Salvar vidas ou salvar a economia? 662

“Esta é uma parada momentânea, de 2 a 6 semanas, tempo suficiente para que o sistema se equilibre. Depois tudo volta ao normal, e a recuperação será muito rápida”

Segundo números do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), o Brasil registra, anualmente, em torno de 300.000 feridos graves por acidente de trânsito. Sem falar dos feridos leves. E nem por isso existe um caos. Mas se esses 300.000 recorressem ao sistema de saúde em 60 dias, certamente teríamos o caos instaurado. Muitos morreriam por falta de atendimento.

Qual seria a solução? Parar a circulação de todos os carros para reduzir o número de acidentes e ir liberando gradativamente até que o sistema, como um todo, se equalizasse. O que ocorre com o Coronavírus é a mesma coisa. Como ele tem um poder de contágio muito alto, a circulação de pessoas de forma irrestrita, fará com que o índice de pessoas infectadas seja muito elevado. Sabemos que somente cerca de 5% requer atendimento hospitalar. Mas 5% de uma população é um número absurdamente grande, o que geraria um caos no sistema de atendimento hospitalar.

Não existe estrutura hospitalar em lugar nenhum que dê vazão a essa demanda. Então teríamos que escolher quem viveria e quem morreria, como já está acontecendo em alguns países. A decisão sensata é parar a circulação de pessoas, para parar a transmissão do vírus. Mas é uma parada momentânea, de 2 a 6 semanas, tempo suficiente para que o sistema se equilibre. Depois tudo volta ao normal, e a recuperação será muito rápida.

Não se deve pregar o pânico. Precisamos ter racionalidade. O mundo não vai acabar. Nesse momento em que estamos vivendo, aparece todo tipo de experts sobre o assunto, falando do que não entendem, gerando pânico na população, como se um fato excepcional fosse a regra, como se um fato episódico fosse permanente.

Haverá uma perda de renda, sim haverá. Mas é por tempo curto. E nesse ponto entram os poderes públicos, para de forma sensata, conduzir a situação. A perda de renda, a eventual perda de emprego, a perda de receita das empresas, tudo isso tem fim, e o fim está ao alcance dos nossos olhos. Portanto tenhamos serenidade. Dias melhores virão e saírem fortalecidos.

Vamos salvar vidas e a economia!

 

Por Milton Rui Jaworski, fundador da Jaworski Consultoria Empresarial (www.jaworskiconsultoria.com.br)

BB Seguros anuncia indenização integral em caso de morte por Covid-19 602

Definição se sobrepõe à cláusula contratual de exclusão de pandemia, em caráter excepcional, visando minimizar os impactos à sociedade

A BB Seguros informou que pagará indenizações em caso de morte decorrente de infecção pelo novo coronavírus, conforme os valores previstos nas apólices de seguros de vida.

A definição se sobrepõe à cláusula contratual de exclusão de pandemia, em caráter excepcional, visando minimizar os impactos à sociedade. “Neste momento tão delicado, a certeza de estar protegido traz a tranquilidade necessária para encarar ocasião tão desafiadora para a sociedade brasileira”, afirma Ivandré Montiel, presidente da Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

A empresa continua monitorando a situação com toda atenção, e analisando todas as medidas que possam contribuir para que as pessoas vençam este período.

Confira as seguradoras que decidiram não aplicar cláusula de exclusão 1020

Cláusulas de exclusão eram relacionadas à epidemias e pandemias, como a do coronavírus

Nesta segunda-feira, dia 30, a Fenacor divulgou uma carta aberta ao mercado segurador e à imprensa, manifestando o seu agradecimento às seguradoras que não aplicaram as cláusulas de exclusão nos contratos de seguros de vida relacionados à epidemias e pandemias. Em nota, a Federação afirmou que o momento é de solidariedade e que a ação demonstra que o setor segurador está pronto para garantir a proteção de vida e de saúde de todos.

Segundo a publicação, já aderiram a não aplicação das cláusulas de exclusão, as companhias: Caixa, Chubb, Icatu, Liberty, MAG, MetLife, Previsul, Prudential e Sura. Ao final, a Fenacor pediu para que outras seguradoras atuem da mesma forma, oferecendo respostas rápidas e eficazes às pessoas afetadas por essa pandemia e aos seus familiares.

Confira na íntegra a carta aberta divulgada pela Fenacor:

“A Fenacor vem a público elogiar e manifestar seu agradecimento às seguradoras que, em defesa da população brasileira e cumprindo a principal missão que cabe ao nosso mercado – a de proteger e amparar as pessoas em todos os momentos – decidiram não aplicar, principalmente nos contratos de seguros de vida, cláusulas de exclusão ou restritivas de direitos relacionadas às epidemias ou pandemias, permitindo, assim, a ampla cobertura para eventuais casos de sinistros em decorrência do coronavírus (Covid-19). Até o momento, já adotaram essa posição as seguintes companhias: Caixa, Chubb, Icatu, Liberty, MAG, MetLife, Previsul, Prudential e Sura.

O momento é de ampla solidariedade e a ação efetiva do mercado de seguros demonstra que o nosso setor está pronto para, mais uma vez, comprovar o quanto é relevante como pilar do processo de desenvolvimento do País, garantindo a proteção da vida e da saúde de todos.

Por fim, a Fenacor concita as demais seguradoras a assumirem esse mesmo compromisso de oferecer respostas rápidas e eficazes às pessoas afetadas por essa pandemia e aos seus familiares. Pois, o foco de todos nós, neste momento de crise, deve ser direcionado para o bem estar da população e para a proteção da saúde e da Vida.

A hora é agora. Vamos nos orientar pela responsabilidade social e nos deixar contaminar pela solidariedade em primeiro lugar. Não temos tempo a perder!”

Facilidades em seguros de vida são providenciais na pandemia 866

Descontos em farmácia e orientação médica podem ser grandes aliados neste momento contra o Coronavírus

Quem adquire seguros de vida nem sempre presta atenção a todas as facilidades associadas ao produto. No momento de combate a uma pandemia como o Coronavírus, descontos em farmácias, exames e consultas, por exemplo, são bem-vindos.

Neste cenário, a Sabemi, uma das maiores seguradoras do Brasil, além de adotar medidas de proteção a colaboradores, clientes e parceiros, vem alertando para as assistências contempladas dentro das modalidades de seguro, com descontos em medicamentos e orientações médicas, por exemplo.

Com tecnologia, as equipes da Sabemi seguem comprometidas no atendimento ágil e eficiente e reforçam que, para ajudar na superação dos desafios do momento, vale contar com as assistências de algumas modalidades de seguros:

O Seguro Pleno de Acidentes Pessoais e o AP Premium oferecem como vantagem o “e-Pharma”, que dá descontos em medicamentos. Pelo APP gratuito ePharma ou pelo site www.epharma.com.br é possível tirar dúvidas e encontrar a rede credenciada mais próxima da sua região. Importante consultar também os medicamentos com desconto, de acordo com a sua assistência.

Já as modalidades Viver Bem Seguro de Acidentes Pessoais e AP Bem Estar contam com o programa “TEM Saúde”, que dá no mínimo 20% chegando até 80% de desconto na compra de medicamentos, e até 70% de economia em consultas e exames, além de orientação de saúde 24h (mais informações pelo canal de dúvidas 0800 880 1900)

“Em nossos 46 anos de existência, ainda não havíamos nos deparado com tamanha ameaça à saúde de todos. Estou certo, entretanto, que aprendemos em momentos como este. A criatividade e a vontade de vencer as dificuldades nos farão superá-las. Precisamos nos manter presentes e resilientes, aplicar novas alternativas tecnológicas para continuar nossos negócios e atuação”, destaca Tulio Severo, diretor-presidente da Sabemi.

Serviço

Sabemi Brasil

Para fazer novos negócios:

Televendas 0800 880 7733

Para consultas ou dúvidas:

SAC 0800 880 1900

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Representantes e ou corretores credenciados:

0800 940 0599

Uso inteligente da tecnologia suporta políticas eficientes de combate à pandemia 838

Mesmo com todos os desafios da pandemia, o ser humano nunca esteve com tantas informações em suas mãos oriundas da tecnologia, que se utilizada de forma correta, pode ajudar governos e pessoas a atravessarem momentos difíceis como o atual

Embora a pandemia do Covid-19 já esteja sendo apontada como um dos maiores desafios de saúde pública já enfrentados pelo planeta, também é consenso que a humanidade nunca teve à disposição um conjunto de ferramentas tão poderoso para corresponder satisfatoriamente a ele. Se aproveitado de forma correta e inteligente, o potencial da tecnologia disponível pode ajudar governos e pessoas a atravessarem estes momentos difíceis com o menor nível de danos possível.

Isto porque essas ferramentas são fundamentais para colocar em prática uma regra básica nestas ocasiões que é manter as pessoas conscientes, informadas e seguras de que têm acesso a todas as informações de que precisam, podendo confiar nas direções passadas pelas autoridades. Isso ajuda a reduzir a chance de pânico e incentiva as pessoas a agir de maneira socialmente coesa para reduzir a propagação do vírus.

Em um artigo publicado no blog da VIA Technologies, a escritora Phoebe Cassidy apresentou alguns aspectos de como isto pode ser feito com base nas ações realizadas em Taiwan. Em um dos exemplos, ela comenta sobre o Line, um aplicativo de mensagem usado no programa de Anúncios de Serviço Público que atinge um grande percentual da população em pouco tempo.

No dia sete de fevereiro este instrumento foi usado para emitir um aviso reforçado por um mapa do Google informando os locais visitados pelos passageiros a bordo do navio Princess Cruise Diamond, que então tinha 41 casos confirmados de Covid. A mensagem pedia às pessoas que estivessem nessas áreas naquele dia que limitassem suas atividades e monitorassem sua saúde até o dia 14 de fevereiro, informando o Centro de Controle de Doenças (CDC) caso apresentassem algum sintoma.

Além da utilidade da informação, o formato mostrava que o governo estava à frente do ciclo de notícias. Todos foram informados ao mesmo tempo, promovendo um senso de governança aberta, vital para a calma do público.

Taiwan possui também estações de scanner térmico infravermelho nos aeroportos internacionais eficientemente preparados para identificar pessoas que venham de outros países e que estejam com febre. Finalmente, o país também aprimorou seu sistema de Seguro Nacional de Saúde (NHI), que é acessado por meio de um cartão incorporado com chip IC, para incluir o histórico de viagens para que a equipe médica possa identificar rapidamente casos de alto risco se comparecerem a uma clínica.

Outra providência impactante se refere especificamente à comunicação. Em Taiwan existe um grande esforço conjunto de codificadores e hackers para tentar resolver problemas cívicos. Um exemplo é o CoFacts, uma plataforma que permite aos usuários de mídias sociais sinalizarem postagens em redes sociais para verificação de sua veracidade. Depois que a equipe investiga o caso, eles emitem uma declaração sobre a veracidade, que é postada nos grupos nos quais o assunto está sendo compartilhado.

O potencial de ter um sistema maduro e independente para verificar ou desacreditar os rumores não deve ser subestimado. Naturalmente, alguns elementos da sociedade permanecerão teimosamente convencidos de que estão sendo enganados, mas os serviços de verificação de fatos que são postados diretamente nas conversas ajudam a impedir que fiquem fora de controle.

Um elemento-chave no controle de pandemias é o comportamento racional das pessoas e sua adesão às medidas recomendadas para impedir o surto.

Simplificando, o pânico é o inimigo que pode arruinar toda a operação; levando à acumulação de suprimentos essenciais, aumento de casos de infecção e, no pior dos casos, um sistema sobrecarregado.

A tecnologia existente tem condições de dar o suporte necessário para isso ser evitado. Basta que a inteligência humana seja acionada para criar uma coordenação central das ações e um ambiente de colaboração no qual as mentes estejam empenhadas em buscar soluções inovadoras.

Por Richard Brown, VP de marketing da VIA Technologies.

Reguladora de seguros terá que atrasar novas regras para startups devido ao Covid-19 771

Segundo a Susep, uma nova data será “informada oportunamente”, de acordo com os desdobramentos do cenário

Em função da pandemia causada pelo novo coronavírus e o estado de calamidade pública decretado no Brasil, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) suspendeu o edital para seleção de interessados em participar do sandbox regulatório, que é um período de testes para startups em que regulamentação é flexibilizada para acolher inovações.

“A autarquia entende que a medida permitirá que os interessados em participar do programa, diante do cenário atual, tenham mais tempo para se organizar e cumprir com as determinações previstas no edital e nos normativos”, disse em nota.

Segundo a Susep, uma nova data será “informada oportunamente”, de acordo com os desdobramentos do cenário.