Artigo: Crise na saúde mostra que prevenção é fundamental 834

“Kit básico de precaução é composto pelos seguros de vida e de saúde e os planos de previdência”

Seguro de vida. Seguro saúde. Seguro-fiança. Previdência privada. Indenização por morte pela Covid-19; despesas médicas dos infectados; cobertura de aluguel para quem está em dificuldade financeira; renda complementar ou dinheiro para emergência em situações-limite. Exemplos não faltam de indivíduos e empresas que, por terem investido previamente em determinadas proteções, agora conseguem minimizar, ao menos financeiramente, prejuízos causados pela violenta pandemia do novo coronavírus. Neste momento, há os que encontram algum conforto por saber que estão “cobertos” e outros que pretendem (ou ao menos consideram a possibilidade de) adquirir seguros. Por precaução.

Três das coberturas mais importantes agora são as de morte, invalidez e sobrevivência. O seguro de vida cobre o risco de morte – quando há uma indenização para os dependentes daquele que morreu – e o risco de invalidez, que se concretiza em uma renda, caso a pessoa não possa mais trabalhar. O risco de sobrevivência é suprido pela previdência, que servirá para complementar a renda do titular da apólice.

Seguro de vida

Cobertura financeira caso ocorram imprevistos com o titular da apólice. O seguro de vida cobre assistência funerária, doenças graves, invalidez, morte natural ou acidental e incapacidade temporária. Ao contratar o seguro, é preciso escolher o valor, as condições de indenização e as pessoas que irão recebê-la em caso de morte do segurado.

Previdência

Por meio de contribuições periódicas, o titular acumula recursos para que, ao se aposentar, ele tenha uma renda extra. Ao fim do período, é possível resgatar o valor integral (se o plano for estruturado no regime financeiro de capitalização) ou receber a renda mensal equivalente ao que contribuiu. No benefício de sobrevivência, se o segurado desistir do plano, ele também pode fazer o resgate.

Seguro-Saúde

A função desse plano é oferecer assistência médica e hospitalar em um momento de necessidade. Alternativa à rede pública de saúde, permite que o titular faça exames laboratoriais e consultas médicas onde e com quem escolher – ou seja, não é preciso recorrer a uma rede credenciada. A condição é que o cliente pague pelo atendimento na hora, para ser reembolsado depois pela seguradora. O valor a restituir depende do prêmio contratado pelo segurado – ele é fixo e as condições estão estabelecidas na apólice.

Plano de saúde é o mesmo que seguro-saúde?

Não. As duas modalidades de proteção oferecem assistência médica e hospitalar. A diferença é que o plano de saúde determina que o atendimento seja realizado em uma rede de estabelecimentos credenciados à operadora – ou seja, ao usar o plano, o titular não é livre para escolher médico, hospital ou laboratório. Na consulta ou no exame, não é necessário desembolsar nenhum valor. A tempo: atualmente, muitos planos autorizam o cliente a usar serviços fora da rede credenciada, mediante reembolso. Mas isso é caso a caso. Consulte o corretor.

Cuidados ao contratar

As questões devem ser cuidadosamente analisadas no momento da contratação de um seguro de qualquer modalidade

1. Preencha o questionário de perfil e a declaração de saúde de forma correta, sem omitir nenhuma informação.

2. Confira se as coberturas, franquias e assistências estão de acordo com sua necessidade. Antes de assinar, leia atentamente até as letras mais miúdas.

3. Ao contratar, procure por valor e não somente o menor preço – ainda que seja fundamental lidar com a realidade de seu orçamento.

4. É importante que o corretor conheça no detalhe os produtos que oferece. Ele precisa explicar todas as condições da apólice com máxima clareza. A contratação de um produto deve ser proveitosa para os dois lados, e uma relação de confiança entre cliente e corretor ajuda a obter produtos mais adequados.

Por Adriana Peranovich, corretora de seguros franqueada da rede Seguralta

SulAmérica celebra seus 125 anos e lança conceito de Saúde Integral 594

Gabriel Portella é presidente da SulAmérica / Foto: Matheus Pé/JRS/Arquivo

Companhia, que celebra no próximo dia 5 mais de um século desde sua fundação, evolui seu posicionamento de marca e realiza concerto inédito aberto ao público

Estar entre as poucas empresas que passaram de um século de existência e continuaram relevantes é motivo de muito orgulho. Mesmo em um ano permeado por incertezas, a SulAmérica celebra seus 125 anos com otimismo no futuro e muito trabalho, investindo no conceito que permeia seus negócios e reforça a relação com seus clientes e parceiros: Saúde Integral, uma visão que une sob uma mesma perspectiva saúde física, emocional e financeira. Para celebrar, realizará neste domingo, dia 6, uma live musical com Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença.

“Acreditamos que para ter o equilíbrio necessário para viver de forma plena no presente e no futuro, com autonomia e segurança, é preciso que essas três dimensões da saúde caminhem em harmonia”, afirma Gabriel Portella, presidente da SulAmérica. Segundo o executivo, essa proposta é inédita no setor e muda a forma como o mercado segurador costuma trabalhar. “Não se trata apenas de um reposicionamento da marca, mas uma mudança cultural”.

O conceito, que a empresa já vinha aplicando em suas ações do dia a dia, foi incorporado ao discurso oficial e na esteira de lançamento de novos produtos e serviços. O projeto durou quase um ano e mobilizou todos os setores da SulAmérica: Conselho Administrativo, colaboradores, parceiros de negócios, fornecedores, clientes, entre outros. O trabalho partiu da missão, da visão e dos valores da empresa, passando pelas mudanças comportamentais observadas ao longo dos anos e mirando nas tendências futuras.

O projeto contou com pesquisas qualitativas e quantitativas, além de inúmeras entrevistas, para que a companhia obtivesse um diagnóstico preciso e com diferentes pontos de vista. Ouvir médicos, corretores de seguros, colaboradores, clientes e fornecedores foi fundamental para o novo posicionamento ser assertivo e estar em linha com os anseios da sociedade.

Celebração: Concerto Orquestra Ouro Preto e Alceu Valença

Como parte de suas ações de sustentabilidade, a companhia apoia iniciativas culturais e esportivas há muitos anos, quase durante todos os seus 125 anos de existência. Nessa vertente, desde 2008 é responsável pelo Circuito SulAmérica de Música e Movimento .

Uma das parcerias mais longevas é o patrocínio à Orquestra Ouro Preto e sua Academia, uma iniciativa que forma e dá bolsas a jovens músicos. É justamente esse parceiro que homenageia a SulAmérica em seus 125 anos, com uma live “dois em um”, que vai ao ar no domingo, dia 6, no canal do grupo no YouTube .

A partir das 17h30min, a música invadirá a famosa Igreja de São Francisco, em Ouro Preto (MG), onde o maestro Rodrigo Toffolo conduzirá os alunos da Academia Orquestra Ouro Preto pelas Quatro Estações de Vivaldi. O violinista Carmelo de Los Santos fará uma participação especial. Assim que o grupo finalizar a execução desta obra-prima de Vivaldi, se dirigirá até a Casa da Ópera, o mais antigo teatro em funcionamento na América Latina, onde se junta a Alceu Valença para apresentar a nova versão do espetáculo “Valencianas”. Desta vez, eles se apresentam com repertório revisitado, repleto de sucessos de Alceu como “Anunciação” e “Belle de Jour”.

Juliano Ferrer alerta para o prazo de aviso de sinistro no Seguro Agrícola 656

O advogado Juliano Ferrer / Foto: William Anthony/Arquivo JRS

Confira artigo de Juliano Ferrer, advogado sócio do C.Josias & Ferrer Advogados Associados

Para o contrato de seguro de danos, a apuração de prejuízos alegadamente havidos em eventos cobertos por apólice é essencial. A seguradora, que gere fundo mutual constituído técnica e cientificamente, tem o dever legal de respeitar o limite do interesse segurado e indenizar na exata medida do dano, desde que decorrente de evento garantido.

O papel do segurado é essencial, eis que tem a obrigação de avisar o sinistro quando o mesmo ocorrer e subsidiar a seguradora com documentos e informação relevantes, permitindo o exame do local, a observação de causas, a aferição de prejuízos e a verificação de todos os demais elementos que possam contribuir para esta análise.

No seguro agrícola, modalidade de seguro de danos que visa a reposição de prejuízo decorrente de fenômenos climáticos inevitáveis, o aviso de sinistro é mais do que apenas o dever do segurado, previsto no Código Civil Brasileiro¹. Avisar o sinistro em tempo hábil para que a seguradora possa, in loco, constatar as marcas deixadas na lavoura pelo evento da natureza é condição inarredável para a correta constatação do evento coberto. Da mesma forma se dá com a apuração dos danos que serão indenizados.

Considerando a peculiaridade deste seguro – lavouras distantes de grandes centros urbanos em um país continental – em junho de 2020 o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), através de seu Comitê Gestor Interministerial do Seguro Rural (CGSR), promulgou a Resolução 73/2020, que no seu artigo 5º inciso I, letras “a” e “b”² determina prazos que devem ser cumpridos pelo segurado para o aviso o sinistro cuja apólice tenha sido beneficiada pelo Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR). Em medida louvável, o MAPA preocupou-se inclusive em diferenciar regras conforme o evento climático específico, tecnicamente preenchendo lacuna na legislação que, no caso, é condição para a boa execução do contrato.

A Constituição Brasileira, em seu artigo 187 inciso V³, determina que a política agrícola estabelecida no país deve atentar para o seguro desta atividade, o que justifica que o MAPA dite tal obrigação ao segurado. Mais do que isso, na medida em que administra o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), oferecendo ao agricultor subsídio para oportunizar a contratação de coberturas que lhe garantam a reposição de prejuízos na lavoura, é legítimo que o Ministério da Agricultura se ocupe de estabelecer regras que auxiliem no bom andamento dos contratos, evitando conflitos surgidos na impossibilidade de aferição da danos. O fomento destas coberturas depende disso, trazendo às seguradoras maior segurança ao assumir riscos.

Não obstante, especificamente o disposto no artigo 5º inciso I, letras “a” e “b” da Resolução 73/2020 não contraria a Circular Susep 256/04, que por sua vez dispõe sobre as regras contratuais do seguro de danos, vedando em seu artigo 39 a inclusão de cláusula pela seguradora, que disponha sobre a fixação de prazo máximo para a comunicação de sinistros. A obrigação trazida pelo MAPA não impõe que as seguradoras incluam em seus clausulados os prazos para aviso de sinistro. Seu foco é o segurado e o respeito aos prazos por ele, já que beneficiado com a subvenção. Não há, portanto, neste particular, conflito entre a norma da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e a do MAPA.

Antes das teses jurídicas, porém, urge o diálogo entre os dois entes do Estado e o mercado. Fato é que, de uma forma ou outra, os sinistros precisam ser avisados, em tempo hábil, antes que a natureza ou a ação humana impeçam que se constatem as causas e os danos, sob pena de surgirem conflitos nada desejados por este mercado que cresce na medida em que o Brasil precisa.

¹ Art. 771. Sob pena de perder o direito à indenização, o segurado participará o sinistro ao segurador, logo que o saiba, e tomará as providências imediatas para minorar-lhe as consequências.
Parágrafo único. Correm à conta do segurador, até o limite fixado no contrato, as despesas de salvamento consequente ao sinistro.

² Art. 5º Nas apólices beneficiadas pelo PSR, deverão ser adotados os seguintes prazos no tocante à ocorrência de sinistros:
I - Pelos produtores rurais: na ocorrência de evento(s) coberto(s), o segurado por si, ou por seu representante legal ou preposto, sob pena de perder o direto à indenização, deverá comunicar o fato à seguradora, através do canal de comunicação da respectiva empresa, tão logo saiba do evento ocorrido, respeitando o prazo em dias, conforme abaixo especificado:
a) Prazo máximo de 8 (oito) dias corridos, a contar da data da ocorrência do evento, para as coberturas de: chuva excessiva na colheita, geada, granizo, incêndio/raio, inundação, variação excessiva de temperatura, ventos frios e ventos fortes/vendaval.
b) Para as coberturas de seca e chuva excessiva, prazo máximo de 5 (cinco) dias corridos do término do período de estiagem ou chuva, limitado ainda a 30 (trinta) dias corridos do início da colheita.

³ Art. 187. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei, com a participação efetiva do setor de produção, envolvendo produtores e trabalhadores rurais, bem como dos setores de comercialização, de armazenamento e de transportes, levando em conta, especialmente:
V – o seguro agrícola;

Educação financeira: preparando gerações para enfrentar desafios 468

Tatiana Schuchovsky Reichmann é CEO do Grupo Ademicon / Divulgação

Confira artigo de Tatiana Schuchovsky Reichmann, CEO do Grupo Ademicon

A 7ª Semana Nacional de Educação Financeira, que acontece até o dia 29 de novembro, nos faz refletir sobre o quanto é fundamental estimular a população a desenvolver conhecimento financeiro e a adotar, desde muito jovens, o hábito do planejamento. O tema “Resiliência financeira: como atravessar a crise?” não poderia ser mais oportuno, uma vez que estamos vivendo tempos que nem mesmo os experts em mercado foram capazes de prever, um cenário que impactou o mundo não só na saúde, mas também no aspecto socioeconômico. De toda forma, momentos de adversidade também são oportunidades únicas de aprendizado, de reinvenção e inovação. E nesse contexto, a educação financeira faz muito sentido.

Em 2017, o Conselho Nacional de Educação, apoiado pelo Ministério da Educação, estipulou que a educação financeira passasse a fazer parte da Base Nacional Comum Curricular (BNCC), documento que guia educadores sobre o conteúdo mínimo que deve ser ensinado nas escolas, desde a educação infantil até o ensino médio. A recomendação, que propõe uma adaptação por parte da rede de ensino até o final deste ano, entende que a disciplina seja abordada de forma transversal pelas escolas. Ou seja, a ideia é que, além de constar no conteúdo da sala de aula, o tema também seja abordado em ações e projetos especiais.

Para a Associação de Educação Financeira do Brasil, a AEF-Brasil, este é um importante movimento, pois preparará as futuras gerações para o desenvolvimento de competências e habilidades necessárias para lidar com as decisões financeiras que tomarão ao longo de suas vidas. De acordo com pesquisa feita pela Serasa Consumidor em parceria com a Serasa Experian no ano passado, um em cada três estudantes afirmou ter aprendido a importância de poupar dinheiro depois de participar de projetos de educação financeira.

É evidente que as instituições de ensino são fundamentais para o desenvolvimento dessa consciência nos futuros cidadãos. Porém, isso não exime o papel dos pais como estimuladores e exemplos a serem seguidos. Estudiosos do universo infantil dizem que é por meio do comportamento dos adultos que o conhecimento é absorvido pelas crianças. Isso envolve desde o consumo consciente de recursos até a administração de “mesadas”. Para os adolescentes, é interessante, inclusive, uma abordagem mais avançada sobre investimentos e vantagens de economizar recursos a longo prazo em prol de um objetivo futuro. Muitas vezes, crescemos com a crença de que a poupança é a única forma de guardar dinheiro. É válido apontar, desde cedo, outros caminhos de construção de patrimônio financeiro, como o consórcio. Com a inclusão definitiva da educação financeira nas escolas, aliada ao comprometimento dos pais, temos tudo para tornar a sociedade mais consciente financeiramente.

*Tatiana Schuchovsky Reichmann é CEO do Grupo Ademicon, do qual faz parte a Ademilar Consórcio de Imóveis e a Ademimotors Consórcio de Veículos.

Mercado privado não tem previsão de recebimento de vacinas contra Covid-19 2461

Mercado privado não tem previsão de recebimento de vacinas contra Covid-19

Associação defende que vacinas só podem ser consideradas após liberação da Anvisa

A Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC), após contato com todos os fabricantes que estão em pesquisa, ressalta que não existe qualquer previsão de abastecimento de vacinas contra a Covid-19 para o mercado privado, pois toda a produção mundial está dedicada ao pleno atendimento dos governos.

Ainda que seja preciso considerar que a comunidade científica não está medindo esforços para que os imunizantes sejam rapidamente aprovados, e que todo novo dia pode trazer alguma novidade, não existe qualquer previsão a curto prazo, e não se pode falar em abastecimento para o setor privado de vacinação, antes do segundo semestre de 2021/2022.

Cabe ressaltar ainda que toda e qualquer vacina só pode ser considerada após a liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e que primeiro deve ser atendida a demanda dos grupos prioritários, o que já exige enorme quantidade de doses, que não são produzidas em curto prazo.

A ABCVAC reforça ainda que suas associadas possuem tecnologia e capacidade técnica para atuar com toda e qualquer vacina produzida, e que qualquer adequação de logística e armazenamento necessária pode ser feita em pouco tempo, porém, a preocupação atual da entidade e de suas associadas é a cobertura vacinal para doenças que já possuem imunizantes, a fim de evitar as outras enfermidades que podem, inclusive, agravar o quadro de Covid-19, e que o esquema vacinal precisa ser colocado em dia antes que as clínicas e postos se sobrecarreguem.

Porto Seguro patrocina evento sobre mercado de compra, venda e locação de imóveis 539

Nelson Aguiar é superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro / Divulgação

Totalmente online em 2020, série de painéis irá trazer as mais diferentes visões sobre temas como retomada do mercado, LGPD e novos modelos de negócios

A Porto Seguro, reforça seu compromisso em apoiar o desenvolvimento do mercado imobiliário e patrocina mais uma edição do Rede Show Secovi, que acontece nesta quinta-feira, dia 3 de dezembro, a partir das 14h. Diferentemente dos anos anteriores, o evento será 100% online e, como já é tradição, irá debater o cenário do mercado imobiliário nacional. A retomada do setor, a Lei Geral de Proteção de Dados, os novos modelos de negócios, as transformações das imobiliárias e o marketing digital farão parte da pauta de debates.

Oferecendo diversas soluções para o mercado imobiliário, a Porto Seguro será representada pelo superintendente de Negócios e Capitalização da companhia, Nelson Aguiar. O executivo será um dos integrantes do painel sobre transformações nas imobiliárias e destaca a importância do evento para a disseminação de informações sobre o mercado.

“Também será uma oportunidade de levarmos conhecimento aos nossos parceiros Imobiliárias e Corretores de seguros, para que fortaleçam seus negócios, com conteúdos diversificados voltados para a qualificação em um mercado competitivo e com novas tecnologias sendo empregadas a todo momento”, completa Aguiar.

O executivo ainda destaca o apoio da Porto Seguro ao evento. “As necessidades deste segmento e dos clientes estão em constante evolução. Apoiar eventos como este é uma grande oportunidade de estarmos ainda mais conectados com imobiliárias e demais agentes desse setor, para observarmos tendências, trocarmos experiências e levarmos esses exemplos para dentro de casa”, finaliza.

Evento Rede Show Secovi
Horário: das 14h às 18h30min
Informações e inscrições: neste endereço.

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