CNseg promove webinar sobre pós-pandemia 722

Debate apresentou os produtos que estarão na mira das seguradoras para atender à demanda do pós-coronavírus

A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), promoveu uma webinar na manhã desta quarta-feira (13). Com o tema “Produtos de Seguros Pós-Covid-19: Adaptação ou Revolução?”, o debate virtual contou com a mediação do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano, e com a participação dos presidentes da FenSeg, FenaSaúde, FenaPrevi e FenaCap.

O Presidente da CNseg* e Diretor Presidente da Fenaseg*, Marcio Coriolano, iniciou o debate afirmando a necessidade do mercado se preparar para o pós-pandemia, já que o mercado segurador precisa de estabilidade de receita. “A estabilização da economia do mercado de seguros é vital”, destacou Coriolano. Logo após, os Presidentes das Federações iniciaram o diálogo.

O Presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e CEO da Chubb Seguros Brasil, Antonio Trindade, acredita que o setor irá passar por uma adaptação, e que a sociedade estará diferente quando a pandemia acabar. “Vamos passar por uma adaptação. Aliás a indústria de seguros já passa por isso constantemente. O fato é que sairemos diferentes da pandemia, devido ao impactos causados na economia e sociedade”, explicou Trindade.

Segundo o Presidente da FenSeg, o segmento de responsabilidade irá se desenvolver, e vai se adaptar no momento pós-pandemia, já que o mercado está se desenvolvendo constantemente, e utiliza novas ferramentas tecnológicas. “Na maioria das seguradoras, nós já usamos inteligência artificial e ferramentas digitais, então certamente continuaremos evoluindo, e todos vão evoluir na sua interação aproveitando a tecnologia”, disse.

Já os seguros residenciais devem ganhar destaque, tendo em vista o aumento do tempo em que as pessoas estão em suas residências com a implantação do home office. “Nós já estávamos promovendo novos produtos, mas eles serão adaptados, como seguros de cobertura intermitentes devem seguir avançando, e o seguro residencial ganhará novo fôlego, já que teremos um aumento do home office, e isso trará a necessidade de seguro para aparelhos eletrônicos”, ressaltou Trindade. Outros seguros que terão destaque quando a pandemia acabar, são os seguros para microempresas, seguro viagem, seguro incêndio e seguro de transporte.

“O efeito dessa pandemia é a consciência das pessoas que elas precisam se proteger. Pessoas físicas e jurídicas vão buscar transferir riscos para as seguradoras”, finalizou Trindade.

O Presidente Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) e Vice-Presidente do Grupo NotreDame Intermédica, João Alceu Amoroso Lima, criticou a nova medida instaurada para auxiliar os atendimento de pacientes do novo coronavírus (Covid-19). A gestão unificada de leitos, permite que o Sistema Único de Saúde (SUS) utilize leitos de hospitais privados, e segundo o presidente da FenaSaúde, isso pode desorganizar o sistema privado. “Somos contra a medida da gestão unificada de leitos, já que ela pode desorganizar o sistema suplementar. Não parece haver gestores públicos que possam gerir essa adaptação”, disse.

Além disso o presidente da FenaSaúde lembrou que existem quase mil Projetos de Lei no Congresso Nacional que estão sendo debatidos e que podem impactar no setor da saúde suplementar. “Impedir a suspensão ou o cancelamento de planos de saúde são as mais comuns. A nossa preocupação é que precisamos preservar a receita das operadoras, já que qualquer diminuição das receitas chegará aos hospitais, como em um efeito dominó.

Já no pós-pandemia, Lima acredita que não haverá mudanças relevantes na saúde, mas que as liminares de risco de vida serão reduzidas, e a telemedicina ganhará espaço no setor. “Acho que ficou claro o salto que o sistema privado está dando em digitalização. A telemedicina, no seu formato de teleconsulta, se tornou uma ferramenta necessária e amigável, que inclusive ajudou pacientes com suspeitas de coronavírus”, destacou.

O Presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) e Presidente da Bradesco Vida e Previdência e Bradesco Capitalização, Jorge Nasser, declarou que o mercado de seguros irá se adaptar ao pós-pandemia e criou questionamentos em quatro dimensões que o setor precisa responder. São elas:

– Produto: Será que o foco do consumidor será voltado para pandemias e quanto ele estará disposto para pagar pelo produto;

– Comercial: O que muda para o comercial, já que as pessoas estão se adaptando a venda online e utilização de aplicativos. “As vendas onlines acabam com os intermediários, e dado o papel da digitalização, será que o corretor vai perder espaço? Eu acredito que não. Acho que o papel do corretor continua sendo a de um agente de transformação social porém com muito mais responsabilidade”, disse.

– Gestão de riscos: O mercado precisa falar de alguns fundamentos de gestão como ética, boa fé entre as partes, solidarismo. “Vale lembrar a previsibilidade é o mais importante princípio do nosso setor, por isso nos preocupa o fato de que projetos de lei ignorem isso,e façam com que o setor se torne inseguro”, afirmou Nasser,

– Atendimento: Segundo o presidente FenaPrevi, o setor precisa está preparado para atender uma grande demanda. “Lamentavelmente, as pessoas perceberam a importância da necessidade do seguro, lamentavelmente neste momento”, finalizou.

Já o Presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e Diretor Comercial da Brasilcap Capitalização, Marcelo Farinha, contou que a capitalização nasceu em um momento de crise no Brasil há 91 anos, o que trouxe muitos aprendizados e proporcionou estímulos para o setor se reinventar e lançar novos produtos.

“A crise traz a necessidade de se repensar. Assim como o renascimento que marcou o fim da Idade Média, a crise da pandemia trará mudanças. As autoridades do mundo inteiro estão com dificuldades de enfrentar os seus reflexos econômicos”, ressaltou Farinha.

De acordo com o Presidente da FenaCap, os processos por meio do teletrabalho estão funcionando normalmente, mas a distribuição ainda está voltada para a distribuição física. Farinha também salientou que antes de atingir o estágio da pós-crise, é preciso sobreviver a ela. “A pandemia vai acelerar o processo de transformação que já existe. Estamos diante de um super consumidor, cada vez mais exigente, mais conectado, mais informado, que demanda mais tecnologia e uma maior gestão. A crise fará com que as pessoas revejam a sua real necessidade de consumo, de padrões de consumos. Os produtos mais sustentáveis, conscientes e responsáveis serão valorizados”, pontuou Farinha.

Ao final do seminário online, os Presidentes das Federações responderam perguntas enviadas pelos espectadores, e comentaram sobre pay-per-use, sandbox, recessão, economia e governo.

Para assistir a webinar na íntegra, clique aqui.

Brasilseg é destaque no prêmio Ouvidorias Brasil 2020 849

Brasilseg é destaque no prêmio Ouvidorias Brasil 2020

Iniciativa implantou com sucesso melhorias na jornada do segurado

A Brasilseg conquistou o prêmio Ouvidorias Brasil 2020 com o projeto “Como encantar o cliente na experiência de sinistro residencial”, destaque entre os melhores da edição. A iniciativa implantou com sucesso melhorias na jornada do segurado ao tratar um sinistro residencial, tornando esse processo mais simples, ágil e acolhedor.

As melhorias incorporadas pela empresa foram embasadas nas manifestações recebidas pela Ouvidoria de forma a oferecer ao cliente o que ele necessita e deseja em um momento de sinistro. Como resultado, houve uma redução de 54% do volume de demandas na Ouvidoria sobre sinistro de seguro residencial; aumento do percentual de processos regulados em até 15 dias e do nível de satisfação para a jornada de sinistros massificados. Agora a bem-sucedida iniciativa vai ser replicada em outras linhas de negócios da companhia, como seguros de pessoas e rural.

“É muito gratificante receber esse reconhecimento que, para nós, celebra o resultado do empenho de todo o time da Brasilseg, engajado e incansável no propósito de cuidar das pessoas e do que é importante para elas, em todos os momentos de suas vidas”, ressalta Kátia Boalento, superintendente executiva da ouvidoria Brasilseg, uma empresa BB Seguros.

Apostas abertas para concorrer aos R$ 300 milhões da Mega da Virada 329

Apostas abertas para concorrer aos R$ 300 milhões da Mega da Virada

Mega-Sena sorteia R$ 3 milhões neste sábado

A Mega-Sena pode pagar um prêmio estimado em R$ 3 milhões neste sábado (28) para quem acertar as seis dezenas do concurso 2.322. O sorteio será realizado a partir das 20h (horário de Brasília), no Espaço Loterias Caixa, localizado no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo.

As apostas podem ser feitas até as 19h do dia do sorteio nas lotéricas de todo o país, pelo portal Loterias Caixa e pelo app Loterias Caixa, disponível para usuários das plataformas Android e iOS. Para jogar na Mega-Sena, os clientes da Caixa também podem fazer as apostas pelo Internet Banking CAIXA.

Caso apenas um ganhador leve o prêmio da Mega-Sena e aplique todo o valor na Poupança da Caixa, receberá cerca de R$ 3,4 mil em rendimentos mensais. Caso o ganhador seja amante de carros, o prêmio seria suficiente para comprar 15 caminhonetes 4×4, no valor de R$ 200 mil, cada. O valor de uma aposta simples da Mega, com seis números, é de R$ 4,50.

Mega da Virada:

O concurso especial da Mega da Virada tem prêmio estimado em R$ 300 milhões e já está com as apostas abertas. O sorteio será realizado na noite de 31 de dezembro de 2020. Como nos demais concursos especiais das Loterias Caixa, a Mega da Virada não acumula. Se não houver ganhadores na faixa principal, com acerto de 6 números, o prêmio será dividido entre os acertadores da 2ª faixa (com o acerto de 5 números) e assim por diante.

Black Friday movimenta mais de R$ 5,1 bilhões em compras no e-commerce, alta de 31% 1347

Black Friday movimenta mais de R$ 5,1 bilhões em compras no e-commerce, alta de 31%

Foram evitadas mais de R$ 42 milhões em fraudes

Mesmo com a reabertura das lojas físicas, a Black Friday 2020 foi um sucesso no que diz respeito ao consumo dos brasileiros. Um levantamento realizado pela Neotrust/Compre&Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, mostra que o faturamento nos dias 26 e 27 de novembro foi de R$ 5,1 bilhões – valor 31% maior do que o mesmo período do ano passado. Nos dois principais dias de vendas da data, segundo levantamento da ClearSale, o número de fraudes evitadas aumentou 68% e a companhia colaborou para garantir segurança nas transações, evitando mais de R$ 42.000.362 de prejuízo para o e-commerce.

O crescimento mostra que a data está cada vez mais consolidada no calendário do varejo nacional. Além disso, a alta é reflexo principalmente do maior número de pedidos realizados: ao todo, 7,6 milhões de compras online foram feitas durante a data, número 24,7% maior do que o registrado na Black Friday em 2019.

“O volume de vendas na Black Friday em 2020 foi um marco para história do e-commerce brasileiro, tornando-se a data com maior volume de venda já registrado no país em todos os tempos. Em alguns períodos do dia, foram registrados mais de 5 mil pedidos por minuto”, destaca André Dias, fundador da Neotrust/Compre&Confie.

Além de comprarem bastante, os brasileiros aumentaram também o valor dos pedidos em relação à Black Friday de 2019. Ainda segundo o levantamento, o tíquete médio este ano foi de R$ 668,70, valor 5,1% maior do que o registrado no mesmo período do ano passado.

“Diferentemente das edições anteriores, as ações de antecipação das ofertas da Black Friday apresentaram resultados muito positivos em 2020. Desde o início da semana até quarta-feira, as vendas registraram variação superior a 100% em relação ao ano passado. Em contrapartida, a alta nas vendas durante o início da semana enfraqueceu os resultados durante a sexta-feira”, explica Dias.

As categorias que geraram maior volume de compras no período foram: Moda e Acessórios, Beleza, Perfumaria e Saúde, Artigos para Casa, Entretenimento e Eletrodomésticos e Ventilação.

Analisando por faturamento, as classes de produtos que mais geraram receita foram: Telefonia, Eletrodomésticos e Ventilação, Informática e Câmeras, Entretenimento e Móveis, Construção e Decoração.

“Os principais estímulos para aumento das vendas da Black Friday 2020 podem ser atribuídos a entrada de novos consumidores online, digitalização de lojas físicas e aumento do consumo de bens não duráveis. O consumidor comprou de tudo na data este ano, desde um novo smartphone até menos bebidas e produtos de beleza”, analisa o executivo.

Perfil do consumidor

Em uma abordagem nacional, a Neotrust/Compre&Confie aponta que a maior das vendas parte esteve concentrada no Sudeste (61,6%). Em seguida, estão: Nordeste (15,9%), Sul (14,5%), Centro-Oeste (6%) e, por último, o Norte (2%). Segmentando por gênero, as mulheres fizeram mais compras do que os homens: elas foram responsáveis por 55,7% dos pedidos realizados, enquanto eles somaram 44,3%.

Em relação à faixa etária, a idade média do consumidor na Black Friday 2020 é de 36 anos. A maior parte das compras online foi feita por brasileiros entre 26 e 35 anos (34,6%% do total de pedidos realizados). Os que têm entre 36 e 50 anos vêm em seguida (33,2%) e aqueles com até 25 anos ocupam o terceiro lugar (18,9%). Por último, estão os consumidores acima de 51 anos (13,2%).

Fraudes

Com o aumento das vendas, há também uma maior tentativa de fraudes no pagamento das compras. Levantamento da ClearSale, empresa líder em antifraude, aponta que o valor de fraudes evitadas entre os dias 26 e 27 de novembro é de R$ R$ 42.000.362, valor 68% em relação ao ano passado.

Black Week SulAmérica tem promoções em Saúde, Odonto, Vida e Investimentos 557

Black Week SulAmérica tem promoções em Saúde, Odonto, Vida e Investimentos

Confira as condições especiais

Durante a Black Week da SulAmérica, que termina dia 29 de novembro, o plano Odonto individual está com valor especial de R$ 39 e sem carência. Já em Saúde, a promoção é exclusiva para os corretores de seguro, que ganham mais 50% na premiação para a campanha vigente do Meu Primeiro Direto nas propostas transmitidas até domingo (29).

Para os produtos de Vida, além do desconto que já está vigente de 10% até dezembro no Capital Global, a SulAmérica dará mais 15%, ou seja, no total o desconto é de 25% até dia 29. Já os clientes de investimentos têm até o dia 30 para aproveitar a vantagem de ganhar 2% de cashback por transação, em uma operação da SulAmérica Investimentos em parceria com a Órama – 2% é o que rende a poupança o ano todo. Quem investe a partir de R$ 3.500 ganha uma cota, a partir de R$ 7.000, duas cotas, e para valores maiores que R$ 10.500, três cotas.

Black Friday 2020: Mais de R$ 3,96 bilhões em compras registrados no e-commerce 1019

Levantamento considera vendas até às 18h dessa sexta-feira

Levantamento considera vendas até às 18h dessa sexta-feira

A algumas horas de encerrar a sexta-feira, a Black Friday de 2020 mostra é mais uma vez um sucesso. Um levantamento da Neotrust/Compre&Confie aponta que o faturamento considerando as vendas das 00h01 do dia 26 de novembro até às 18h de hoje (27) totalizou R$ 3.961.509.733. O tíquete médio foi de R$ 670,07.

Com o crescimento do número de vendas, subiu também o volume de fraudes evitadas: de acordo com a ClearSale, líder em antifraude no país, o total foi de R$ 35.491.164 milhões de prejuízo evitado.

Os dados consideram todas das vendas de bens de consumo realizadas em todo o país. De acordo com o levantamento, foram realizados mais de 5.912.108 de pedidos de compra via internet.

O Sudeste foi a região com maior valor de compras, com R$2,2 bilhões, seguido pelo Nordeste, com R$ 717,1 milhões e, em terceiro lugar, pelo Sul, com R$ 568,1 milhões. Em quarto e quinto lugar estão, respectivamente, Centro-Oeste, com R$ 277,1 milhões e o Norte, com R$ 110,4 milhões.

Perfil de consumo

Entre as categorias mais consumidas, estão: Moda e Acessórios, Beleza, Perfumaria e Saúde, Artigos para Casa e Entretenimento, além de Eletrodomésticos e Ventilação.

Os consumidores de 26 a 35 anos são os maiores compradores, com 34,8%, seguidos pelos clientes de 36 e 50 anos (33,1%). A maior parte dos pedidos é realizada por mulheres (56,4%), enquanto os homens ficam com 43,6% das compras.

Fraudes

Com o aumento das vendas, há também uma maior tentativa de fraudes no pagamento das compras. Levantamento da ClearSale, empresa líder em antifraude, aponta que o valor de fraudes evitadas das 00h01 de ontem (26) até às 18h de hoje (27) é de R$ R$ 35.491.164 milhões.

Na análise por regiões, o Sudeste foi onde mais fraudes foram evitadas, com R$ 18.541.218 milhões, seguido pelo Nordeste, com R$ 8.710.633 milhões e Centro-Oeste, com R$ 3.549.805 milhões. Em quarto lugar ficou o Sul, com R$ 2.706.625 milhão e em último o Norte, com R$ 1.982.884 milhão.

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