Artigo – Adaptação e modernização para todo o setor 742

Confira o artigo de Alexandre Camillo, Presidente do Sincor-SP

A principal virtude para se manter ativo profissionalmente nos dias de hoje é a capacidade de adaptação. Vivemos tempos de mudanças cada vez mais aceleradas, mas quem poderia prever que nos veríamos em meio a uma mobilização mundial, uma pandemia, e precisaríamos nos adaptar a ela?

As tecnologias hoje permitem que algumas profissões possam atuar remotamente, de qualquer ponto do planeta. Víamos pontualmente em nosso mercado os trabalhos home office como medida para diminuir custos e otimizar o tempo. Quando foi decretada a situação de pandemia pelo novo coronavírus e a importância do isolamento social, rapidamente precisamos implantar esse sistema de forma generalizada.

No Sincor-SP, nossa equipe de tecnologia atuou rápida e assertivamente para adaptar sistemas de informática e telefonia de nossos colaboradores que, por sua vez, com senso de responsabilidade, disciplina e autonomia, estão dando um show na manutenção do atendimento aos corretores de seguros. Estamos trabalhando plena e eficientemente na representação da categoria, várias entregas oportunas e necessárias para este momento, como a plataforma virtual da Unisincor, a campanha do Agente do Bem-Estar Social “Coronavírus – Saiba como se manter seguro” e o primeiro Encontro Digital dos Corretores de Seguros Empreendedores, entre outras. Não paramos diante disso tudo, ao contrário, estamos muito ativos e atentos aos acontecimentos.

Mesmo com todos em casa, quanto trabalho! Quando poderíamos imaginar que em home office trabalharíamos tanto? O que será que aconteceu? Será que demos vazão à nossa imaginação, à nossa criatividade? Será que, paradoxalmente, o home office nos aproximou mais ainda?
Com a possibilidade de realizar reuniões remotamente, todos os dias temos tido
conferências de departamentos e de comissões do Sincor-SP, seminários de corretores de seguros por todo o Estado (e todo o Brasil, como vice-presidente da Fenacor), tantas lives! Ufa! Mais uma vez, no momento de turbulência, o ser humano dá a demonstração clara do seu poder de adequação à situação, mostra a força da criatividade, superação, adaptação aos novos tempos.

Os corretores de seguros, assim como todo o setor, também precisaram acelerar a modernização, que por alguns era há tempos planejada, atuar em home office, estabelecer novas formas de trabalho com seus colaboradores, aprender como fazer sem tempo para ensaio. Mas uma coisa é certa: o momento de desafios trará avanços para o mundo novo que se avista.

Mais uma vez, os corretores de seguros têm sido essenciais junto ao consumidor e à sociedade, levando a tranquilidade para todos pelas coberturas que o seguro oferece, estando próximos na necessidade de uma assistência, de uma orientação, fazendo campanhas como a nossa do Agente do Bem-Estar Social. Não obstante o presidente Jair Bolsonaro ter apontado a atividade de seguros como essencial, o corretor de seguros tem levado isso à risca, tornado realmente sua atividade e o produto de seguro indispensáveis para a sociedade.

Todo momento difícil traz aprendizados importantes. Essa pandemia dará o ensinamento a toda a sociedade brasileira da importância do espírito preventivo, de entender que seguro é o grande instrumento mitigador de perdas. É por aí que o setor será um dos primeiros a se recuperar, aumentando a participação na sociedade de uma forma geral. E o corretor de seguros terá papel primordial próximo ao consumidor, atendendo prontamente e disseminando a importância do produto seguro.

A consequência da crise, quando passar, será o resultado das nossas ações e atitudes, dia após dia. Aqueles que continuarem firmes e fortes no seu propósito certamente terão consequências menores do que os que se deixarem abater.

Nossa união de esforços, somada a esse rápido aprendizado de todos, fará com que a sociedade brasileira saia vencedora disso tudo. E mais solidária, com o sentido preventivo apurado e uma nova visão de futuro, pois certamente o que e como vivemos até hoje não será igual daqui para frente.

Por fim, apesar das maravilhas da tecnologia de hoje, é da natureza do ser humano a convivência em grupo, e sentimos saudades das reuniões presenciais. Precisamos do abraço, da brincadeira, especialmente nós brasileiros, latinos. Em breve, tudo isso irá passar e teremos os esperados encontros físicos. O Conec 2020, além de momento de exaltação da importância do corretor de seguros, será agora uma celebração da vida. Será uma grande festa para que possamos ser contagiados pela amizade e alegria.

Forte abraço (virtual),
Alexandre Camillo
Presidente do Sincor-SP

Em sintonia com o novo consumidor 3226

Artigo é da Diretora de Planejamento Estratégico e Compliance da Sabemi, Eliana Diederichsen

O contexto de pandemia acelerou a mudança nos negócios, transformados com uma rapidez impressionante. Um exemplo está dentro da própria Sabemi, em que a venda digital, um projeto que já vinha sendo implantado nos últimos anos, ganhou impulso nas primeiras semanas de distanciamento presencial e passou de 5% para 90% em proporção de transações.

Por trás desse salto, está um protagonista que o mercado tem de decifrar. As empresas mudaram, mas o cliente mudou mais ainda. Os três primeiros meses sob pandemia foram suficientes para moldar um personagem chave para o futuro dos negócios: o novo consumidor. Sintonizar-se com ele é a agenda desafiadora do momento. É uma demanda mais estratégica e complexa do que adaptar-se ao home offce.

Até março, o consumidor era uma pessoa. Hoje, ele é outra. Passado o pânico inicial em relação à Covid-19, o cliente retomou o desejo de consumir, mas de outras formas, com novas exigências e cuidados. Mais frequentemente, esse consumidor está em casa, sentado em um sofá, ao lado do celular, cobrando praticidade, desejando fazer tudo sem sair de casa.

Os seus hábitos mudaram. Suas prioridades também. O seguro de vida deu um passo adiante para se incorporar na cultura da população, pelo contexto de emergência na saúde. Meios de reduzir os gastos domésticos também ganharam prioridade. Usar bem o dinheiro e ter acesso fácil e rápido aos bens e serviços é, mais do que nunca, uma imposição do consumidor. Simplicidade resume bem este contexto.

Mas entregar simplicidade é complexo. Temos de oferecer soluções simples mas sem descuidar dos marcos regulatórios exigidos pelas novas formas de relação, pois são uma referência fundamental para toda a cadeia econômica.

O cliente aumentou o seu nível de exigência e os negócios tiveram de acelerar a transformação – não apenas digital – para atendê-lo. Em paralelo, os órgãos reguladores também avançaram em suas atuações focadas em proteger o cliente e garantir atendimento de excelência.

Cabe às empresas compreender a contribuição que os órgãos reguladores têm a dar para o próprio desenvolvimento do mercado, com a valorização das boas práticas, em um momento de redesenho das relações entre empresa e consumidor, por isso não os vemos como ameaça. Com certeza as empresas líderes têm muito a ajudar, ao viabilizar com sua estrutura e capacidade de investimento novas formas de interação, alinhadas com a nova cultura digital e em conformidade com os princípios para preservação do mercado, em benefício de todos os seus participantes.

Toda mudança implica riscos, o que valoriza a presença da Compliance como um dos guias da transformação, para identificar e mitigar possíveis ruídos, de forma a manter a empresa saudável.

É um momento de desafios, mas também de grandes aprendizados para as empresas. Aquelas que demorarem a absorver as lições tendem a ser descartadas pelo novo consumidor.

Dia de celebrar os 92 anos de Miguel Junqueira Pereira 1471

Dia de celebrar os 92 anos de Miguel Junqueira Pereira

Trajetória demonstra magnitude das ações da lenda viva do seguro

Completa 92 anos, nesta terça-feira (10), a lenda viva do mercado brasileiro de seguros. Miguel Junqueira Pereira segue na memória e nos corações dos operadores do setor. Oficial da reserva do Exército Brasileiro, acadêmico da Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP), administrador e por mais de três décadas membro do Conselho de Administração da Previdência do Sul (hoje a Previsul Seguradora), este pequeno trecho da trajetória de Junqueira demonstra a magnitude de suas ações perante toda a categoria.

Além disso, Miguel Junqueira Pereira também atuou no GBOEX e acumulou a função de presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais. Um de seus principais cargos foi o de presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg/RS), entre 1986 e 2010. O meio século de carreira fez com que o profissional ocupasse diversos postos em nível nacional e internacional.

“Nossas vaidades impedem que aceitemos nossos defeitos; (…) nós que somos os responsáveis por tudo que acontece ou deixa de acontecer. Somos simultaneamente autores e vítimas”, segue a fala do líder sindical. “É preciso abandonar o hábito de lançar a culpa em terceiros. O diagnóstico atual não revela toda a verdade, mas a culpa é nossa”, disse Miguel Junqueira em uma coluna publicada por JRS.

“Não se ama o desconhecido. Só se ama quem se conhece”, segue como das premissas de Miguel Junqueira.

A referida frase constantemente aparecia nas edições do Newsletter JRS, enviado há quase 15 anos para os profissionais do seguro. Miguel Junqueira Pereira ainda intitula uma das categorias do Troféu JRS, realizado anualmente, no mês de outubro.

O modo crítico e perspicaz como Junqueira observa o mercado fica explicitado em entrevista concedida a convênio firmado entre a Fundação Getúlio Vargas e a Escola Nacional de Seguros. “Tem regiões, cidades do Brasil, que eu diria o seguinte: ninguém morre de morte natural, todos morrem atropelados”, evidenciou em fala sobre as fraudes que historicamente afetam a precificação e a solvência de toda a indústria do seguro.

A necessidade é a mãe da criatividade 1455

Artigo é do Diretor Executivo Comercial da Sabemi, Leandro de Carvalho Nunes

Crise não significa paralisia, e sim desafio. Por isso, com todos os cuidados exigidos pelo momento, começamos a preparar a retomada já nas primeiras semanas de distanciamento social. Mais do que uma fase de reinício, encaramos o contexto como um período de transformação.

Por isso, qualificamos nossos representantes para fazerem negócios não depois da esperada retomada, e sim durante um contexto de distanciamento, para nós apenas presencial. Para isso, investimos recursos, tecnologia e treinamento constante, que compartilham novas habilidades e oportunidades.

Mesmo quando as interrogações sobre a Covid-19 eram ainda muito mais numerosas do que as respostas, logo compreendemos que era preciso ajudar os nossos parceiros de negócios a manterem as operações em casa. Mobilizamos diferentes áreas da empresa para possibilitar um produtivo home office. Até o departamento de marketing contribuiu, com a elaboração de scripts. Por meio de lives, conseguimos com agilidade fazer a (re)qualificação da equipe. Esse recurso de interação se tornou uma rotina, bem-vinda para conservar o time atualizado e engajado.

A crise ensina que somos capazes de descobrir formas diferentes de produzir, satisfazer os clientes e gerar resultados positivos. É nesse contexto, por exemplo, que aceleramos a venda de seguro via plataforma digital. A necessidade é a mãe da criatividade. Essa lição é reforçada em um momento em que o senso de coletividade também se expressa nas relações de negócio.

Além de fortalecer a nossa conexão com as nossas pessoas, a transformação em curso sob o desafiador cenário global já mostrou resultados revigorantes. Reorganizados em novas rotinas, tecnologias e formas de interação, cumprimos o nosso papel e ainda aprendemos a fazer mais e melhor de outras formas. Isso é uma forma de crescimento, em benefício de todos: empresa, parceiros e, principalmente, clientes.

É hora de solidificar as parcerias, de oferecer novos recursos a nossos correspondentes e de mostrar como a tecnologia, que sairá ainda mais relevante do cenário de pandemia, é uma aliada, e não uma concorrente. Abrimos os braços e preparamos nossos parceiros para este novo mundo.

Artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: Expectativa x realidade 3000

Análise é de Maria Izabel Indrusiak Pereira, sócia do C. Josias & Ferrer 

De acordo com a regra do artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: “O proprietário de veículo irrecuperável, ou destinado à desmontagem, deverá requerer a baixa do registro, no prazo e forma estabelecidos pelo Contran, vedada a remontagem do veículo sobre o mesmo chassi de forma a manter o registro anterior”.

Ainda, em seu parágrafo único: “A obrigação de que trata este artigo é da companhia seguradora ou do adquirente do veículo destinado à desmontagem, quando estes sucederem ao proprietário”.

Em casos envolvendo salvados, as decisões judiciais limitam-se somente a proceder a aplicação literal da regra do artigo 126 do Código de Trânsito Brasileiro, especialmente o seu parágrafo único, sem haver um bom senso ou boa vontade na análise de cada caso pontual, ou até desconhecimento de certas nuances.

Ok, existe uma regra legal a ser cumprida, contudo, é fato de que para a aplicação de tal regra necessária a atenção para alguns detalhes.

Primeiramente, nem todo salvado é suscetível de baixa de registro, mas apenas a sucata (perda total irrecuperável). Consequentemente existem salvados que podem ser recuperáveis com segurança necessária que a lei determina, podendo voltar a circular conforme inspeção em órgão autorizado pelo INMETRO, que atestará a sua capacidade técnica de circulação e emitirá o competente Certificado de Segurança Veicular.

De acordo com a Resolução CONTRAN 544/2015, em seu artigo 13, para a realização da transferência da propriedade do salvado para a seguradora torna-se necessária a apresentação da documentação referente ao processo de indenização, BOAT, se houver, relatório de avarias e fotografias do veículo acidentado, além da realização da vistoria para identificação veicular e emissão do CRV/CRLV.

Ainda, conforme Resolução CONTRAN n.º 11/98 a baixa no registro do veículo como irrecuperável somente pode ocorrer nos casos em que este estiver desmontado, sinistrado com laudo de perda total e vendidos ou leiloados como sucata, bem como sejam devidamente identificáveis mediante as partes do chassi do registro.

Pois bem, não raras às vezes, estamos falando de sucatas avariadas de tal maneira que não se faz possível à visualização e decalcagem da numeração do chassi e motor, que não contenham a placa ou que a recuperação seja tão somente de determinadas peças que não apresentem condições seguras de identificação do bem.

Os “pátios” das seguradoras ficam repletos de salvados nestas condições e com entraves impostos por parte dos órgãos de trânsito na realização da transferência ante a dificuldade na identificação veicular ou frente à impossibilidade de realização das vistorias.

Há uma lacuna nas normas legais e infralegais a abarcarem tais casos.

Desta feita, estes casos geralmente acabam sendo submetidos ao crivo do judiciário mediante propositura de ações indenizatórias, vez que seus registros permanecem em nome dos segurados gerando débitos, e os julgadores não buscam compreender o que efetivamente impossibilitou a transferência da propriedade e consequente baixa pelas seguradoras e no afã de julgar, simplesmente aplicam o mencionado artigo 126 e parágrafo único na sua literalidade, com imposição de pesadas e onerosas penas pecuniárias, escusando-se, na maioria das vezes, de oficiar os órgãos de trânsito com comando judicial expresso para transferência da propriedade para a Cia sub-rogada.

O tão preconizado dever de cooperação entre as partes e Judiciário, princípio da celeridade e economia processual ficam esquecidos.

Como exceção, temos os julgados prolatados de relatoria do D. Desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto do Egrégio Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o qual, em casos do tipo, determina a expedição de ofício ao DETRAN com determinação para a transferência da propriedade para o nome das seguradoras, sob pena de responsabilidade funcional e criminal do Diretor-Geral daquela autarquia (nº 70074094236, 70073754897, dentre outros).

Se o Poder Judiciário, como um todo, tivesse tal visão, muitas ações não teriam seus trâmites tão prolongados como muitas vezes nos deparamos e sem encontrar a solução que se almeja para a resolução da dita transferência do salvado para o nome das seguradoras e consequente cumprimento do já mencionado regramento do artigo 126 do Código de Trânsito.

Acaba se estabelecendo um impasse entre segurados x órgãos de trânsito x seguradoras x Poder Judiciário que não chegam a lugar algum e esbarram na mencionada regra legal do artigo 126 do CTN que não abarca casos como os que ora se destaca.

Em contrapartida, as seguradoras, ante os entraves impostos pelos órgãos de trânsito, devem se valer de registro em ata notarial, produzindo prova da impossibilidade de atender o exigido pelas autoridades. Isso evitaria condenação em verbas indenitárias e multas, pois venceriam a presunção de ocorrência de desídia por parte das mesmas em adotar as providências cabíveis para a regularização junto aos DETRANS.

Ainda, poderiam se utilizar de ações de obrigação de fazer contra os órgãos de trânsito – após uma avaliação severa em seus depósitos, apurando todos os salvados passíveis de lhes gerar futuras ações ante a impossibilidade de regularização junto aos DETRANS – com o objetivo de dar solução aos casos.

Ao que se conclui, enquanto não houver uma norma reguladora a abarcar estes casos – nos quais o veículo segurado não se enquadra em nenhuma das situações precitadas – podem ser sim adotadas soluções de forma a evitar dissabores patrimoniais aos segurados e seguradoras, assim como o abarrotamento do judiciário com ações prolongadas do tipo. Basta a cooperação entre os envolvidos: segurado, seguradora e judiciário.

Seguros são alternativas para empresas em tempos de pandemia 1689

A avaliação é de Fábio Astrauskas, CEO da Siegen Consultoria, empresa que trabalha há mais de 20 anos com reestruturação e recuperação de empresas.

Entre as alternativas para amenizar os impactos da pandemia do coronavírus, as empresas devem considerar a contratação de seguros, que podem ser aliados importantes para minimizar os problemas de caixa. Quem destaca é o CEO da Siegen Consultoria, Fábio Bartolozzi Astrauskas, engenheiro e economista, com MBA pela FIA-USP em gestão executiva internacional. Segundo o consultor, entre as várias modalidades de seguro, os empresários devem dar especial atenção a duas opções: o seguro de riscos cibernéticos (também conhecido como “cyber seguro”) e o seguro de crédito.

Durante este período de pandemia as empresas não só detectaram a importância da troca de dados eletrônicos, mas também tiveram amostragem do quanto as transações cibernéticas são sujeitas a vazamentos e perda de dados. “Diante desse quadro, o ciber seguro ganhou importância e deve estar cada vez mais no radar dos empresários”, destaca Astrayskas.

Quanto ao seguro de crédito, denominado também “seguro de contas a receber”, a proteção é em relação aos riscos de inadimplência por parte de parceiros das empresas. O CEO da Siegem explica que, nessa alternativa, a seguradora fará uma análise de crédito, muito semelhante à que acontece quando é feita uma antecipação de recebíveis, por iniciativa de instituições financeiras, FIDCs e factorings. A diferença é que, em caso de inadimplência, a seguradora fará o ressarcimento: “Esse instrumento pode ser utilizado em conjunto ou em separado da antecipação de recebíveis e é particularmente importante quando se recorda que a atual situação de instabilidade pela pandemia deve se prolongar por muitos meses e, portanto, a insegurança em relação ao recebimento dos faturamentos deve continuar”, complementa o consultor.