Artigo: Crise na saúde mostra que prevenção é fundamental 541

“Kit básico de precaução é composto pelos seguros de vida e de saúde e os planos de previdência”

Seguro de vida. Seguro saúde. Seguro-fiança. Previdência privada. Indenização por morte pela Covid-19; despesas médicas dos infectados; cobertura de aluguel para quem está em dificuldade financeira; renda complementar ou dinheiro para emergência em situações-limite. Exemplos não faltam de indivíduos e empresas que, por terem investido previamente em determinadas proteções, agora conseguem minimizar, ao menos financeiramente, prejuízos causados pela violenta pandemia do novo coronavírus. Neste momento, há os que encontram algum conforto por saber que estão “cobertos” e outros que pretendem (ou ao menos consideram a possibilidade de) adquirir seguros. Por precaução.

Três das coberturas mais importantes agora são as de morte, invalidez e sobrevivência. O seguro de vida cobre o risco de morte – quando há uma indenização para os dependentes daquele que morreu – e o risco de invalidez, que se concretiza em uma renda, caso a pessoa não possa mais trabalhar. O risco de sobrevivência é suprido pela previdência, que servirá para complementar a renda do titular da apólice.

Seguro de vida

Cobertura financeira caso ocorram imprevistos com o titular da apólice. O seguro de vida cobre assistência funerária, doenças graves, invalidez, morte natural ou acidental e incapacidade temporária. Ao contratar o seguro, é preciso escolher o valor, as condições de indenização e as pessoas que irão recebê-la em caso de morte do segurado.

Previdência

Por meio de contribuições periódicas, o titular acumula recursos para que, ao se aposentar, ele tenha uma renda extra. Ao fim do período, é possível resgatar o valor integral (se o plano for estruturado no regime financeiro de capitalização) ou receber a renda mensal equivalente ao que contribuiu. No benefício de sobrevivência, se o segurado desistir do plano, ele também pode fazer o resgate.

Seguro-Saúde

A função desse plano é oferecer assistência médica e hospitalar em um momento de necessidade. Alternativa à rede pública de saúde, permite que o titular faça exames laboratoriais e consultas médicas onde e com quem escolher – ou seja, não é preciso recorrer a uma rede credenciada. A condição é que o cliente pague pelo atendimento na hora, para ser reembolsado depois pela seguradora. O valor a restituir depende do prêmio contratado pelo segurado – ele é fixo e as condições estão estabelecidas na apólice.

Plano de saúde é o mesmo que seguro-saúde?

Não. As duas modalidades de proteção oferecem assistência médica e hospitalar. A diferença é que o plano de saúde determina que o atendimento seja realizado em uma rede de estabelecimentos credenciados à operadora – ou seja, ao usar o plano, o titular não é livre para escolher médico, hospital ou laboratório. Na consulta ou no exame, não é necessário desembolsar nenhum valor. A tempo: atualmente, muitos planos autorizam o cliente a usar serviços fora da rede credenciada, mediante reembolso. Mas isso é caso a caso. Consulte o corretor.

Cuidados ao contratar

As questões devem ser cuidadosamente analisadas no momento da contratação de um seguro de qualquer modalidade

1. Preencha o questionário de perfil e a declaração de saúde de forma correta, sem omitir nenhuma informação.

2. Confira se as coberturas, franquias e assistências estão de acordo com sua necessidade. Antes de assinar, leia atentamente até as letras mais miúdas.

3. Ao contratar, procure por valor e não somente o menor preço – ainda que seja fundamental lidar com a realidade de seu orçamento.

4. É importante que o corretor conheça no detalhe os produtos que oferece. Ele precisa explicar todas as condições da apólice com máxima clareza. A contratação de um produto deve ser proveitosa para os dois lados, e uma relação de confiança entre cliente e corretor ajuda a obter produtos mais adequados.

Por Adriana Peranovich, corretora de seguros franqueada da rede Seguralta

PIB do 2º trimestre pode ter maiores quedas 1561

“A queda mais expressiva, deve acontecer no próximo trimestre, onde o país pode decretar oficialmente uma recessão”

Nesta sexta-feira (29), foi divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), os dados do PIB brasileiro do 1º trimestre. Segundo o IBGE, o PIB apresentou encolhimento de 1,5%, uma queda de 0,03% ao ano. Após a divulgação dos dados, o Ministro da Economia, Paulo Guedes, pediu compreensão devido ao momento delicado por conta da pandemia. O encolhimento levou o Brasil ao mesmo patamar econômico de 2012. De acordo com os dados, esta é a maior queda em um trimestre desde 2015. Mesmo que dentro do esperado, para alguns especialistas, o encolhimento foi um grande sinal de alerta.

Guto Ferreira, Analísta Político-Econômico da Solomon’s Brain, afirma que o PIB ainda não reflete 100% os impactos da pandemia. “O PIB de 1,5% não reflete ainda a crise do coronavírus (covid-19) como um todo, porque a gente ainda teve 2 meses, janeiro e fevereiro, onde a economia brasileira funcionou praticamente normal, apenas ouvindo os alertas que estavam vindo de fora, mas sem começar a implantar as medidas de restrição, distanciamento e isolamento social”. Para o Analista, a queda mais expressiva, deve acontecer no próximo trimestre, onde o país pode decretar oficialmente uma recessão. “Então, a queda abrupta mesmo vai ser no 2º trimestre, que vai ser ao final de junho. Em julho que deve ser divulgado. Agora é muito claro que se já deu uma queda de 1,5% no primeiro trimestre, também dará uma queda pelo agravamento da situação no segundo trimestre e já é a comprovação que estamos de recessão oficialmente”.

Jefferson Laatus, Estrategista-Chefe do Grupo Laatus, afirma que mesmo com a queda do consumo, o setor de agronegócios foi capaz de amortecer um pouco a queda. “O PIB hoje veio até um pouquinho melhor do que o esperado. A queda grande foi no setor de consumo, mas mais uma vez o agro protegeu o país. O agronegócio aumentou bastante sua produção e exportação, mas enquanto isso, vimos uma queda considerável no consumo das famílias e também uma queda bem expressiva na questão do comércio também”. Laatus pontua que apesar de já apresentar queda no primeiro trimestre, o segundo deve ser mais impactado por conta da pandemia do covid-19. “Mas o PIB veio menos pior, melhor do que o esperado, principalmente o anual. Mas vale lembrar que ainda esse PIB não contempla toda a questão do coronavírus. O próximo trimestre, sim. Quando sair o PIB do segundo trimestre, esse vai contemplar 100% a questão do coranavírus, e aí sim pode vir bem pior”.

Com 12,8 milhões de desempregados no país, no primeiro trimestre deste ano, o consumo caiu. Segundo o IBGE, o consumo das famílias teve queda de 2%, o que ajudou a puxar o PIB para baixo. A Sócia-Diretora da FB Wealth, Daniela Casabona, ressalta que é o menor resultado desde 2015 e afirma que os resultados deste trimestre refletem os impactos da pandemia. “O PIB do trimestre encolheu 1,5%, refletindo o menor resultado desde o segundo trimestre de 2015, o resultado reflete o isolamento social e fechamento da economia em tempos de pandemia que consequentemente ocasionou uma queda no consumo e um forte desemprego”.

Para Pedro Paulo Silveira, Economista-Chefe da Nova Futura Investimentos, o resultado veio dentro do intervalo esperado pelo mercado. “Não houve surpresa alguma, estava tudo na mediana das expectativas, sem afetar os preços de dólar e ações”. Silveira afirma que especialistas ainda estão estudando os impactos no PIB após quase 3 meses em isolamento. “Agora, o mercado estuda como precificar o próximo trimestre após este longo período em isolamento, o que significa que pode ser um trimestre bem mais severo”, finaliza.

Como liderar em meio à crise: dicas para a gestão remota 522

Líderes precisam se adaptar rapidamente às mudanças para manter o bom funcionamento das empresas neste novo contexto de trabalho remoto

A mesa de jantar que virou a mesa de escritório e, muitas vezes, compartilhada com a mesa de colégio. A pandemia do coronavírus trouxe diversas mudanças, inclusive, nas relações de trabalho. O home office já é uma realidade para mais de 70% dos brasileiros, segundo dados divulgados pela Fundação Dom Cabral. Adotado emergencialmente, sem aviso prévio, muito menos preparação, o trabalho remoto já demonstra uma aceleração de tendência, que aponta para expansão de pelo menos 30% no país mesmo após a pandemia.

E aí surge a questão: como um líder deve agir durante a crise? Coordenar equipes numa pandemia, como a causada pelo Covid-19, exige adaptações em relação às práticas habituais. Ao mesmo tempo, este momento pode ser a oportunidade para os gestores se reinventarem e criarem dinâmicas de trabalho mais eficientes para suas equipes.

A head de soluções da consultoria People Strategy, Célia Costa, ensina sobre a metodologia dos 5Cs para ser mais efetivo ao liderar uma equipe à distância. Entender o que significa cada C e como aplicá-lo no dia a dia de trabalho pode contribuir para uma gestão mais eficiente:

Comunicação: É importante manter diálogo constante com a equipe, mesmo que virtual. Uma comunicação clara é fundamental para que os líderes possam reconhecer necessidades e dificuldades. Sem isso, fica difícil dar o necessário para que a equipe entregue bons resultados.

Compartilhar: Dividir os erros e acertos, sempre com clareza do que seriam as melhores práticas é indispensável para o alinhamento da equipe frente aos desafios. Uma ideia aqui é estabelecer reuniões diárias com os colaboradores. Investir em estabelecer e ampliar essas conexões faz toda a diferença.

Cooperar: Operar em conjunto em prol de um resultado comum é o que motiva e impulsiona colaboradores. Criar equipes multidisciplinares para diferentes tarefas pode ser uma ótima ideia neste novo cenário. Testando novos formatos conseguimos novos insights e resultados melhores.

Confiança: É imprescindível entender como as pessoas operam. Confiança e clareza de todos os lados são necessárias para um fluxo de trabalho transparente e realmente efetivo.

Cumplicidade: É o estágio avançado da confiança. Construir o sentimento de equipe e a responsabilidade do grupo é o cenário ideal para um trabalho bem alinhado e resultados mais eficazes.

Investir na ampliação e sintonia entre os 5Cs gera um aumento do compromisso e resultado da sua equipe. Como o futuro é imprevisível, o ideal é que os líderes saibam usar este momento para aproveitar as oportunidades que este novo formato de trabalho pode trazer. Teste possibilidades, construa parcerias e invista em conhecer melhor suas próprias competências para alcançar resultados maiores e melhores.

As consequências da pandemia no mercado de seguros em debate 524

Live da ANSP contou com a participação do Diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal

A pandemia vai passar, mas o vírus de mudanças no setor segurador, não. Esse parece um diagnóstico comum dos especialistas que participaram do evento Café com Seguros da ANSP (Academia Nacional de Seguros e Previdência), por meio da live “As consequências econômicas da pandemia no Mercado de Seguros”, ocorrida nesta quarta-feira. Entre os debatedores, o Diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal. A seu lado, o economista Francisco Galiza, o corretor de seguros Arnaldo Odlevati Júnior, do Sincor-SP, Paulo Marraccini, vice-presidente da ANSP e João Marcelo dos Santos, Presidente da ANSP. O painel foi mediado pelo jornalista Paulo Alexandre.

Inicialmente, Alexandre Leal, assim como fizera Francisco Galiza, destacou que a guinada digital do setor, que colocou praticamente 100% de seu quadro funcional em regime de home office para protegê-lo da pandemia a partir de março, demonstrou alta eficiência e um avanço enorme de gestão ao manter o padrão de seus serviços remotamente prestados a segurados e corretores de seguros.

Ele falou sobre perspectivas do setor e reconheceu que o ambiente de negócios se tornou muito mais desafiador em função da pandemia. Ainda que a trajetória do setor apresente crescimento na média móvel de 12 meses fechados até março ou no resultado do trimestre, os primeiros sinais de desaceleração de prêmios são visíveis no comparativo mês a mês (na margem), uma tendência que deve se aprofundar durante todo o ano.

Reforça essa percepção o fato de o setor seguir o rastro da economia- e os dados mais recentes indicam uma recessão de 6% do PIB neste ano- e dos impactos disso sobre a renda e emprego. De qualquer forma, o setor se comporta de forma resiliente em períodos de crises, apresentando historicamente um desempenho sempre melhor que a média da economia em geral, acrescentou ele.

A pandemia, pelo lado do sinistro, deve pressionar as carteiras de saúde suplementar e o seguro de vida, no segmento de benefícios, e produzir alguma contaminação no resultado de carteiras de Danos e Responsabilidades, como é o caso do seguro de Automóvel, propenso a conviver com uma queda na sinistralidade, efeito direto da quarentena e restrição ao funcionamento das atividades não essenciais, acompanhada de retração de receitas de prêmios, uma decorrência direta da recessão.

Alexandre Leal manifestou preocupação com os impactos da agenda legislativa sobre o setor, caso algumas de suas propostas prosperem, já que podem agravar a taxa de sinistralidade e afetar as receitas das empresas, simultaneamente. Há projetos que estabelecem o pagamento de eventos relacionados à pandemia, não cobertos pela pólice, sem a contrapartida de prêmios, e a manutenção de coberturas a inadimplentes, criando um ambiente de muita incerteza.

Outros temas do debate foram a demanda de crescente proteção de seguros pelos consumidores, com cenários promissores para as apólices de Vida, Previdência e Riscos Cibernéticos gradualmente, a necessidade de os corretores diversificarem sua produção, ainda muito concentrada em Automóvel, os impactos do home office na concentração de renda, o uso de tecnologias para antever riscos, inclusive novas pandemias, e o consenso de que o mercado se tornará mais robusto nos próximos anos.

Artigo: A transformação digital nunca foi tão urgente 533

Ferramentas modernas são decisivas para a sobrevivência das empresas em meio à crise

Não é novidade: a tecnologia facilita a vida das pessoas e das empresas. Contudo, em tempos de pandemia, o valor da inovação se mostrou ainda maior. O home office e o delivery se tornaram as principais alternativas das corporações para manterem os negócios. Nesse cenário, o investimento em sistemas de ponta nunca foi tão urgente.

A aposta em transformação digital gera um aumento de 92% no faturamento em vendas. É o resultado de estudo desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo – SBVC em parceria com o Oasis Lab Innovation Space. Para as organizações entrevistadas, a ação resulta em um diferencial competitivo no mercado. Portanto, se atentar a esse fator é decisivo em tempos de crise!

Quem lida com atendimento também precisa se preparar com dispositivos modernos. Os recursos tecnológicos são uma saída para proporcionar mais independência aos clientes. Além disso, diminuem despesas operacionais e facilitam a manutenção. Dessa maneira, tanto a vida do usuário quanto a dos empresários fica mais fácil.

Minha recomendação é: aproveite a tecnologia! Nas ligações, também se pode contar com esse auxílio. Por meio de Unidades de Resposta Automática – URAs customizadas é possível realizar atendimentos completos sem a necessidade de direcionamento para um operador. Os projetos são elaborados em conjunto com os clientes, visando a criação do recurso mais completo possível, capaz de preencher qualquer lacuna existente na operação.

Algumas lojas já utilizam essa ferramenta de maneira integrada ao sistema de vendas. Desse jeito, o consumidor não precisa falar ou depender de alguém para informar o status de seu pedido, por exemplo. Ele consegue fazer o rastreamento das demandas por meio do atendimento eletrônico da URA.

Períodos de crise vem e vão, às vezes de maneira inesperada. A única forma de sobreviver é saber se adaptar com eficiência, segurança e economia. Minimize os riscos por meio da transformação digital!

* Por Giovane Oliveira, diretor de tecnologia da Total IP – Soluções e Robôs para Contact Centers.

Seguro para celulares cresce na pandemia 693

De acordo com a FenSeg, os consumidores estão percebendo que o smartphone se tornou um item de primeira necessidade

O Globo conta que o mercado de seguros para celular, que já registrou crescimento de 35% nos primeiros quatro meses deste ano, tende a ganhar ainda mais fôlego com a crise gerada pela pandemia do coronavírus. De acordo com a Federação de Seguros Gerais (FenSeg), vem aumentando a percepção entre os consumidores de que o smartphone está se tornando cada vez mais um item de primeira necessidade. Prova disso é que, desde que começou o isolamento social, em meados de março, as vendas por proteção pela internet já aumentaram cerca de 90%.

De olho nesses números, a Samsung lança hoje seu programa de seguros para celulares, chamado de Care+. “A Samsung é a primeira fabricante a disponibilizar ao consumidor brasileiro um programa proprietário de seguro para smartphones contra roubo, danos acidentais e tela quebrada”, disse Bruno Costa, gerente sênior de conteúdos e serviços para a área de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

O potencial de crescimento no setor é grande, avalia Luis Reis, presidente da Comissão de Seguros de Garantia Estendida e Afinidades da FenSeg. No ano passado, cerca de 15% dos 45 milhões de celulares vendidos no Brasil foram cobertos por seguro contra roubo, furto e danos acidentais.

“A demanda por seguro de celular vem aumentando e deve crescer ainda mais forte após a pandemia. Isso porque as pessoas vêm percebendo que o smartphone é um item cada vez mais essencial com o crescimento das videoconferências e até da telemedicina. Mesmo com a incerteza macroeconômica, o desejo das pessoas em proteger o celular vai continuar”, avaliou Reis.

Costa, da Samsung, destacou que neste primeiro momento, a fabricante vai oferecer quatro tipos de seguros para o celular, como o de garantia estendida, roubo e/ou furto qualificado, quebra acidental nos aparelhos e uma versão chamada Combo, que inclui roubo e/ou furto qualificado e quebra acidental.

“No primeiro ano, o nosso programa de seguro vai permitir até dois eventos por ano. O mercado tem um potencial grande de crescimento”, explicou Costa, lembrando que é a própria fabricante que cuida da gestão, atendimento e reparo do programa.

Mas contratar um seguro para celular exige atenção. Segundo a FenSeg, o prêmio individual (custo da apólice) varia de 15% a 25% do valor do smartphone. Esse tipo de seguro possui uma franquia obrigatória, da ordem de 20% do valor do aparelho. A estimativa é que a arrecadação anual em prêmios seja de R$ 1,5 bilhão. Segundo Reis, da FenSeg, o seguro para celular é um dos que mais crescem:

A pandemia acelerou a venda online de seguros. Antes a internet era apenas uma tendência, mas hoje se tornou um canal importante. O mais importante antes de fazer um seguro é entender qual tipo de cobertura está sendo contratada.