Um mês do primeiro caso de coronavírus no Brasil: o que mudou para o mercado desde então? 886

Queda de mais de 30% da bolsa, corte de projeções para PIB e Ibovespa: o cenário mudou completamente em decorrência da Covid-19

Um mês apenas – e o cenário para a economia, bolsas e investimentos mudou completamente para o Brasil (e para o mundo) em decorrência de um verdadeiro “cisne negro” para o mercado.

No último dia 26 de fevereiro, foi confirmado o primeiro caso de uma pessoa infectada pelo coronavírus no país, fazendo com que uma ameaça antes longínqua se transformasse em um problema gigantesco para a economia real. Até às 12h desta quinta-feira (26), eram 2.598 casos confirmados do novo coronavírus (Sars-Cov-2) no Brasil com 63 mortos, 48 deles em São Paulo.

A doença se espalhou pelo mundo, trazendo sérias indicações de uma recessão global e, consequentemente, levando a revisões para a economia brasileira.

Desde então, considerando o fechamento do Ibovespa de 21 de fevereiro (sexta-feira antes do primeiro caso confirmado e anterior ao feriado de Carnaval, que levou a B3 a abrir somente na quarta-feira) e o fechamento do último dia 25 de março, o índice já registrou uma queda de 34,07%, passando de 113.681 pontos para 74.956 pontos, enquanto o dólar passou dos R$ 5.

O índice passou a entrar em um forte movimento de queda a partir daquela sessão, mas principalmente por conta da preocupação com o avanço do coronavírus para outros países além da China, especialmente com o aumento de casos na Itália, Coreia do Sul e Irã, que já tinha repercutido nos dias anteriores que a bolsa brasileira estava fechada.

Como é uma doença altamente contagiosa, para conter o avanço e o esgotamento do sistema de saúde, muitos países passaram a adotar medidas de isolamento social, fecharam as fronteiras e o turismo global foi extremamente limitado, afetando uma economia global já frágil.

Naquele dia 26 de fevereiro, o Ibovespa caiu 7%, o que era até então o pior fechamento desde 18 de maio de 2017, o fatídico “Joesley Day”. Porém, era apenas o começo. Desde então, a B3 teve que paralisar as negociações na bolsa e acionar o “circuit breaker” por seis vezes, sendo que duas vezes em apenas um pregão.

O mecanismo é acionado pela primeira vez num pregão quando o Ibovespa cai mais de 10%, interrompendo a negociação por meia hora, e acionado pela segunda vez quando o benchmark da bolsa despenca mais de 15%, fazendo com que as negociações fiquem paralisadas por uma hora. O circuit breaker foi acionado uma vez no pregão durante a atual crise nos dias 9 (quando caiu 12,17%), 11 (queda de 7,64%), 16 (baixa de 13,92%) e 18 (queda de 10,35%) de março; o mecanismo foi acionado duas vezes no pregão do dia 12, sessão esta em que o Ibovespa fechou em baixa de 13,91%.

Durante esse mês de forte queda para a bolsa brasileira, curiosamente, a maior baixa do Ibovespa não foi de uma ação seriamente impactada pelos efeitos do Covid-19, mas ela acabou sofrendo com o sell-off do mercado já que enfrentava problemas internos. Trata-se do IRB, que viu suas ações caírem 72,32% no acumulado do período: mudanças nos cargos de liderança por alegações de manipulação de mercado, questionamentos sobre o balanço e até mesmo uma ação da Polícia Federal vêm abalando a empresa de resseguros desde o início de fevereiro, quando a bolsa ainda não refletia tanto os temores com o coronavírus.

Já as quedas seguintes refletem bem o cenário da crise atual: CVC, Gol e Azul registram baixas respectivas de 69,72%, 67,65% e 65,55%. Por conta da queda da demanda por voos e das restrições de viagens, as companhias tiveram um forte corte da capacidade de operação (confira clicando aqui). A Gol reduziu em cerca de 92% a oferta nos mercados domésticos e 100% nos internacionais, enquanto a Azul cortou sua capacidade em 90% entre 25 de março e 30 de abril. Smiles também teve queda forte no período, de 63,11%.

E, se a maior parte das varejistas sofreu, a Via Varejo foi a mais impactada do setor no período, com queda de 65,69%. “A empresa está passando por um turnaround, tem um negócio muito cíclico e subiu muito nos últimos meses, quando o mercado estava otimista. É razoável que caia tudo isso em meio ao desespero do mercado”, afirma Carlos Herrera, estrategista-chefe da casa de análise Condor Insider, ao InfoMoney.

A Petrobras antes com boas perspectivas em meio aos desinvestimentos e foco em exploração e produção, viu suas ações caírem 52% no mesmo período por uma combinação da forte redução da demanda por conta do impacto do coronavírus nas economias globais e de uma guerra de preços entre a Arábia Saudita e a Rússia, que levou a um aumento da produção do primeiro país. Porém, segundo aponta o Goldman Sachs, nem mesmo um eventual fim da disputa entre os dois países pode evitar excesso de petróleo (veja mais clicando aqui).

Já entre as menores baixas (afinal, nenhuma ação do Ibovespa subiu nesse período), os destaques ficaram com empresas varejistas de consumo básico, como o Carrefour e a RD, que viram a demanda por seus produtos aumentar nesse período, mas podem sofrer no médio prazo por conta do impacto do coronavírus na economia. Elas caíram, respectivamente, 3,02% e 7,97%.

Revisões de cenário

A preocupação com os impactos na economia brasileira passou a ganhar força nas duas últimas semanas, quando os casos da doença começaram a crescer e as expectativas pelas medidas para tentar conter uma aceleração extrema no número de infectados levaram a revisões drásticas para baixo na atividade.

Com isso, várias instituições passaram a revisar suas projeções para baixo, começando a prever inclusive uma recessão no Brasil por conta do coronavírus. Segundo estudo do Centro de Macroeconomia Aplicada da FGV (Fundação Getulio Vargas), a pandemia pode provocar uma perda de até 4,4% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro em 2020, o que seria a maior queda nominal (sem considerar efeitos da inflação) da economia desde 1962, quando começa a série histórica disponível no site do Banco Central.

Entre os motivos para as drásticas revisões, está o espaço relativamente limitado para o governo atuar do lado fiscal e os efeitos do lockdown para a economia, que vem inclusive gerando debates entre empresários, economistas e políticos sobre se a quarentena de todas as faixas etárias da população pode levar a uma quebra generalizada de empresas.

Para conter os efeitos do coronavírus na economia, o Banco Central anunciou um programa no valor de R$ 1,2 trilhão (US$ 233,8 bilhões), para injetar liquidez por meio da compra de pacotes de carteiras de empréstimos bancários; novas regras que permitem aos bancos oferecerem a empresas e famílias empréstimos maiores e melhores condições, entre outros.

Já o estímulo fiscal veio através de um programa de R$ 150 bilhões para auxiliar a população mais vulnerável e proteger empregos. Além disso, houve a aprovação, pelo Congresso, de decreto presidencial que declara emergência nacional em torno do coronavírus, permitindo ao governo renunciar às metas fiscais e liberar recursos orçamentários. Porém diante da atual incerteza do cenário, muito se questiona se esses estímulos vão ser suficientes.

Nesse cenário, muitas casas já cortaram as suas previsões para o Ibovespa, mas ainda veem espaço para o índice subir. O Morgan Stanley cortou a projeção de 125 mil pontos para 85 mil pontos (veja aqui), o Itaú BBA passou de 132 mil pontos para 94 mil pontos (veja aqui), enquanto o corte mais drástico ficou com o JPMorgan, que cortou de 126 mil para 80.500 pontos (confira aqui).

“Os lucros locais devem ter uma queda de 20% em 2020 e uma alta de 12% em 2021”, afirmam os analistas do Morgan. Porém, apontam: o país enfrentará uma desaceleração econômica acentuada, mas temporária e com uma rápida recuperação (“recuperação em forma de V”).

Nesse novo cenário de maior aversão ao risco do mercado, muitos analistas acabam apontando preferência por ações de setores reconhecidamente mais defensivos, como elétricas. Mas atenção, é preciso também diferenciá-las, já que algumas estão sendo impactadas pelo atual cenário (veja mais aqui). Ações de grandes bancos privados também são destacadas por analistas (confira aqui).

Porém, o cenário de forte incerteza é o que acaba predominando, gerando muita volatilidade no mercado, uma vez que não se sabe qual será a duração da pandemia e a quantidade de recursos que será necessária para salvar as economias. A expectativa é de que as fortes emoções para o mercado e possíveis revisões para a economia perdurem nas próximas semanas.

CCS-RJ cria grupo para ajudar corretor e segurado 520

Grupo trabalha para manter a união e criar formas de ajudar a categoria

O Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) acaba de criar um Grupo de Trabalho com o objetivo de apoiar corretores de seguros, segurados e seguradoras diante da pandemia de COVID-19. O cenário atípico vem gerando importantes discussões sobre as condições gerais de apólices de seguro, em especial no segmento de Vida.

“A maioria das seguradoras considera situações de epidemia e pandemia como riscos excluídos em suas apólices. Na prática, porém, observamos um movimento de algumas companhias no sentido de, mesmo assim, comprometerem-se a oferecer a cobertura. Isso mostra que a consciência sobre o nosso dever em prol da coletividade está crescendo neste momento, e queremos contribuir com esse tipo de postura”, explica a diretora do Clube, Sonia Marra.

Ela defende que as seguradoras precisam modernizar os seus contratos e processos, entendendo que a prioridade deve ser a proteção da vida das pessoas, e que valores imateriais passam a ser muito mais evidenciados e relevantes. “Precisa haver equilíbrio entre lucro e proteção. Queremos colaborar com as seguradoras, levando até elas essas e outras demandas latentes do público consumidor”, completa.

Com foco inicial no seguro de Vida, o GT irá tratar não só dessa, mas de outras questões relevantes ligadas à pandemia. A importância da atuação dos corretores na difusão de informações e no auxílio aos segurados em momentos delicados como o que a população vive hoje.

“Estamos trabalhando para manter a união e criar formas de ajudar a categoria, como sempre fazemos, e agora ainda mais. Pretendemos atuar em conjunto com corretores e seguradoras, contribuindo com a evolução do mercado segurador e de sua função social de proteger a sociedade”, informa o presidente do CCS-RJ, Fabio Izoton.

Bolsa de Valores – Como os investimentos podem aproveitar a crise causada pelo coronavírus? 531

“Ninguém está feliz com a crise. Mas ela abre uma janela de oportunidade para comprar ativos muito abaixo do valor de mercado”

Em meio à instabilidade no mercado financeiro provocada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19), é possível observar impactos extensos na economia mundial. Os mercados vêm enfrentando grandes turbulências, como o Ibovespa, principal índice da bolsa de valores brasileira, que segue com forte queda. O índice se encontra operando por volta dos 60 mil pontos, menor patamar desde 2017.

Com isso, os contextos estão em grandes mudanças, muitos investidores da bolsa de valores estão vendo seus patrimônios se desfazendo em poucos dias, o que os deixam temerosos acerca de futuro incerto de seus investimentos. Entretanto, há pessoas que acreditam que essas oscilações proporcionem um bom momento para a compra de ativos na renda variável.

Daniela Casabona, Sócia-Diretora da FB Wealth, justifica essa ocorrência. “O mercado estava vivendo uma forte alta de forma geral, com os preços de ações bastante altas, o que significava uma melhora, com essa baixa algumas empresas fortes e saudáveis tendem a estar com os preços muito abaixo do preço médio, dando assim oportunidade do investidor em comprar ativos com valores mais atrativos”, analisa. A Sócia-Diretora complementa explicando que todos estão vivenciando um momento de cautela, e é preciso paciência, principalmente para clientes que já estão alocados em posições. “Se tiver apetite para risco, pode ser um bom momento para rebalanceamento e oportunidades de compra”, indica.

Embora os investidores enxerguem uma grande oportunidade de compra, assim como Luiz Barsi Filho, o maior investidor individual brasileiro, que afirmou que estar comprando tudo que é possível, ninguém está satisfeito com o quadro atual. Daniela Casabona, constata que uma curva de recuperação pode surgir rapidamente neste cenário. “Ninguém está feliz com uma crise, o que se existe é uma oportunidade de comprar ativos em preço muito abaixo do valor de mercado. Qualquer crise é minimamente preocupante, mas apesar da grande incerteza do momento que estamos vivendo temos também a certeza que tem um final e a curva de recuperação pode ser muito rápida, o que fica difícil nesse momento é saber o momento em que vamos ter uma legítima recuperação”, aponta.

Icatu Seguros aposta em tecnologia e mobilidade para lidar com os desafios do novo coronavírus 551

Seguradora adota novos formatos de trabalho e reforça soluções digitais para clientes, parceiros e corretores

Diante do avanço do coronavírus em escala mundial, a Icatu Seguros está seguindo as orientações dos órgãos competentes diante de um cenário desafiador. Com o objetivo de preservar a saúde e bem-estar de seus colaboradores e suas famílias e garantir a plena continuidade dos negócios, a companhia reorganizou a rotina de suas equipes, criando novos formatos de trabalho.

Através de um plano estruturado, a seguradora conseguiu que seus quase 1.800 colaboradores estivessem conectados e trabalhando simultaneamente, cada um de sua própria casa. Na última semana, 100% da operação do Centro de Relacionamento com Clientes (CRC) passou a operar com as ferramentas necessárias para o trabalho remoto.

Para garantir o acesso completo à informação, a companhia criou uma página exclusiva dentro do portal corporativo para os funcionários, comunicando todas as suas ações. No site, o colaborador também tem acesso a um material completo sobre o Covid-19, dicas de prevenção e orientações gerais para o novo formato de trabalho em home office. Além disso, em parceria com a D’or Consultoria, a Icatu disponibilizou um canal direto, por telefone e WhatsApp, onde os funcionários podem tirar todas as suas dúvidas sobre o coronavírus com uma equipe médica.

“Como seguradora, prestamos um serviço essencial e de grande relevância para a sociedade, portanto não podemos parar nesse período de quarentena. A tecnologia e a mobilidade permitiram que a Icatu se adaptasse com maior rapidez ao cenário atual, cumprindo o objetivo de gerar o menor impacto possível para nossos clientes, corretores e parceiros comerciais”, afirma Alexandre Vilardi, vice-presidente Corporativo da Icatu Seguros.

O investimento realizado em tecnologia ao longo dos anos permite que hoje a seguradora possa oferecer diversas opções de autoatendimento através de suas soluções digitais. Na Área do Cliente (www.icatu.com.br), por exemplo, é possível consultar todas as informações dos produtos de Vida, Previdência e Capitalização, acompanhar reservas em tempo real, acessar documentos, realizar aportes e resgates, editar beneficiários, formas de pagamento e endereço, além de outras facilidades.

Já no portal Casa do Corretor (www.icatu.com.br/corretor), o profissional pode emitir boleto no momento do cadastro do cliente e 2ª via de boletos em atraso, consultar carteira de clientes, realizar cotações online dos produtos de Vida, acompanhar as propostas realizadas nos últimos 180 dias, além de possibilitar a assinatura eletrônica para contratação digital de produtos de Vida e Previdência

A Icatu aposta também em outras iniciativas positivas para os clientes diante de um cenário de isolamento social como este. A empresa acaba de reformular seus cursos online gratuitos, em parceria com a FGV Online. Agora, eles contam com um novo design e estão mais dinâmicos, com explicações em vídeo e exercícios práticos. São opções que ensinam a organizar o orçamento familiar, investir de acordo com cada perfil, planejar a aposentadoria e consumir de forma consciente, temas fundamentais para garantir uma vida financeira saudável.

“Os últimos dias foram desafiadores e nos mostraram que temos um time dedicado às entregas, onde quer que ele esteja. Em uma semana de teletrabalho preservamos nossos funcionários e mantivemos todos nossos serviços operacionais sem nenhuma interrupção”, afirma Luciana Chagastelles, diretora de Pessoas da Icatu Seguros.

Allianz mantém 100% da operação e atendimento com toda a equipe em trabalho remoto 773

Companhia organizou força-tarefa para que nada fosse alterado no atendimento aos corretores e clientes

Atenta à pandemia causada pelo Covid-19 e seguindo as recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde), a Allianz Seguros adaptou-se sem medir esforços para cuidar da saúde dos seus colaboradores. A seguradora decidiu ampliar o alcance das medidas preventivas e instaurou, em apenas cinco dias, o trabalho remoto para 100% de sua equipe, incluindo Contact Center e Backoffice.

A medida, inédita na empresa, ocorreu com a liberação de uma ferramenta que possibilita o acesso ao ambiente Allianz por meio da internet e permitiu a um grupo de aproximadamente 500 pessoas, que nunca haviam se conectado ao sistema de casa, a fazer esse acesso de forma rápida. Além disso, máquinas foram fornecidas pela seguradora a colaboradores do Contact Center, Backoffice e Sinistros, que necessitavam dos computadores da empresa para trabalhar.

O êxito das medidas até então adotadas é destacado por Eduard Folch, presidente da Allianz Seguros: “Nós conseguimos colocar toda a nossa força de trabalho em casa, visando reduzir ao máximo o impacto sobre o atendimento aos nossos corretores e clientes. Quero registrar aqui o meu agradecimento pela colaboração e responsabilidade de todos da companhia diante desta situação excepcional e a parceria de sempre dos nossos corretores, que cada vez mais se mostram preparados para a digitalização e mantiveram o ritmo dos negócios mesmo neste contexto de reclusão”.

A Allianz Seguros segue com o atendimento aos clientes por meio dos portais Allianznet, Chat e Allianz Cliente.

Caso prefira, o segurado também pode entrar em contato com o seu corretor ou acionar a companhia por meio dos telefones 4090-1120 (Capitais e Regiões Metropolitanas) ou 0800-7778243 (Demais Regiões).

Previdência: tecnologia apoia idosos durante crise do coronavírus 557

Aposentados podem resgatar benefício sem sair de casa

Em meio ao atual cenário de pandemia do coronavírus (Covid-19), a população mais afetada tem sido os idosos, considerados grupo de risco da doença. Devido a recomendação dos órgãos governamentais para que permaneçam em isolamento total, muitos têm receios em relação a aposentadoria, já que não podem sair de casa e manter o benefício é vital durante essa consequente crise econômica.

Apesar do panorama adverso e as inúmeras inseguranças que o permeiam, a tecnologia pode ser uma importante aliada para garantir a saúde dos idosos ao mesmo tempo que têm acesso a aposentadoria. A Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo, conta com o aplicativo web Mobi Previdência, com o qual o idoso consegue resolver diversos processos de forma remota, sem sair de casa, como a concessão da aposentadoria e a prova de vida. Com o app, o titular da previdência ainda pode solicitar o resgate do valor investido e os beneficiários, em caso de falecimento do titular, podem enviar a documentação necessária para o pagamento do sinistro.

Utilizando a solução, o titular ou beneficiário recebe um token via SMS que dá acesso ao app web. A partir daí, é só seguir um passo a passo de fácil entendimento para enviar todos os documentos necessários diretamente à empresa de previdência e aguardar a conclusão do processo. Ao invés de ter que se deslocar e correr riscos, o idoso pode fazer a solicitação de sua aposentadoria ou a prova de vida com poucos cliques no celular e ainda pode acompanhar cada etapa do estágio em que se encontra seu pedido pelo próprio aplicativo web.

“Estamos buscando maneiras de apoiar as pessoas e o mercado de seguros diante das incertezas e desafios da crise atual. A tecnologia vem sendo uma grande aliada para que as seguradoras possam entregar aos seus clientes um serviço mais efetivo e compatível com o momento”, comenta Henrique Mazieiro, CEO da Planetun.

O Mobi Previdência reduz em 65% o tempo do processo, que da maneira tradicional exige o cumprimento de várias etapas de um caminho que inclui organização de documentos, reconhecimento de firma e eventuais visitas à agência. Além das vantagens, como agilidade e comodidade para os clientes, a ferramenta é disruptiva e também apoia as seguradoras neste período difícil, já que o produto é completo e simplifica a previdência privada de ponta a ponta.