Artigo: Crise na saúde mostra que prevenção é fundamental 502

“Kit básico de precaução é composto pelos seguros de vida e de saúde e os planos de previdência”

Seguro de vida. Seguro saúde. Seguro-fiança. Previdência privada. Indenização por morte pela Covid-19; despesas médicas dos infectados; cobertura de aluguel para quem está em dificuldade financeira; renda complementar ou dinheiro para emergência em situações-limite. Exemplos não faltam de indivíduos e empresas que, por terem investido previamente em determinadas proteções, agora conseguem minimizar, ao menos financeiramente, prejuízos causados pela violenta pandemia do novo coronavírus. Neste momento, há os que encontram algum conforto por saber que estão “cobertos” e outros que pretendem (ou ao menos consideram a possibilidade de) adquirir seguros. Por precaução.

Três das coberturas mais importantes agora são as de morte, invalidez e sobrevivência. O seguro de vida cobre o risco de morte – quando há uma indenização para os dependentes daquele que morreu – e o risco de invalidez, que se concretiza em uma renda, caso a pessoa não possa mais trabalhar. O risco de sobrevivência é suprido pela previdência, que servirá para complementar a renda do titular da apólice.

Seguro de vida

Cobertura financeira caso ocorram imprevistos com o titular da apólice. O seguro de vida cobre assistência funerária, doenças graves, invalidez, morte natural ou acidental e incapacidade temporária. Ao contratar o seguro, é preciso escolher o valor, as condições de indenização e as pessoas que irão recebê-la em caso de morte do segurado.

Previdência

Por meio de contribuições periódicas, o titular acumula recursos para que, ao se aposentar, ele tenha uma renda extra. Ao fim do período, é possível resgatar o valor integral (se o plano for estruturado no regime financeiro de capitalização) ou receber a renda mensal equivalente ao que contribuiu. No benefício de sobrevivência, se o segurado desistir do plano, ele também pode fazer o resgate.

Seguro-Saúde

A função desse plano é oferecer assistência médica e hospitalar em um momento de necessidade. Alternativa à rede pública de saúde, permite que o titular faça exames laboratoriais e consultas médicas onde e com quem escolher – ou seja, não é preciso recorrer a uma rede credenciada. A condição é que o cliente pague pelo atendimento na hora, para ser reembolsado depois pela seguradora. O valor a restituir depende do prêmio contratado pelo segurado – ele é fixo e as condições estão estabelecidas na apólice.

Plano de saúde é o mesmo que seguro-saúde?

Não. As duas modalidades de proteção oferecem assistência médica e hospitalar. A diferença é que o plano de saúde determina que o atendimento seja realizado em uma rede de estabelecimentos credenciados à operadora – ou seja, ao usar o plano, o titular não é livre para escolher médico, hospital ou laboratório. Na consulta ou no exame, não é necessário desembolsar nenhum valor. A tempo: atualmente, muitos planos autorizam o cliente a usar serviços fora da rede credenciada, mediante reembolso. Mas isso é caso a caso. Consulte o corretor.

Cuidados ao contratar

As questões devem ser cuidadosamente analisadas no momento da contratação de um seguro de qualquer modalidade

1. Preencha o questionário de perfil e a declaração de saúde de forma correta, sem omitir nenhuma informação.

2. Confira se as coberturas, franquias e assistências estão de acordo com sua necessidade. Antes de assinar, leia atentamente até as letras mais miúdas.

3. Ao contratar, procure por valor e não somente o menor preço – ainda que seja fundamental lidar com a realidade de seu orçamento.

4. É importante que o corretor conheça no detalhe os produtos que oferece. Ele precisa explicar todas as condições da apólice com máxima clareza. A contratação de um produto deve ser proveitosa para os dois lados, e uma relação de confiança entre cliente e corretor ajuda a obter produtos mais adequados.

Por Adriana Peranovich, corretora de seguros franqueada da rede Seguralta

Crise atual é teste para compliance, dizem especialistas 1336

“Companhias precisam considerar a prevenção de ilícitos, inclusive as que eventualmente envolvam doações para combater a Covid-19 no Brasil”

O momento atual da crise provocada pelo novo coronavírus será um grande teste para as áreas de compliance, na visão de especialistas que participaram de evento promovido pela Câmara Americana de Comércio para o Brasil (Amcham) nesta sexta-feira. Além disso, as companhias precisam considerar a prevenção de ilícitos, inclusive as que eventualmente envolvam doações para combater a Covid-19 no Brasil.

Para o professor de compliance e ex-corregedor da União, Antônio Carlos da Nobrega, as empresas que já tem implementados mecanismos de transparência e de mitigação de conflitos de interesse, por exemplo, passarão pelo momento com mais tranquilidade. “Esse é um período do de excepcionalidade e não significa que podem haver desvios e fraudes”, afirmou.

Houve casos de empresas que consideraram o desligamento das atividades das áreas de compliance durante a pandemia porque não eram consideradas essenciais. Além disso, durante a pandemia, já foram descobertos episódios de corrupção envolvendo secretários de saúde. “Nem mesmo uma pandemia como essa serve de obstáculo para o corrupto. Achamos que o senso de solidariedade e integridade pode se estabelecer entre nós, mas quando se fala em corrupção, sabemos que as coisas não funcionam dessa maneira”, disse o diretor de compliance da Petrobras, Marcelo Zenckner.

Nobrega lembra que é necessário ter clareza nas doações realizadas, com o adequado registro, evitando intermediários e o uso político das doações. “Para que as doações alcancem seus objetivos, são necessários cuidados para que não haja desvios”, afirmou.

O diretor de compliance da BRF, Reynaldo Goto, disse que a empresa tem lidado com fornecedores novos — de máscaras e álcool em gel, por exemplo. “Talvez mais importante que a due diligence, é acompanhar a real capacidade do fornecedor de executar e garantir que não vai cruzar linhas de corrupção ou direitos humanos”, afirmou.

O diretor da Petrobras lembrou medidas que foram adotadas pela empresa por causa da pandemia, como a testagem de funcionários e a redução de remuneração da alta administração. Na BRF, as pessoas que compõem grupos de risco foram afastadas e a empresa também está intensificando os testes, segundo Goto.

Coronavírus, acesso à saúde e desemprego preocupam brasileiros 1329

Estudo também mensurou satisfação com o rumo do país

A crise do novo coronavírus, o acesso ao sistema de saúde e o desemprego foram os temas que mais preocuparam a população brasileira durante o mês de março. É o que aponta a pesquisa “What Worries the World”, realizada entre 20 de março de 03 de abril com entrevistados do Brasil e de outros 27 países.

A “covid-19” ficou em primeiro lugar no ranking, com 52%. A segunda posição, “acesso ao sistema de saúde”, teve 46%. Para completar o pódio, o “desemprego” foi citado por 39% dos ouvidos brasileiros. Em quarto e quinto lugar, respectivamente, ficaram “pobreza e desigualdade social” (32%) e “crime e violência” (28%).

Ao considerarmos todas as pessoas que responderam à pesquisa nas 28 nações participantes, os temas de maior preocupação se mantêm os mesmos, mas em ordem distinta: “Covid-19”, com 61%, permanece na primeira posição. “Desemprego” vem em segundo, com 35%. Em terceiro lugar, “acesso ao sistema de saúde” teve 28%. “Pobreza e desigualdade social” (27%) e “corrupção” (22%) fecham o top 5 global. Entre todos os 28 países pesquisados, somente quatro (China, Rússia, África do Sul e México) não citaram a pandemia como sua principal preocupação.

Direção certa ou errada?

A pesquisa também mensurou o quanto os entrevistados estão satisfeitos com o rumo de suas nações. Neste quesito, o Brasil parece estar relativamente dividido. Enquanto 57% dos brasileiros acreditam que o país está no caminho errado, 43% acham que está na direção certa. A percepção global é um pouco menos negativa: 54% das pessoas ouvidas ao redor do mundo ponderam que seus países estão no rumo errado. Para 46%, seus países estão na direção certa.

Analisando as 28 nações, quem desponta no ranking dos mais otimistas é a China, com 99% dos entrevistados locais acreditando que estão no caminho certo. Arábia Saudita (90%) e Peru (75%) seguem a liderança asiática. Na outra ponta, o país que conquistou o título de mais pessimista é o Chile, já que apenas 20% creem que o país vai na direção correta. França (26%) e África do Sul (29%) completam o fim da lista.

A pesquisa on-line foi realizada com 19,5 mil pessoas com idade entre 16 e 74 anos em 28 países, incluindo o Brasil, no período de 20 de março a 03 de abril de 2020. A margem de erro para o Brasil é de 3,1 p.p..

Artigo: O aumento da violência 1359

“Sem dúvida, o setor de seguros será diretamente atingido e o preço será caro”

A violência nas ruas de São Paulo está tomando vulto e se tornando perigosa. No Centro, Santa Cecília, Higienópolis, Avenida São João e grande área em volta, os assaltos, ataques a veículos e a pedestres, ameaças e pedradas se tornaram rotina, ao ponto da administração da Santa Casa de São Paulo solicitar à Polícia Militar e à Guarda Municipal que aumentem as rondas em volta do hospital para proteger os colaboradores, principalmente nas horas de entrada e saída, de manhã cedo e no final da tarde.

Recentemente, ao sair da Santa Casa e parar num semáforo da Rua Alagoas, fui abordado por um cidadão com um cartaz que, na sequência, atirou uma pedra no meu carro. O estrago só não foi mais sério porque vi o que ele iria fazer e emparelhei com o veículo ao lado, diminuindo a exposição do meu carro. Mesmo com menos força, a pedra atingiu o vidro da porta de trás.

Ao comentar o fato com outras pessoas descobri que ações como essa têm acontecido regularmente e que principalmente mulheres têm sido assaltadas por marginais que abordam seus carros e, armados com pedras, as intimidam e levam seus celulares.

Também tem sido comum a abordagem de pedestres. Muitas vezes ela acontece em duplas, o que inibe qualquer possibilidade de reação por parte vítima, que, diante da ameaça representada pelos agressores armados com pedras, não reagem e entregam o celular e a carteira. Em bom português, caminhar pelas calçadas desses bairros pode ser uma aventura perigosa, na qual o pedestre, além de correr o risco de ser assaltado, tem que desviar de pessoas que o ameaçam e que são, efetivamente, um perigo para quem caminha pelo pedaço.

É comum dentro da Santa Casa se ouvir relatos de colaboradores e pacientes que foram assaltados ou acuados, a pé e de carro. A situação se deteriorou de tal forma que até semáforos foram furtados no bairro de Higienópolis, não faz muito tempo.

Este quadro triste não é exclusividade dos bairros acima. Ao contrário, ele pode ser visto nas mais variadas regiões da cidade, da Avenida Paulista a Santana, dos Jardins a Santo Amaro e por boa parte da Zona Oeste, próximo ao Ceasa e na Lapa.

Não é um problema de falta de polícia. A polícia estás nas ruas e trabalhando. A origem do fenômeno está na grave crise que maltrata o Brasil desde 2014. Quando nós achávamos que iríamos colocar a cabeça fora d’água, a pandemia do coronavírus caiu feito uma bomba em cima da nação, que, ainda por cima, ficou sem saber muito bem para que lado ir, em função dos sinais equivocados ou embaralhados do Governo Federal, caminhando na contramão de tudo que o mundo tem feito para combater o vírus.

Não há no horizonte sinal de que possa haver qualquer tipo de melhora nos próximos meses. Ao contrário, os prognósticos, com base na interrupção de grande parte da atividade econômica decorrente da epidemia, apontam uma enorme recessão e o agravamento brutal do desemprego, que pode, de acordo com especialistas, atingir um total de mais de vinte milhões de pessoas.

Estes dados são dramáticos e indicam um futuro duríssimo para a população brasileira. O que vem pela frente tem tudo para ser, senão o pior, um dos piores momentos da história do Brasil. E, num cenário de terra arrasada, o aumento da violência é uma consequência lógica, porque a sobrevivência a qualquer custo vem em primeiro lugar, trazendo com ela os piores defeitos do ser humano.

É ruim para todos. E conseguir evitar que ele tome proporções que escapem ao controle é indispensável para o futuro do país. O problema é como fazer isso. Não sei se alguém tem a resposta. Mas ela passa pela adoção de medidas socioeconômicas indispensáveis para garantir um mínimo de capacidade operacional para os empresários e qualidade de vida para grande parte da população. Além disso, não fazer nada vai expor a sociedade ao aumento ainda maior da violência.

Sem dúvida, o setor de seguros será diretamente atingido e o preço será caro, onerando todas as carteiras de empresas que já estão sob pressão. Mas a conta final, essa, será muito mais cara e cairá nas costas de toda a sociedade.

Atual momento pode ser positivo para quem quer empreender 526

Especialistas ajudam a entender quais modelos de negócios são interessantes para investir no mercado durante a crise

Taxas de juros mais baixas, ações de investimentos desvalorizadas, demissões em massa e um mercado carente por inovação. De acordo com o último levantamento do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), mais de 9 milhões de brasileiros já perderam seus empregos devido aos efeitos da pandemia do novo coronavírus. Entretanto, períodos de crise podem ser bastante promissores para empreendedores que pensam fora da caixa e querem mudar de vida.

De acordo com Jamerson Moreira, professor de Estratégia Empresarial no ISAE Escola Negócios, os juros baixos costumam privilegiar as atividades empresariais, desencadeando diversas oportunidades para quem tem um dinheirinho guardado e deseja investir em um negócio próprio. “Seja para empreendedores de primeira viagem ou para os mais experientes, investir em franquias é uma ótima opção neste momento, tanto pelo fato da gestão pronta quanto pelo modelo de negócio que já vem formatado para o público alvo”, destaca o especialista.

O mercado de franquias vem ganhando cada vez mais aliados devido a facilidade de administração quando comparado a um empreendimento aberto do zero. Isso acontece porque, ao investir em uma franquia, o empresário pode comercializar uma marca que já possui histórico consolidado no mercado, clientes fiéis e marketing ativo. “Por mais que momentos de crise apresentem um mercado com cenário de retração, a necessidade de consumo continua, principalmente itens de necessidade básica, como alimentos”, aponta Moreira. “Investir em uma marca que, mesmo com a crise, está gerando lucro, com certeza irá render bons frutos”, diz.

Mercado gastronômico é uma boa alternativa

Para o empresário do segmento da alimentação José Araújo Netto, fundador das badaladas redes Porks – Porco & Chope e Mr. Hoppy, que contam com mais de 50 unidades espalhadas pelo país, investir em franquias gastronômicas pode ser muito positivo neste momento, ainda mais quando se trata de modelos de baixo custo e testados no mercado. “As minhas franquias, por exemplo, possuem baixo custo operacional, com poucos funcionários, cardápio enxuto, produtos baratos e imóveis com preço acessível, o que por si só já oferece maior estabilidade e garante agilidade no retorno dos rendimentos”, conta. “Além disso, não cobramos taxa de marketing e oferecemos consultoria personalizada para que o franqueado atue da melhor maneira possível na sua região escolhida por ele”, completa o empresário.

Diversas outras redes de franquias estão aproveitando o momento de crise para evidenciar as vantagens deste modelo de negócio, que ganhou ainda mais importância com as baixas constantes na taxa Selic. Agora, no próximo mês de junho, por exemplo, a rede Sirène Fish & Chips, que conta com oito unidades no Brasil, espalhadas pelas cidades de Curitiba (PR), Balneário Camboriú (SC), Belo Horizonte (MG), Florianópolis (SC) e Brasília (DF), lançará uma nova franquia na cidade de São Paulo (SP). Obviamente, levando em consideração o caos global gerado pelo coronavírus, o funcionamento inicial da loja será todo digital, com foco no atendimento via delivery, evitando aglomerações e saídas desnecessárias durante um período em que o isolamento social se faz tão necessário.

Para Alessandro Santos, diretor de marketing da rede Bangalô dos Pastéis, que conta com várias unidades espelhadas pelos estados do Paraná e Santa Catarina, neste momento é fundamental que os investidores busquem franquias que prestem toda assistência aos fraqueados. Além de abrir mão das taxas de marketing nos últimos meses, a rede forneceu incentivo financeiro para que todas as unidades pudessem oferecer delivery gratuito. “Cada franquia tem feito suas próprias ações, como promoções, descontos, delivery grátis ou solidário, uso de influencers para fomentar as vendas”, conta. “Como franqueador, estamos trabalhando para que todos consigam passar por essa fase tão complicada sem grandes prejuízos”, completa Santos.

Dólar a R$ 6,00 já era previsto em 2019 517

Segundo especialista, piso de queda no PIB será de 7%

O dólar vem atingindo novos recordes nominais, onde já chegou a ser vendido por R$ 5,90. Desde o início da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), as oscilações da moeda norte-americana têm sido cada vez mais frequentes e o valor se aproxima dos R$ 6. A moeda se aproximou novamente deste patamar após o pedido de demissão do Ministro da Saúde, Nelson Teich, que veio em menos de 1 mês de exercício no cargo. Todavia, alguns especialistas já previam o valor elevado da moeda caso o Governo Bolsonaro começasse a apresentar enfraquecimento. Vale ressaltar que Teich já é o terceiro ministro a deixar o governo durante o período de pandemia, e especialistas temem que Guedes também deixe em breve.

Guto Ferreira Analista Político-Econômico da Solomon’s Brain, afirmou ainda em 2019 que caso as coisas ficassem complicadas no Governo, o dólar bateria R$ 6. O Analista afirma que o discurso do Ministro da Economia, Paulo Guedes, era otimista, e, ainda segundo ele, quem seguiu esta visão sem conhecer, apostava em um dólar estável, o que não acontece. “A maioria das pessoas que embarcaram no discurso puramente otimista do Paulo Guedes sem conhecer a dinâmica do governo federal e a da política brasileira ou dos impactos que isso tem no dia-a-dia de Brasília, elas apostavam em dólar super estável”.

Ferreira conta que a previsão se deu pelos indícios de desorganização. “Nós sabíamos que o governo estava muito desarticulado e que as políticas econômicas não estavam robustas para serem colocadas na rua, porque sabíamos que a política do Paulo Guedes é fiscalista e não é de incentivo a economia real. Se for juntar tudo isso, é obvio que você vai ter uma desvalorização do real e um aumento do dólar extremamente expressivo”.

Para o Analista, atualmente, tem se mostrado a falta de medidas para retomar a indústria, o que, para ele, mostra desinteresse do governo na microeconomia. “A falta de políticas que pudessem movimentar a indústria de comércios e serviços está sendo demonstrada agora, o governo não apresentou nada sobre um projeto de recuperação, porque não é a área deles, eles são unicamente fiscalistas e arrecadatórios. Então, se você juntar tudo isso, mais o cenário que estava acontecendo fora do país, passamos a analisar muito mais realisticamente do que o próprio mercado, isso fez que com a gente acertasse, e fomos os primeiros a acertar”, afirma. Ferreira destaca que quem seguiu o discurso de Guedes, não conhece Brasília. “Quem embarcou no otimismo de Paulo Guedes não conhece Brasília, errou fragorosamente. O boletim Focus também está indo em uma linha errada, dizendo que o governo reviu uma queda no PIB de 4%, isso é mentira, nós estamos em maio, podemos calcular queda no PIB de 7% com absoluta tranquilidade. O piso de queda no PIB é de 7% no mínimo”, finaliza.