Artigo: 2020 não tem mais jeito 793

“Poucas certezas são que o mundo sairá mais pobre, que milhões de empregos já estão perdidos e que a recuperação pode demorar”

O ano está condenado. Não tem o que fazer. 2020 vai entrar para a história como um dos grandes desastres econômicos do século 21. O mundo experimentará uma das maiores recessões de todos os tempos e o Brasil não vai ficar de fora, nem se sair melhor do que os demais países. Ao contrário, as previsões para a recessão nacional têm variação de menos quatro a menos onze por cento em relação ao ano passado, o que faz de 2020 o pior ano do século.

A economia mundial vai atravessar uma recessão avassaladora, que quebrará milhares de empresas de todos os portes ao redor do planeta. Mas esta é só a primeira parte do drama. A segunda é o tamanho da conta e quem e como vai pagar os trilhões de dólares que a pandemia do coronavírus custará.

As poucas certezas são que o mundo sairá mais pobre, que milhões de empregos já estão perdidos e que a recuperação pode demorar mais tempo do que os otimistas estão falando, até porque ninguém sabe a duração da pandemia.

Se países como Estados Unidos e China tiveram queda no PIB na casa dos dois dígitos, na comparação entre abril e março, não há razão para o Brasil se sair melhor.

Tomando a indústria automobilística como parâmetro, se em março ela apresentou uma queda de vinte por cento no número de veículos produzidos, em abril a queda foi de setenta e cinco por cento. Ou seja, praticamente não houve venda de veículos novos no país. Mas este segmento econômico vai muito além da produção de veículos. Ele tem início na indústria siderúrgica e termina nos desmanches e ferros velhos, além de toda uma cadeia paralela que não participa diretamente da produção, mas engaja uma grande quantidade de pessoas, que vende ou presta serviços para empresas e pessoas ligadas à cadeia automotiva.

Só que não é apenas a indústria automobilística que está em xeque. Praticamente todos os demais setores industriais estão num profundo processo de retração. O coronavírus veio para agravar um quadro dramático, iniciado com a crise de 2014, que colocou a indústria nacional sob ameaça de colapso. Quando apenas algumas atividades começavam a colocar a cabeça para fora, a pandemia trouxe em seu bojo uma nova onda, que submergiu os que ensaiavam nadar e ameaça afogar definitivamente os que ainda estavam tentando chegar à tona.

Os números do primeiro trimestre de 2020 mostram resultados positivos na última linha dos balanços de várias seguradoras. É inclusive possível que, dependendo do foco de atuação da companhia, ela feche o primeiro semestre com resultado positivo. Mas isto não significa que depois de março seu desempenho foi positivo. Significa apenas que os números positivos, frutos da recuperação econômica de 2019 e que se mantiveram em janeiro e fevereiro, impactaram favoravelmente os resultados do primeiro trimestre, seja pela obrigação do diferimento dos prêmios, seja pelo seu fracionamento mensal.

A queda brutal da venda de veículos novos tem impacto na carteira de seguradoras que têm o seguro de auto como carro chefe. Com o desemprego, o inadimplemento dos prêmios dos seguros individuais cresceu para percentuais muito elevados. Seguros como fiança locatícia, que sempre tiveram baixa sinistralidade, estão sob pressão pelo não pagamento de milhares de alugueres. Com a queda da atividade econômica as empresas também começam a não pagar ou a reduzir suas importâncias seguradas e, consequentemente, os prêmios devidos.

O fechamento de milhares de empresas vai gerar um novo atrito entre segurados e seguradoras, envolvendo eventual cobertura de lucros cessantes. E os planos de saúde privados e os seguros de vida já estão sendo demandados em função da pandemia.

Como a crise econômica deve se agravar ao longo dos próximos meses, não há como vislumbrar, neste momento, qualquer possibilidade de retomada do crescimento pelo setor de seguros brasileiro.

Se servir de consolo, a situação não é exclusividade nossa. No mundo inteiro as seguradoras terão dias difíceis pela frente. A saída do buraco passa pelas ações pós-pandemia e pela capacidade delas se reinventarem.

Neo Executiva reestrutura processos com foco na inovação ao cliente 4587

Corretora de 11 anos conta com atuação nacional

A Neo Executiva está aproveitando, em todas as nuances possíveis a uma corretora do segmento, as novas oportunidades que se abrem em decorrência dos hábitos que vêm surgindo durante o distanciamento social, provocado pela pandemia do coronavírus. Por exemplo: o home office facilitou, de forma indireta, o pessoal da empresa a redesenhar as estruturas internas e a modernizar os processos de trabalho. Estando em isolamento social e resguardados, gestores e colaboradores passaram a pensar, em casa, na renovação dos fluxos da corretora.

Além disso, os temores e incertezas decorrentes da covid-19 mudaram o perfil do consumidor, no que diz respeito à percepção dele quanto à importância do seguro de vida para as famílias. E isso foi captado pela Neo Executiva, a qual, a partir dessa constatação, passou a deslanchar um projeto de inovação na prestação de serviços da empresa. “Inovação está presente em cada pensamento, em cada atitude, em cada projeto. Indico essa palavra como símbolo do momento da Neo, no sentido de fazer mais e melhor neste novo cenário. A empresa precisa transformar as novas demandas em entregas, as quais serão possíveis investindo em inovação”, destacam os diretores Julia Fetter Bueno e Luis Henrique Bueno.

O processo já começou, a partir do momento em que a Neo Executiva está fortificando a marca nas plataformas online e passou a atuar cada vez mais em vendas digitais. Em razão da pandemia, o digital se fortaleceu na empresa. “O distanciamento social foi muito duro para a área comercial, dado o perfil da diretoria e das equipes, que sempre gostaram do contato pessoal, do trabalho presencial, do aperto de mão a clientes e parceiros que trabalham nas seguradoras. As próprias viagens às filiais da corretora são motivo de saudades”, relata Julia, que enfatiza também que a adaptação ao trabalho remoto está ocorrendo de forma proativa e, inclusive, gerando frutos.

Os diretores anunciam que, em breve, todos os produtos oferecidos pela Neo Executiva vão estar disponíveis para vendas online. Esta ação responde à nova percepção de que o consumidor passou a ter a respeito do seguro de vida, que é “a coluna vertebral, a raiz das atividades da Neo”, mesmo esta sendo uma corretora plena.

“Sempre foi o tendão de Aquiles, o pouco valor que o consumidor dava ao seguro de vida. Mas isso está mudando como efeito da pandemia. As pessoas estão pesquisando mais sobre seguros de pessoas. Ainda isso não se converteu 100% em compras. Mas essa nova mentalidade das pessoas precisa entrar no radar do corretor de seguros, que tem que ter essa sacada de transformar o cenário de temor e incerteza em oportunidades”, afirmam. “Cabe ao corretor de seguros instigar o cliente a transformar este medo em atitude. E a atitude a ser buscada é o proteger, o recorrer ao seguro de vida como forma de proteger a família e o patrimônio das pessoas”, complementam.

A Neo Executiva foi fundada em 2009, em Porto Alegre, estando expandida hoje para filiais em São Paulo, Florianópolis, Recife e Maceió. A empresa se especializou em seguro de pessoas, trabalhando com foco em apólices coletivas, em parceria com entidades de classe, como sindicatos, associações e cooperativas. A nova fase, que está em momento avançado, vai digitalizar todos os processos de compras dos produtos da empresa, de modo a atender, de forma personalizada, os anseios dos clientes, cada vez mais exigentes.​

Pesquisa inédita revela impacto da pandemia em pessoas com diabetes 1070

O estudo identificou que 59,5% dos entrevistados apresentaram redução nas atividades físicas e 59,4% observaram variação na glicemia

Pesquisa inédita, realizada com 1701 brasileiros com diabetes, revelou como a pandemia por Covid-19 alterou o cotidiano das pessoas, os procedimentos de controle da doença, padrão de alimentação, atividade física, acesso a medicamentos e serviços de saúde. Realizada entre 22 de abril e 04 de maio, em ambiente online, o estudo identificou que 59,5% dos entrevistados apresentaram redução nas atividades físicas, 59,4% observaram variação na glicemia e 38,4% adiaram suas consultas médicas. A pesquisa foi coordenada pelo médico Mark Ugliara Barone, vice-presidente da International Diabetes Fedaration (IDF) e membro do Departamento de Educação da Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

Realizada por meio de questionário de múltipla escolha, a pesquisa contou com público majoritariamente feminino (75,5%), de 18 a 50 anos (70,7%). Entre as respostas, 60,7% afirmaram apresentar Diabetes Mellitus Tipo 1 e 30,7% Diabetes Mellitus Tipo 2. O grupo com mais jovens, com DM1, mostrou-se mais suscetível a apresentar sintomas de Covid-19. O grupo com DM2, por sua vez, demonstrou maior propensão a relatar comorbidades – fatores de risco que elevam as chances de agravamento da doença causada pelo coronavírus, como hipertensão arterial e obesidade. Constatou-se que 95% dos entrevistados realizaram isolamento social e 27% não saíram de casa após o início da pandemia.

Hábitos de Saúde

De acordo com o estudo, 91,5% das pessoas mantiveram a rotina de monitorização da glicemia em casa. A partir desse acompanhamento, constatou-se que 59,4% apresentaram variações (8% observou hipoglicemia, 20% hiperglicemia e 31,2% grande variabilidade, em comparação a período anterior à pandemia). Segundo os dados, pessoas que utilizam serviços públicos de saúde relataram mais episódios de hiperglicemia. Usuários do sistema privado apontaram maior estabilidade nos índices de glicemia.

Paralelamente, investigaram-se comportamentos alimentares e relacionados à prática de atividades físicas. Dentre os entrevistados, 29,8% revelaram aumento na ingestão de alimentos. Ao mesmo tempo, 59,5% diminuíram a frequência de atividades física (44,8% correspondente a um declínio elevado). Perguntados sobre o tempo dedicado à TV e internet, 48,8% apresentaram aumento junto ao primeiro equipamento. Quanto ao segundo dispositivo, o tempo despendido cresceu 53,5%.

“Um alerta que traduz a importância dessa pesquisa é que as pessoas com doenças crônicas, como Diabetes, não podem ser deixadas para trás. Tem havido impacto importante no controle da glicose, seja por alteração dos hábitos, seja pelo estresse causado pela pandemia”, comenta a endocrinologista Hermelinda Pedrosa, assessora de Relações Governamentais da Sociedade Brasileira de Diabetes e coautora do trabalho. “O sistema de saúde enfrentará a “terceira onda” da pandemia, que envolverá demanda reprimida diante de consultas desmarcadas ou por faltas dos pacientes ao agendamento com receio de ir ao hospital, centros de saúde ou consultórios”, alerta.

Assistência Médica

Dos entrevistados, 61,2% afirmaram serem usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) – de modo exclusivo ou parcial. No período aferido, 78,6% das pessoas deixaram de fazer suas consultas regulares – 38,4% adiaram suas consultas médicas. E 40,2% não efetuaram agendamentos desde o início da pandemia. A Dra. Hermelinda aponta que as faltas às consultas podem estar diretamente relacionadas ao receio de sair de casa para buscar atendimento médico. “Opções em telemedicina e tele orientação têm crescido, mas ainda não alcançam as pessoas idosas, que não se sentem à vontade a usarem esses meios, nem aquelas com menor poder aquisitivo”, complementa.

O estudo investigou ainda o acesso à medicação para continuidade de tratamentos. Os dados mostraram que 64,5% receberam remédios e suprimentos por meio do SUS; 49,9% precisaram sair de casa para pegar a medicação. Outros 44,3% apontaram ter amigos ou familiares que se disponibilizaram a buscar os remédios. Usuários do sistema privado de saúde revelaram efetuar compras de medicamentos por meio de delivery (entrega) ou terem estoques de remédios e suprimentos médicos para aplicação ou para aferição glicêmica.

A pesquisa foi publicada no periódico científico Diabetes Research and Clinical Practice (https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0168822720305568), que produziu uma edição especial com trabalhos realizados sobre Covid-19 em vários países, inclusive esta, do Brasil.

Em sintonia com o novo consumidor 3226

Artigo é da Diretora de Planejamento Estratégico e Compliance da Sabemi, Eliana Diederichsen

O contexto de pandemia acelerou a mudança nos negócios, transformados com uma rapidez impressionante. Um exemplo está dentro da própria Sabemi, em que a venda digital, um projeto que já vinha sendo implantado nos últimos anos, ganhou impulso nas primeiras semanas de distanciamento presencial e passou de 5% para 90% em proporção de transações.

Por trás desse salto, está um protagonista que o mercado tem de decifrar. As empresas mudaram, mas o cliente mudou mais ainda. Os três primeiros meses sob pandemia foram suficientes para moldar um personagem chave para o futuro dos negócios: o novo consumidor. Sintonizar-se com ele é a agenda desafiadora do momento. É uma demanda mais estratégica e complexa do que adaptar-se ao home offce.

Até março, o consumidor era uma pessoa. Hoje, ele é outra. Passado o pânico inicial em relação à Covid-19, o cliente retomou o desejo de consumir, mas de outras formas, com novas exigências e cuidados. Mais frequentemente, esse consumidor está em casa, sentado em um sofá, ao lado do celular, cobrando praticidade, desejando fazer tudo sem sair de casa.

Os seus hábitos mudaram. Suas prioridades também. O seguro de vida deu um passo adiante para se incorporar na cultura da população, pelo contexto de emergência na saúde. Meios de reduzir os gastos domésticos também ganharam prioridade. Usar bem o dinheiro e ter acesso fácil e rápido aos bens e serviços é, mais do que nunca, uma imposição do consumidor. Simplicidade resume bem este contexto.

Mas entregar simplicidade é complexo. Temos de oferecer soluções simples mas sem descuidar dos marcos regulatórios exigidos pelas novas formas de relação, pois são uma referência fundamental para toda a cadeia econômica.

O cliente aumentou o seu nível de exigência e os negócios tiveram de acelerar a transformação – não apenas digital – para atendê-lo. Em paralelo, os órgãos reguladores também avançaram em suas atuações focadas em proteger o cliente e garantir atendimento de excelência.

Cabe às empresas compreender a contribuição que os órgãos reguladores têm a dar para o próprio desenvolvimento do mercado, com a valorização das boas práticas, em um momento de redesenho das relações entre empresa e consumidor, por isso não os vemos como ameaça. Com certeza as empresas líderes têm muito a ajudar, ao viabilizar com sua estrutura e capacidade de investimento novas formas de interação, alinhadas com a nova cultura digital e em conformidade com os princípios para preservação do mercado, em benefício de todos os seus participantes.

Toda mudança implica riscos, o que valoriza a presença da Compliance como um dos guias da transformação, para identificar e mitigar possíveis ruídos, de forma a manter a empresa saudável.

É um momento de desafios, mas também de grandes aprendizados para as empresas. Aquelas que demorarem a absorver as lições tendem a ser descartadas pelo novo consumidor.

Pandemia: 35% das empresas estão preparadas para a retomada 1337

Levantamento em nove mil negócios identifica que 65% das empresas não estão seguindo portaria que visa à prevenção contra Covid-19

A Vendrame Consultores realizou, entre 29 de junho e 3 de julho, estudo em nove mil empreendimentos, nos quais identificou que somente 35% das empresas no Brasil buscaram produtos e serviços voltados para a biossegurança dos colaboradores em meio a pandemia. Segundo o levantamento, 65% das empresas em operação no país não estão seguindo a Portaria nº 20, publicada no Diário Oficial da União de 18 de junho de 2020, que estabelece as medidas a serem seguidas visando à prevenção, controle e mitigação dos riscos de transmissão da Covid-19 nos ambientes de trabalho.

Em comparação com o segundo trimestre de 2019, abril, maio e junho deste ano representaram um crescimento de 15% na comercialização de serviços voltados para a segurança dos colaboradores. Entre essas novidades, estão o Telemonitoramento (telemedicina de saúde ocupacional), planos de contingência, testes covid-19 e aparelhos para sanitização de ambientes, que utilizam ultravioleta para limpar todo o ar do ambiente e deixa-lo livre de microrganismos. Desde o início da pandemia, maio foi o mês que mais se destacou em relação à alta nas vendas, pois, segundo o fundador da Vendrame Consultores, Antonio Carlos Vendrame “havia uma grande expectativa de reabertura do comércio já em junho”.

Ainda de acordo com o levantamento, dentro do cenário atual o investimento em medidas de biossegurança ainda deve crescer cerca de 25%, devido à abertura gradual de todas as atividades, chegando a 40% no total. São Paulo, o estado com o maior número de infectados no Brasil, lidera o ranking de busca pelos serviços, seguido por Goiás e Mato Grosso.​

A necessidade é a mãe da criatividade 1455

Artigo é do Diretor Executivo Comercial da Sabemi, Leandro de Carvalho Nunes

Crise não significa paralisia, e sim desafio. Por isso, com todos os cuidados exigidos pelo momento, começamos a preparar a retomada já nas primeiras semanas de distanciamento social. Mais do que uma fase de reinício, encaramos o contexto como um período de transformação.

Por isso, qualificamos nossos representantes para fazerem negócios não depois da esperada retomada, e sim durante um contexto de distanciamento, para nós apenas presencial. Para isso, investimos recursos, tecnologia e treinamento constante, que compartilham novas habilidades e oportunidades.

Mesmo quando as interrogações sobre a Covid-19 eram ainda muito mais numerosas do que as respostas, logo compreendemos que era preciso ajudar os nossos parceiros de negócios a manterem as operações em casa. Mobilizamos diferentes áreas da empresa para possibilitar um produtivo home office. Até o departamento de marketing contribuiu, com a elaboração de scripts. Por meio de lives, conseguimos com agilidade fazer a (re)qualificação da equipe. Esse recurso de interação se tornou uma rotina, bem-vinda para conservar o time atualizado e engajado.

A crise ensina que somos capazes de descobrir formas diferentes de produzir, satisfazer os clientes e gerar resultados positivos. É nesse contexto, por exemplo, que aceleramos a venda de seguro via plataforma digital. A necessidade é a mãe da criatividade. Essa lição é reforçada em um momento em que o senso de coletividade também se expressa nas relações de negócio.

Além de fortalecer a nossa conexão com as nossas pessoas, a transformação em curso sob o desafiador cenário global já mostrou resultados revigorantes. Reorganizados em novas rotinas, tecnologias e formas de interação, cumprimos o nosso papel e ainda aprendemos a fazer mais e melhor de outras formas. Isso é uma forma de crescimento, em benefício de todos: empresa, parceiros e, principalmente, clientes.

É hora de solidificar as parcerias, de oferecer novos recursos a nossos correspondentes e de mostrar como a tecnologia, que sairá ainda mais relevante do cenário de pandemia, é uma aliada, e não uma concorrente. Abrimos os braços e preparamos nossos parceiros para este novo mundo.