Jornadas de Transformação da D1 miram no mercado de seguros para promover inovação e disrupção no setor 636

Palestras voltadas à transformação digital para o mercado de seguros contaram com a presença de executivos de tecnologia da HDI Seguros e Youse que compartilharam suas experiências de inovação na área de experiência do cliente

Nesta terça-feira,19, a D1- plataforma que ‌viabiliza‌ ‌o‌ ‌processo‌ ‌de‌ ‌transformação‌ ‌digital‌ ‌para‌ ‌a‌ entrega ‌de melhores‌ ‌jornadas‌ de‌ ‌engajamento‌ ‌no‌ ‌envio‌ ‌de‌ ‌comunicações‌ ‌omnichannel, realizou a segunda edição das Jornadas de Transformação, desta vez focada no mercado de seguros.

O evento foi realizado em parceria com o Distrito Fintech e teve a participação da Superintendente de Tecnologia da HDI Seguros, Fernanda Toscano e do CTO da Youse, Rodrigo Brancher, e também contou com apoio do Amigos do CX. O objetivo do encontro foi trazer experiências e insights que despertem inovação e disrupção no setor por meio da tecnologia como ferramenta para melhorar, principalmente, a experiência do cliente.

No encontro, a HDI Seguros apresentou um estudo sobre o mercado atual com base em dados da CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) e FNSeg (Federação Nacional de Seguros Gerais), que aponta que apenas 30% da frota de carros circulantes no Brasil possuem seguro auto.

Já na área de residência, apenas 15% das casas do país possuem cobertura. O déficit mostra uma oportunidade à todas as companhias e o desafio na hora de alcançar esta parcela que ainda não contratou este tipo de serviço.

Pensando nisso, a HDI passou por um um processo de profunda transformação digital que não se limitou apenas às implantações de tecnologia, mas que precisou mudar a cultura de uma companhia tradicional.

Fernanda Toscano explica que todos os projetos começam com estratégias baseadas no uso de design thinking e definição de personas, desta forma eles entram em teste antes da implantação na companhia. Outra mudança foi a simplificação do sistema de cotação pelo site da HDI, um dos pontos mais importantes para a superintendente.

“Quando cheguei na seguradora, não conseguia contratar um seguro, era difícil porque não sabia quais informações colocar para fazer uma cotação, e isso não pode ser assim. A venda de seguros necessita ser pensada para leigos, o cliente precisa ter uma experiência tão agradável como ele tem no Facebook”, afirma Fernanda que contratou os serviços da D1.

Já na Youse, plataforma de venda de seguros online da Caixa Seguradora, a experiência foi completamente diferente, porque a insurtech nasceu em um formato inovador e digital. Mesmo assim, Rodrigo Brancher apontou os pontos importantes para as empresas que desejam ser digitais e inovadoras baseado nas ações da Youse, que se denomina uma empresa nativa digital. Para ele, quando se fala em digital o foco principal são as pessoas, que são divididas em dois grupos: cliente e time.

“O cliente é o ponto de partida e esse é um dos principais valores da Youse. Mas entender o cliente como ponto de partida é uma questão que o mercado associa frequentemente apenas como foco no cliente. Porém, percebemos isso de forma um pouco diferente, porque enxergamos ele como a razão da existência da companhia”, conta Brancher.

“Por isso utilizamos o digital como um meio de acessar diretamente esse consumidor e não somos só nós que pensamos assim, se lembrarmos das empresas referências em cultura centrada no cliente, como a Amazon, por exemplo, o digital pra eles não é só uma tecnologia mais legal, mas sim uma forma de chegar até o cliente e com isso se relacionar direto com ele, permitindo a construção de uma experiência completamente diferente”, complementa.

A D1 realizará mais duas Jornadas da Transformação, uma focada no varejo e a segunda para o setor de saúde, que acontecem ainda no primeiro semestre do ano. Para o CRO da D1 e mediador do meet-up, Alexandre Bazzi, as palestras servem como estratégia de trocas de experiências que tendem a explicar o processo de transformação digital para diferentes áreas do mercado.

“A ideia não é só falar das empresas em si, mas principalmente ouvir esses profissionais para aprender como o que eles estão fazendo para realmente conseguir essa mudança dentro dessas companhias tão diferentes. Isso é uma grande inspiração para todos nós, independentemente de ser uma empresa de software, de seguros, ou uma fintech. Este encontro serve para questionarmos os processos que temos dentro das nossas próprias empresas”, finaliza Alexandre.

Presidente do Sincor-SP atualiza categoria e reforça atendimento ao corretor de seguros 760

Segundo Alexandre Camillo, o Sincor-SP está operando perfeitamente em home office

Com o tema “Corretores de seguros na luta contra o coronavírus”, o presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), Alexandre Camillo, apresentou a 14ª edição do Direto & Reto com Camillo nesta quarta-feira (25/03), pelo canal da TV Sincor-SP no YouTube.

Diante da pandemia mundial do novo coronavírus, Camillo atualizou a categoria sobre os canais de atendimento da entidade durante a quarentena, o apelo da Fenacor às seguradoras, com relação às coberturas do seguro, além de orientações sobre as leis, decretos e medidas que afetam os corretores no cenário atual.

“Desde quinta-feira (19/03), o Sincor-SP está operando totalmente, e perfeitamente, em home office. Continuamos, colaboradores, diretoria e eu, à disposição dos associados para sanar dúvidas e prestar o atendimento de excelência que sempre prestamos”, declara.

Em relação às coberturas securitárias para o coronavírus, Camillo explicou que a Fenacor solicitou as seguradoras para que não apliquem nos contratos de seguros quaisquer cláusulas de exclusão ou restritivas de direitos relacionadas às epidemias ou pandemias, permitindo a cobertura para eventuais casos de sinistros. “Esse foi um pedido para a sensibilidade das seguradoras para quem não faltem aos nossos clientes e a toda a sociedade. Nesse momento, temos que nos desdobrar e ir além do possível. É um momento de sacrifício para todos”, completa.

Sobre as recentes leis, decretos e medidas divulgadas pelas autoridades de todas as esferas, federais, estaduais e municipais, Camillo destacou que em momentos de crise é preciso tomar providências emergenciais. “Medidas governamentais fazem parte de uma crise. O que fazemos hoje, pode não servir para amanhã. A crise exige dinamismo”.

O presidente ainda anunciou que o Sincor-SP vai disponibilizar todos os documentos das decisões governamentais que afetam os corretores de seguros no site da entidade. “As Comissões técnicas do Sincor-SP, assim como as Assessorias Técnica e Jurídica da entidade vão prestar um atendimento aos corretores de seguros. Além disso, estamos atualizando constantemente nossos canais de comunicação (site, JCS, newsletter e redes sociais) com o objetivo de esclarecer as dúvidas e levar orientação à categoria”.

As atualizações sobre a Medida Provisória 905, cujo relatório retoma a Lei 4.594 e foi aprovado pela comissão, Camillo diz que Câmara e Senado são capazes de votar, mesmo diante do cenário atual. “Eles possuem recursos para prosseguir com a votação. No momento, a situação é favorável aos corretores, em relação à aprovação do relatório. Precisamos torcer para que vá a votação. Vencemos uma etapa. Mas temos que estar atentos às próximas”.

Camillo ainda tranquilizou a categoria com relação à Resolução 382, da Susep, ressaltando que as lideranças da categoria estão avaliando os aspectos técnicos e jurídicos do documento. “Fenacor e Sincors estão atentos a isso, assim como estivemos na MP. Continue a nos dar apoio que produziremos resultados positivos”.

Para assistir ao programa na íntegra clique aqui

A economia do seguro e o direito 755

Confira o artigo do Presidente da Cnseg publicado no blog do Fausto Macedo, no Estadão

No Brasil, vimos assistindo a uma mudança positiva na incorporação, ao direito securitário, dos fundamentos e avanços teóricos e metodológicos da economia dos seguros, o que vem servindo para o melhor debate e superação da judicialização que ainda alcança de forma importante o mercado de proteção de patrimônios e rendas.

Em geral, essa judicialização tem como pano de fundo o que pareceria ser uma grave oposição entre a formulação e as práticas dos contratos de seguros oferecidos e os interesses individuais ou difusos daqueles que compram esses contratos.

Entretanto, essa suposta oposição já vem sendo, em muitos casos, dirimida por óticas que integram o direito ao verdadeiro cerne universal da ciência securitária, que consiste na união de todos os que participam da mutualidade intrínseca aos seguros no mesmo destino econômico, exigindo repartição de riscos com sustentação em métodos atuariais fundados na segregação das contribuições baseada na probabilidade de riscos segundo a idade, hábitos, e outros parâmetros mensuráveis.

Em analogia, é a diferença entre uma ótica de equidade absoluta e uma ótica de repartição e contribuição heterogênea para a proteção de riscos, que historicamente diferenciou a mera economia da ampla economia política. É esta última que vem permitindo sustentabilidade dos sistemas de produção, consumo e distribuição de múltiplos setores em escala planetária. Ainda que submetida aos ciclos de progresso e redução de atividades, como o que estamos vivendo atualmente.

E, apenas para evitar alguma interpretação deslocada, a qualificação “política” da economia se refere à filosofia econômica, de Adam Smith aos atuais teóricos, que podem divergir bastante, menos no núcleo dos fundamentos inaugurado pelo primeiro.

Buscando endereçar o assunto de forma mais pragmática, essa mudança positiva de integração do direito à economia política dos seguros, ou macroeconomia como querem outros, pode ser exemplificada pela superação recente, por turma do Superior Tribunal de Justiça, da aplicação de reajustes a contribuições de contratos de seguros coletivos de vida conforme o alcance de idades.

Aqui, de novo, não se trataria de busca da equidade a qualquer custo, mas da necessária sustentação, em regime de repartição de riscos, de um sistema de proteção com base nas evidentes e mensuráveis diferenças de riscos entre a população assistida conforme os dados epidemiológicos por idade.

Essa mesma questão pode ser abordada, para fortalecer a presença da economia política dos seguros na preservação do sistema, a partir do conceito de eficiência, tão caro também ao direito securitário. Simplificadamente, em termos econômicos a eficiência é medida pela melhor alternativa existente para a obtenção do mesmo objetivo. Então, na ausência de contratos de seguros coletivos de vida em regime de capitalização – como também são a maioria dos contratos previdenciários, a adoção dos reajustes de contribuições pelo alcance de idades vem se mostrando como a melhor alternativa para um sistema eficiente. Porque o contrário seria a ruptura do pacto entre gerações resultando em inevitável desequilíbrio estrutural do sistema mutualista. O mesmo entendimento jurídico, é evidente, deveria se aplicar aos contratos de planos e seguros privados de saúde.

Há outras dimensões da integração produtiva, e de óbvio alcance social, entre a economia e o direito securitário. E os avanços a que assistimos devem nos animar a perseguir melhores soluções para reduzir o conflito ainda existente, através do desenvolvimento científico e do diálogo.

Por Marcio Seroa de Araujo Coriolano, economista e presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

Sincor-SP lança campanha de orientação no combate ao coronavírus 776

Iniciativa oferece materiais de divulgação para que o corretor de seguros compartilhe com seus clientes, amigos e familiares por meio digital

Como agente do bem-estar social, o corretor de seguros tem um papel fundamental na proteção da sociedade diante do cenário em que o mundo vive. Pensando nisso, o Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), através do programa “Corretor de Seguros Agente do Bem-Estar Social”, lança a campanha Coronavírus – Saiba como se manter SEGURO.

A iniciativa oferece materiais de divulgação para que o corretor de seguros compartilhe com seus clientes, amigos e familiares. Diariamente, o Sincor-SP envia aos associados um e-mail com instruções de texto e post sobre o tema tratado, além de disponibilizar uma cartilha com dicas de saúde, informações sobre fake news e orientações sobre serviços dos planos de saúde.

“A cartilha contém sugestões e orientações daquilo que nós, corretores de seguros, podemos fazer para os nossos clientes e para a sociedade em geral. Para o primeiro tema, abordaremos os idosos, aqueles com mais de 60 anos”, explica o 2° secretário e responsável pela área social do Sincor-SP, Álvaro Fonseca.

“Quem melhor que o corretor de seguros, que além de consultor, é também um agente do bem-estar social, para orientar a população em um momento delicado como o que estamos vivendo? Esse é o nosso papel e essa é a hora de mostrar que somos especialistas em proteção”, declara o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Tokio Marine registra 9,2% de crescimento na Regional Centro-Oeste 793

Comercialização de produtos para PJ aumentou 16,9%, impulsionada principalmente por seguros voltados ao setor do agronegócio

Uma das maiores Seguradoras do País, a Tokio Marine segue em ritmo de crescimento no Centro-Oeste. Entre janeiro e dezembro de 2019, as operações da empresa nesta região registraram aumento de 9,2%, totalizando mais de R$ 382 milhões em prêmios emitidos.

O bom desempenho foi impulsionado, principalmente, pela carteira de Produtos PJ, que obteve um crescimento de 16,9%. “Só na modalidade de seguro Agro Safras foram emitidos mais de R$ 40 milhões em prêmios”, explica Jean Brunetto, diretor comercial Varejo Centro-Oeste da Tokio Marine.

Brunetto conta que a Regional Centro-Oeste realizou, no ano passado, um ciclo de palestras que abrangeu todas as suas sucursais, com grande adesão dos Corretores. “Na ocasião, esclarecemos dúvidas sobre produtos como o Auto Popular”, acrescenta, ao mencionar que a carteira de Auto cresceu 5,8% na região.

Também contribuiu para a capacitação de Parceiros da Regional a realização em Goiânia, do Expertise PJ, evento que teve como foco explicar melhor os produtos que compõem a carteira voltada ao público PJ, destacando os diferenciais e benefícios de cada modalidade. “Essa iniciativa foi bastante elogiada pelos Corretores locais e, sem dúvida, contribuiu para diversificar os nossos negócios no Centro-Oeste”, finaliza Brunetto.

Ao longo do período, as sucursais ligadas à Regional também receberam o reconhecimento de entidades do setor por seus produtos e serviços em votação feita pelos Corretores de Seguros, ao que o diretor comemora e agradece. “Esse reconhecimento é fruto de uma forte aproximação com os 1,8 mil Parceiros com os quais nos relacionamos diariamente. Nos orgulhamos de manter uma equipe altamente qualificada na linha de frente com esses profissionais, oferecendo os melhores programas de capacitação e oportunidades de vendas”, conclui.

Generali lança vistoria prévia online 517

Serviço de Vistoria Prévia Online é voltado para os produtos Generali Auto e Caminhões

A Generali e seus parceiros estão atuando fortemente para facilitar a rotina dos clientes e corretores no período de contingência. É por isso que a seguradora acabou de lançar o serviço de Vistoria Prévia Online para os produtos Generali Auto e Caminhões.

Agora, os clientes podem acessar um link, inserir as fotos do veículo e ter o retorno da vistoria na tela do celular, sem sair de casa. O sistema é prático e fácil, garantindo agilidade e segurança durante todo o processo.

Para saber mais acesse https://www.generali.com.br/