Conheça os serviços de assistência que podem ajudar durante a quarentena 865

Veja quais seguros podem ter em suas apólices coberturas adicionais ou serviços que fazem diferença no cenário atual

As companhias de serviços de assistência são parceiras essenciais do mercado de seguros e têm entre seus produtos poderosos aliados no combate à Covid-19, pois podem ser acessados de maneira totalmente digital. Mas onde estão esses serviços? Muitas vezes as pessoas escolhem coberturas adicionais quando contratam suas apólices, mas se esquecem desses benefícios ao longo da vigência e acabam não usufruindo; em outros casos, elas nem ao menos sabem que o seu seguro dá direito a certas facilidades.

Se você está nesses grupos e gostaria de saber quais serviços podem estar presentes em suas apólices de seguro, a Europ Assistance Brasil (EABR), líder em soluções de serviços e assistência, conta quais são as coberturas mais comuns presentes nas apólices e que podem ser acionadas sem sair de casa.

Educação

Em época de isolamento social, quem tem filhos em idade escolar se preocupa bastante com o tempo que a criança ficará ociosa em casa e como isso pode impactar de forma negativa o processo de aprendizado que vinha ocorrendo na escola. A saída para esse dilema pode estar na Assistência Educacional, presente em apólices de seguros de Vida, Educacional e Residencial.

Muitas companhias seguradoras oferecem esse serviço disponibilizado pela EABR, que conta com facilidades como Professor Web, Revisão de Matérias – para que os estudantes não esqueçam aquilo que aprenderam – exercícios on-line e jogos educativos. No portal da companhia, também são disponibilizadas aulas em áudio e vídeo, opção que pode ser acompanhada por todos em casa, afinal, pais que estudam junto com os filhos ajudam a aprimorar o aprendizado.

Bem-estar

Nem só de trabalho e televisão vive alguém que está cumprindo as medidas estipuladas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para prevenção da disseminação do novo Coronavírus. É preciso também se mexer! Para aqueles que não vivem sem liberar endorfina, a EABR oferece com parceiras de seguro de Vida e Residencial as assistências Fitness e Nutricional, que incluem serviços para auxiliar na prática de exercícios e cuidado com a saúde em casa.

Entre as opções que podem aparecer nas apólices, estão a orientação de exercícios físicos, indicação de conteúdos confiáveis sobre atividades que podem ser feitas em casa, orientação sobre compra de materiais e equipamentos e sobre ergonomia, para manter a postura em dia.

Além dos exercícios, as informações nutricionais com profissionais capacitados também podem dar “aquela forcinha” para quem deseja ter uma alimentação balanceada. É difícil resistir às tentações culinárias estando dentro de casa e não é preciso abrir mão delas. Com essas assistências, o beneficiário tem acesso às receitas que fazem bem à saúde e dicas de alimentação saudável com respaldo de profissionais da área para manter o corpo saudável.

Orientação Psicológica

Para alguns é mais fácil e até prazeroso ficar em quarentena, mas para outros,essa tarefa pode ser difícil, estressante e desencadear algumas complicações. O isolamento social pode ter diversos impactos negativos, seja para aqueles que moram sozinhos ou mesmo para os que passam esse período acompanhados de suas famílias.

Além da mudança repentina de rotina, esse é um momento especialmente delicado para pessoas que estão em grupos de risco por conta da idade ou de doenças pré-existentes e também para pessoas que precisam lidar com outros tipos de problemas, como falecimento de entes queridos, alcoolismo, ansiedade e depressão, por exemplo.

Todos podem passar por períodos difíceis e, nesses momentos, é muito importante poder pedir ajuda.Por isso, a EABR tem em seu portfólio a Assistência Psicológica que muitas vezes está presente em apólices de Vida e Residencial. Com esse serviço, as pessoas que se sentirem vulneráveis psicologicamente podem entrar em contato, de forma 100% digital, para receber atendimento de psicólogos capacitados.

Orientação Financeira

Pode parecer que a vida está em modo de espera, mas em breve as pessoas voltarão às ruas, o comércio reabrirá suas portas, as indústrias produzirão a todo vapor. Mesmo assim, esse é um momento de reclusão, de reavaliar prioridades e enfrentar obstáculos. Existem ainda aqueles que estão sofrendo com a diminuição do salário ou perda do emprego. Para lidar com esse período, muitas pessoas precisam ter alguma noção de educação financeira.

Saber o que fazer com o salário, as reservas ou mesmo outros tipos de renda que se tem será crucial para passar por essa crise. É preciso entender quais são as principais necessidades, o que pode ser cortado do orçamento e como fazer para o dinheiro render. Para isso, aqueles que têm apólices de seguro de Vida e seguro de Crédito devem verificar se têm a cobertura de Orientação Financeira, que pode ser contatada por meios digitais. O benefício conta com diagnóstico financeiro, orientação de orçamento pessoal, orientação de investimentos, entre outros serviços.

Todos esses produtos já são oferecidos por seguradoras que possuem coberturas diferenciadas em apólices dos mais diversos segmentos – Auto, Residencial, Vida, Saúde, Patrimonial, entre outros.

Saúde

Em tempos em que o isolamento social é a melhor maneira de combater o Covid-19, os órgãos de saúde recomendam sair de casa apenas em caráter emergencial e se extremamente necessário, a Telemedicina, prática de atendimento de pacientes a distância, desponta como solução que pode ser essencial para ajudar o sistema de saúde a atender seus pacientes, o serviço é regulamentado e a sua procura triplicou dada a situação de quarentena.

O produto possui duas modalidades: a Orientação Saúde, que é acionada por livre iniciativa do beneficiário e onde também pode ser feita a triagem prévia para um atendimento médico, e a Vídeo Consulta, que é quando o paciente é direcionado pela triagem para o atendimento de um médico que pode receitar uma prescrição para o tratamento adequado.

Este produto está atrelado à uma apólice de vida, seguro residencial e/ou seguro saúde.

Para conhecer as suas opções de serviços, consulte as apólices de seus seguros vigentes ou entre em contato com o seu corretor.

Seguro auto: trafegar em estradas não autorizadas pode inviabilizar pagamento de perdas e danos 384

Seguro auto: trafegar em estradas não autorizadas pode inviabilizar pagamento de perdas e danos

Casos assim estão entre os riscos excluídos das apólices

Há pouco tempo, o caso de um turista que capotou seu carro particular após tentar subir uma duna na praia de Búzios, em Nísia Floresta, na Grande Natal, reacendeu o alerta sobre os perigos de se aventurar sem o auxílio de guias e condutores experientes em vias turísticas de difícil condução. Felizmente, o recente acidente não deixou feridos, apenas danos materiais ao veículo, além do prejuízo financeiro para o proprietário.

Isso porque, mesmo se o carro estiver com o Seguro Automotivo em dia, casos como este estão previstos na lista dos riscos excluídos e das situações em que os segurados perdem o direto à cobertura. “Perdas ou danos ocasionados pelo mau uso do veículo, com exposição deliberada a grandes riscos, ou por trafegar em estradas ou vias não autorizadas – dunas, por exemplo – bem como em praias e regiões ribeirinhas, não são cobertos pelo seguro auto”, alerta Jorge Fagundes, representante do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindsegnne).

Segundo o especialista, é preciso que todo proprietário tenha em mente que, ao contratar um seguro para seu carro, está assumindo um compromisso bilateral com a seguradora. Ou seja, tanto o contratante quanto o contratado passam a possuir direitos e deveres específicos a depender da cobertura, dispostos na apólice. “Por isso, é de suma importância que o segurado, seja ele contratante de qualquer produto de seguro, leia a sua apólice atentamente e tire todas as dúvidas com o seu corretor para evitar surpresas futuras”, finaliza Fagundes.

Após recorde, Seguro Sem Mistério recebe CEO da Fator Seguradora 973

Luís Eduardo Assis e outros convidados participam da transmissão ao vivo, na próxima terça (01), no canal do JRS no YouTube

O programa Seguro Sem Mistério, que lançou seu novo formato na última terça (24), vai receber o CEO da Fator Seguradora, Luís Eduardo Assis, na edição da próxima semana. A transmissão do dia 1º de dezembro começará a partir das 18h50min e a participação de Assis, que comentará sobre o cenário macroeconômico do Brasil, acontece a partir das 19h30min. Tudo pode ser acompanhado através do canal do JRS no YouTube.

A atração é apresentada por Júlia Senna e William Anthony e mescla entrevistas, notícias e reportagens sobre o universo do seguro – o que diferencia a transmissão e deixa muito mais dinâmica e interativa a participação do público, que pode enviar perguntas e mensagens através do chat. Quase 2 mil pessoas já conferiram a edição de estreia a nova dinâmica do Seguro Sem Mistério.

Confira o programa da última terça-feira (24):

Comissão Feminina do Sincor-RJ realiza evento online 530

Natália Medeiros é Coach Executiva/Empresas e Carreiras / Divulgação

Será no dia 25 de novembro, às 19h, pelo Zoom

Com objetivo de dar continuidade as atividades e manter o contato com as integrantes, a Comissão Feminina do Sincor-RJ promove um encontro através de uma transmissão remota, que acontece no dia 25 de novembro, às 19 horas, pelo Zoom. Com o tema “Como se posicionar no digital para alavancar suas vendas de fim de ano”. O evento conta com a participação da Coach Executiva/Empresas e Carreiras, Natália Medeiros.

As emponderadas convidam todas as corretoras de seguros para participar das atividades realizadas pela Comissão, que é formada pela Presidente Claudia Fontenelle, pela Vice-Presidente Cintia Arruda, por Aparecida Correa, Ana Cecília Lavor, Rosângela Melo, Rosângela Garcia, Roseli Rosa, Ingrid Orosa e conta com o apoio da Diretora de Tecnologia do Sincor-RJ, Íris Sampaio.

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Para confirmar presença, é só entrar em contato através do telefone (21) 99507-7701, para receber ID e senha de acesso ao Zoom.

Quando a ansiedade deixa de ser ‘normal’? 411

Quando a ansiedade deixa de ser 'normal'?

Entenda a diferença e os sintomas do Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Depressão

O Brasil é o país mais ansioso do mundo de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). São 18,6 milhões de pessoas, o que equivale a 9,3% da população nacional. Com o isolamento social, o medo e as incertezas econômicas geradas pela pandemia do novo coronavírus, o quadro tem se agravado ainda mais. Pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) aponta crescimento importante na busca por suporte médico, tanto de pacientes novos, quanto daqueles que já haviam recebido alta.

Os diagnósticos mais comuns são Transtorno de Ansiedade, Síndrome do Pânico e Depressão. As causas são variadas, mas foram agravadas, em sua maioria, devido à mudança de hábitos ocorrida nos últimos anos. “A correria do dia a dia, excesso de tecnologia e informações e também a falta de conexão consigo mesmo, têm levado as pessoas a um empobrecimento do autocuidado, gerando privação do sono, autocobrança, ansiedade, estresse, alterações de humor, assim como dificuldade na regulação emocional”, aponta a psicóloga credenciada da Paraná Clínicas, Ana Paula Zanardi.

Cada paciente precisa ser avaliado individualmente, para identificação do problema, construção do tratamento e identificação dos gatilhos que desencadeiam as crises. Segundo a psiquiatra credenciada da Paraná Clínicas, Dra. Priscila Hage Bonicontro, “casos leves podem ser conduzidos apenas com psicoterapia. Já os casos moderados a graves, requerem uso de medicamentos específicos e podem ser aliados a psicoterapia” para o alívio do sofrimento emocional.

Além do tratamento convencional, é importante aprender a administrar o estresse e compartilhar as dificuldades do dia a dia, incluindo na rotina atividades que gerem prazer. “Cuidar do organismo proporciona saúde mental. Por essa e outras razões, devemos manter hábitos saudáveis e praticar atividades físicas regularmente, inclusive porque estudos demonstram que a liberação de hormônios e outras substâncias são importantes para a manutenção do humor”, reforça a psiquiatra.

Você sabe a diferença?

A ansiedade é um sentimento normal e benéfico para o ser humano. É uma resposta do organismo para um momento de perigo ou alguma situação diferente e pode ser traduzida como um “friozinho na barriga”. “O problema é quando esse sentimento se torna mais intenso e constante, trazendo sofrimento e prejuízo social para o indivíduo, deixa de ser ‘normal’ e passa ser considerado doença e deve ser tratado de forma correta”, explica a psiquiatra, Dra. Priscila.

Transtorno de Ansiedade: mal-estar e estresse causados por medos, preocupações excessivas ou antecipações de problemas que ainda não aconteceram e talvez nem aconteçam, estão entre os primeiros indícios de que a ansiedade ultrapassa os níveis saudáveis. Durante as crises, podem surgir sintomas físicos como pupilas dilatadas, batimentos cardíacos e respiração aceleradas, aumento da pressão arterial e também dos níveis de glicose no sangue.

Síndrome do Pânico: ocorre quando as crises de ansiedade começam a ganhar intensidade e frequência. “É o medo de ter uma crise e não conseguir ser socorrido em lugares muito abertos ou com muitas pessoas, por exemplo. Os sintomas podem variar desde tonturas e vertigens, aumento da respiração e palpitações, sensações de nervosismo e pânico incontroláveis, até sensação de iminência de morte”, contextualiza Dra. Priscila.

Depressão: é caracterizada pela perda ou diminuição do interesse e prazer pela vida, gerando angústia, tristeza, choro fácil, desesperança, prostração, isolamento social, pensamentos pessimistas, alterações do sono e apetite, entre outros sintomas. “A depressão não promove apenas a sensação de ‘infelicidade crônica’, mas pode provocar alterações fisiológicas, como prejuízo no sistema imunológico e o aumento de processos inflamatórios”, completa a psiquiatra.

Crise no DPVAT: solução pode sair do Congresso Nacional, mas PL espera parecer 430

Lucas Vergilio é deputado federal pelo Solidariedade-GO / Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados/Agência Câmara Notícias

Confira artigo publicado pelo deputado Lucas Vergilio (SD-GO), no Estadão

Nas últimas semanas, o consórcio que administra o Seguro DPVAT perdeu praticamente todas as seguradoras que o integravam. A crise atingiu o auge nesta terça-feira (24/11), quando, em Assembleia Geral Extraordinária, foi aprovada, por mais de dois terços dos votos, a proposta de dissolução do Consórcio do Seguro DPVAT, a partir de 1º de janeiro de 2021.

O fato obriga o mercado a pensar em alternativas para que a população não fique sem a relevante proteção social, única no mundo, oferecida pelo produto à toda a população brasileira.

O certo é que mudanças profundas terão que ser implementadas, uma vez que o modelo atual está esgotado. Mas, é preciso manter a essência desse seguro em razão de sua importância.

A solução pode estar nas mãos do Congresso Nacional, que já analisa projeto de lei 8338/17, que substitui o DPVAT por um novo seguro obrigatório de acidentes no trânsito, mantendo as coberturas, mas espera parecer da Comissão Especial para seguir tramitação.

O Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat), proposto como substituto do atual DPVAT, tem como base a livre concorrência. Dessa forma, vai ao encontro da linha de regulação adotada pela Susep, por determinação do Ministério da Economia e em consonância com a Lei da Liberdade Econômica.

Pela proposta, os proprietários de veículos poderão escolher a seguradora de sua preferência para contratar o produto.

A liberdade também será assegurada para as companhias de seguros, que poderão comercializar esse produto isoladamente ou por meio de um consórcio.

E mais: tanto o preço do seguro quanto os valores de indenização serão livremente estabelecidos pelo mercado.

Desde a apresentação da proposta, vem-se alertando que o modelo atual está desgastado em sua operacionalização.

O projeto beneficia tanto os segurados, que terão acesso a prêmios potencialmente mais baixos e coberturas mais amplas, em razão da maior concorrência, quanto as seguradoras, que poderão atuar em condições estabelecidas pela dinâmica do mercado, e não mais fixadas unilateralmente pelo órgão regulador.

O texto incorpora e sistematiza rotinas já estabelecidas no mercado de seguros e consolida soluções para diversas controvérsias jurisprudenciais.

Isso porque, da mesma forma que ocorre hoje com o seguro DPVAT, a quitação do prêmio do Soat constituirá requisito para o licenciamento anual do veículo, para a transferência de propriedade e baixa do registro.

O Soat continuará assegurando a indenização por morte, invalidez permanente, total ou parcial e reembolso de despesas de assistência médica e suplementares às vítimas de acidentes no trânsito ou aos seus beneficiários.

Além disso, o projeto altera a Lei Orgânica da Seguridade Social (8.212/91), assegurando, assim, que as seguradoras que comercializarem o Soat repassem à Seguridade Social o equivalente à metade do valor dos prêmios brutos recebidos, destinando-o ao SUS para custeio da assistência médico-hospitalar dos segurados vitimados em acidentes de trânsito, como hoje já ocorre com o DPVAT.

O texto também modifica o Código de Trânsito Brasileiro, estabelecendo repasse de 5% do valor dos prêmios ao Coordenador do Sistema Nacional de Trânsito, para aplicação exclusiva em programas de prevenção de acidentes.

O PL revoga a quase cinquentenária Lei do DPVAT, mas mantém os sinistros ocorridos durante sua vigência.

*Lucas Vergilio, deputado federal (SD-GO) e autor do Projeto de Lei 8338/17, que cria o Seguro Obrigatório de Acidentes de Trânsito (Soat).

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