Guilherme Bini toma posse da presidência do SindSeg RS 2481

Evento foi marcado por homenagens e uma despedida emocionante de Guacir Bueno

O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul tem uma nova direção. Guilherme Bini assume a presidência e substituirá Guacir Bueno nos próximos dois anos. Alberto Muller, diretor da Sompo Seguros, e Rubens Oliboni, diretor da HDI Seguros, assumem as vice-presidências. A cerimônia de posse aconteceu nesta quinta, dia 12, durante o Almoço do Mercado Segurador no Salão Nobre da Federasul, em Porto Alegre.

O evento teve início com homenagens a educadora Jane Manssur, que em um breve discurso se mostrou emocionada, e também entregou um voucher simbólico no valor de 3 mil reais para o diretor da Escola de Ensino Fundamental Brigadeiro Silva Paes. A doação arrecadada servirá para a aquisição de materiais escolares para alunos da escola.

Guacir Bueno também discursou, e lembrou dos desafios e conquistas dos seus dois mandatos, além de parabenizar seu sucessor. Em conversa com a equipe do JRS, Guacir Bueno fez um apanhado do que foi estar a frente do sindicato por dois mandatos. “Cumprimos ao longo desses quatro anos de modo adequado, participamos de uma lamentável CPI das seguradoras veiculares realizada na Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, que ao fim comprovou a idoneidade das atitudes das nossas seguradoras veiculares, já que nada foi provado. Participamos de momentos tumultuados como no final do ano passado, que houve a decisão governamental abrupta de suspensão da obrigatoriedade do seguro DPVAT, já recolocado. Mas tivemos neste período também muita satisfação de ter propiciado às nossas filiadas, momentos agradáveis, de cultura e qualificação das operações. Proporcionamos diversas palestras, workshops, divulgamos e compartilhamos conhecimento. Então posso comprovar neste período a capacidade, o comprometimento e a eficiência dos colaboradores do nosso sindicato”.

Bueno também deu as boas vindas ao novo presidente: “Estou passando o meu cargo ao Guilherme Bini com um sentimento muito agradável, com a alma lavada. Ele é uma pessoa altamente qualificada no mercado e tenho certeza que não lhe falta vontade e capacidade. Desejo muita sorte para Guilherme Bini”.

O agora ex-presidente da SindSeg-RS afirmou que vai descansar nos próximos meses, mas continuará presidindo uma entidade de pessoas com deficiência, e atuando como conselheiro no Grupo MBM, além de outras atividades. “Estarei sempre à disposição de todos os membros do nosso setor de seguros do estado, em especial ao nosso amado Sindicato das Seguradoras”, ressaltou Bueno.

Guilherme Bini possui 23 anos de experiência no mercado. Ele começou a sua carreira como digitador e movimentador de apólices de vida, passou pelas áreas de sinistro e atendimento de corretores, e como assessor comercial na Mapfre. Também ocupou o cargo de Gerente Especialista de Vida e Previdência, e cuidou da sucursal da companhia em Curitiba nos últimos seis anos. No ano passado assumiu a diretoria territorial da Mapfre no Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina.

O novo presidente da SindSeg-RS também conversou com a nossa equipe e nos contou suas expectativas para assumir a gestão: “É uma alegria e um grande desafio estar à frente do SindSeg-RS, um dos sindicatos mais antigos do Brasil. Mas eu também vejo como uma grande oportunidade para disseminar o nome seguros para o nosso mercado consumidor e para os nossos profissionais. Vamos trabalhar muito pautados com as determinações da CNseg”.

Bini também disse ser um desafio estar à frente da gestão do sindicato em outro estado. Mas o paranaense afirmou estar se sentindo acolhido pelos colegas, e explicou a composição da sua chapa. “Nós pegamos os nossos principais parceiros, os presidentes e diretores que já estavam nas chapas anteriores. Conversamos com todos, e aqueles que nos apoiaram permaneceram na chapa”, comentou.

O novo presidente ressaltou também a importância da parceria entre os sindicatos do mercado segurador. “Tanto o SindSeg-RS quanto o Sincor-RS, são duas instituições e entidades importantes para o mercado, precisam estar lado a lado, pensando no crescimento do mercado”. afirmou, ao ressaltar que tem como meta principal a difusão do mercado de seguros.

O presidente do SindSeg-SC, Waldecyr Schilling, também estava presente no Almoço de Mercado Segurador, e falou sobre a importância da união dos sindicatos: “SindSeg de Santa Catarina é um sindicato, que tem como objetivo elevar o nome do seguro para todo o mercado, e em especial para o mercado do Sul. Paralelamente, os sindicatos dos três estado do Sul vamos trabalhar em conjunto e elevar ainda mais o seguro para o nosso mercado”.

Ronaldo Dalcin presidente do SindSeg Norte/Nordeste, deixou um recado emocionado para o amigo Guilherme Bini: “Quero desejar muito sucesso, eu sei que eu posso contar com esse mercado. Nós precisamos discutir e compartilhar boas práticas. Tenho certeza que nós faremos um trabalho de muita união e de muita união por parte da CNseg”.

Indenizações do seguro educacional superam R$1 mi no primeiro trimestre de 2020 no RS 1254

Guilherme Bini é presidente do SindSeg RS

Desemprego involuntário, coberto pela modalidade, é a principal causa de sinistros

Nos primeiros três meses de 2020, os sinistros do seguro educacional no Rio Grande do Sul chegaram a R$ 1.651.373, superando com folga os R$ 613.260 de igual período de 2019. Embora somente quando forem apurados os dados de maio irá se ter a certeza de qual o tipo de cobertura gerou o maior percentual dessas indenizações, a tendência mais forte é de que a causa mais frequente de sinistralidade tenha sido o desemprego dos provedores dos alunos, considerando que os seguradores já identificaram um elevado índice de desemprego no primeiro trimestre deste ano.

Em entrevista ao programa Seguros sem Mistério, do Canal 20 da NET/Claro TV, de Porto Alegre, o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSegRS) explica que o seguro educacional tem duas coberturas básicas, a por morte do responsável financeiro do estudante e a pelo desemprego desse responsável. Guilherme Beni ressalta que esta modalidade é importante tanto para instituições de ensino quanto para as famílias.

“O seguro educacional é uma ferramenta muito importante, pois garante para a família que o aluno não precisará deixar a instituição de ensino no caso de impossibilidade de pagamento das mensalidades e dá segurança para as escolas, que não perdem a renda”, explica. Bini destaca ainda que, mesmo constando a cláusula de exclusão de pandemia, muitas seguradoras estão indenizando a morte do responsável financeiro do aluno nesta modalidade, o que também têm ocorrido quanto aos seguros individuais e empresariais coletivos.

O seguro educacional dispõe de coberturas adicionais, válidas na invalidez total ou parcial por acidente e na perda de renda do responsável financeiro. O próprio aluno também pode ter cobertura, dependendo da forma em que a apólice é contratada. No caso de sinistro em decorrência da cobertura básica (Morte do Responsável Financeiro), as apólices costumam cobrir custos de Matrícula, Material Escolar, Repetência, Formatura e Pré-Vestibular. Para o caso de Desemprego Involuntário, pode ser disponibilizada até mesmo Assistência de Recolocação Profissional, se previsto na apólice.

“Na cobertura de Perda de Renda, a carência inicial pode variar entre as seguradoras, mas com condições de chegar a 90 dias. O trabalhador submetido à CLT precisa ter registrado na carteira de trabalho, no mínimo, 12 meses ininterruptos de vínculo empregatício. Neste caso, o período de indenização pode variar de 3 a 6 meses, dependendo da contratação realizada pela instituição”, salienta o presidente do Sindicato.

Beni ressalva que a modalidade é facultativa para as escolas e universidades. E aconselha a pais e alunos consultarem as direções das instituições, para saberem se existe alguma cobertura contratada pela escola. Ele salienta que o seguro educacional não é comercializado de forma individualizada. Quem o contrata são somente as instituições de ensino. Ele alerta que muitas escolas não contratam essa modalidade, simplesmente por não ter o conhecimento de que ele existe. A crise sanitária e as incertezas econômicas do momento tendem a mudar esse quadro de desinformação sobre uma modalidade de tamanha importância. ​

Clube da Pedrinha RS inova em primeiro encontro online 2425

Psicóloga Arieli Groff participou do momento via Instagram; Pedrinhas receberam brindes em suas casas

O Clube da Pedrinha do Rio Grande do Sul tradicionalmente se reúne uma vez por mês no Restaurante Casa do Marquês. Diante da pandemia que coloca a todos em situação de isolamento social, a entidade inovou e promoveu seu primeiro encontro online na noite desta segunda-feira (09).

O momento, que foi conduzido pela presidente Suellen Silva Farias, contou com a fala da psicóloga Arieli de Freitas Groff sobre as crises e oportunidades do isolamento. As duas interagiram com pedrinhas e convidados através do perfil no Instagram @clubedapedrinhars. Além disso, os integrantes do Clube receberam em suas casas um brinde em formato de álcool gel para que todos lembrem-se de higienizar as mãos, usar máscara e, se puderem, ficar em casa.

Na conversa, a psicóloga reforçou a importância de aproveitar o atual cenário para fazer uma reflexão a respeito de si mesmo. “Olhar positivo não combina com papel de vítima, ninguém vive uma crise sem se transformar, sairemos dessa muito diferentes e não entro no mérito se seremos melhores ou piores, mas com certeza diferentes”, disse. Ela ainda indicou que o hábito de elencar o que reenergiza cada indivíduo como algo que ajuda nesse momento. “O autocuidado é um dos primeiros recursos de enfrentamento, pois é diante de uma crise que a gente dá o nosso melhor, a crise não dá poder a ninguém, só potencializa o que temos dentro de cada um de nós”, acrescentou.

A live está disponível no perfil do Instagram @clubedapedrinhars.

Indenizações do seguro educacional superam R$1 mi no primeiro trimestre de 2020 no RS 2556

Desemprego involuntário, coberto pela modalidade, é a principal causa de sinistros

Nos primeiros três meses de 2020, os sinistros do seguro educacional no Rio Grande do Sul chegaram a R$ 1.651.373, superando com folga os R$ 613.260 de igual período de 2019. “A pandemia do novo coronavírus explica também o desempenho da modalidade. Houve aumento significativo no desemprego involuntário, modalidade coberta pelo seguro, o que resultou num avanço da sinistralidade. Ainda não temos dados concretos da cobertura por morte do responsável financeiro”, destaca o presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (SINDSEGRS), Guilherme Bini. O dirigente ressalta que esta modalidade é importante tanto para instituições de ensino quanto para famílias. “O seguro educacional é uma ferramenta muito importante, pois garante para a família que o aluno não precisará deixar a instituição de ensino no caso de impossibilidade de pagamento das mensalidades e dá segurança para as escolas, que não perdem a renda”, explica. Bini destaca ainda que mesmo constando a cláusula de exclusão de pandemia, muitas seguradoras estão indenizando a Morte do Responsável Financeiro do aluno nesta modalidade também, idem aos seguros Individuais e Empresariais Coletivos.

O seguro educacional é oferecido por algumas instituições de ensino e nele estão cobertos a morte do responsável financeiro pelo aluno, invalidez total ou parcial por acidente e a perda de renda do responsável financeiro, o próprio aluno também possui cobertura (dependendo da forma que a apólice foi contratada). No caso de sinistro em decorrência da cobertura básica (Morte do Responsável Financeiro), as apólices costumam cobrir custos de Matrícula, Material Escolar, Repetência, Formatura, Pré Vestibular. Para o caso de Desemprego Involuntário pode ser disponibilizada até mesmo Assistência de Recolocação Profissional. “Na cobertura de Perda de Renda existe uma carência inicial que pode variar entre as seguradoras, mas podendo chegar a 90 dias. Para trabalhador CLT, o mesmo precisa ter comprovação em carteira de 12 meses ininterruptos e o período de indenização pode variar de 03 a 06 meses, dependendo da contratação realizada pela instituição”, salienta o presidente do Sindicato. Para saber se existe alguma cobertura contratada é necessário consultar a instituição de ensino

Presidente do Sindsegrs fala sobre o mercado segurador 997

Guilherme Bini afirmou que as empresas já estão sentindo os impactos econômicos do cenário mundial de incertezas, mas que estão tomando medidas para manter seus clientes segurados

No último sábado (16), o Presidente do Sindicato das Seguradoras do RS (Sindseg-RS), Guilherme Bini, participou do programa Espaço Jurídico, comandado pelo Jornalista Gerson Anzzulin, na rádio Bandeirantes, falando sobre o comportamento do mercado de seguros em meio a pandemia do novo coronavírus.

Bini afirmou que as empresas já estão sentindo os impactos econômicos do cenário mundial de incertezas, mas que estão tomando medidas para manter seus clientes segurados. “Historicamente, o mercado segurador é um dos últimos a ser impactados e um dos primeiros que reage quando a situação normaliza. Vamos passar por mudanças inevitavelmente”, afirmou. Dentre as medidas que estão sendo tomadas estão a manutenção dos prêmios de 2019 e parcelamento em até 10 vezes. Para ele, este cenário deve se manter assim nos próximos dois meses, mas ressaltou que a cada semana o contexto todo é reavaliado.

O Presidente também comentou sobre a adoção do trabalho remoto por parte de todas as seguradoras, medida adotada para garantir a saúde dos colaboradores. “Passamos por três momentos distintos. O primeiro, foi quando deixamos o escritório e fomos para home office. Precisamos nos adaptar a este modelo diferente com a família também em casa. Agora, estamos em um segundo momento, em que já adaptamos nosso trabalho. Posteriormente, teremos uma retomada, mas que não será da mesma forma de como saímos”, garantiu.

As viagens, frequentes para ele, não devem voltar tão cedo, mesmo com a reabertura das matrizes e filiais. Porém, a relação com os corretores acabou ficando mais próxima, segundo ele. “Antes, víamos alguns profissionais uma vez por mês. Agora, temos contato muito mais frequente através de telefone, WhatsApp e videochamadas”, disse.

Bini destacou também que a procura pelo seguro não caiu nos últimos dias, mas houve uma mudança no consumo, com as pessoas procurando os produtos pelos meios digitais. “Os clientes devem voltar de uma forma diferente e nós, seguradoras, tendo que atender de outra forma. Foram mudanças muito radicais muito rápidas e tivemos que nos adaptar a isso”, concluiu.

Um exemplo citado pelo presidente desta nova realidade são as vistorias de automóveis feitas 100% através do mobile, com os segurados realizando suas próprias vistorias. O mesmo acontece com o seguro rural. Ouça a íntegra do programa no link abaixo.

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Números impulsionam comemorações dos 60 anos da Tokio Marine no Brasil 6561

Números impulsionam comemorações dos 60 anos da Tokio Marine no Brasil

Companhia reuniu parceiros de negócios e imprensa especializada, em São Paulo

Com missão de proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas e empresas, de forma a contribuir com o desenvolvimento da sociedade, a Tokio Marine Seguradora completa no mês de julho 60 anos de suas operações brasileiras. O Brasil representa o segundo maior mercado da companhia em nível internacional.

José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine
José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine

Na última semana, a seguradora reuniu diversos veículos de comunicação da imprensa especializada em seguros, na capital paulista. Os executivos da companhia ressaltaram a importância dos parceiros de negócios, evidenciada através de números: a Tokio Marine expandiu em 24% o lucro no primeiro semestre de 2019, quando comparado aos números do mesmo período do ano passado. A cifra representa um montante de R$ 243 milhões. O índice combinado foi destacado pelo presidente José Adalberto Ferrara: 90,4%. Ferrara ainda aproveitou para agradecer o empenho dos mais de 2 mil colaboradores diretos que fazem o dia-a-dia da empresa. O capital humano e os investimentos em tecnologia também foram enaltecidos pelo Diretor Executivo de Operações de Tecnologia e Sinistros, Adilson Lavrador.

Tokio Marine completa 60 anos de operações no Brasil
Tokio Marine completa 60 anos de operações no Brasil

O Diretor Comercial, Valmir Rodrigues, enalteceu a parceria de mais de 30 mil corretores de seguros. O executivo prevê uma expansão ainda maior no número de parceiros, o que deve resultar em números ainda mais expressivos para a companhia – que está entre as maiores do mercado brasileiro de seguros. Já o Diretor de Massificados, Marcelo Goldman, evidenciou os números dos seguros para automóveis. Com a 4ª maior frota segurada do Brasil, a Tokio Marine oferta ao menos quatro produtos – desde o seguro completo ao clássico, com as opções mais acessíveis e que trazem novos clientes para o setor de seguros, como o seguro com cobertura para roubos aliado ao rastreador e o auto popular, que já possui R$ 2 milhões em prêmios emitidos. Goldman também abordou a nova solução de fiança locatícia e a relevância do seguro de vida individual.

Responsável pela área de soluções para Pessoa Jurídica, Felipe Smith comemorou o crescimento de 28% na carteira do segmento nos primeiros cinco meses do ano. Smith ainda comentou sobre os expressivos dados e a expansão de coberturas do seguro rural, com mais de R$ 38 milhões em prêmios emitidos até o mês de maio. O diretor ainda enfatizou a nova solução de coberturas para ciberataques: o Tokio Marine Riscos Digitais.

Confira outras imagens – 60 anos da Tokio Marine no Brasil: