Artigo: 2020 não tem mais jeito 556

“Poucas certezas são que o mundo sairá mais pobre, que milhões de empregos já estão perdidos e que a recuperação pode demorar”

O ano está condenado. Não tem o que fazer. 2020 vai entrar para a história como um dos grandes desastres econômicos do século 21. O mundo experimentará uma das maiores recessões de todos os tempos e o Brasil não vai ficar de fora, nem se sair melhor do que os demais países. Ao contrário, as previsões para a recessão nacional têm variação de menos quatro a menos onze por cento em relação ao ano passado, o que faz de 2020 o pior ano do século.

A economia mundial vai atravessar uma recessão avassaladora, que quebrará milhares de empresas de todos os portes ao redor do planeta. Mas esta é só a primeira parte do drama. A segunda é o tamanho da conta e quem e como vai pagar os trilhões de dólares que a pandemia do coronavírus custará.

As poucas certezas são que o mundo sairá mais pobre, que milhões de empregos já estão perdidos e que a recuperação pode demorar mais tempo do que os otimistas estão falando, até porque ninguém sabe a duração da pandemia.

Se países como Estados Unidos e China tiveram queda no PIB na casa dos dois dígitos, na comparação entre abril e março, não há razão para o Brasil se sair melhor.

Tomando a indústria automobilística como parâmetro, se em março ela apresentou uma queda de vinte por cento no número de veículos produzidos, em abril a queda foi de setenta e cinco por cento. Ou seja, praticamente não houve venda de veículos novos no país. Mas este segmento econômico vai muito além da produção de veículos. Ele tem início na indústria siderúrgica e termina nos desmanches e ferros velhos, além de toda uma cadeia paralela que não participa diretamente da produção, mas engaja uma grande quantidade de pessoas, que vende ou presta serviços para empresas e pessoas ligadas à cadeia automotiva.

Só que não é apenas a indústria automobilística que está em xeque. Praticamente todos os demais setores industriais estão num profundo processo de retração. O coronavírus veio para agravar um quadro dramático, iniciado com a crise de 2014, que colocou a indústria nacional sob ameaça de colapso. Quando apenas algumas atividades começavam a colocar a cabeça para fora, a pandemia trouxe em seu bojo uma nova onda, que submergiu os que ensaiavam nadar e ameaça afogar definitivamente os que ainda estavam tentando chegar à tona.

Os números do primeiro trimestre de 2020 mostram resultados positivos na última linha dos balanços de várias seguradoras. É inclusive possível que, dependendo do foco de atuação da companhia, ela feche o primeiro semestre com resultado positivo. Mas isto não significa que depois de março seu desempenho foi positivo. Significa apenas que os números positivos, frutos da recuperação econômica de 2019 e que se mantiveram em janeiro e fevereiro, impactaram favoravelmente os resultados do primeiro trimestre, seja pela obrigação do diferimento dos prêmios, seja pelo seu fracionamento mensal.

A queda brutal da venda de veículos novos tem impacto na carteira de seguradoras que têm o seguro de auto como carro chefe. Com o desemprego, o inadimplemento dos prêmios dos seguros individuais cresceu para percentuais muito elevados. Seguros como fiança locatícia, que sempre tiveram baixa sinistralidade, estão sob pressão pelo não pagamento de milhares de alugueres. Com a queda da atividade econômica as empresas também começam a não pagar ou a reduzir suas importâncias seguradas e, consequentemente, os prêmios devidos.

O fechamento de milhares de empresas vai gerar um novo atrito entre segurados e seguradoras, envolvendo eventual cobertura de lucros cessantes. E os planos de saúde privados e os seguros de vida já estão sendo demandados em função da pandemia.

Como a crise econômica deve se agravar ao longo dos próximos meses, não há como vislumbrar, neste momento, qualquer possibilidade de retomada do crescimento pelo setor de seguros brasileiro.

Se servir de consolo, a situação não é exclusividade nossa. No mundo inteiro as seguradoras terão dias difíceis pela frente. A saída do buraco passa pelas ações pós-pandemia e pela capacidade delas se reinventarem.

Direito do Trabalho e Seguridade Social debatem pandemia 685

Encontro virtual terá participação do professor doutor Hélio Gustavo Alves, membro da Academia Brasileira de Direito da Seguridade Social

As Academias Brasileiras do Direito do Trabalho (ABDT) e da Seguridade Social (ABSS) promovem um encontro virtual, pela plataforma Sympla, em 19 de junho, das 9h às 17h30. Em debate, os reflexos da pandemia para as relações trabalhistas e previdenciárias, hoje e no futuro.

Sob coordenação de Marcelo Borsio – Doutor em Direito Previdenciário – e Thereza Nahas – professora e Juíza do Trabalho -, o evento é gratuito e abordará, por exemplo, o nexo causal da Medida Provisória nº 927 de 2020, redução ou suspensão de jornada, flexibilização do contrato de trabalho em tempos de Covid-19, direitos fundamentais sociais em tempo de pandemia, entre outros temas.

Lançada com o objetivo de reduzir os impactos econômicos nas relações do trabalho, a MP 927 deixou brechas no entendimento quanto à responsabilidade de empresas e empregados quanto a comprovar o nexo causal do afastamento por Covid-19. O famigerado artigo 29 chegou a ser objeto de julgamento do Supremo Tribunal Federal. Na opinião de Hélio Gustavo Alves, professor doutro e membro da ABSS, haverá que se ter ponderação na aplicação prática da medida.

“O melhor entendimento para se aplicar o artigo 29 da MP é garantir os direitos dos trabalhadores e os das empresas, ou seja, julgando pela não incidência tributária do FAP com os afastamentos pela Covid-19, uma vez que a MP explicitamente abriu mão desta majoração por considerar os afastamentos da covid-19 como não ocupacionais”, avalia.

Confira a programação completo do evento:

– 9h – Abertura: Alexandre Agra e Océlio de Jesus

– 09h30 – 1º Painel: Nexo Causal da MP nº 927 de 2020: COVID-19 e reflexos trabalhistas e previdenciário-acidentários

Presidente da Mesa: Juíza do Trabalho e Prof. Dra. Theteza Nahas

Expositor ABDT: Ministro do TST e Prof. Dr. Pedro Paulo Teixeira Manus

Expositor ABDSS: Advogado e Professor Dr. Hélio Gustavo Alves

– 10h20 – 2º Painel: Redução ou suspensão de jornada: A contributividade ou natureza indenizatória do Bemper

Presidente da Mesa: Presidente do CRPS e Prof. Dr. Marcelo Borsio

Expositor ABDT: Desembargadora do Trabalho e Prof. Dra. Tereza Aparecida Asta Gemignani

Expositor ABDSS: Advogado e Prof. Dr. Leone Pereira

– 11h10 – 3º Painel: Contrato de trabalho flexibilizado em tempos de Covid-19: Como a Seguridade Social pode auxiliar no enfrentamento?

Presidente da Mesa: Advogado, Parecerista e Prof. Dr. Gilberto Sturmer

Expositor ABDT: Juiz do Trabalho e Prof. Dr. Fernando José Cunha Belfort

Expositor ABDSS: Desembargadora do Trabalho e Prof. Dr. Ivani Contini Bramante e Juíza do Trabalho e Prof. Dr. Erotilde Ribeiro dos Santos Minharro

– 14h – 4º Painel: Limbo jurídico trabalhista-previdenciário

Presidente da Mesa: Advogado e Prof. Dr. Hélio Gustavo Alves

Expositor ABDT: Desembargadora do Trabalho e Prof. Dra. Rosita de Nazaré Sidrim Nassar

Expositor ABDSS: Advogada e Prof. Dra. Roberta Soares da Silva

– 14h50 – 5º Painel: Proposta Moderna para a Execução das Contribuições Previdenciárias na Justiça do Trabalho

Presidente da Mesa: Advogada e Prof. Dra. Carolina Tupinambá

Expositor ABDT: Desembargador do Trabalho e Prof. Dr. Ney Jose de Freitas

Expositor ABDSS: Juiz do Trabalho e Prof. Dr. Ocelio de Jesus Carnero Morais

– 15h40 – 6º Painel: Direitos fundamentais sociais em tempo de pandemia

Presidente da Mesa: Prof. Dr. Marco Antonio César Villatore

Expositor ABDT: Prof. Dr. Manoel Jorge e Silva Neto

Expositor ABDSS: Prof. Dr. Miguel Horvath Jr.

– 16h35 – 7º Painel: A Unificação de Contas do PIS e do FGTS: inconstitucionalidade?

Presidente da Mesa: Presidente do CRPS e Prof. Dr. Marcelo Borsio

Expositor ABDT: Advogado e Prof. Dr. José Alberto Couto Maciel

Expositor ABDSS: Procurador do Trabalho e Prof. Dr. Augusto Grieco Sant’anna Meirinho

Serviço:
Encontro Virtual entre as Academias Brasileiras do Direito do Trabalho e da Seguridade Social

Dia 19 de junho

Das 9h às 17h30

Link para inscrição (gratuita): http://www.sympla.com.br/i-encontro-virtual-entre-as-academias-brasileiras-do-direito-do-trabalho-e-da-seguridade-social__863822

Artigo: Aprendizagem para o mundo de hoje 453

“Grande desafio é tornar a interação digital cada vez mais real e engajadora”

Estamos vivendo, de fato, a era digital. E essa era impõe uma velocidade diferente em tudo aquilo que fazemos, e não pode ser diferente quando o tema é aprendizagem. Temos que investir naquilo que temos de mais importante: o conhecimento. Afinal, como bem dizem, “a educação é a única saída para tudo”.

Neste momento, milhões de crianças, jovens e adultos estão sem frequentar ambientes físicos, como salas de aula, onde muitas instituições adotam estratégias de educação online e por outras mídias para garantir a continuidade da aprendizagem. Isso também aconteceu no T&D.

Os educadores e facilitadores estão se desdobrando para oferecerem aulas envolventes e ao mesmo tempo eficientes. Para isso, estes profissionais estão buscando novas metodologias e ferramentas para estreitar a relação com o aprendiz, além de otimizar o tempo e passar o conhecimento na dose certa. Com isso, trago a seguinte reflexão: o que funciona no presencial, não necessariamente funciona no digital. Não se trata somente de gravar uma palestra, há uma série de conhecimentos andragógicos e pedagógicos para serem aplicados. E mais do que nunca, é preciso entender os diferentes formatos de aprendizagem, pois cada pessoa aprende de uma forma diferente e, no caso dos adultos, é preciso ainda gerenciar o tempo de maneira a conjugar as tarefas domésticas e os compromissos profissionais.

É fato que somos dotados por com uma habilidade automática de filtrar irrelevâncias. Esse são os nossos filtros perceptíveis. Independente da fonte utilizada para transmitir os conhecimentos, filtramos só o que percebemos como relevantes. A informação que passa por nossos filtros, ingressará em nossas memórias de curto prazo onde acontece o processamento ou tratamento das informações. Por essa razão, ao introduzir um conhecimento, devemos focar no essencial para segurar a passagem pelo filtro. Se a informação é percebida como relevante, ela passa para a memória de longo prazo, no entanto, se essa informação não recebe tratamento, ela desaparece em cerca de 10 a 15 segundos. Aqui que entra a importância de compartilhar informações assertivas, curadas, verdadeiras, engajadoras e criativas. Entregando tudo isso usando a tecnologia certa.

Quando trazemos isso tudo para a área de desenvolvimento humano, eu não posso mais, por exemplo, treinar pessoas que estão se desenvolvendo dentro de um universo digital, com metodologias e perspectivas antigas. Não antigas no sentido que elas não funcionam mais, mas antigas no sentido que eu preciso usar tecnologias para facilitar o processo de aprendizagem. Então dentro da área de educação corporativa eu preciso, cada vez mais, não só trabalhar com metodologias ativas e com alternativas digitais, mas também preciso me desafiar a não só levar a aprendizagem para um meio com uso de tecnologia, mas tornar essa aprendizagem engajadora e interativa, apesar dela acontecer com o uso de tecnologia. Confuso? Vou explicar!

É preciso trazer a tecnologia para o desenvolvimento de pessoas pensando nos modelos de entrega que temos que desenvolver, ou seja, chega de blábláblá. Vamos efetivamente usar as tecnologias que fazem parte do dia a dia das pessoas.

Aprendizagem para o mundo de hoje é isso: disponibilizar aquilo que um indivíduo precisa aprender, na hora que ele precisa aprender, no formato que ele acredita que seja o mais adequado e na hora que ele precisa efetivamente deste conteúdo. Não adianta disponibilizar um conteúdo para uma pessoa que não esteja diretamente conectado com o contexto dela.

O grande desafio é tornar a interação digital cada vez mais real e engajadora. Conectar a experiência de aprendizagem com a realidade das pessoas. Não é necessário volumes enormes de conteúdos. Um dia desses alguém comentou comigo que tinha que assistir alguns vídeos que faziam parte de um curso. E sabe como assistiu? Acelerando a velocidade do vídeo. A pergunta é: adianta oferecer volumes gigantescos desnecessários de conteúdos? Não adianta!

O ponto chave é selecionar os que são essenciais para que as pessoas consigam chegar onde elas precisam. Colocar o participante no centro do processo, usar abordagens para soluções de problemas para que se a gente empatize com essa pessoa e consiga efetivamente fazer com que o conhecimento chegue de uma maneira relevante, engajadora e que seja útil.

Se você é um profissional da área de aprendizagem, entenda do negócio, antes de entender de aprendizagem. Já demos grandes passos nessa direção, mas ainda temos algumas muralhas para serem derrubadas. A nossa principal função é facilitar a vida das pessoas. Com isso em mente, não é só sobre ofertar conteúdo, é compreender o que o outro precisa aprender. É mudar de lentes. É olhar para a vida real!

*Por Flora Alves, idealizadora da metodologia Trahentem® e CLO da SG – Aprendizagem Corporativa.

Para distribuidores, seguro pode sair fortalecido da pandemia 450

No webinar promovido pelo CVG-SP, representantes da distribuição relataram como estão enfrentando a pandemia e quais as perspectivas

No dia em que completou 39 anos de existência, 25 de maio, o CVG-SP promoveu um importante evento para discutir os rumos da distribuição de seguros na pandemia. Sob a mediação do presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, três representantes do segmento analisaram o cenário atual e falaram das suas expectativas pós-pandemia.

Beatriz Abadia, gerente comercial São Paulo e Sul do PASI, relatou um aumento na demanda do atendimento psicológico, serviço que integra o pacote das assistências oferecidas pela Central de Amparo PASI. “Liberamos para os corretores e para os segurados e suas famílias, porque o nosso trabalho é proporcionar benefícios para serem usufruídos em vida”, disse.

Se, por um lado, a inclusão de seguros e benefícios nas convenções coletivas de trabalho é uma grande oportunidade de negócios para o mercado, já que tem força de lei, por outro, segundo Beatriz, nem sempre foi fácil convencer os empresários de que se trata de investimento e não de custo. Daí porque o trabalho de consultoria do corretor se tornou essencial. “Chamamos os nossos corretores de influenciadores. São eles que mostram o quão importante é ter um seguro para a proteção”, disse.

Momento favorável

Se existe algum aspecto positivo na pandemia é o fomento à necessidade da proteção do seguro. A avaliação é de Diogo Arndt Silva, sócio fundador e CEO da Rede Lojacorr, que enxerga oportunidades para alavancar a venda de seguro de vida. “Todos voltamos para o núcleo familiar e isso aumentou a percepção de incertezas. As famílias precisam do seguro de vida para se garantirem”, afirmou.

O trabalho informal, que tende a aumentar na proporção do desemprego, tem também um lado positivo na visão de Diogo Arndt. “A grande massa que está migrando para o informal não contará com as garantias do Estado, como FGTS e INSS. Esses trabalhadores sentirão a necessidade da proteção do seguro e de produtos que possam ser usufruídos em vida, como o seguro saúde. O momento é favorável para este segmento”, disse.

Baixo impacto da Covid-19

Abordando o segmento corporativo de saúde, Cassio Giometti, sócio da Sciath Benefits Services, empresa que atua com pequenas e médias empresas na cidade de São Paulo, relatou que não houve forte impacto da Covid. Segundo ele, nem mesmo por causa de demissões. “Pelo contrário, poucos segmentos estão demitindo, mas também não estão contratando”, disse.

Giometti informou, ainda, que a Sciath não teve em sua carteira nenhuma morte por coronavírus e que na área de saúde registrou poucas internações por essa doença. Ele supõe que a razão seja o perfil dos clientes, que pertencem ao segmento corporativo. Por outro lado, a empresa tem observado a preocupação das PMEs de reduzirem custos no seguro de vida e saúde. “Hoje, as empresas querem pagar menos pelos mesmos benefícios”, disse.

Por causa da pandemia, a sinistralidade da carteira da Sciath tem caído drasticamente. Segundo Giometti, houve queda no uso dos planos de saúde, sobretudo nas cirurgias eletivas, e também na sinistralidade de saúde e odonto. “Muitas clínicas estão fechadas. Vimos uma redução de quase 90% nas solicitações de reembolso”, disse.

Aniversário

Faltando poucos minutos para encerramento do webinar, Kasahaya surpreendeu ao convidar diversos profissionais ligados ao CVG-SP para comemorar o aniversário da entidade. Ele comentou a trajetória do CVG-SP e manifestou o orgulho de integrar a entidade, passando a palavra para o fundador e ex-presidente Paulo Meinberg. “A marca CVG tem força, todos conhecem, porque o trabalho é feito com amor”, disse Meinberg.

“O CVG-SP evoluiu e se adaptou à demanda atual, provendo os cursos online. Estamos firmes e fortes acreditando que esse momento vai passar”, disse o ex-presidente Dilmo Bantim Moreira. O presidente da Comissão Fiscal, Márcio Batistuti, concordou e acrescentou que é preciso se reinventar. Asenate Souza, diretora de cursos, elogiou o trabalho do CVG-SP na disseminação do seguro de vida.

Para o vice-presidente Marcos Kobayashi, o CVG-SP comemorou o aniversário em grande estilo com uma live de porte. Ele observou que o mercado de seguro de pessoas tem robustez suficiente para enfrentar a pandemia. Encerrando, Kasahaya pediu para a gestora do CVG-SP, Lúcia Gomes, elogiada por todos por seu trabalho, se manifestar. “Agradeço a confiança. Gosto do meu trabalho e isso se reflete no que faço. É um prazer. Parabéns ao CVG-SP! ”.

Com parcerias, Zurich Seguros doa R$ 4,4 milhões contra Covid-19 518

Iniciativa integra toda frente social que a seguradora vem fazendo para minimizar impactos da crise e auxiliar todos que estão na linha frente durante a pandemia

A seguradora Zurich, em parceria com Z Zurich Foundation (entidade do Zurich Insurance Group que se dedica a investimentos em projetos comunitários) e Zurich Santander, está destinando R$ 4,4 milhões em ações sociais para ajudar no enfrentamento da pandemia do Coronavírus no Brasil.

Os R$ 4,4 milhões serão direcionados para ajudar o Hospital e Pronto Socorro Delphina Rinaldi Abdel Aziz, de Manaus, a adquirir um milhão de EPIs para os 1.500 profissionais de saúde da unidade, que estão envolvidos com o atendimento a pacientes de Covid-19 (luvas e aventais descartáveis, máscaras cirúrgicas, óculos de proteção, e uma unidade da rede Estadual de Saúde, com máscaras N95, entre outros itens de segurança).

Os recursos também serão direcionados para a produção de 110 mil testes rápidos de Covid-19, destinados a hospitais e pontos de serviço público no país, permitindo o resultado ao paciente em apenas 20 minutos. As instituições trabalham para aumentar a número de tratamentos, construindo hospitais de emergência para fornecer 200 leitos com foco no apoio a pacientes necessitados de ventilação permanente.

Outras frentes sociais – Zurich e Z Zurich Foundation

Em abril, a Zurich já havia também anunciado em parceria com a Z Zurich Foundation, a doação de R$ 5 milhões. Do total investido, cerca de R$ 3,5 milhões foram direcionados para a estruturação e funcionamento dos leitos de UTI e de Enfermarias do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (HCFMUSP), preparados exclusivamente para atender casos relacionados ao Coronavírus. Este novo centro de tratamento de Coronavírus começou a funcionar em 27 de março.

O investimento está sendo também direcionado para a doação de cestas básicas de alimentos e produtos de limpeza para 4.138 famílias durante quatro meses, na cidade de São Paulo. Todas as famílias são assistidas pelas ONGs Somar, Locomotiva, Olga Kos e Hurra! já apoiadas pela Zurich. As famílias vão receber um cartão alimentação no valor de R$ 97,50, por mês, que poderá ser usado em supermercados com limitação apenas de itens alcoólicos. Esta ação específica está sendo desenvolvida com apoio operacional do grupo Sodexo, que fará a impressão e gestão dos cartões.

Além destas ações, a Zurich no Brasil criou um benefício adicional para colaboradores, de até R$ 20 mil, para custear despesas médicas e hospitalares dos funcionários e suas famílias na necessidade de hospitalização para tratamento para o Covid-19.

Adicionalmente, conduziu uma campanha (Páscoa em Ação) para arrecadar produtos de higiene pessoal e máscaras respiratórias n-95 para doação às famílias atendidas pelas ONGs apoiadas pela seguradora. Com o resultado da campanha, 25 mil pessoas serão auxiliadas diretamente. Além das ONGs Somar, Locomotiva, Olga Kos e Hurra!, o IPPE (Instituto de Pesquisas e Projetos Empreendedores) também será beneficiado pela campanha.

#naodemita

Complementando o conjunto de iniciativas para enfrentar a pandemia do novo coronavírus, a Zurich no Brasil aderiu ao Movimento #naodemita. Todas as companhias que se integraram à campanha estão comprometidas com a manutenção dos seus quadros nos próximos dois meses.

Unimed-Rio disponibiliza teleatendimento para 760 mil clientes 496

Serviço permite a consulta com médicos especializados e psicólogos por meio do telefone e computador, sem custo adicional

A Unimed-Rio, operadora líder do mercado no município do Rio, lançou um serviço de telemedicina, que permite que seus clientes se consultem com médicos cooperados de diversas especialidades sem sair de casa. Esta nova modalidade de atendimento, feita em parceria com a plataforma Conexa Saúde, foi pensada para levar mais comodidade e segurança aos clientes e médicos cooperados Unimed-Rio em meio à pandemia do novo coronavírus.

Sem nenhum custo adicional, o serviço pode ser facilmente acessado por qualquer smartphone. Basta que o cliente baixe o aplicativo Conexa Saúde e faça seu cadastro. Depois de concluído, o beneficiário poderá agendar consultas com seu médico de preferência ou com qualquer um dos cerca de 2 mil cooperados cadastrados, atualmente, na plataforma. No dia agendado, o usuário receberá uma notificação, por e-mail e SMS, dando acesso à videochamada, que poderá ser feita pelo aplicativo ou computador.

Além dessa comodidade, os clientes que precisarem de atendimento psicológico poderão ter acesso a profissionais da área por meio da plataforma Psicologia Viva, principal startup de assistência psicológica online do Brasil. O acesso será feito por meio do site www.psicologiaviva.com.br em qualquer horário, inclusive finais de semana e feriados. No entanto, para agendar consultas, é necessário ter um encaminhamento médico com a indicação clínica para atendimento psicológico.

Com essa nova opção de atendimento, a Unimed-Rio espera continuar promovendo o bem-estar de seus clientes em meio à pandemia. Para orientações a respeito da Covid-19, a cooperativa disponibilizou o WhatsApp (11) 2503-1371. Disponível para clientes e não clientes, o serviço permite que as pessoas tirem dúvidas sobre sintomas e saibam se devem ir ou não ao pronto atendimento. Além disso, a Unimed-Rio também criou o hotsite www.coronavirus.unimed.coop.br com conteúdo multimídia com orientações e dicas de prevenção do novo coronavírus.