Pedrinhas gaúchos reforçam importância da união da categoria 1235

Presidente do Sincor-RS foi palestrante de encontro, que também contou com a apresentação da chapa candidata para presidir o Clube pelos próximos dois anos

No primeiro encontro de 2020, o Clube do Pedrinha do Rio Grande do Sul convidou o Presidente do Sindicato dos Corretores do Estado (Sincor-RS), Ricardo Pansera, para palestrar sobre o mercado de seguros. O evento ocorreu no restaurante Casa do Marquês em Porto Alegre.

Guilherme Bini, presidente do Sindicato das Seguradoras (SindSeg RS) ressaltou a importância da proximidade dos sindicatos. ˜É o momento de nós levarmos informações, estarmos próximos do sindicato e dos corretores. Os nossos sindicatos precisam andar lado a lado de mão dadas”, afirmou Bini.

Ricardo Pansera iniciou a conversa com os pedrinhas em tom descontraído, em que agradeceu e elogiou a forma de integração entre os presentes. Ele contou um pouco da história do Sincor-RS e da profissão de corretor de seguros. Ele também criticou a Medida Provisória 905, que extingue 13 profissões, incluindo a de corretores de seguros.

“Não só os corretores de seguros, mas as outras categorias também estão unidas trabalhando. Estamos reunindo aos sindicatos das outras categorias para homologar o texto que retira essas profissões da Medida Provisória, que ninguém entendeu a ideia do Governo de querer gerar emprego extinguindo categorias, a exemplo a dos corretores de seguros, que possui 100 mil profissionais pelo país”, explicou Pansera.

Durante o seu discurso também foi abordado a importância Escola de Negócios e Seguros que profissionaliza os corretores de seguros, e diversos pontos históricos foram relembrados como a parceria feita em 1995, com o DPVAT, em que o sindicato investiu no atendimento ao público, ressaltando a importância da parceria e da comunicação entre seguradoras e corretoras, para beneficiar os clientes. Outro dado apontado por Pansera, mostrou uma estatística interna realizada pelo Sincor-RS, em que 89% dos casos de reclamação levados até a Ouvidoria, são solucionados através de uma conciliação.

Em entrevista para a nossa equipe, o presidente da Sincor-RS, destacou a importância do evento: “O pedrinha já é um encontro mensal tradicional com jantares, palestras, então para mim é um privilégio estar aqui fazendo a abertura do ano, conversando com o pessoal sobre a entidade que a gente representa, que é o Sindicato dos Corretores de Seguros, e também falar sobre o momento atual, as perspectivas desse ano. Mas não é uma palestra, é uma conversa entre amigos”.

Pansera também afirmou estar confiante na economia para este ano. “Eu acredito muito numa reviravolta da economia, porque a economia é um termômetro para o mercado de seguros, muito embora o nosso mercado está num momento interessante, já que terminamos 2019 com dois dígitos de crescimento, acima da inflação. Isso é uma perspectiva muito interessante para todos para todos os seguradores e corretores de seguros”, contou.

A noite também foi palco da apresentação da chapa da candidata para presidir o Clube do Pedrinha nos próximos dois anos. Em entrevista, Suellen Castro, atual Diretora Jurídica do Clube, contou um pouco sobre as suas propostas para presidir a próxima gestão. “Para compor a chapa, eu trouxe pessoas que não faziam parte da diretoria ainda, agradeci muito a contribuição de pessoas que já estavam há muito tempo com a gente, que com toda certeza foram fundamentais para o crescimento do Clube. Também quero aumentar o número de pessoas novas e manter aquelas pessoas que são a essência da fundação. Então eu tentei fazer uma mescla, a ideia é fazer uma gestão moderna, mais inovadora. É um desafio gigante mas tem tudo pra dar certo”, contou.

A atual Presidente do Clube do Pedrinhas, Ana Maria Pinto, também falou sobre a sua indicação para a próxima gestão. “A Suellen é a candidata que inscreveu a chapa dela, mas até o final do mês qualquer pedrinha pode apresentar a sua chapa. Não havendo outra chapa, a Suellen passa a presidir a gestão”, disse.

Confira os componentes da chapa de Suellen Castro:

Presidente: Suellen Castro
Vice Presidente: Yara Bolina
Secretária: Daniela Zimmer
Diretor financeiro: Luiz Felipe
Diretor social: Giovani Menger
Diretora Social Adjunto: Gislaine Rodrigues
Diretora de Marketing: Júlia Senna
Diretor de Marketing Adjunto: Marcelo
Diretor de Relacionamento com o mercado: Fernando Menezes
Diretor de Relacionamento com o mercado adjunto: Luis Felipe Paradeda
Diretora Jurídica: Niris Cunha
Diretor jurídico adjunto: Lorenzo

Imagens: Matheus Pé/JRS

 

De acordo com reportagem, Solange Vieira teria considerado bom que as mortes se concentrem entre os idosos; Susep nega 7840

Solange Vieira é superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Superintendente da Susep teria dado declaração durante reunião no mês de março

Portais jornalísticos nacionais divulgaram reportagem de autoria da Reuters, considerada a maior agência internacional de notícias, em que foi atribuída à superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira, declarações polêmicas. De acordo com o texto, Solange teria afirmado: “É bom que as mortes se concentrem entre os idosos… Isso melhorará nosso desempenho econômico, pois reduzirá nosso déficit previdenciário.”

Quem forneceu o relato à agência Reuters foi o epidemiologista que era chefe do departamento de imunização e doenças transmissíveis do Ministério da Saúde, Julio Croda. A informação também foi corroborada por outra autoridade, que, falando sob condição de anonimato, contou que recebeu informação do ocorrido, mas não estava na reunião.

O trecho ainda ressalta que a superintendente da Susep é aliada do ministro da economia, Paulo Guedes, e que esteve envolvida na importante reforma previdenciária do governo no ano passado. “[Ela] também mostrou pouca urgência quando foi apresentada a previsões do Ministério da Saúde em meados de março […]. O ministério previu mortes generalizadas entre os idosos, se o vírus não fosse contido”, destaca a reportagem.

Procurada pelo JRS, a assessoria da Susep retornou que as declarações atribuídas à superintendente não procedem. “Esclarecemos que as declarações do senhor Júlio Croda atribuídas a Solange Vieira em recente matéria jornalística são improcedentes. Reiteramos que, a convite do então ministro Luiz Henrique Mandetta, a economista esteve em março no Ministério da Saúde (MS), para contribuir com os modelos de projeção decorrente da pandemia de COVID-19 utilizados por aquela pasta. Na ocasião, foram observados os cenários apresentados e seus impactos, com foco sempre na preservação de vidas”, diz. O texto enviado por e-mail a nossa redação ainda ressalta que Solange repudia qualquer análise nesse sentido e que medidas legais adequadas serão tomadas: “A economista declara seu repúdio a toda e qualquer ilação que impute a alguma análise proferida juízo de valor em sentido contrário ao direito à vida e à saúde para todos, de qualquer idade, a qualquer tempo.  Medidas legais cabíveis sobre o assunto estão sendo analisadas”.

A Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) disse lamentar e repudiar veemente a declaração de Solange Vieira. “Postura insensível e desumana da superintendente da Susep, em absoluto desrespeito aos familiares dos mais de 25 mil brasileiros mortos em decorrência da pandemia do novo coronavírus (COVID-19)”, destaca.

A Fenacor ainda considera absolutamente inaceitável e inconcebível que este seja o sentimento de quem lidera a autarquia responsável por supervisionar o mercado de seguros e de previdência privada. “A brutalidade e a falta de empatia demonstradas pela superintendente da Susep causam repulsa na sociedade brasileira e nos faz questionar uma vez mais se ela reúne as mínimas condições para ocupar o posto de comando de um órgão do Governo cujo foco precisa estar direcionado para ajudar as pessoas a superarem a mais grave crise na saúde pública dos últimos 100 anos”, finaliza.

*O título desta reportagem foi alterado para fins de compreensão.

107 anos do GBOEX: momentos históricos reafirmam seriedade e comprometimento 7746

Empresa centenária é capa da edição 236 da Revista JRS; Confira também outros destaques exclusivos

Desde a sua fundação, em 24 de maio de 1913, o GBOEX já vivenciou os mais variados acontecimentos mundiais. E mais do que isso: se consolidou como uma empresa sólida e confiável, atravessando muitos momentos de transformações, chegando a 2019 com 69% de market share entre as Entidades Abertas de Previdência Complementar sem fins lucrativos. Essa história de trabalho, que se traduz em mais famílias protegidas, é a capa da Revista JRS deste mês.

A edição 236 da publicação mensal do JRS ainda traz matérias especiais sobre previsões do mercado de seguros no período pós-pandemia, o adiamento do Brasesul para 2021 e as contínuas melhorias da Casa do Corretor, da Icatu Seguros. Além disso, o advogado Sahil Bhambhani escreve sobre a prorrogação da Lei Geral de Proteção da Dados (LGPD) em artigo exclusivo. Os destaques do mercado de seguros recheiam as 52 páginas da Revista JRS – tenha uma excelente leitura!

Oportunidade: Grupo Aspecir contrata atuário 3114

Candidatos devem ser graduados em ciências atuariais

O Grupo Aspecir, empresa de origem gaúcha nos ramos de previdência privada, seguro de vida e empréstimo, oferece oportunidade profissional para a integrar sua equipe atuarial. O candidato deve ter graduação em ciências atuariais, experiência consolidada no mercado de previdência complementar aberta e domínio do pacote office.

Além disso, é desejável que possua conhecimentos em legislação do mercado segurador. A carga horária é de segunda a sexta-feira e a vaga conta com benefícios. Ficou interessado(a)? Envie seu currículo e pretensão salarial para vagas@grupoaspecir.com.br.

Edição 235 da Revista JRS destaca momento de transformação mundial 22945

Coronavírus à luz do seguro e outros destaques exclusivos estão na publicação

Especialistas reforçam a todo momento: o mundo não será o mesmo depois do novo coronavírus. Mudança de atitudes, da forma de se relacionar e a adoção de medidas de prevenção não só no âmbito pessoal, mas também no profissional, pegaram o mundo de surpresa. No mercado de seguros não foi diferente, seguradores, corretores e prestadores de serviço tiveram que se adaptar à nova realidade, mantendo toda a sua funcionalidade e atendimento à sociedade brasileira.

Estas e outras reflexões estão disponíveis na versão online da Edição 235 da Revista JRS. Uma excelente leitura!

Capemisa contribui para confecção e doação de máscaras de tecido 765

Acessório será distribuído às famílias do Lar Fabiano de Cristo e garante renda extra a costureiras

A Capemisa Seguradora está contribuindo para que famílias assistidas pela entidade possam produzir 5 mil máscaras caseiras, que estão sendo distribuídas a funcionários das casas de apoio, às pessoas atendidas e seus parentes. Cerca de 45 mães costureiras e dez voluntárias de pelo menos 20 instituições estão trabalhando com retalhos de oficinas de costura que eram realizadas no Lar e também tecidos doados para a produção deste novo item de necessidade básica, por conta dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 no país.

A iniciativa, segundo a presidente da entidade, Regina Oliveira, vai ajudar a contribuir com a renda de famílias que deixaram de trabalhar neste período de isolamento social. “Além de ajudar a proteger as pessoas assistidas pelas nossas casas, essas mães estão recebendo material e ajuda de custo, estão trabalhando, estão produzindo, o que é muito importante para elas”, conta.

As doações da Capemisa foram enviadas a casas de assistência nas regiões Sudeste, Sul, Norte e Nordeste.

“A nossa seguradora foi criada com a finalidade de arrecadar recursos para a manutenção de diversas obras sociais, em especial, o Lar Fabiano de Cristo. Esses recursos são destinados para cuidar de mais de 3.800 famílias e aproximadamente 18.500 pessoas em todo o país. Neste momento sem precedentes e tão desafiador, nosso apoio a essas casas se torna ainda mais importante”, afirma o presidente da Capemisa, Jorge Andrade.