As seguradoras não pararam suas atividades em nenhum momento, comenta presidente do SindSeg RS 2423

Guilherme Bini é presidente do SindSeg RS

Guilherme Bini explica como as companhias se adaptaram para atender corretores e segurados

Desde que os casos de Covid-19 se espalharam pelo Brasil, o país vive um período de isolamento social sem precedentes. Diante do acontecimento, que se intensificou de maneira rápida, as seguradoras tiveram que realizar adaptações em suas atividades para manter seu funcionamento e contou com uma grande aliada: a tecnologia.

De acordo com o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS), Guilherme Bini, desde a semana passada as companhias já estão operando de forma remota. “Praticamente 100% das seguradoras já estão trabalhando em home office e com isso as suas atividades não pararam em nenhum momento, o que mudou neste período foi a forma de atender aos corretores e segurados”, destaca. “As áreas comerciais vêm mantendo contato com os seus corretores normalmente e as áreas de sinistros analisando os processos de forma ininterrupta. Estamos passando por um momento de adaptação e criando novas ferramentas que visam facilitar e agilizar o dia a dia de todos. Aos segurados o atendimento continua sendo através das centrais 0800 ou ferramentas digitas (aplicativos ou web) ”, detalha.

As seguradoras tomaram essa decisão afim de preservar a saúde de seus colaboradores, corretores, segurados, fornecedores e familiares. “Mesmo com todas as mudanças o mercado não parou, continuamos com grande movimentação, percebemos isso nas seguradoras associadas, cada uma com as suas ações comerciais, programas de retenção de carteira, o que demonstra que o nosso mercado continua pujante, a única coisa que fizemos, foi nos adaptarmos a uma nova forma de operar”, finaliza.

Allianz reforça compromisso com sustentabilidade e apoia Hora do Planeta 2020 872

Hora do Planeta é um momento simbólico em que empresas e moradores apagam as luzes dos ambientes por uma hora, mostrando preocupação com o aquecimento global

A Allianz Seguros e empresas coirmãs do Grupo Allianz, Allianz Global Corporate & Specialty (AGCS), Allianz Partners e Euler Hermes, participarão neste sábado, 28, das 20h30 às 21h30, da Hora do Planeta.

Promovida pela WWF, a Hora do Planeta, conhecida globalmente como Earth Hour, trata-se de um momento simbólico em que empresas e moradores apagam as luzes dos ambientes por uma hora, mostrando preocupação com o aquecimento global. Neste ano, em decorrência do Coronavírus (COVID-19), os eventos físicos ao redor do mundo serão substituídos por demonstrações digitais, como compartilhamento da ação nas redes sociais e séries sobre o aquecimento global em plataformas de streaming, no intuito de preservar a saúde e a segurança física dos participantes.

Em apoio a essa causa, a Allianz Seguros, a AGCS, a Allianz Partners e a Euler Hermes se comprometem a apagar as luzes de suas instalações e escritórios. O letreiro luminoso do Allianz Parque, arena multiuso que leva o nome da seguradora, também será apagado, a fim de reforçar seu pacto com a sustentabilidade.

Desde os anos 2000, o Grupo Allianz ocupa as melhores posições no Índice de Sustentabilidade Dow Jones, assumindo a posição de líder no setor de seguros em 2018. O Grupo também participa ativamente das reuniões e convenções climáticas, endossando sua preocupação com o aquecimento global.

A Allianz Seguros convida os seus clientes, corretores, segurados e demais stakeholders a participarem desse movimento, apagando as luzes de seus escritórios e residências.

Presidente do Sincor-SP atualiza categoria e reforça atendimento ao corretor de seguros 751

Segundo Alexandre Camillo, o Sincor-SP está operando perfeitamente em home office

Com o tema “Corretores de seguros na luta contra o coronavírus”, o presidente do Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), Alexandre Camillo, apresentou a 14ª edição do Direto & Reto com Camillo nesta quarta-feira (25/03), pelo canal da TV Sincor-SP no YouTube.

Diante da pandemia mundial do novo coronavírus, Camillo atualizou a categoria sobre os canais de atendimento da entidade durante a quarentena, o apelo da Fenacor às seguradoras, com relação às coberturas do seguro, além de orientações sobre as leis, decretos e medidas que afetam os corretores no cenário atual.

“Desde quinta-feira (19/03), o Sincor-SP está operando totalmente, e perfeitamente, em home office. Continuamos, colaboradores, diretoria e eu, à disposição dos associados para sanar dúvidas e prestar o atendimento de excelência que sempre prestamos”, declara.

Em relação às coberturas securitárias para o coronavírus, Camillo explicou que a Fenacor solicitou as seguradoras para que não apliquem nos contratos de seguros quaisquer cláusulas de exclusão ou restritivas de direitos relacionadas às epidemias ou pandemias, permitindo a cobertura para eventuais casos de sinistros. “Esse foi um pedido para a sensibilidade das seguradoras para quem não faltem aos nossos clientes e a toda a sociedade. Nesse momento, temos que nos desdobrar e ir além do possível. É um momento de sacrifício para todos”, completa.

Sobre as recentes leis, decretos e medidas divulgadas pelas autoridades de todas as esferas, federais, estaduais e municipais, Camillo destacou que em momentos de crise é preciso tomar providências emergenciais. “Medidas governamentais fazem parte de uma crise. O que fazemos hoje, pode não servir para amanhã. A crise exige dinamismo”.

O presidente ainda anunciou que o Sincor-SP vai disponibilizar todos os documentos das decisões governamentais que afetam os corretores de seguros no site da entidade. “As Comissões técnicas do Sincor-SP, assim como as Assessorias Técnica e Jurídica da entidade vão prestar um atendimento aos corretores de seguros. Além disso, estamos atualizando constantemente nossos canais de comunicação (site, JCS, newsletter e redes sociais) com o objetivo de esclarecer as dúvidas e levar orientação à categoria”.

As atualizações sobre a Medida Provisória 905, cujo relatório retoma a Lei 4.594 e foi aprovado pela comissão, Camillo diz que Câmara e Senado são capazes de votar, mesmo diante do cenário atual. “Eles possuem recursos para prosseguir com a votação. No momento, a situação é favorável aos corretores, em relação à aprovação do relatório. Precisamos torcer para que vá a votação. Vencemos uma etapa. Mas temos que estar atentos às próximas”.

Camillo ainda tranquilizou a categoria com relação à Resolução 382, da Susep, ressaltando que as lideranças da categoria estão avaliando os aspectos técnicos e jurídicos do documento. “Fenacor e Sincors estão atentos a isso, assim como estivemos na MP. Continue a nos dar apoio que produziremos resultados positivos”.

Para assistir ao programa na íntegra clique aqui

Sincor-SP lança campanha de orientação no combate ao coronavírus 766

Iniciativa oferece materiais de divulgação para que o corretor de seguros compartilhe com seus clientes, amigos e familiares por meio digital

Como agente do bem-estar social, o corretor de seguros tem um papel fundamental na proteção da sociedade diante do cenário em que o mundo vive. Pensando nisso, o Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), através do programa “Corretor de Seguros Agente do Bem-Estar Social”, lança a campanha Coronavírus – Saiba como se manter SEGURO.

A iniciativa oferece materiais de divulgação para que o corretor de seguros compartilhe com seus clientes, amigos e familiares. Diariamente, o Sincor-SP envia aos associados um e-mail com instruções de texto e post sobre o tema tratado, além de disponibilizar uma cartilha com dicas de saúde, informações sobre fake news e orientações sobre serviços dos planos de saúde.

“A cartilha contém sugestões e orientações daquilo que nós, corretores de seguros, podemos fazer para os nossos clientes e para a sociedade em geral. Para o primeiro tema, abordaremos os idosos, aqueles com mais de 60 anos”, explica o 2° secretário e responsável pela área social do Sincor-SP, Álvaro Fonseca.

“Quem melhor que o corretor de seguros, que além de consultor, é também um agente do bem-estar social, para orientar a população em um momento delicado como o que estamos vivendo? Esse é o nosso papel e essa é a hora de mostrar que somos especialistas em proteção”, declara o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo.

Tokio Marine registra 9,2% de crescimento na Regional Centro-Oeste 783

Comercialização de produtos para PJ aumentou 16,9%, impulsionada principalmente por seguros voltados ao setor do agronegócio

Uma das maiores Seguradoras do País, a Tokio Marine segue em ritmo de crescimento no Centro-Oeste. Entre janeiro e dezembro de 2019, as operações da empresa nesta região registraram aumento de 9,2%, totalizando mais de R$ 382 milhões em prêmios emitidos.

O bom desempenho foi impulsionado, principalmente, pela carteira de Produtos PJ, que obteve um crescimento de 16,9%. “Só na modalidade de seguro Agro Safras foram emitidos mais de R$ 40 milhões em prêmios”, explica Jean Brunetto, diretor comercial Varejo Centro-Oeste da Tokio Marine.

Brunetto conta que a Regional Centro-Oeste realizou, no ano passado, um ciclo de palestras que abrangeu todas as suas sucursais, com grande adesão dos Corretores. “Na ocasião, esclarecemos dúvidas sobre produtos como o Auto Popular”, acrescenta, ao mencionar que a carteira de Auto cresceu 5,8% na região.

Também contribuiu para a capacitação de Parceiros da Regional a realização em Goiânia, do Expertise PJ, evento que teve como foco explicar melhor os produtos que compõem a carteira voltada ao público PJ, destacando os diferenciais e benefícios de cada modalidade. “Essa iniciativa foi bastante elogiada pelos Corretores locais e, sem dúvida, contribuiu para diversificar os nossos negócios no Centro-Oeste”, finaliza Brunetto.

Ao longo do período, as sucursais ligadas à Regional também receberam o reconhecimento de entidades do setor por seus produtos e serviços em votação feita pelos Corretores de Seguros, ao que o diretor comemora e agradece. “Esse reconhecimento é fruto de uma forte aproximação com os 1,8 mil Parceiros com os quais nos relacionamos diariamente. Nos orgulhamos de manter uma equipe altamente qualificada na linha de frente com esses profissionais, oferecendo os melhores programas de capacitação e oportunidades de vendas”, conclui.

Fintechs precisarão pensar em novas soluções para enfrentar a crise e enxergar oportunidades após o período 831

Para as fintechs, o grande objetivo neste momento de crise global é facilitar a vida do consumidor e amenizar seu próprio prejuízo financeiro

O mundo todo está em alerta desde que o Coronavírus (Covid-19) virou uma ameaça para a sociedade, contaminando milhares de pessoas em um curto período de tempo. E no Brasil não é diferente. Os governantes têm tomado várias medidas de proteção à saúde pública e prevenção ao contágio. Parte da população aderiu ao cenário de quarentena voluntária. Mesmo não sendo ainda uma medida obrigatória em todo país, é uma forma de resguardar a saúde e diminuir a proliferação do vírus.

Para as fintechs, startups que trabalham para inovar e otimizar serviços do sistema financeiro de forma online, o grande objetivo neste momento de crise global é facilitar a vida do consumidor e, também, tentar amenizar seu próprio prejuízo financeiro. É importante pontuar que todo o sistema financeiro nacional continua operando normalmente – pagamentos de boletos bancários, transações de crédito e compensações de cheque.

“O Banco Central (BC) tem se mostrado extremamente ativo e bastante parceiro das empresas financeiras. Mas vale lembrar que o Banco Central também está remoto. É impressionante ver as instituições brasileiras funcionando tão bem remotamente e deixando esse sistema sem atritos”, destaca o Product Owner da fintech Juno, Gabriel Falk.

Para o especialista, as fintechs que vão sobreviver ao período conturbado são aquelas que conseguirão entender as adversidades do mercado, além de remodelar seu próprio formato de trabalho, cooperando de uma maneira colaborativa com o cliente. Além do papel de prestadoras de serviços pelos quais foram contratadas, as empresas de tecnologia terão que trazer soluções para clientes que não são financeiramente educados, e que provavelmente não aguentariam a crise sozinhos.

“Vamos ter muita rolagem de dívida, com o governo disponibilizando liquidez a pequenos empresários, então as empresas também têm que estar cientes desses movimentos macroeconômicos e das mudanças no mercado. Será fundamental se adequar e informar os clientes sobre o novo cenário, tentando deixar tudo muito mais claro”, afirma Falk.

As dificuldades irão fortalecer as fintechs

De acordo com especialistas, o maior desafio dos brasileiros nos próximos meses será honrar compromissos financeiros. “O empreendedor brasileiro está tendo uma tomada de risco muita alta. O perfil do consumo no país tem mais da metade das cobranças do varejo feitas de forma parcelada. Analisando isso, é possível perceber que o cenário das pessoas sendo demitidas, perdendo suas fontes de renda, será muito perigoso, refletindo em todo mercado a curto e médio prazo”, detalha Falk.

A falta de pagamento vai resultar na diminuição de caixa das empresas, que também têm seus compromissos financeiros. Ou seja, um ciclo virtuoso de perdas tomará conta do país. “Nós, como empresa de tecnologia, temos que pensar em como trazer recursos para os nossos clientes, tudo para garantir um nível interessante de receita com a menor interferência possível nos serviços e sem criar muitos atritos com os pagadores. Esses serão os grandes desafios das empresas: honrar seus compromissos e fazer seu negócio continuar rodando de uma maneira clara e transparente, sem chiados do lado do cliente final”, explica Falk.

Sendo assim, o empreendedor precisa olhar para o cliente final e se colocar na posição dele. “A verdade é: o consumidor final de todo mundo mudou. O consumidor final do mês passado já não é mais o mesmo, o perfil mudou. Deixou de ser agressivo, gastador, e se tornou um cara mais precavido, mais temeroso, e de certa forma com razão”, comenta. “Então, como que você, olhando para um viés de educação financeira, consegue estar do lado do seu cliente afinal? Sua persona não é mais a mesma, nem o seu cliente ideal. Precisamos nos adequar a isso também”, complementa o especialista.

Perspectivas pós-pandemia

O cenário vai ser complexo. Haverá um grande aumento de desempregados no Brasil. No que isso vai refletir? O aumento do desemprego vai acabar resultando em um nível menor de renda, o que vai afetar também o nível de consumo. Pessoas que vão ganhar menos, vão consumir menos. Automaticamente, o Governo vai ter que criar medidas para incentivar e alavancar o consumo. As coisas vão se recuperar, assim como em todas as crises, tomando-se os passos corretos.

“A grande dica é não deixar de ganhar receita para seus serviços. As fintechs vão caminhar lado a lado com essa digitalização e separação com o meio físico que muitos clientes têm hoje em dia. Esse é o principal desafio. Estávamos acostumados com um cenário, mas a gente também depende do sucesso do nosso cliente. Agora, não podemos perder tempo procurando culpados. As fintechs precisam andar e amparar seus usuários”, enfatiza o especialista da Juno.

Para Falk, é importante ver o ecossistema como um todo, para organizar o futuro e entender como traçar o cenário mais positivo possível. “O governo vai criar medidas para incentivo ao consumo em breve, mas isso precisa ser feito com muita consciência em questão da insalubridade de crédito do brasileiro. As fintechs têm uma responsabilidade muito alta, porque vão estar do lado do empreendedor que vai ter um fluxo mínimo de caixa ou vai ter tomado algum tipo de dívida, contraído algum empréstimo para poder honrar recebidos passados. Ele vai querer entender como recuperar aquele cliente que ele perdeu por causa da crise. Ele vai precisar entender como renegociar suas próprias dívidas, caso ele necessite fazer isso. Ou seja, assim como o banco, a saúde das fintechs depende da saúde dos seus clientes. A grande diferença entre a fintech e o banco é que o banco está autorizado pelo BC a cobrar taxas de juros extremamente abusivas e as fintechs não – além de não ser interesse a elas se utilizar dessa prática para sobreviver”, completa o especialista.