as cláusulas de exclusão relacionadas à pandemia do coronavírus nos seguros de vida.

Até o dia 31 de março, 12 seguradoras já haviam aderido ao movimento, e até o dia de hoje, foram contabilizadas 17 seguradoras envolvidas com o ato de solidariedade.

Aderiram à campanha as empresas: Brasil Seguridade, Caixa, Centauro ON, Chubb, Icatu, Itaú Seguros, Liberty, Mag, Mapfre, MetLife, Mitsui Sumitomo, PASI, Previsul, Prudential, Sura, Unimed Seguros e Zurich Santander.

Confira na íntegra, o agradecimento publicado pela Fenacor:

A Fenacor, mais uma vez, manifesta seu total reconhecimento e agradecimento a todas as empresas, inclusive, agora, algumas seguradoras ligadas a bancos, que se sensibilizaram e aderiram à nossa campanha, afastando a exclusão de pandemias dos contratos de seguros de vida e de pessoas de forma geral. São elas: Brasil Seguridade, Itaú Seguros, Mitsui Sumitomo, Unimed Seguros e Zurich Santander.

É muito importante para toda a sociedade brasileira que todos tenham uma sensibilidade maior neste momento em que a população necessita do nosso amparo e proteção. É, acima de tudo, uma questão de responsabilidade social.

Agora, já são 17 grandes empresas que ouviram nosso apelo e aderiram a esse importante e vital movimento: Brasil Seguridade, Caixa, Centauro ON, Chubb, Icatu, Itaú Seguros, Liberty, Mag, Mapfre, MetLife, Mitsui Sumitomo, PASI, Previsul, Prudential, Sura, Unimed Seguros e Zurich Santander.

Essa elogiável iniciativa e decisão comprova que o nosso setor está pronto para garantir a proteção de todos.

Nesse contexto, a Fenacor conclama as seguradoras que ainda não se posicionaram a assumirem, se possível, esse mesmo compromisso, o quanto antes.

Pois, neste momento, nada vale mais do que a vida, a tranquilidade, a segurança e o bem estar da população do nosso país.

Sigamos, portanto, o mantra: responsabilidade, cooperatividade e solidariedade!

Dell amplia descontos para corretores de seguros associados 1598

Parceria com o Sincor-SP, possibilita descontos em compras realizadas até o fim de abril

Através da parceria com o Sincor-SP, a Dell ampliou os descontos em eletrônicos e acessórios para os corretores de seguros associados até o final do mês de abril.

Na compra de acessórios, periféricos e monitores, os descontos vão de R$ 20 a R$ 100. Já nas compras acima de R$ 2.499, a redução pode ser de até R$ 450.

Para aproveitar a oportunidade, os associados ao sindicato, devem consultar o código de acesso através da área restrita do Portal Sincor-SP, exclusivo aos corretores de seguros associados.

Como comprar:

– Acesse o site e escolha o produto desejado;

– Adicione ao carrinho e siga a compra normalmente;

– Aplique o código do cupom no campo “descontos e cupons”;

– Confira o valor atualizado e finalize sua compra.

Corretores de Piracicaba se reúnem em Encontro Digital de Empreendedores 530

Evento contou com a participação de mais de 90 corretores de seguros

Para se adaptar aos novos tempos, devido à pandemia do novo coronavírus, o Sincor-SP está reformulando seus eventos para interagir com a categoria de maneira online. E, na última quinta-feira, dia 02, a Regional Piracicaba foi a primeira a receber o Encontro Digital de Corretores de Seguros Empreendedores.

Com a participação de mais de 90 corretores de seguros, o evento abordou temas como as iniciativas adotadas pelo Sincor-SP e o mercado de seguros em relação à Covid-19, além de atualizar a categoria sobre o Acordo Coletivo 2020, a MP 905 e a Resolução Susep N° 382.

“O mundo inteiro está sendo obrigado a se adaptar nesse momento. Seguradoras estão trabalhando, quase em sua totalidade, em home office, assim como os corretores de seguros. O mercado não parou, continua com a mesma pujança de sempre”, ressalta o diretor da Regional, Carlos Caporali.

Sobre as medidas adotadas pelo governo para tentar conter a pandemia e não levar às empresas à falência, o diretor ressaltou que as Comissões, Assessorias Técnica e Jurídica do Sincor-SP estão atentas aos decretos. “Sincor-SP está preocupado com isso e estamos buscando todas as informações necessárias para o corretor operar tranquilamente”, completa.

A 2ª vice-presidente do Sincor-SP, Simone Martins, participou do Encontro para esclarecer algumas ações das seguradoras, cujas adaptações foram solicitadas pelos corretores através da Intersindical. “No caso, por exemplo, a cobertura do seguro de vida, tivemos reuniões com as companhias e, atualmente, 16 seguradoras já estão indenizando morte por Covid-19 e as outras estão entrando gradativamente”, explica. Em breve, a Comissão deve disponibilizar as mudanças de condições de diversos ramos na área exclusiva do site para associados ao Sincor-SP.

O presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, também participou da reunião para levar as informações atualizadas da MP 905, bem como abordar a Resolução 382 da Susep, que trata da exposição da comissão do corretor de seguros nos contratos.

“Com a aprovação do relatório do deputado Christino Áureo, nós conseguimos colocar o texto que dava nova redação à MP, voltando com a regulamentação da profissão e a nossa lei (N° 5.594/64)”, explica. Camillo ainda ressaltou que tanto a Câmara quanto o Congresso têm condições de discutir a MP remotamente, por isso, acredita que o texto vá para aprovação até semana que vem.

Em relação à Resolução 382, o presidente do Sincor-SP acredita que o setor tem outras preocupações no momento, já que o documento entrará em vigor apenas em julho. “A Fenacor e os Sincors estão debruçados para entender todas as questões legais da resolução e propor mudanças, no entanto, o momento agora é de focarmos nossa luta na MP 905. Após ganharmos essa batalha, vamos partir para outra com toda a intensidade necessária, declara.

Finalizando o evento, Camillo reforçou a atuação do Sincor-SP diante da pandemia. “O Sincor-SP está preparado para esse momento, para lutar, para oferecer auxílio ao corretor de seguros. Precisamos ter em mente que as consequências da crise serão maiores ou menores dependendo das atitudes que tomarmos agora”, completa.