Como investir em marketing em tempos de coronavírus? 680

“Investir em conteúdo será o grande diferencial em tempos difíceis, pois a empresa precisará ser lembrada pelo público e deverá prover informações valiosas, que façam sentido e tenham contexto com o momento atual”

Estamos no meio de uma pandemia e, de acordo com as previsões, ainda teremos muitos desafios a superar. As bolsas de valores do mundo inteiro já operam em queda há semanas e não parece existir uma luz no fim do túnel na economia. Diante deste cenário, as empresas já diminuíram consideravelmente a projeção de crescimento e os investimentos até então estão congelados, se já não foram cancelados. Mas será que esta é a hora de cortar o investimento em marketing?

Não, de jeito nenhum. É o marketing que fará com que a marca atravesse a turbulência e chegue viva ao final da crise. É o que fará com que a empresa seja lembrada quando o consumo estiver voltando à normalidade. Parar com o marketing em tempos de crise é determinar a morte, ou a queda considerável, dos negócios.

É certo que manter o mesmo investimento sem vender é praticamente impossível, mas alguma coisa precisa existir. Investir em conteúdo será o diferencial em tempos difíceis, pois a empresa precisará ser lembrada pelo público e deverá prover informações valiosas, que façam sentido e tenham contexto com o momento atual.

A depender do segmento, vale a pena criar conteúdos não focados em vendas, mas em lembrança de marca. Se criar conteúdo apenas com o objetivo de vender mais, o consumidor vai entender que a marca está desesperada e se aproveitando de um momento sensível para lucrar.

O posicionamento correto atrelado a uma boa produção de conteúdo para redes sociais, blog e assessoria de imprensa são imprescindíveis agora. O que a sua empresa pode propor, ensinar, sugerir ou fazer pela sociedade nesse momento?

A Ambev se fez esta pergunta. Ela sabe que vai vender muito menos nos próximos meses, afinal, acabaram-se às idas ao bar, restaurantes, churrascos e almoços em família. E já que eles terão estoque de álcool etílico sobrando, por que não fazer uma boa ação? Eles aproveitaram essa matéria prima para criar álcool gel, já em falta no mercado, envasar e doar para hospitais públicos das regiões mais afetadas pelo COVID-19. Posicionamento atrelado à ação. Dupla perfeita.

Além da produção de conteúdo, manter ferramentas de monitoramento e gestão de redes sociais também é essencial. É impossível prever como essa crise vai afetar um determinado segmento ou empresa especificamente. O ideal, neste caso, é criar um monitoramento que englobe o segmento + coronavírus (e todas as suas grafias). Só assim é possível se preparar para agir em uma possível crise, ativamente sanar dúvidas e responder usuários, pois sem conhecimento do contexto é impossível agir assertivamente.

A cerveja Corona e a marca de chuveiros Corona, por exemplo, tiveram que lidar com associações negativas e piadas. Reparou que faz tempo que você não vê um anúncio de ambas as marcas? Ou seja, não dá para abrir mão de uma ferramenta de monitoramento confiável.

O investimento em ads e SEM (Social Engine Marketing), também deve ser priorizado para promover o conteúdo da marca e fazer com que ele chegue ao maior número de pessoas interessadas possível. No caso de e-commerces, Correios e empresas de logística continuam operando, e as entregas são uma saída ao consumo em tempos de quarentena. Neste caso, investir em anúncios, conteúdo e newsletters é essencial. Outra saída é criar um monitoramento para entender que tipo de produto, além de papel higiênico e álcool gel, a grande massa de consumidores está buscando. Sabendo quais são, anuncie estes.

Investimentos em eventos, infelizmente, podem ser cortados ou postergados, afinal, não sabemos quando será possível reagendá-los e se vão se acumular no segundo semestre, sendo impossível atender à todos. Por ora, melhor pausar. Já os investimentos em brindes e mídia outdoor também podem, obviamente, ficar para depois da crise.

Por Marina dos Anjos, Gerente de Marketing da Scup

Prós e contras da prorrogação da LGPD em meio ao cenário de pandemia 5754

Artigo é do advogado Sahil Bhambhani, da Agrifoglio Vianna Advogados Associados

Em abril do presente ano, o Senado Federal aprovou a prorrogação do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para janeiro de 2021, sendo que a eficácia das disposições que versam sobre as penalidades foi postergada para agosto de 2021.

É de se entender e apoiar que todos os esforços do país, no momento, sejam destinados a mitigar os efeitos nefastos da pandemia, mas a justificativa dada não possui correlação com elemento essencial à vigência efetiva da LGPD: a implementação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que ainda não ocorreu. Trata-se do órgão regulamentador da Lei, responsável pela elaboração de estudos e diretrizes da proteção de dados, que funcionará como um elo entre a sociedade e o governo.

A instabilidade regulatória constitui grande óbice ao avanço do país no tema, pois pode implicar em tutela difusa por outros órgãos fiscalizadores, causando insegurança jurídica. Importante denotar, também, que diante da necessidade de isolamento domiciliar de grande parte da população, houve crescimento da utilização das plataformas de teletrabalho e vídeo-chamadas, entre outros, o que ensejou no aumento da circulação de dados pessoais nas plataformas digitais. São informações que continuam a circular sem o tratamento necessário, com possíveis consequências nebulosas para seus titulares.

Sob o prisma econômico, acredita-se que a prorrogação ajudará as empresas, inegavelmente afetadas pela crise, a ganharem tempo para se adequar às diretrizes da Lei. Entretanto, analisando-se a questão sob outro ângulo, o atendimento às disposições legais da LGPD pode constituir um diferencial competitivo para as empresas. Outro ponto importante é a necessidade do Brasil possuir legislação vigente acerca do tema para as empresas locais estarem de acordo com as disposições de outros países – a União Europeia, importante parceira econômica do país, através do General Data Protection Regulation (GDPR), exige que para a troca de dados internacionais entre empresas, o parceiro deve possuir legislação de proteção de dados igual ou superior ao seu nível de proteção. Há o temor, portanto, que as empresas locais sejam prejudicadas no cenário internacional, o que dificultaria ainda mais a retomada do crescimento econômico.

Como se sabe, países como Itália e Espanha, entre outros, sofreram gravemente com o Coronavírus nos meses de março e abril – e foi reforçada a necessidade pela União Europeia (UE) de utilização de dados pessoais anonimizados em meio digital para prever o avanço da doença, avaliar a efetividade das políticas de saúde e ajudar os serviços mais importantes naquele momento. Tudo isto com a atuação do órgão fiscalizador, para que os procedimentos estivessem de pleno acordo com a regulamentação da UE acerca do tratamento destes dados.

A partir do momento em que fosse implementada a ANPD, o Brasil poderia trabalhar da mesma forma, aliando as benesses da tecnologia com o tratamento correto de dados pessoais de seus cidadãos, especialmente os relacionados à saúde, ao passo que são considerados dados sensíveis. Este é o ponto central da questão – a vigência plena da LGPD, com órgão fiscalizador atuante, poderia auxiliar, primordialmente, no combate à pandemia, ao mesmo tempo em que, indiretamente, traria um diferencial para as empresas brasileiras no mercado global.

Não se pretende ingressar em uma dicotomia, com a necessidade de escolha entre a proteção dos dados ou a saúde, mas sim garantir que ambos sejam priorizados e se complementem, afim de mitigar todos os danos causados pela pandemia.

Artigo: Crise na saúde mostra que prevenção é fundamental 503

“Kit básico de precaução é composto pelos seguros de vida e de saúde e os planos de previdência”

Seguro de vida. Seguro saúde. Seguro-fiança. Previdência privada. Indenização por morte pela Covid-19; despesas médicas dos infectados; cobertura de aluguel para quem está em dificuldade financeira; renda complementar ou dinheiro para emergência em situações-limite. Exemplos não faltam de indivíduos e empresas que, por terem investido previamente em determinadas proteções, agora conseguem minimizar, ao menos financeiramente, prejuízos causados pela violenta pandemia do novo coronavírus. Neste momento, há os que encontram algum conforto por saber que estão “cobertos” e outros que pretendem (ou ao menos consideram a possibilidade de) adquirir seguros. Por precaução.

Três das coberturas mais importantes agora são as de morte, invalidez e sobrevivência. O seguro de vida cobre o risco de morte – quando há uma indenização para os dependentes daquele que morreu – e o risco de invalidez, que se concretiza em uma renda, caso a pessoa não possa mais trabalhar. O risco de sobrevivência é suprido pela previdência, que servirá para complementar a renda do titular da apólice.

Seguro de vida

Cobertura financeira caso ocorram imprevistos com o titular da apólice. O seguro de vida cobre assistência funerária, doenças graves, invalidez, morte natural ou acidental e incapacidade temporária. Ao contratar o seguro, é preciso escolher o valor, as condições de indenização e as pessoas que irão recebê-la em caso de morte do segurado.

Previdência

Por meio de contribuições periódicas, o titular acumula recursos para que, ao se aposentar, ele tenha uma renda extra. Ao fim do período, é possível resgatar o valor integral (se o plano for estruturado no regime financeiro de capitalização) ou receber a renda mensal equivalente ao que contribuiu. No benefício de sobrevivência, se o segurado desistir do plano, ele também pode fazer o resgate.

Seguro-Saúde

A função desse plano é oferecer assistência médica e hospitalar em um momento de necessidade. Alternativa à rede pública de saúde, permite que o titular faça exames laboratoriais e consultas médicas onde e com quem escolher – ou seja, não é preciso recorrer a uma rede credenciada. A condição é que o cliente pague pelo atendimento na hora, para ser reembolsado depois pela seguradora. O valor a restituir depende do prêmio contratado pelo segurado – ele é fixo e as condições estão estabelecidas na apólice.

Plano de saúde é o mesmo que seguro-saúde?

Não. As duas modalidades de proteção oferecem assistência médica e hospitalar. A diferença é que o plano de saúde determina que o atendimento seja realizado em uma rede de estabelecimentos credenciados à operadora – ou seja, ao usar o plano, o titular não é livre para escolher médico, hospital ou laboratório. Na consulta ou no exame, não é necessário desembolsar nenhum valor. A tempo: atualmente, muitos planos autorizam o cliente a usar serviços fora da rede credenciada, mediante reembolso. Mas isso é caso a caso. Consulte o corretor.

Cuidados ao contratar

As questões devem ser cuidadosamente analisadas no momento da contratação de um seguro de qualquer modalidade

1. Preencha o questionário de perfil e a declaração de saúde de forma correta, sem omitir nenhuma informação.

2. Confira se as coberturas, franquias e assistências estão de acordo com sua necessidade. Antes de assinar, leia atentamente até as letras mais miúdas.

3. Ao contratar, procure por valor e não somente o menor preço – ainda que seja fundamental lidar com a realidade de seu orçamento.

4. É importante que o corretor conheça no detalhe os produtos que oferece. Ele precisa explicar todas as condições da apólice com máxima clareza. A contratação de um produto deve ser proveitosa para os dois lados, e uma relação de confiança entre cliente e corretor ajuda a obter produtos mais adequados.

Por Adriana Peranovich, corretora de seguros franqueada da rede Seguralta

Veículos parados e higienização: saiba quais cuidados necessários durante pandemia 5164

Oficina RCN Autos está oferecendo serviço de busca

Rodrigo Cardoso é sócio proprietário da RCN Autos. Filipe Tedesco/JRS

O cenário de pandemia também exige cuidados por parte dos apaixonados por carros. Com a orientação de não sair de casa sem necessidade, muitos veículos ficam parados na garagem. O sócio proprietário da RCN Autos, localizada em Canoas (RS), Rodrigo Cardoso, destaca que estacionar o carro com tanque cheio, pneu calibrados, dar a partida e deixar funcionando por pelo menos 10 minutos a cada 10 dias e desconectar a bateria são medidas que evitam futuros problemas mecânicos nessa situação.

Algumas pessoas precisam conduzir seus veículos, seja para irem ao médico, supermercado e até trabalhar. Nesse caso, atitudes devem ser adotadas ao entrar e sair do interior do veículo para evitar propagação do novo coronavírus: “Manter o interior do veículo higienizado com álcool isopropílico ou outro produto específico para limpeza de interiores, já que o álcool gel pode danificar as partes plásticas do interior; manter o carpete e bancos limpos com água e sabão neutro, esvaziar e lavar a lixeira e ter disponível álcool gel para higienizar as mãos ao entrar e sair do veículo”. Ele acrescenta que motoristas que trabalham com Uber estão mais expostos a Covid-19, mas as recomendações são as mesmas. “[Eles] devem utilizar máscara sempre que estiverem dentro do veículo e manter o veículo higienizado”, afirma.

Além disso, a pane mais comum que um automóvel pode dar parado e que deve ser revisada por uma oficina é algum problema na bateria. “Neste caso, o veículo não irá dar a partida e é importante, neste momento, não tentar fazer “ponte” com outro veículo, pois este procedimento, se executado de forma errada, pode causar danos ao sistema elétrico”, explica. “Opte por chamar uma oficina ou solicitar auxílio de seu seguro, se for o caso”, complementa.

Durante o período de isolamento social, a RCN Autos está oferecendo diferenciais aos seus clientes. “Estamos trabalhando com sistema de leva e traz, tanto do veículo quanto do cliente, sempre tomando todos os cuidados de higienização e etiqueta respiratória, e estamos atendendo a domicílio nos casos de veículos que precisam de vistoria de seguro de nossas seguradoras credenciadas”, finaliza. A oficina está lozalicada na Avenida Getúlio Vargas, 4.294, no Centro de Canoas/RS, com atendimento pelo telefone 51 3463-1540 e whatsapp 51 98139-3119.

Artigo: 2020 não tem mais jeito 495

“Poucas certezas são que o mundo sairá mais pobre, que milhões de empregos já estão perdidos e que a recuperação pode demorar”

O ano está condenado. Não tem o que fazer. 2020 vai entrar para a história como um dos grandes desastres econômicos do século 21. O mundo experimentará uma das maiores recessões de todos os tempos e o Brasil não vai ficar de fora, nem se sair melhor do que os demais países. Ao contrário, as previsões para a recessão nacional têm variação de menos quatro a menos onze por cento em relação ao ano passado, o que faz de 2020 o pior ano do século.

A economia mundial vai atravessar uma recessão avassaladora, que quebrará milhares de empresas de todos os portes ao redor do planeta. Mas esta é só a primeira parte do drama. A segunda é o tamanho da conta e quem e como vai pagar os trilhões de dólares que a pandemia do coronavírus custará.

As poucas certezas são que o mundo sairá mais pobre, que milhões de empregos já estão perdidos e que a recuperação pode demorar mais tempo do que os otimistas estão falando, até porque ninguém sabe a duração da pandemia.

Se países como Estados Unidos e China tiveram queda no PIB na casa dos dois dígitos, na comparação entre abril e março, não há razão para o Brasil se sair melhor.

Tomando a indústria automobilística como parâmetro, se em março ela apresentou uma queda de vinte por cento no número de veículos produzidos, em abril a queda foi de setenta e cinco por cento. Ou seja, praticamente não houve venda de veículos novos no país. Mas este segmento econômico vai muito além da produção de veículos. Ele tem início na indústria siderúrgica e termina nos desmanches e ferros velhos, além de toda uma cadeia paralela que não participa diretamente da produção, mas engaja uma grande quantidade de pessoas, que vende ou presta serviços para empresas e pessoas ligadas à cadeia automotiva.

Só que não é apenas a indústria automobilística que está em xeque. Praticamente todos os demais setores industriais estão num profundo processo de retração. O coronavírus veio para agravar um quadro dramático, iniciado com a crise de 2014, que colocou a indústria nacional sob ameaça de colapso. Quando apenas algumas atividades começavam a colocar a cabeça para fora, a pandemia trouxe em seu bojo uma nova onda, que submergiu os que ensaiavam nadar e ameaça afogar definitivamente os que ainda estavam tentando chegar à tona.

Os números do primeiro trimestre de 2020 mostram resultados positivos na última linha dos balanços de várias seguradoras. É inclusive possível que, dependendo do foco de atuação da companhia, ela feche o primeiro semestre com resultado positivo. Mas isto não significa que depois de março seu desempenho foi positivo. Significa apenas que os números positivos, frutos da recuperação econômica de 2019 e que se mantiveram em janeiro e fevereiro, impactaram favoravelmente os resultados do primeiro trimestre, seja pela obrigação do diferimento dos prêmios, seja pelo seu fracionamento mensal.

A queda brutal da venda de veículos novos tem impacto na carteira de seguradoras que têm o seguro de auto como carro chefe. Com o desemprego, o inadimplemento dos prêmios dos seguros individuais cresceu para percentuais muito elevados. Seguros como fiança locatícia, que sempre tiveram baixa sinistralidade, estão sob pressão pelo não pagamento de milhares de alugueres. Com a queda da atividade econômica as empresas também começam a não pagar ou a reduzir suas importâncias seguradas e, consequentemente, os prêmios devidos.

O fechamento de milhares de empresas vai gerar um novo atrito entre segurados e seguradoras, envolvendo eventual cobertura de lucros cessantes. E os planos de saúde privados e os seguros de vida já estão sendo demandados em função da pandemia.

Como a crise econômica deve se agravar ao longo dos próximos meses, não há como vislumbrar, neste momento, qualquer possibilidade de retomada do crescimento pelo setor de seguros brasileiro.

Se servir de consolo, a situação não é exclusividade nossa. No mundo inteiro as seguradoras terão dias difíceis pela frente. A saída do buraco passa pelas ações pós-pandemia e pela capacidade delas se reinventarem.

Cibersegurança é fundamental para os negócios, diz especialista 506

Ações para manter a proteção, privacidade e segurança são essenciais neste momento em que os ataques cibernéticos também ameaçam as empresas

O novo Coronavírus apresenta uma nova realidade nas relações pessoais e profissionais. Para os negócios, muitas organizações decidiram implementar o regime de trabalho remoto em virtude das recomendações de isolamento para combater e prevenir a propagação da Covid-19.

Somados aos inúmeros desafios do período, os ataques cibernéticos estão entre as ameaças para as empresas e não se pode deixar de lado ações para manter a proteção, privacidade e segurança do negócio.

Para o especialista em Gestão da Segurança da Informação da Indyxa, empresa especializada em infraestruturas para missão crítica, Tiago Brack Miranda, os cibercriminosos estão se aproveitando da crise do Coronavírus por meio de ataques de engenharia social. “Os criminosos digitais se aproveitam do medo da população em relação à pandemia e, por meio de e-mails, mensagens e redes sociais acabam propagando arquivos contaminados e links de websites, que, ao serem acessados comprometem os dispositivos que não estejam protegidos com ferramentas adequadas. Recentemente, tivemos um ataque por meio de um link falso para uma bolsa do Governo e milhares de brasileiros acabaram acessando esse link e comprometendo seus dados pessoais na internet”, diz.

Por isso, a cibersegurança é fundamental. “Ao permitir que os colaboradores permaneçam trabalhando por meio do home office, a empresa disponibiliza meios de conexão a sua infraestrutura e é imprescindível que esses meios estejam devidamente protegidos.

A ausência de mecanismos de proteção poderá acarretar na indisponibilidade destes meios, impedindo o acesso e a continuidade dos trabalhos de forma remota a empresa, além de outros riscos”, destaca Miranda.

Como se proteger

Miranda ressalta que ter equipamentos para a proteção do perímetro – linha imaginária que protege a rede da empresa contra ameaças da Internet – é o primeiro passo para manter a disponibilidade dos serviços aos colaboradores. “Ferramentas como Firewall e IPS (Intrusion Prevention System ou Sistema de Detecção de Intrusão) protegem os meios de acesso ao ambiente da empresa. É importante utilizar ferramentas de mercado nas quais existam uma base de conhecimento e atualizações constantes. É fundamental avaliar se os dispositivos utilizados de fato são reconhecidos no mercado como ferramentas apropriadas e com um nível de proteção eficaz”, afirma.

O especialista reforça que, quando se fala dos dispositivos dos colaboradores, é fundamental que todos tenham uma solução de antivírus atualizada para a proteção dos dispositivos e dos dados tratados no dia a dia do colaborador. “Caso nesse momento o colaborador tenha que utilizar um dispositivo pessoal para dar continuidade ao seu trabalho no home office, esse dispositivo também deverá estar protegido com uma solução adequada”, aponta Miranda.

Soluções para os negócios neste momento de pandemia

A empresa especializada em infraestruturas para missão crítica, possui soluções de proteção nas melhores práticas em relação à segurança da informação. “A Indyxa também oferta o serviço de análise de vulnerabilidades, um serviço que busca identificar as vulnerabilidades existentes na infraestrutura do cliente com as devidas recomendações, para que o cliente tenha conhecimento dos riscos atuais e possa atuar na mitigação desses riscos”, explica o especialista em Gestão da Segurança da Informação da empresa.

Além disso, clientes com contrato de manutenção da segurança pela Indyxa recebem periodicamente a análise de especialistas para garantir a integridade e disponibilidade da infraestrutura de TI.