Sancor Seguros reforça presença em São Paulo 2060

Companhia fechou parceria com Assecor Assessoria

Na última terça (18), a Sancor Seguros realizou evento de lançamento de sua parceria com a Assecor Assessoria em São Paulo. Além dos representantes de cada empresa, estiveram presentes o presidente da Sincor-SP, Alexandre Camillo, e alguns corretores, que ouviram atentamente dados institucionais do grupo Sancor e suas perspectivas para a nova fase na capital paulista.

Originalmente argentina e consolidada no sul do Brasil desde 2013, a Sancor Seguros tem como objetivo aumentar o cooperativismo, aproveitando a força da representante para levar seus produtos a uma praça tão disputada e importante do país. A ideia é ser uma das grandes fornecedoras do produto “Vida” e ganhar espaço na capital, para que a empresa se desenvolva ainda mais no Brasil.

“Nós ainda não somos conhecidos em São Paulo, então agregamos nossa marca a uma assessoria já conhecida na região, com pessoas de alta relevância no mercado segurador e, com isso, conseguimos passar ainda mais credibilidade ao corretor”, explica o Superintendente Comercial Sancor Seguros, Rosimário Correa Pacheco, sobre a escolha da assessoria.

Para Alexandre Camillo, presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), a parceria tem tudo para dar certo. “Conheci a Sancor na Argentina e foi uma experiência fantástica, tem umas particularidades interessantes – em vez da sede na capital, é localizada no interior de cidades afastadas dos grandes centros. A cidade possui 21 mil habitantes e, chegando lá, você se depara com uma estrutura comparável a grandes empresas, em porte de grandeza, receptividade fantástica, um operacional maravilhoso e um apego ao corretor incondicional. Convivendo com as modernidades e tecnologias que temos, mas com foco no corretor, trazendo essa história para São Paulo juntamente da Assecor, a experiência será promissora”, opina Camillo.

“Esta parceria é um marco”, diz André Oliveira, Diretor das Operações Comerciais da Assecor. “Estamos aqui com três mãos para trabalharmos juntos e dar início a algo grandioso – a da Assessoria, da Sancor e dos Corretores, que farão proposta de valor.”, complementa Oliveira.

A Sancor chegou ao Brasil em 25 de abril de 2013 e já fez as adaptações necessárias para atender as demandas do país, como em sua identidade visual – alterando sua marca para a cor magenta. Em Maringá, iniciou as operações no mesmo ano com seguros de agronegócios, o que a tornou a segunda maior seguradora em grãos no país. Após essa experiência, partiu para outros ramos, como: automóveis, agronegócios, pessoas, empresas, patrimoniais e viagem.

No primeiro ano, 2013, o faturamento da Sancor foi de R$ 3 milhões, já com mais corpo, em 2019, a empresa fechou o ano com mais de R$ 432 milhões – o que representa um crescimento de 27,7% em relação ao último exercício. “Para 2020, nossa projeção é atingir um faturamento de R$ 538 milhões e já pensando em 2021, a meta é fechar o ano com R$ 635 milhões”, explica o Superintendente Comercial Sancor Seguros, Pacheco.

Para Pacheco a missão da empresa de desburocratizar e avaliar caso a caso pretende ser mantida na capital paulista. “A indenização é uma forma de dar continuidade à vida das pessoas e, para isso, é necessário ter responsabilidade e deixar nas mãos das pessoas certas”, reforça o Superintendente Comercial da Sancor.

Fundada em 1945, o Grupo Sancor Seguros é hoje a maior seguradora argentina, com cerca de 5.850.00 segurados, 2.965 colaboradores, 6.900 corretores e 760 escritórios. Sua sede fica em Sunchales, província de Santa Fé, Argentina. Hoje no Brasil a empresa possui estrutura de 1.450.000 segurados, 250 colaboradores, 2.035 corretores e 18 escritórios.

Chubb divulga resultados financeiros do primeiro trimestre 567

Chubb retoma projeto de treinamentos para corretores

Lucro operacional foi de US$ 1,14 bilhão, ou US$ 2,52 por ação

A Chubb Limited (NYSE: CB) divulgou, no último dia 27 de abril, um lucro líquido para o trimestre encerrado em 31 de março de 2021 de US$ 2,30 bilhões, ou US$ 5,07 por ação, em comparação com US$ 252 milhões, ou US$ 0,55 por ação, registrados no mesmo trimestre do ano passado. O lucro operacional foi de US$ 1,14 bilhão, ou US$ 2,52 por ação, em comparação com US$ 1,22 bilhão, ou US$ 2,68 por ação, alcançados no mesmo trimestre do ano passado.

Para os três meses findos em 31 de março de 2021 e 2020, as despesas tributárias (benefícios) relacionadas à tabela acima foram de US$ 5 milhões para amortização do ajuste ao valor justo dos ativos investidos adquiridos e dívida de longo prazo para ambos os períodos; US$ 133 milhões e US$ 17 milhões, respectivamente, para o ajuste de ganhos e perdas líquidos; e US$ 210 milhões e US$ 237 milhões, respectivamente, para o lucro operacional.

“A Chubb teve outro trimestre muito bom com excelente crescimento de receita de prêmios globalmente, taxa de renovação de dois dígitos nas linhas comerciais de P&C e maior expansão de nossas margens de subscrição”, comentou Evan G. Greenberg, presidente e CEO da Chubb Limited. O lucro operacional foi de US$ 2,52 por ação e o lucro líquido por ação foi de US$ 5,07. Embora tenha sido um trimestre ativo para catástrofes naturais, publicamos um excelente índice combinado de 91,8%; porém excluindo as catástrofes, o lucro do trimestre considerando o ano de subscrição cresceu mais de 26%, levando a um excelente índice combinado de 85,2%. A melhoria da margem de ambos os índices de perdas e despesas foi fruto de uma ampla atuação da companhia em todas operações.

“Nossos negócios nas linhas comerciais de P&C em todo o mundo continuaram a se capitalizar de condições de subscrição favoráveis. Os prêmios retidos de P&C aumentaram 9,7% globalmente, com as linhas comerciais crescendo mais de 15,5%. O câmbio contribuiu com 1,6 ponto para este excelente resultado. As taxas de seguros continuaram a aumentar e variaram por linha, com uma média global de cerca de 14,5%. Pelo que podemos ver, estou confiante de que essas condições de mercado perdurarão. Francamente, eles são uma resposta contínua e racional ao ambiente de perdas e anos de preços baixos do setor”, acrescentou Evan. “Globalmente, nossas linhas de consumo permanecem impactadas pelos efeitos da pandemia em viagens e outros negócios e atividades relacionadas ao consumidor, com prêmios retidos caindo 2,5%. Vemos os primeiros sinais de recuperação e, de fato, nossa divisão de linhas pessoais reportou um crescimento global modesto no trimestre. Esperamos que o crescimento melhore ao longo do ano”, complementou.

O executivo ainda destacou o foco, o engajamento e o comprometimento da organização. “Estamos com foco nas atuais condições de subscrição favoráveis, de modo a aumentar a exposição e expandir as margens. Temos todos os recursos para fazer nossa empresa crescer de maneira lucrativa e, ao mesmo tempo, aumentar o valor para os acionistas”.

Grupo Bradesco Seguros divulga resultados do 1º Trimestre de 2021 627

Bradesco Seguros mira o público jovem e cria perfil no Tiktok

Lucro líquido apresenta crescimento de 40,6% em relação ao mesmo período de 2020

O Grupo Bradesco Seguros apresentou, no 1º Trimestre de 2021, Lucro Líquido de R$ 1,6 bilhão, o que representa crescimento de 40,6% em relação ao mesmo período de 2020. Esse desempenho foi favorecido pelo aumento no Resultado Financeiro, que chegou no Faturamento a R$ 19,5 bilhões. Já o Resultado das Operações de Seguros, Previdência e Capitalização alcançou R$ 3,1 bilhões, acusando expansão de 7,0%, na mesma base de comparação, e 37,5%, se confrontado com o 4T20. Vale ressaltar, ainda, a expressiva elevação de 6,2 pp no ROAE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido Médio), que passou de 13,4% para 19,6% na comparação entre os primeiros trimestres.

As Provisões Técnicas do Grupo Segurador cresceram 4,7%, para R$ 285 bilhões, correspondentes a cerca de um quarto de todo o mercado segurador brasileiro, e os Ativos Garantidores dessas Provisões evoluíram 6,4%, chegando a R$ 318 bilhões. Outro dado relevante, no comparativo entre os primeiros trimestres, foi a evolução de 6,1% na quantidade de Segurados, Participantes em Previdência e Clientes de Capitalização, que alcançou 30,7 milhões.
No que tange aos indicadores de desempenho do Grupo, merece destaque o Índice de Eficiência Administrativa, que ficou em 3,8% no 1T21, melhorando ainda mais em relação aos 4,0% verificados em igual período de 2020. Já o Índice de Sinistralidade atingiu 77,7%, o que representou aumento de 4,8 pp na comparação com mesmo período do ano anterior, refletindo a retomada gradual dos procedimentos eletivos e eventos indenizáveis, em virtude da maior flexibilização das medidas relacionadas ao distanciamento social.

Desde o início da pandemia, o Grupo Segurador vem empregando esforços no sentido de ampliar e aprimorar a cobertura de riscos, agilizar a contratação de produtos e habilitar novos canais de comercialização, com o objetivo de levar a seus clientes uma proteção ainda mais completa e eficiente nesse momento de maior necessidade.

Para tanto, tem investido cada vez mais em seu processo de transformação digital, expandindo e aperfeiçoando os canais de distribuição nessa modalidade. No 1T21, as vendas por esses canais cresceram 73% ante o 1T20, atingindo cerca de R$ 340 milhões, com aumento de 31% na quantidade de itens distribuídos. As vendas pelo canal Mobile cresceram 96%.

Os aplicativos Bradesco Seguros acumulam 7,1 milhões de downloads. Além disso, 92% dos reembolsos de Saúde e 79% das vistorias de sinistros de Seguro Auto foram concluídos por processo digital, e 90% das vendas de Previdência Privada foram assinadas digitalmente por meio do aplicativo Bradesco, Internet Banking e biometria.

Completando um ano de funcionamento em março de 2021, o hotsite criado pela Bradesco Saúde e Mediservice com ênfase em autoproteção e cuidados essenciais sobre Covid-19 superou a marca de 1,5 milhão de acessos. Desde o seu lançamento, em julho de 2020, o aplicativo Saúde Digital para consulta médica a distância registrou cerca de 220 mil atendimentos.

Também completou um ano em março de 2021 o programa de Acolhimento Psicológico da Bradesco Saúde, que oferece aos beneficiários suporte voltado para a saúde emocional, tendo em vista as consequências do distanciamento social decorrente da pandemia. No total, o programa já atendeu mais de 235 mil pessoas.

Além disso, foi inaugurada em Belo Horizonte (MG) a primeira unidade da rede de clínicas Meu Doutor Novamed na região, com foco em atendimento primário, oferecendo, entre outros serviços, consultas médicas básicas e especializadas, procedimentos cirúrgicos ambulatoriais e exames laboratoriais e de imagem.

A rede registrou 54 mil atendimentos no 1T21, tendo como diferencial as consultas por livre demanda devido aos casos de suspeita de Covid-19. No total, as 20 unidades em operação no país realizaram mais de 4 mil atendimentos não agendados, o que representou 7,4% do total das consultas no período.

No segmento de Previdência, a Bradesco Vida e Previdência desenvolveu novas opções de produtos na grade de planos individuais e empresariais, com destaque para o lançamento de fundos de investimento em Previdência ESG (Environmental, Social and Governance), formados por empresas com alto grau de comprometimento ambiental, responsabilidade social e governança corporativa. Administrados pela Bradesco Asset Management (BRAM), os novos produtos reforçam o compromisso da empresa com as boas práticas relacionadas ao meio ambiente, inclusão social e transparência corporativa.

Em Seguro de Vida, a Bradesco Vida e Previdência implantou o modelo de tele-subscrição, que possibilita a contratação de produtos de forma remota, por meio de entrevistas online, tornando todo o processo mais ágil, seguro e conveniente para o cliente.

Já em Seguro Auto e Ramos Elementares, a Bradesco Auto/RE ofereceu em março, em homenagem ao mês da mulher, condições especiais ao público feminino na contratação ou renovação de contrato de produtos dos segmentos automotivo e residencial. A empresa também implantou uma nova segmentação para os produtos Empresarial, focada em coberturas ainda mais aderentes aos variados formatos de negócios, e Residencial, personalizando a proteção de acordo com o estilo de vida e moradia de cada consumidor, a exemplo da cobertura inédita para atividade comercial na residência, tendo em vista a prática crescente do home office.

Susep propõe simplificação do seguro para automóveis 537

Susep propõe simplificação do seguro para automóveis

Autarquia inicia consulta pública que permitirá ao consumidor contratar seguro mesmo sem carro próprio

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública proposta de circular que flexibiliza e simplifica os seguros de automóveis no Brasil. A medida visa facilitar e ampliar o acesso a essa importante modalidade de seguro, responsável por um volume de R$ 35 bilhões em prêmios emitidos em 2020, o que permitirá maior diversificação de produtos, mais inovação e seguros mais baratos. Apesar do alto volume de receitas, segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e da Susep, apenas 16% da frota de veículos no Brasil tinha cobertura de seguros em 2019. Mesmo ao considerar a frota com até 10 anos, o número não supera 33%.

Entre as mudanças propostas está a possibilidade de o seguro ser contratado mesmo sem identificação exata do veículo. Algo em prática em diversos países, mas inexplorada no mercado brasileiro. Isso facilita, por exemplo, o acesso ao seguro por motoristas de aplicativos e condutores que adotam o compartilhamento de automóveis, utilizam carros por assinatura ou alugados, o que amplia ainda mais as oportunidades de acesso e inclusão. Essa proposta está em linha com a crescente tendência de economia compartilhada.

Para a superintendente da Susep, Solange Vieira, trata-se de ação importante no processo de acesso ao seguro e desenvolvimento do setor. “Temos trabalhado para que o seguro seja uma escolha relevante para que o consumidor, o cidadão, possa se proteger e proteger seu patrimônio”, afirma. Na avaliação da Superintendente, a flexibilização no segmento auto é um exemplo de transformação de forte impacto em termos de possibilidades para negócios e inovação em um mercado tradicional. “Esta medida, sem dúvida, propiciará muitas oportunidades para o mercado e, principalmente, para novos consumidores do seguro, como aqueles que não são proprietários do veículo, mas precisam do seguro como instrumento de trabalho – motoristas de aplicativos e locadores, por exemplo. Trata-se de oferecer mais acesso e possibilidade de escolhas, dando mais poder para o consumidor e desenvolvendo o mercado”, completa.

O diretor da Susep, Rafael Scherre, destaca outras importantes novidades trazidas pela proposta. Ele cita, por exemplo, a livre possibilidade de combinação de coberturas, tanto típicas do segmento automóvel quanto de outras linhas de negócio. Scherre enfatiza a possibilidade de coberturas parciais de casco e a exclusão de limite para caracterização de indenização integral, o que permite maior diversificação de produtos e preços para necessidades e preferências de diferentes consumidores. “Esperamos um crescimento significativo do mercado nos próximos anos, com ampliação de cobertura, inclusão e principalmente inovação. E a partir de agora as bases para um ambiente favorável à competição e novos negócios, com menos restrições regulatórias, estão lançadas”, acrescenta o diretor.

Mariana Arozo, coordenadora-geral de Seguros Massificados, Pessoas e Previdência da Susep, lembra que o consumidor terá também a possibilidade de contratar coberturas de Responsabilidade Civil Facultativa (RCF) e Acidentes Pessoais de Passageiros (APP) vinculadas ao condutor. “A proposta traz grande flexibilidade em relação às regras atuais. Esperamos novos produtos e mais segurados – sempre com boas práticas de conduta e total transparência por parte das seguradoras. Comparando com os números da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), é um mercado com potencial para dobrar de tamanho”.

Com base nos dados da OCDE (2019), a penetração do mercado de seguros para automóveis no Brasil é de 0,53% do Produto Interno Bruto (PIB), que representa a metade da média da Organização (1,06%).

Mercado relevante

Em termos de arrecadação de prêmios, os seguros de automóveis representaram 44,8% do mercado de seguros de danos no Brasil, em 2020. Trata-se da modalidade de seguros mais “popular” no país, que gerou uma receita de R$ 35,34 bilhões no ano passado, frente aos R$ 78,86 movimentados pelo segmento de danos.

Divulgação/Susep
Divulgação/Susep

Seguro Sem Mistério aborda investimentos da Zurich na Região Sul 603

Siga a transmissão ao vivo a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério desta terça (04) recebe Luciano Vicente da Silveira, Diretor Regional Sul da Zurich no Brasil. O executivo vai contar tudo sobre os investimentos realizados pela companhia na Região Sul, em um bate-papo que será comandado pelos jornalistas Júlia Senna e William Anthony. Tudo acontece a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube.

Graduado em direito pela Universidade Luterana do Brasil (Ulbra), Silveira possui MBA Executivo pela Fundação Dom Cabral, de São Paulo. Com carreira executiva de 30 anos no mercado segurador, consolidada em gestão comercial e de negócios nos segmentos de seguros gerais, saúde, vida, capitalização e previdência privada, o executivo trabalha na Zurich desde março de 2011, onde já liderou duas diretorias comerciais, a própria Regional Sul, de março de 2011 a agosto de 2016, e a Regional São Paulo Interior desde então. Recentemente, o executivo foi designado novamente para o comando da Regional Sul.

Aproveite para enviar perguntas e recados ao convidado através do chat ao vivo. Aproveite e inscreva-se no Canal do JRS no YouTube para ficar por dentro das novidades. A atração ainda conta com exibição nos canais 20 (SD) e 520 (HD) da NET Rio Grande do Sul – com apresentação inédita sempre aos domingos, a partir das 11h30min, e reprises de terça à sábado ao longo da programação.

B3: Registro Digital de Apólice garante transparência, eficiência e segurança às seguradoras 3383

Apostando cada vez mais no mercado de seguros, o Registro Digital de Apólice é uma contribuição altamente inovadora da B3 ao setor. A facilidade conquistou destaque mesmo antes de iniciar o prazo do registro obrigatório de operações de seguros, que começou a valer em novembro de 2020 para os ramos de seguro garantia (setores público e privado), quando ainda era facultativa às seguradoras.

Icaro Demarchi Araujo Leite é superintendente de Produtos de Seguros da B3. Crédito da foto: André Ananias Gregorini

No momento em que uma companhia passa a registrar as apólices com a B3, a empresa atende a todos os requisitos máximos de transparência, eficiência e segurança no registro de operações de seguros. “Entendemos que os dados registrados pelas companhias são de suma importância, razão pela qual adotamos e praticamos os mais altos padrões de segurança da informação e de governança de dados, em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados (e anteriormente já em compliance com a GDPR), oferecendo o ambiente adequado para o tratamento de dados para atendimento das demandas deste mercado”, destaca o Superintendente de Produtos de Seguros da B3, Icaro Demarchi Araujo Leite.

O prazo para a completa implementação do SRO (Sistema de Registro de Operações) vale até o dia 20 de março de 2023. Atualmente, a B3 é a registradora de importantes players como BMG, Pottencial, Newe, Junto e Sompo, entre outros, que já somam mais de 60% do mercado de seguro garantia.

“A antecipação da integração e início do registro das operações, além de preparar as companhias para o atendimento da demanda regulatória, possibilitará a utilização e construção de soluções de valor para as companhias aproveitando as sinergias com os demais mercados em que a empresa opera”, explica o Superintendente.

Graças à expertise da B3 no mercado financeiro e de capitais, o registro das operações de seguro permitiu o estreitamento das relações com as seguradoras, fomentando inúmeras oportunidades. “A B3 está empenhada em tornar o processo de registro de operações o menos complexo possível, atendendo entidades de todos os portes e independentemente de sua capacidade tecnológica atual. Temos a percepção de que com o início da obrigatoriedade em novembro de 2020, as companhias estão se mobilizando para estarem adequadas antes da obrigatoriedade de registro dos demais ramos de seguro, previdência, capitalização e resseguro”, comenta.

Por isso, caso alguma empresa deseje buscar o auxílio da B3 para registrar digitalmente suas apólices, o momento é perfeito. “As seguradoras que já registram e as interessadas em iniciar essa digitalização contam com o suporte de um time de profissionais capacitados e conhecedores do mercado segurador. São profissionais que se colocam perto das empresas e estão obstinados em satisfazer os clientes. O ambiente de diálogo criado com o mercado segurador, Susep e registradoras a partir do registro eletrônico é altamente promissor para o desenvolvimento do mercado e, consequentemente, para os consumidores”, afirma. “A B3, parte desse processo, almeja ser uma infraestrutura de mercado segurador, com um portfólio de produtos e serviços voltados ao desenvolvimento e aprimoramento do setor”, conclui.

B3 no JRS