ANS promove webinar sobre contratação de resseguros 776

Com inscrições já abertas, debate online será no próximo 25 de agosto

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realiza, no próximo dia 25 de outubro, um webinar para discutir a contratação de resseguros por operadoras de planos de saúde. O debate virtual, direcionado aos agentes do setor, será das 10 horas às 11h30min, e as inscrições estão abertas. O objetivo é prestar informações às operadoras sobre essa possibilidade de contração – que foi recentemente regulamentada – e esclarecer dúvidas quanto ao novo marco jurídico. Participam do webinar representantes da Diretoria de Normas e Habilitação das Operadoras (DIOPE), Procuradoria Federal junto à ANS (PROGE), Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) e Federação Nacional das Empresas de Resseguros (FENABER).

O resseguro é instrumento que possibilita, às operadoras de planos de saúde, reembolso total ou parcial de despesas com atendimento de beneficiários, garantindo, assim, maior proteção financeira de suas operações ao beneficiário. A importância dessa modalidade é importante em períodos atípicos, como quando ocorrem surtos de doenças como a Covid-19, crises econômicas ou outro tipo de situação excepcional (desastres naturais, por exemplo).

Além de ser instrumento importante nesses casos, a contratação de resseguro reduz a necessidade de constituição de ativos garantidores por parte das operadoras, conforme previsto na Resolução Normativa nº 392, de 2015, da ANS, além de deduções para cálculo de capital regulatório.

Os resseguros são regulados pela SUSEP. Até recentemente, a instituição considerava que as operadoras de planos de saúde não poderiam contratar resseguros diretamente das resseguradoras. Assim, as operadoras precisavam recorrer a uma seguradora para a contratação de coberturas para riscos assumidos relativos a seus participantes, reduzindo as possibilidades de contratação. Como resultado, atualmente apenas duas operadoras de planos de saúde têm resseguros contratados.

A interpretação da SUSEP sobre o tema mudou em 2019 e, em março de 2020, foi editada Resolução CNSP 380 confirmando e regulamentando essa possibilidade. Com a mudança e a consequente viabilização da contratação de resseguro por operadoras de planos de saúde, a expectativa é aumentar a concorrência, resultando na ampliação da diversidade de produtos e redução de riscos para o beneficiário.

Chubb promove treinamento com foco em PMEs 167

Centro de Ensino e Treinamento Kuantta

Nesta terça, 11, a nova transmissão da série Chubb Digital irá abordar seguros de propriedade para empresas de pequeno e médio portes

Pela segunda vez no mês, a Chubb Seguros promove a live da série Chubb Digital. Essa nova edição ocorre nesta terça-feira, 11, às 9h30min, desta vez com o tema seguros de propriedade para pequenas e médias empresas. Criada pela companhia com o objetivo de levar informações de mercado e apresentar novos produtos a corretores de seguros, a série entra ao vivo toda terça-feira no canal da companhia na internet. Para acompanhar, basta seguir a Chubb no LinkedIn e procurar o post de cada edição com o link de inscrição, sem qualquer custo.

Outros dois seminários estão programados para agosto, ainda com foco nos seguros de riscos empresariais. No próximo dia 18, estará na pauta o seguro de condomínio e no último encontro do mês, agendado para o dia 25, os especialistas da Chubb vão falar sobre a oferta de seguro de property a pequenas indústrias.

A companhia lançou o Chubb Digital em março deste ano e já contou com a participação de milhares de corretores. A cada mês a seguradora mapeia os temas que capta como relevantes para esses profissionais e coloca os especialistas da seguradora para desenvolver e participar das transmissões realizadas ao vivo.

Allianz apresenta Relatório Global da previdência 778

Conforme indicadores divulgados pela companhia, o sistema previdenciário do Brasil ocupa a 43ª posição

O Grupo Allianz apresenta a primeira edição do seu “Relatório Global do Sistema Previdenciário”, trazendo um mapa dos sistemas em todo o mundo, através do próprio indicador de previdência criado pela companhia. O Allianz Pension Indicator (API) segue a seguinte lógica: ele inicia a análise com os pré-requisitos demográficos e fiscais e, em seguida, continua a examinar os sistemas previdenciários conforme duas dimensões, “sustentabilidade” e “adequação”. Assim, baseia-se em três pilares e leva em consideração cerca de 30 parâmetros, que são classificados em uma escala de 1 a 7, sendo 1 a melhor nota.

Ao somar todos os subtotais ponderados, o API atribui a cada um dos 70 países analisados uma nota entre 1 e 7, proporcionando assim uma visão abrangente do respectivo sistema previdenciário. “Dados demográficos e as previdências foram ofuscados por outras políticas nos últimos anos, principalmente as mudanças climáticas e, hoje, a luta contra a Covid-19”, disse Ludovic Subran, economista-chefe do Grupo Allianz. “Mas você ignora a demografia por sua própria conta e risco, a mudança demográfica logo estará de volta com uma vingança. Neutralizar a iminente crise previdenciária e preservar a justiça e a igualdade geracionais são fundamentais para a construção de sociedades inclusivas e resilientes”, completa.

A mudança dramática na demografia é melhor caracterizada pelo aumento da taxa de idosos inativos economicamente: até 2050, essa taxa crescerá de até 77%, ou seja, mais rápido do que nos últimos 70 anos desde 1950. Em muitas economias emergentes, a taxa vai mais do que dobrar nas próximas três décadas, isto é, em menos da metade do tempo que esse desenvolvimento levou na Europa e América do Norte. O exemplo mais proeminente é a China, onde a proporção aumentará de 17% para 44%. Para os países industrializados o nível absoluto dessa proporção é o principal motivo de preocupação, atingindo, por exemplo, 51% na Europa Ocidental.

Esse desenvolvimento se reflete no primeiro pilar do API, chamado de “pontos de partida”, que combina mudança demográfica e situação financeira pública (margem financeira). Muitos países emergentes na África ou na Ásia têm uma boa pontuação, pois a população ainda é jovem e os déficits públicos e as dívidas são bastante baixos. Europeus, como Itália ou Portugal, estão entre os piores desempenhos: a população de idosos enfrenta dívidas altas. “Para a maioria dos países industrializados, a velha piada escocesa se aplica: se eu construísse um sistema previdenciário estável, certamente não começaria por ali”, disse Michaela Grimm, autora do relatório.

“E essa é a situação antes do coronavírus e seu tsunami de novas dívidas. Um dos legados da atual crise certamente será o de que teremos de dobrar nossos esforços para reformar nossos sistemas previdenciários. O que havia sobrado de margem financeira se foi para sempre”.

O segundo pilar do API é a “sustentabilidade”, medindo como os sistemas reagem às mudanças demográficas: existem estabilizadores embutidos ou o sistema será destruído quando o número de colaboradores diminui e o número de beneficiários continua subindo? Nesse contexto, uma alavanca importante é a idade da aposentadoria. Na década de 1950, um homem de 65 anos, em média, morando na América do Norte ou Europa, poderia esperar passar cerca de 12,5 anos na aposentadoria. Hoje, a expectativa média de vida adicional de uma pessoa de 65 anos é de 17,6 anos e deve aumentar para 20,8 anos em 2050. Como consequência, a proporção entre vida profissional e tempo de aposentadoria diminuiu. Os países que decidiram ajustar a idade legal para aposentadoria ou o aumento dos benefícios ao desenvolvimento de uma expectativa de vida adicional – como a Holanda – têm, portanto, um sistema previdenciário mais sustentável do que os países onde adiar por mais tempo a aposentadoria ainda é um tabu.

Pilar Adequação

O terceiro pilar do API classifica a “adequação” do sistema previdenciário, questionando se ele proporciona um padrão de vida adequado na velhice. Elementos importantes são a taxa de cobertura – ou seja, qual a proporção da população em idade ativa e do grupo em idade de aposentadoria coberta pelo sistema previdenciário? – a relação de benefícios – ou seja, quanto (em termos de renda média) um aposentado recebe? – e a existência de fundo pensão para idosos e outras fontes de renda financiadas por capital.

No geral, a pontuação média no pilar de “adequação” (3,7) é um pouco melhor do que a do pilar de “sustentabilidade” (4,0), um sinal de que a maioria dos sistemas ainda atribui maior peso ao bem-estar da atual geração de aposentados do que a da futura geração de contribuintes e contribuições sociais. Os países que lideram o ranking de “adequação” ainda têm pagamentos a aposentados bastante generosos, como Áustria ou Itália, ou fortes segundo e terceiro pilares, como Nova Zelândia ou Holanda. Contudo, as soluções de aposentadoria financiadas por fundos de pensão estão sob crescente pressão no cenário persistente de baixa taxa de juros. A pandemia da Covid-19 exacerbou ainda mais essa tendência, pressionando ainda mais os rendimentos.

“O cenário de baixo rendimento forçou os fundos de pensão e as seguradoras de vida a explorar classes alternativas de ativos”, disse Cameron Jovanovic, chefe da proposta global de aposentadoria do Grupo Allianz. “Esse impulso para alternativas permite que os provedores de benefícios capturem o prêmio de iliquidez que combina bem com a duração do portfólio.

Brasil

Outra estratégia é descarregar o risco, em vez de buscar retornos, já que as permutas de longevidade, transferências de risco de pensão e configurações criativas de resseguro se tornam um meio de otimizar a exposição assumida pelos fundos de pensão e pelas seguradoras”. A combinação das pontuações dos três pilares do API fornece os resultados gerais: Suécia, Bélgica e Dinamarca têm relativamente os melhores sistemas previdenciários do mundo. O Brasil ocupa a 43ª posição e sua margem financeira é relativamente baixa (mesmo antes da Covid-19). E em nenhum outro país da América do Sul o envelhecimento da população será tão rápido quanto no Brasil: a taxa de idosos inativos economicamente quase triplicará nas próximas três décadas para cerca de 36%. Mesmo após as reformas mais recentes, o Brasil ainda tem um sistema previdenciário relativamente desigual: enquanto a pontuação de “sustentabilidade” (4,3) está claramente abaixo da média global (vide idade da aposentadoria e taxas de contribuição), a pontuação de “adequação” (3,2) está muito acima, principalmente graças à boa cobertura e a taxas de benefícios. Embora o Brasil já tenha feito grandes progressos para melhorar o sistema, não se pode permitir uma “fadiga” da reforma da Previdência: o trabalho ainda não está concluído.​

Fenacor apresenta parceria com Argo Seguros 995

Argo Seguros nomeia Newton Queiroz como CEO

Ação conjunta apresenta seguros de responsabilidade civil específicos para corretores de seguros

Em seminário online realizado nesta segunda-feira, 10, a Federação Nacional dos Corretores (Fenacor) anunciou uma parceria com a Argo para oferecer seguros de Responsabilidade Civil para os corretores. O anúncio ocorreu durante a “Maratona de Benefícios”, série de eventos nos quais o presidente da federação, Armando Vergílio, conversa com executivos de seguradoras parceiras sobre ações que trazem benefícios para os corretores de seguros.

“Sempre buscamos parceiros que tenham capacidade de formatar produtos customizados, que sejam focados em resguardar nossa atividade, levando em consideração todas as características da profissão. Após uma análise de mercado, encontramos na Argo as condições ideais de parceria para a criação do ‘Fenacor RC Corretor’, um produto que oferece condições excepcionais em termos de produto, preço e acessibilidade”, disse Vergílio.

“Ser parceiro da Fenacor no fornecimento de um seguro especialmente desenvolvido para o corretor é uma enorme satisfação e uma grande responsabilidade. Hoje somos uma das principais seguradoras do país nesse segmento e essa parceria com a federação ratifica a qualidade e seriedade do nosso trabalho”, afirmou, na live, o CEO e presidente da Argo Seguros, Newton Queiroz.

Além dos dois presidentes, também participaram do encontro online os vice-presidentes da Fenacor Maria Filomena Magalhães Branquinho e Henderson de Paula Rodrigues; e Vanessa Oliveira, head de Consumer Lines da Argo Seguros. Vanessa abordou detalhes sobre a parceria e sobre o produto oferecido, além de explicar passo a passo como funciona o processo de contratação.

RCP Profissional

“Desde nossa chegada ao Brasil, em 2012, sempre aplicamos tecnologia e inovação em nossos produtos. Foi assim que nos tornamos a seguradora com mais opções de RC Profissional do país, com seguros para mais de 40 profissões diferentes. Quem ainda não trabalha conosco, certamente terá uma chance de entender por que somos especialistas nesse segmento”, concluiu.

O Fenacor RC Corretor é um seguro de Responsabilidade Civil Profissional cobre erros acidentais na prestação de serviços como desacordos na comunicação de coberturas, responsabilização por obrigações acessórias, erros no preenchimento de propostas de perfis, e omissão na escolha de seguradora e parceiro. Com coberturas abrangentes em todo território nacional, o seguro cobre defesas jurídicas, acordos e indenizações, por exemplo. Esse seguro também garante todos os gastos necessários para a defesa do profissional, como honorários de advogados, depósitos recursais, fianças, contratação de perito, entre outros, mesmo que a reclamação seja falsa ou não tenha fundamento. O seguro pode ser contratado por pessoas física ou jurídica e tem limite de cobertura de R$ 30 mil a R$ 500 mil.

O Fenacor RC Corretor oferece ainda uma Sala de Emergência, um serviço que conta com advogados especializados para tirar suas dúvidas no caso de sinistro. Quem não pôde acompanhar a apresentação ao vivo pode assistir a gravação no link https://www.youtube.com/watch?v=pVAV_CtON88.​

Portal do Corretor MBM: inovador e eficiente na gestão 452

Ferramenta foi lançada em maio do ano passado e muitas melhorias já aconteceram nesse um ano de existência

O primeiro produto publicado, com venda totalmente online através do Portal, foi o Seguro de Acidentes Pessoais de Passageiros (anual e mensal). O sistema permitiu autonomia do corretor para movimentação das apólices mensais, possibilidade de emissão expressa (apólices emitidas de forma imediata mediante pagamento do boleto), possibilidade de capitais variáveis na mesma apólice, aplicação de desconto progressivo conforme comissionamento, além de parametrização de condições diferenciadas por região e corretor.

O segundo produto lançado foi o Seguro AP Eventos, onde, com poucos “cliques”, o corretor efetua a cotação e contratação do seguro. Esse produto foi parametrizado no Portal com as condições já existentes.

E, recentemente, foi lançado o Seguro AP Prazo Curto e Seguro AP Estagiário. Com a implantação desses dois produtos no Portal, foram adicionadas algumas funcionalidades, entre elas: possibilidade de emissão expressa (apólice emitida de forma imediata mediante pagamento do boleto), aplicação de desconto progressivo conforme comissionamento, parametrização de condições diferenciadas por região e corretor, emissão de certificado, aplicação de condições diferenciadas por atividade e possibilidade de parcelamento respeitando vigência da apólice.

Em breve, será lançado a venda online do Seguro PME, destinado aos funcionários, estagiários, prestadores de serviços, proprietários e sócios de pequenas e médias empresas.

O Portal está em constante evolução, pois contamos com uma equipe altamente capacitada para atender as necessidades do mercado de seguros e se destacar no ramo em que atuamos.