Pedrinhas gaúchos reforçam importância da união da categoria 948

Presidente do Sincor-RS foi palestrante de encontro, que também contou com a apresentação da chapa candidata para presidir o Clube pelos próximos dois anos

No primeiro encontro de 2020, o Clube do Pedrinha do Rio Grande do Sul convidou o Presidente do Sindicato dos Corretores do Estado (Sincor-RS), Ricardo Pansera, para palestrar sobre o mercado de seguros. O evento ocorreu no restaurante Casa do Marquês em Porto Alegre.

Guilherme Bini, presidente do Sindicato das Seguradoras (SindSeg RS) ressaltou a importância da proximidade dos sindicatos. ˜É o momento de nós levarmos informações, estarmos próximos do sindicato e dos corretores. Os nossos sindicatos precisam andar lado a lado de mão dadas”, afirmou Bini.

Ricardo Pansera iniciou a conversa com os pedrinhas em tom descontraído, em que agradeceu e elogiou a forma de integração entre os presentes. Ele contou um pouco da história do Sincor-RS e da profissão de corretor de seguros. Ele também criticou a Medida Provisória 905, que extingue 13 profissões, incluindo a de corretores de seguros.

“Não só os corretores de seguros, mas as outras categorias também estão unidas trabalhando. Estamos reunindo aos sindicatos das outras categorias para homologar o texto que retira essas profissões da Medida Provisória, que ninguém entendeu a ideia do Governo de querer gerar emprego extinguindo categorias, a exemplo a dos corretores de seguros, que possui 100 mil profissionais pelo país”, explicou Pansera.

Durante o seu discurso também foi abordado a importância Escola de Negócios e Seguros que profissionaliza os corretores de seguros, e diversos pontos históricos foram relembrados como a parceria feita em 1995, com o DPVAT, em que o sindicato investiu no atendimento ao público, ressaltando a importância da parceria e da comunicação entre seguradoras e corretoras, para beneficiar os clientes. Outro dado apontado por Pansera, mostrou uma estatística interna realizada pelo Sincor-RS, em que 89% dos casos de reclamação levados até a Ouvidoria, são solucionados através de uma conciliação.

Em entrevista para a nossa equipe, o presidente da Sincor-RS, destacou a importância do evento: “O pedrinha já é um encontro mensal tradicional com jantares, palestras, então para mim é um privilégio estar aqui fazendo a abertura do ano, conversando com o pessoal sobre a entidade que a gente representa, que é o Sindicato dos Corretores de Seguros, e também falar sobre o momento atual, as perspectivas desse ano. Mas não é uma palestra, é uma conversa entre amigos”.

Pansera também afirmou estar confiante na economia para este ano. “Eu acredito muito numa reviravolta da economia, porque a economia é um termômetro para o mercado de seguros, muito embora o nosso mercado está num momento interessante, já que terminamos 2019 com dois dígitos de crescimento, acima da inflação. Isso é uma perspectiva muito interessante para todos para todos os seguradores e corretores de seguros”, contou.

A noite também foi palco da apresentação da chapa da candidata para presidir o Clube do Pedrinha nos próximos dois anos. Em entrevista, Suellen Castro, atual Diretora Jurídica do Clube, contou um pouco sobre as suas propostas para presidir a próxima gestão. “Para compor a chapa, eu trouxe pessoas que não faziam parte da diretoria ainda, agradeci muito a contribuição de pessoas que já estavam há muito tempo com a gente, que com toda certeza foram fundamentais para o crescimento do Clube. Também quero aumentar o número de pessoas novas e manter aquelas pessoas que são a essência da fundação. Então eu tentei fazer uma mescla, a ideia é fazer uma gestão moderna, mais inovadora. É um desafio gigante mas tem tudo pra dar certo”, contou.

A atual Presidente do Clube do Pedrinhas, Ana Maria Pinto, também falou sobre a sua indicação para a próxima gestão. “A Suellen é a candidata que inscreveu a chapa dela, mas até o final do mês qualquer pedrinha pode apresentar a sua chapa. Não havendo outra chapa, a Suellen passa a presidir a gestão”, disse.

Confira os componentes da chapa de Suellen Castro:

Presidente: Suellen Castro
Vice Presidente: Yara Bolina
Secretária: Daniela Zimmer
Diretor financeiro: Luiz Felipe
Diretor social: Giovani Menger
Diretora Social Adjunto: Gislaine Rodrigues
Diretora de Marketing: Júlia Senna
Diretor de Marketing Adjunto: Marcelo
Diretor de Relacionamento com o mercado: Fernando Menezes
Diretor de Relacionamento com o mercado adjunto: Luis Felipe Paradeda
Diretora Jurídica: Niris Cunha
Diretor jurídico adjunto: Lorenzo

Imagens: Matheus Pé/JRS

 

GBOEX mantém suporte para corretores e associados durante o período de recesso 1803

Empresa está prestando suporte por meio de  canais digitais e WhatsApp e também segue os decretos estaduais e municipais sobre o encerramento temporário de atividades presenciais

O GBOEX, Previdência e Seguro de Pessoas emitiu uma nota nesta segunda-feira, dias 23, onde afirma estar atento às orientações das autoridades de saúde, além de tomar os cuidados necessários para preservar a saúde de colaboradores, corretores de seguros, associados e outros. Confira:

O GBOEX, Previdência e Seguro de Pessoas está atento às orientações das autoridades na área de saúde, sobre a importância do isolamento social para evitar a proliferação do coronavírus (Covid-19). Por isso, para preservar a saúde de colaboradores, corretores de seguros, associados, fornecedores e outros, alterou o seu modelo de atendimento, na matriz, nas unidades e pontos de atendimento em todo o país.

Desde esta segunda-feira, 23 de março, está prestando suporte por meio de seus canais digitais e WhatsApp. A empresa também segue os diversos decretos estaduais e municipais sobre o encerramento temporário, com o compromisso de que juntos poderemos enfrentar a situação.

Reiterando a missão que mantém há mais de um século com seus clientes e parceiros, a empresa readequou seus sistemas para prestar os seus serviços da melhor forma. Os colaboradores estão atuando em home office para contribuir na manutenção da rotina de atendimento.

Associados e corretores poderão utilizar os portais e aplicativos do GBOEX. A empresa busca colaborar para o bem-estar de todos e isso inclui o cuidado com os colaboradores, mantendo a equipe resguardada, em suas casas, mas também a imediata adequação dos serviços e produtos que o momento requer, sem perder o princípio de garantir solidez e a segurança aqueles que confiam no GBOEX.

Canais de atendimento aos associados:

WhatsApp: (51) 98013.8220

Fale Conosco – www.gboex.com.br/fale-conosco/

Chat – www.gboex.com.br

E-mail – gboex@gboex.com.br

Facebook Messenger – GBOEX

Serviços de Emergência Residencial 24 horas e Assistência Funeral individual e familiar – 0800. 775.4798 (planos contratados com esses serviços)

App Anjo: Tecnologia a serviço do corretor de seguros 7363

Este e outros destaques do mercado brasileiro de seguros estão na edição 234 da Revista JRS

Comprometido em conquistar a parcela de 85% de brasileiros que não contam com seguro de vida, o mercado de seguros tem apresentado excelentes soluções no que diz respeito não só a produtos completos e diferenciados, mas também a formas de comercialização. Essa última, que fica a cargo das corretoras de seguros, é ainda mais complexa, pois necessita de mecanismos inteligentes para atingir as pessoas, diante da constante transformação das formas de consumo.

Nesse sentido, desde o final do ano passado, os corretores de seguros contam com um novo aliado quando o assunto é venda no segmento vida. Isso porque o Grupo Caburé, atento a esse cenário, lançou o Anjo, um aplicativo desenvolvido pela empresa para facilitar a distribuição deste tipo de seguro.

Ficou curioso ou curiosa? Este e outros destaques do mercado de seguros estão em evidência nas 52 páginas da Revista JRS. Uma excelente leitura!

Coronavírus: pandemia tem seguro? 9532

Especialistas esclarecem sobre os impactos da Covid-19 no mercado

Em 29 de janeiro, o corretor de seguros Edson Rodrigues perguntava aos seus colegas de profissão via rede social a opinião deles sobre como seria para as seguradoras caso houvesse um surto de coronavírus. Naquele mês, o Brasil ainda não tinha nenhum caso

Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS
Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS

confirmado de Covid-19 e a discussão ainda estava no campo das ideias. Em questão de dias, a situação mudou completamente e muitos são os questionamentos que se tem a respeito da pandemia que acomete não só o país, mas o mundo inteiro, no que diz respeito as suas características, estatísticas, sistema de saúde e, também, às coberturas de seguro.

O advogado Lúcio Roca Bragança, do escritório Agrifoglio Vianna, esclarece que a maioria dos contratos de seguros de vida contam com uma cláusula específica de exclusão em casos de pandemia. “Em um grupo com um grande números de pessoas, nós não sabemos quais delas vão falecer, mas nós podemos estimar, estatisticamente, com razoável precisão, quantas irão. A partir deste número, pode-se mensurar em reais qual será o montante necessário para indenizar os beneficiários dos segurados que provavelmente morrerão em um determinado ano. Esse montante é dividido entre todos os segurados do grupo, que pagarão um valor mensal à seguradora, que o provisionará para fazer jus às futuras indenizações”, explica sobre a necessidade de existência dessa cláusula, uma vez que em casos de enfermidades amplamente disseminadas, se torna impossível mensurar a taxa de sinistralidade.

“Se um grande número de segurados fosse sofrer sinistro, a conta não iria fechar”, comenta o advogado Lúcio Roca Bragança.

A seguradora apenas administra o fundo comum, resultante da contribuição de todos os segurados, e acrescenta o necessário à sua manutenção. “Para esse sistema de contribuição baixa e indenização alta funcionar, é preciso que todos estejam expostos ao risco, mas que apenas alguns sejam acometidos pelo risco – essa é a condição essencial para o seguro de riscos ordinários dar certo. Se um grande número de segurados fosse sofrer sinistro, a conta não iria fechar: seria necessário que a contribuição mensal deles se aproximasse do valor do capital segurado”, afirma.

No entanto, a Fenacor, entidade representativa dos corretores de seguros no Brasil, solicitou às seguradoras que não apliquem nos contratos de seguros, nenhuma cláusula de exclusão relacionadas às epidemias ou pandemias, permitindo, assim, a ampla cobertura

Renato Pedroso é presidente da Previsul Seguradora / Arquivo JRS
Renato Pedroso é presidente da Previsul Seguradora

para eventuais casos de sinistros. A Previsul Seguradora foi a primeira companhia a se posicionar e informar que indenizará segurados que tiverem perdas ocasionadas pela Covid-19, pagando as coberturas de seguro decorrentes de morte de qualquer causa, internações e rendas por incapacidade que contenham cobertura de doença, ocasionadas pelo novo vírus, respeitando as condições dos seguros, os prazos de carência e franquia (se houver), ainda que de acordo com as normas regulatórias o risco de pandemias seja excluído.

Conforme o presidente da Previsul, Renato Pedroso, o que mais influenciou na decisão foi o compromisso da companhia com os mais de um milhão e meio de segurados e mais de cinco mil corretores de seguros. “Clientes e parceiros de negócios que nesses mais de cento e dez anos de existência, escolheram a Previsul para ser a sua seguradora”, acrescenta.

A Previsul tem uma carteira de clientes com idade média relativamente baixa, mas nosso compromisso neste momento é com a sociedade brasileira”, destaca Renato Pedroso, presidente da seguradora.

Embora a taxa de mortalidade em decorrência do coronavírus seja baixa, o que depende de uma série de fatores, como idade, gênero, condições de saúde e o sistema de saúde no qual a pessoa está inserida, ainda é complicado mensurar exatamente os efeitos da pandemia. Na estimativa da Previsul, é muito cedo para se ter alguma previsão da proporção de segurados que possam ser indenizados neste processo. “A companhia tem uma carteira de clientes com idade média relativamente baixa, mas nosso compromisso neste momento é com a sociedade brasileira”, comenta. Além disso, com uma gestão preocupada com o bem-estar das pessoas, o time da Previsul está trabalhando em regime diferenciado para continuar atendendo e ainda sim preservando vidas: “Nossa matriz está em home office desde segunda-feira para preservar a saúde de todos e dar continuidade do atendimento à sociedade”.

Do ponto de vista jurídico, o advogado Lúcio Roca Bragança salienta que como trata-se de um risco que não foi precificado, ou, em palavras mais simples, uma seguradora cobrir um sinistro decorrente de pandemia significa dar cobertura por algo que o segurado não pagou, “somente se pode concluir que o dinheiro com que a Previsul cobrirá estes sinistros sairá do seu próprio patrimônio”. “Trata-se de um ato de generosidade, ou mesmo de auxílio prestado pela companhia aos seus segurados nestes tempos sombrios. Ou seja: todos os contratos da seguradora têm exclusão de pandemia e ela está fazendo isso por um senso de solidariedade”, acrescentou.

Para as outras seguradoras que não se manifestaram, isso não abre precedentes futuros, ainda de acordo com o especialista. “A cobertura de pandemia em seguros comuns é como que um ato de caridade e não se pode, juridicamente, exigir que as pessoas pratiquem a caridade. Por isso, acredito que se trata de um ato isolado de uma seguradora, mas mesmo que venha a se tornar uma prática predominante, não se pode esperar daquela que não o fez, que o faça. Não se pode nem mesmo moralmente condená-la, pois, eventualmente, ela pode não ter lastro econômico para tanto”, destaca.

“Quanto mais adversidades na sociedade, maior a compra de seguro; quanto mais crise, mais necessário se faz e quanto mais dinheiro se possui, mais prevenidos queremos estar”, comenta Alberto Júnior, corretor de seguros e CEO do Grupo Life Brasil.

Alberto Júnior é corretor de seguros e CEO do Grupo Life Brasil

Não há uma regra, mas crises em geral fazem com que os consumidores tenham mais consciência da importância do produto seguro. O corretor de seguros Alberto Júnior salienta que, na sua visão, o mercado terá, sim, um aumento de compra do produto seguro se souber entender o momento do cliente. “Qualquer pessoa só compra por seis motivos, que são baseados em dúvidas, inseguranças e medos ou desejos, interesses e necessidades. Tendo mais de três pontos destes relevantes aos clientes, é natural que consigamos fazer isso com o produto seguro e que tenhamos mais assertividade de compra”, afirma, baseado em método próprio que desenvolveu ao longo de seus 27 anos de experiência na venda porta a porta pelo Grupo Life Brasil. “Quanto mais adversidades na sociedade, maior a compra de seguro; quanto mais crise, mais necessário se faz e quanto mais dinheiro se possui, mais prevenidos queremos estar”, acrescenta.

Jean Figueiró, da KSA Corretora de Seguros

Por outro lado, Jean Figueiró, da KSA Corretora de Seguros, não vê o momento com tanto otimismo num curto prazo: com a economia girando menos, a demanda por seguro será afetada também. “Vai circular menos dinheiro, as pessoas vão ter que se desfazer dos seus bens e, no Brasil, o seguro não é visto como um investimento, ele é visto como uma despesa. É uma das primeiras coisas que as pessoas acabam cortando”, opina. Mas ele concorda com o colega de que num período maior e com um Brasil recuperado, o cenário será bem proveitoso aos corretores: “As crises nos geram oportunidades porque elas geram conhecimento para lidar com elas, com dificuldades”.

É o corretor de seguros sempre o profissional ideal para esclarecer todos detalhes do produto seguro e tirar as dúvidas dos consumidores. E você, seja corretor, segurador ou cliente, qual a sua opinião?

RS: Mercado de Seguros está na lista de serviços que podem funcionar durante pandemia do coronavírus 3042

Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini / Arquivo

Decreto anunciado pelo Governador Eduardo Leite prevê que o mercado segurador e outras 33 categorias estão no rol de serviços considerados essenciais


O governador Eduardo Leite editou na noite da última segunda-feira, dia 23, uma série de mudanças no decreto de calamidade pública publicado na semana passada. O mercado de seguros está entre as categorias que podem funcionar normalmente durante a vigência da quarentena, que busca prevenir a pandemia do coronavírus.

O decreto também autoriza os secretários estaduais e dirigentes de órgãos públicos a convocar servidores para trabalhar, caso haja necessidade. Além do mercado de seguros, outras 33 categorias públicas e privadas, poderão continuar funcionando.

Em entrevista, Leite afirmou que o listamento destacado no decreto busca sanar as dúvidas da população, e reafirmou a necessidade das pessoas ficarem em casa. “Surgiram dúvidas e questionamentos após a edição do decreto. Então, para esclarecer à população, listamos detalhadamente todos os serviços que deverão continuar em funcionamento. Estamos recomendando o isolamento social e garantindo que as pessoas possam ficar em casa com a certeza de que as necessidades essenciais serão atendidas”, afirmou o governador.

O procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, esclareceu que “foi preciso detalhar as atividades essenciais, porque havia dúvidas sobre alguns serviços que não constavam no decreto e por isso deixaram de ser realizados”.

*Com informações de GaúchaZH.

As seguradoras não pararam suas atividades em nenhum momento, comenta presidente do SindSeg RS 2431

Guilherme Bini é presidente do SindSeg RS

Guilherme Bini explica como as companhias se adaptaram para atender corretores e segurados

Desde que os casos de Covid-19 se espalharam pelo Brasil, o país vive um período de isolamento social sem precedentes. Diante do acontecimento, que se intensificou de maneira rápida, as seguradoras tiveram que realizar adaptações em suas atividades para manter seu funcionamento e contou com uma grande aliada: a tecnologia.

De acordo com o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS), Guilherme Bini, desde a semana passada as companhias já estão operando de forma remota. “Praticamente 100% das seguradoras já estão trabalhando em home office e com isso as suas atividades não pararam em nenhum momento, o que mudou neste período foi a forma de atender aos corretores e segurados”, destaca. “As áreas comerciais vêm mantendo contato com os seus corretores normalmente e as áreas de sinistros analisando os processos de forma ininterrupta. Estamos passando por um momento de adaptação e criando novas ferramentas que visam facilitar e agilizar o dia a dia de todos. Aos segurados o atendimento continua sendo através das centrais 0800 ou ferramentas digitas (aplicativos ou web) ”, detalha.

As seguradoras tomaram essa decisão afim de preservar a saúde de seus colaboradores, corretores, segurados, fornecedores e familiares. “Mesmo com todas as mudanças o mercado não parou, continuamos com grande movimentação, percebemos isso nas seguradoras associadas, cada uma com as suas ações comerciais, programas de retenção de carteira, o que demonstra que o nosso mercado continua pujante, a única coisa que fizemos, foi nos adaptarmos a uma nova forma de operar”, finaliza.