Protegendo seu crédito durante o surto do coronavírus 991

“Resolução consiste em minimizar o impacto na provisão para dívidas renegociadas para clientes adimplentes até 30 de setembro”

O aumento do número de casos de coronavírus está causando um impacto negativo no bem-estar econômico dos brasileiros. A natureza incomum dessa pandemia resultou no fechamento temporário das escolas, no cancelamento de eventos e na interrupção da distribuição de bens e serviços, e isso pode prejudicar a capacidade de algumas pessoas de pagar as contas em dia.

Considerando que o Cadastro Positivo ainda é uma novidade para muitos no Brasil, você pode estar se perguntando, ou ainda não ter pensado, sobre como esta situação pode afetar seu “score de crédito” e que implicações futuras isso pode trazer a você.

Essas são questões importantes a serem consideradas porque seu score, ou sua pontuação, influencia diretamente no crédito disponível e em termos como taxas de juros e quantidade de crédito concedido. É importante ressaltar que condições de saúde e doenças não são consideradas e não afetarão diretamente seu score. No entanto, a falta ou atraso de um pagamento, a utilização de cartões de crédito até o limite ou a abertura de várias contas de crédito em um curto período podem ter um impacto negativo na sua pontuação.

Então, o que você deve fazer para ajudar a si mesmo e monitorar as alterações na sua pontuação se sua situação financeira tiver sido afetada pelo coronavírus?

Antes do vencimento dos pagamentos, entre em contato com seu banco e com outros credores o mais rápido possível para informá-los da sua situação. Seu credor provavelmente já tem procedimentos para trabalhar com clientes afetados por essa emergência, ou terá alguma recomendação nesse sentido em breve. Já estamos vendo aqui no Brasil, por exemplo, que alguns bancos vão prorrogar o vencimento das dívidas por 60 dias. Uma resolução do governo buscou estabelecer, em função dos impactos da Covid-19 na economia, critérios temporários para a caracterização das reestruturações de operações de crédito para fins de gerenciamento de risco.

A resolução consiste em minimizar o impacto na provisão para dívidas renegociadas para clientes adimplentes até 30 de setembro, mantendo o rating atual dos mesmos, além de permitir condições de negociação que apoiem os clientes impactados neste momento.

Isso significa que seus credores podem trabalhar com você para aumentar seu crédito disponível, estabelecer um plano de pagamento temporário com maior prazo ou colocar temporariamente o empréstimo em tolerância (você pode obter um alívio temporário não efetuando o pagamento integral). Tanto a renegociação do prazo de pagamento como a tolerância do empréstimo não têm um impacto negativo no seu score.

É provável que cada credor tenha suas próprias políticas exclusivas. Portanto, se tiver empréstimos de diferentes instituições financeiras, entre em contato com cada uma delas para cobrir todas as suas bases.

Por conta da natureza ampla e sem precedentes dessa pandemia, os provedores de serviços financeiros podem atualizar ou revisar suas políticas e práticas, dependendo de como a situação irá evoluir. Dessa forma, é importante sempre nos mantermos informados para gerenciar da melhor maneira possível nossa saúde financeira durante o surto do coronavírus.

Sempre lembrando, nunca deixe de cumprir seus compromissos. Na crise, negocie, sempre!

Por Alexandre Graff, Presidente da FICO América Latina e Caribe

Como fazer para que uma ideia se transforme em um negócio de sucesso 718

Lucas Atanazio Vetorasso é CEO do Grupo ATNZO e Imortal da Academia Brasileira de Escritores / Reprodução

Confira artigo de Lucas Atanazio Vetorasso, CEO do Grupo ATNZO e Imortal da Academia Brasileira de Escritores

Sem me preocupar em cair no clichê, a palavra de ordem para que uma boa ideia se transforme em um bom negócio é planejamento. Separei cinco pontos para ajudar o empreendedor a expandir sua ideia ou, pelo menos, analisar os riscos de investimento antes de lançá-la ao mercado.

Pesquisa

Boas ideias nem sempre são únicas. Algumas vezes já há no mercado ideias similares em outras versões. Um pouco de pesquisa competitiva protege o empreendedor de investimentos em formatos e locais errados.

Timing

Há muitos fatores responsáveis ​​pelo sucesso de um negócio, mas o maior deles parece ser o timing. Uma boa ideia que aparece antes que o mercado esteja pronto pode fracassar apesar de seu enorme potencial. Imagine uma peça de tecnologia para a qual os consumidores não estão prontos ou até mesmo uma série de TV cujo humor está à frente de seu tempo. Ambas as ideias, embora fortes e com grande potencial, são esmagadas. Da mesma forma, uma ideia que chegue tarde demais – uma vez que os consumidores já estejam satisfeitos ou entraram em outra tendência – não terá o mesmo impacto. Acertar o lançamento do seu negócio nesse “ponto ideal” é crucial para o sucesso.

Papel aceita tudo

Espero que, se você tiver uma boa ideia de negócio, também tenha um bom plano de negócios, com detalhamentos de sua empresa, de seu público, de como fará as campanhas iniciais, continuadas, etc. Só um detalhe: se prepare para o mercado. Não imagine que o mercado é um lago calmo, porque, na verdade, ele é um mar tempestuoso. Portanto, faça sempre três cenários de venda e expansão. Pessimista, Conservador e Meta de Venda. Desta maneira, os imprevistos – com certeza, haverão, serão mais facilmente controlados.

Resiliência

É a palavra da moda, mas é como eu disse no último item: o mercado é um mar tempestuoso, sendo assim, ele não permanece estático. Novas tecnologias são constantemente desenvolvidas, as tendências vêm e vão e as economias flutuam entre períodos de gastos do consumidor e períodos de frugalidade e medo. As circunstâncias em que seu negócio emerge serão certamente diferentes das circunstâncias que você enfrenta apenas meses na existência de sua empresa.

As empresas de sucesso não são aquelas que adotaram uma ideia e a mantiveram estática por anos. São aquelas que se adaptaram ao mercado.

Não ouça os Parentes Especialistas.

Todo mundo tem um tio, cunhado ou primo que está sempre jogando areia nos seus negócios. “Ah, mas se fosse fácil assim”, “Isso não vai dar em nada”. Tape seus ouvidos. Faça pesquisas, mas as faça juntamente ao seu público-alvo. E, acima de tudo, aja! Conheço pessoas que planejam um novo negócio por anos e não tiram ele do papel. Não só negócios. Pequenas ações. Muita teoria e pouca prática. Lembre-se de que uma boa ideia de negócio é tão boa quanto às pessoas por trás dela. Construa uma equipe compacta e eficiente. Equipe que aposte em sua ideia e inicie hoje.

Esses foram apenas alguns de outros itens tão importantes que devem ser levados em consideração na colocação de um novo negócio no mercado. Espero que possa ter ajudado um pouco neste caminho e que você tenha todo sucesso que almeja. Bons negócios!

44% das empresas não estavam preparadas para a crise gerada pela Covid-19 509

MBA em Gestão Estratégica qualifica profissionais nas áreas técnicas e de gestão

Micro e pequenas empresas do setor de serviços são as que mais vêm sofrendo impacto da pandemia

Uma pesquisa realizada pela Grant Thornton Brasil, empresa especializada em consultoria e auditoria, com 402 empresas, sobre os impactos da pandemia nas organizações, apontou que 43,78% das empresas pesquisadas não estavam preparadas para a crise gerada pela Covid-19. Deste universo, 62% são micro e pequenas empresas, 41% de médias empresas e 31% de grandes empresas.

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Segundo os analistas, tal desproporção está associada ao acesso ao crédito e ao nível de organização das empresas, ou seja, as que dispunham de ferramentas de gestão capazes de se adaptar com relativa rapidez a cenários adversos, sofreram menos.

Com relação aos setores da economia, o mais atingido foi o de serviços, no qual 47% das empresas não estavam preparas. “O resultado não surpreende, pois nesta categoria encontram-se as empresas mais atingidas pelas restrições impostas pela pandemia, que deverão enfrentar o desafio de adaptar-se à nova cultura organizacional, juntamente com a necessidade de se investir na pós-retomada”, afirma Hugo Luna, Líder de Transações da Grant Thornton Brasil.

“As empresas mais impactadas, que tiveram uma redução de mais de 50% no volume de negócios, corresponderam a 17% da população pesquisada. Por outro lado, 41% das empresas indicaram um baixo impacto (até 5%), possivelmente beneficiadas pelas medidas governamentais em função da pandemia, como postergação de impostos, redução de folha, suspensão de pagamento de dívidas etc.”, avalia João Rafael, sócio líder da área de Capital Markets da Grant Thornton Brasil.

Micro e pequenas empresas do setor de serviços registraram as maiores quedas nos negócios:

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Com relação à perspectiva de investimentos, 50% das empresas esperam uma redução de pelo menos 20% em seu ritmo. A pesquisa revela também certa cautela nos investimentos em fusões e aquisições (M&As), já que 35% das empresas demonstraram interesse em buscar um crescimento inorgânico neste momento.

Retomada da Economia

Há uma tendência a acreditar que o período de recuperação dos impactos da Covid-19 deve ocorrer em pelo menos um ano, previsão feita por 66% das respondentes. E essa expectativa é relativamente compartilhada por empresas de todos os portes e de todos os setores.

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Entre os principais desafios observados e lições aprendidas durante essa crise, a grande maioria dos respondentes indicou a elaboração de um cenário pós-crise como o principal desafio a ser enfrentado. A afirmação foi feita por 164 de um total de 402 empresas pesquisadas. E a maior dificuldade em elaborar esse cenário foi detectada, sobretudo, nas micro e pequenas empresas do setor de serviços.

Wiz amplia portfólio de crédito com oferta de consignado privado 489

Luis Moraes é diretor de produtos da Wiz / Divulgação

Empresa já trabalhava com crédito consignado público e passou a incluir opção de consignado privado por meio de parceria com a ConsigaMais+

A Wiz Soluções (WIZS3), maior gestora de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros do país, incluiu no portfólio de produtos WizCred, o crédito consignado privado após parceria estratégica firmada com a ConsigaMais+.

Em junho deste ano a companhia já havia anunciado a entrada no mercado de consignado para servidores públicos e do INSS e, agora, complementa o portfólio com a inclusão da modalidade de crédito pessoal para o mercado privado. A distribuição do produto será realizada por alguns dos canais da Wiz, que contam com estrutura e suporte para acelerar a distribuição do WizCred, assim como já acontece com consórcio e o home equity.

Para Luis Moraes, diretor de produtos da Wiz, com a operação estima-se ampliar e complementar o portfólio de produtos WizCred para pessoas físicas aproveitando a expertise da ConsigaMais+ no mercado de crédito consignado privado. “Essa é mais uma parceria estratégica e de sinergia com uma empresa que atua em todo território nacional. Nossa intenção é unir a nossa força na gestão de canais de distribuição de produtos financeiros e seguros às ferramentas abrangentes de comercialização da ConsigaMais+”, diz o executivo.

Sobre o mercado em questão, o Banco Central registrou, em julho deste ano, R$ 23,8 bilhões como sendo o tamanho da carteira de crédito privado, com taxa de juros média de 2,12% ao mês e o prazo médio para empréstimos de 22 meses. “Trata-se de um produto que representa menos de 10% da carteira de crédito a pessoa física no país, ou seja, com um grande potencial para evolução no mercado,” completa Moraes.

Leandro Molina é CEO da ConsigaMais+ / Divulgação
Leandro Molina é CEO da ConsigaMais+ / Divulgação

“Por meio dos canais de distribuição da Wiz integraremos os negócios com uma proposta única para os RHs das empresas, com benefícios seguráveis e com o empréstimo consignado”, afirma Leandro Molina, CEO da ConsigaMais+.

A rede de parceiros Wiz conta com mais de 10.000 pontos de vendas que recebem suporte completo para a distribuição de crédito em todo o país. A partir do relacionamento digital e presencial, oferece estrutura de captação de clientes, treinamento de equipes até a avaliação de qualidade das vendas.

Atualmente a ConsigaMais+ possui 270 empresas conveniadas. São 450 mil CPFs cadastrados (clientes), mais de 35 mil contratos ativos e uma carteira atual de R$ 125 milhões, com mais de R$ 155 milhões em empréstimos cedidos desde o início da operação da empresa em 2018.

O risco de falhas profissionais com a retomada das obras de infraestrutura 539

O risco de falhas profissionais com a retomada das obras de infraestrutura

Confira artigo de Breno Nardy, head de Financial Lines da Austral Seguradora

O cenário de pandemia freou a expectativa de melhora econômica do país em 2020, mas os próximos anos devem trazer investimentos em diversos setores de infraestrutura. Seja em portos, aeroportos, rodovias ou ferrovias, seja em energia, saneamento ou telecomunicações, muitas obras são necessárias para o avanço nacional. Quando se fala em obra, alguns produtos de seguros vêm à mente de corretores e segurados: Riscos de Engenharia e Responsabilidade Civil em Obras. Contudo, tão importante quanto os dois produtos citados é o seguro de Responsabilidade Civil Profissional de Engenheiros, especialmente em um momento em que o país aguarda ansiosamente a retomada de sua economia e a alavancagem de projetos de infraestrutura.

Com os avanços em marcos regulatórios, como o do saneamento, de energia elétrica e de telecomunicações, que vão ampliar a demanda por obras de engenharia, a expectativa do governo federal é de que a infraestrutura seja a protagonista dessa retomada. A União calcula algo em torno de R﹩ 250 bilhões em contratos até o final de 2022 e pelo menos cem leilões de concessões. Com isso, o tema da proteção ganha corpo outra vez e o mercado de seguros encontra oportunidades a serem aproveitadas.

O seguro de Riscos de Engenharia tem função semelhante à do seguro Patrimonial no canteiro de obras. Seu objetivo principal é garantir que o proprietário da obra mantenha seu patrimônio protegido contra imprevistos, desde os equipamentos até a construção em si. Já o seguro de Responsabilidade Civil Geral (RCG) em Obras tem como objetivo indenizar terceiros em função de acidentes que possam ser causados durante a obra. Já com o seguro de Responsabilidade Civil Profissional (RCP), também conhecido como seguro de Erros e Omissões (E&O), o segurado, seja ele engenheiro profissional liberal ou um escritório de engenharia em personalidade jurídica, estará protegido contra os danos que possa vir a causar a terceiros, em função de eventuais falhas profissionais.

Não importa o quão capacitado seja o engenheiro ou quão sofisticados sejam seus equipamentos, todo ser humano está sujeito a erros. Ou pior, todo profissional está sujeito a ser processado por supostos erros sob sua responsabilidade. E cada engenheiro sabe a culpabilidade que sua assinatura em uma ART pode trazer. Podem-se usar tantos coeficientes de segurança quanto forem necessários, que sempre existirá a possibilidade de uma execução incorreta, de uma supervisão negligente, de um material inadequado, entre outros.

O seguro de Engenharia se encerra com a entrega da obra. Qualquer dano que não tenha sido constatado durante a vigência da apólice ficará sem cobertura. Já o seguro de RCP para Engenheiros poderá oferecer cobertura para o dano identificado em período posterior, uma vez que seu gatilho é a falha profissional, não um acidente durante as obras. Muitos dos problemas somente serão descobertos algum tempo após a entrega do empreendimento, como por exemplo o desabamento da ciclovia Tim Maia ou o recente vazamento em barragem do Eixo Norte da transposição do Rio São Francisco. Nesse momento, a apólice de Engenharia não estará mais vigente, enquanto a de E&O poderá estar.

Apesar de erros de projeto serem a cobertura mais disseminada do RCP para Engenheiros e Arquitetos, há apólices que oferecem cobertura também para erro de execução. Nesse sentido, é importante comentar sobre a existência da extensão de cobertura para subcontratados, de forma que o erro sob responsabilidade do segurado poderá ser coberto mesmo que não tenha sido diretamente cometido por ele. Cobertura para a responsabilidade do segurado em Joint Ventures também permite que a seguradora cubra prejuízos sob responsabilidade do segurado, mesmo que indiretamente causados.

Um dos pontos mais importantes da apólice de E&O é o adiantamento dos custos de defesa. O seguro permite que o segurado contrate advogados para sua defesa e, não havendo algum impeditivo para a cobertura, a seguradora paga antecipadamente os honorários advocatícios. Tais custos costumam ser elevados, muitas vezes sendo a principal preocupação dos contratantes do RCP.

As contratações do seguro podem ser feitas em apólices anuais e renováveis abrangendo todos os projetos sob responsabilidade do segurado ou de maneira pontual, com uma apólice por projeto específico. É possível que o proprietário da obra exija uma apólice de RCP para seu projeto especificamente, mesmo que já exista uma apólice abrangendo todos os projetos elaborados e executados pelo segurado. Isso acontece porque o limite de responsabilidade da apólice específica apenas poderá ser utilizado por aquela obra, não sendo, portanto, consumido por eventualidades em outras localidades.

Caso a perspectiva de crescimento no número de obras necessárias para o desenvolvimento nacional se concretize, surgirão oportunidades para a contratação do seguro de Responsabilidade Civil Profissional de Engenheiros. Dessa forma, não apenas os acidentes costumeiramente cobertos nas apólices de RCG e Engenharia poderão encontrar amparo no mercado segurador, mas também as chamadas falhas profissionais poderão ter a devida cobertura.

Trabalho remoto requer proteção e inovação no mercado segurador 851

Trabalho remoto requer proteção e inovação no mercado segurador

Coberturas especiais para atividade comercial na residência, contratos exclusivos para microempreendedores (MEI), investimentos em tecnologia e inovação são os diferenciais deste ‘novo normal’

A crise epidemiológica do novo coronavírus desencadeou uma dificuldade de mobilidade em todo o mundo. Diante de um momento tão desafiador, empresas precisaram adaptar suas dinâmicas de trabalho às medidas de isolamento social. Mas, afinal, é possível dar continuidade aos negócios de forma segura no formato home office?

Nos últimos meses, o protagonismo do home office traz luz à importância da proteção ao patrimônio. Com isso, o mercado segurador se prepara para mudanças tanto na forma de comercialização como também de produtos que atendam às novidades em riscos trazidas por funcionários trabalhando a distância. “No mercado, produtos como o Residencial Sob Medida, da Bradesco Auto/RE, ganham destaque, pois são moldados para coberturas de atividades comerciais na residência, seguros para equipamentos mais sofisticados instalados nas casas e seguro empresarial, com contratos exclusivos para microempreendedores (MEI). Além de extensão das proteções para máquinas, móveis, utensílios e mercadorias, desastres naturais – cada vez mais recorrentes nas grandes cidades brasileiras, entre outros”, destaca o diretor SaintCalir Lima, da Bradesco Auto/RE.

Mas não basta apenas oferecer proteção. O isolamento social também trouxe o desafio de manter o atendimento de excelência, ágil e eficaz no dia a dia com o cliente. Empresas tiveram que adequar seus produtos, aprimorar operações, digitalizar serviços e criar canais e recursos que atendessem à nova rotina do consumidor. “Investimos em tecnologia e pesquisa com objetivo de aprimorar a experiência de clientes com os produtos. Nos últimos meses, foram criados novos canais de atendimento, serviços e assistências emergenciais e, ainda, reestruturação de processos já existentes”, ressalta.

O seguro residencial é uma opção para lidar melhor com imprevistos e proteger contra acidentes e danos causados, não somente à estrutura física do imóvel, mas também ao seu conteúdo. A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio, explosão, impacto de veículos, tumultos, greves, recomposição de documentos pessoais e do imóvel. No entanto, é possível proteger a residência de outros riscos, entre eles, roubo, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, vidros entre outros.
Apesar de ainda não ser possível adiantar como será o mercado no período pós-pandemia, uma mudança já é percebida. “As empresas vão precisar oferecer produtos e serviços cada vez mais personalizáveis, de acordo com perfil e necessidade de cada pessoa. Há o entendimento de que o consumidor percebe ainda mais a necessidade de uma proteção maior oferecida pelo seguro”, conclui.