Pandemia consolida telemedicina como nova opção aos pacientes 494

Presidente da FenaSaúde também apontou o home office como tendência que ganha força na atualidade

A telemedicina se consolidou na crise e será a tendência na saúde no mundo pós-pandemia. O instrumento funcionará como importante alavanca para ampliação do acesso da população a diagnósticos e à assistência e também permitirá maior eficiência nos tratamentos.

“Nesse período de isolamento, a telemedicina tornou-se uma solução viável, amigável, como ferramenta de ajuda e suporte para manter as pessoas em tratamento e acompanhamento. Reduziu idas desnecessárias aos prontos-socorros e orientou os pacientes, inclusive aqueles com suspeita de Covid-19”, afirmou o presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima.

Ele participou do webinar “Produtos de Seguros Pós-Covid-19: Adaptação ou Revolução?”, promovido pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).

A telemedicina tem se espalhado rapidamente em várias de suas modalidades, seja teleconsulta, telemonitoramento, teleinterconsulta (entre dois profissionais de saúde), teletriagem e telediagnóstico, entre outros. “Por pressão da sociedade, em razão da pandemia, finalmente a telemedicina, em formato de teleconsulta, acabou sendo regulamentada pelo Conselho Federal de Medicina, mesmo que por prazo determinado”.

As operadoras evoluíram anos nestes últimos meses na implantação de soluções tecnológicas para viabilizar a telemedicina nos seus mais variados formatos, avalia Amoroso Lima, que também é vice-presidente do grupo NotreDame Intermédica. “Certamente haverá um processo de ajuste, com erros e acertos, dos pontos de vista regulatório, da ética médica. Mas acho que a telemedicina veio para se consolidar”.

Além da telemedicina, o presidente da FenaSaúde apontou o home office como tendência que ganha força na atualidade. “Terá impacto significativo na organização das empresas, na forma como nos relacionamos e trabalhamos”. Outra mudança decorrente da pandemia são as soluções digitais de interação entre beneficiários, operadoras e suas respectivas redes de atendimento: “Está claro o salto que o sistema privado está dando neste momento em seu processo de digitalização”.

Junto com o presidente da FenaSaúde, também participaram do webinar o presidente da CNseg e diretor-presidente da Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta (Fenaseg), Marcio Coriolano; o presidente da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) e CEO da Chubb Seguros Brasil, Antonio Trindade; o presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi) e presidente da Bradesco Vida e Previdência e da Bradesco Capitalização, Jorge Nasser; e o presidente da Federação Nacional de Capitalização (FenaCap) e diretor comercial da Brasilcap Capitalização, Marcelo Farinha.

Em sua participação no webinar, Amoroso Lima também chamou atenção para “mitos e desinformações” que têm prejudicado a compreensão de aspectos envolvendo a saúde suplementar, a começar pela proposta de gestão de leitos privados pelo SUS. “Somos fortemente contra essa medida, porque ela vai desorganizar o sistema privado, que, apesar de todos os desafios, está funcionando bem”. Segundo Amoroso Lima, faltam ao país sistemas de tecnologia, processos, critérios, parâmetros de remuneração e sistemas de monitoramento de leitos para implantar a iniciativa de maneira adequada e eficaz.

Outro risco surgido na pandemia são projetos legislativos que, em geral, buscam manter as coberturas em caso de não pagamentos pelos contratantes. São, avalia ele, iniciativas que, no fim das contas, mais prejudicariam do que protegem a sociedade. “Se há um setor que temos de manter a capacidade operacional é o de saúde. De 85% a 90% das receitas das operadoras são repassadas à cadeia produtiva, em especial hospitais. Redução de receitas leva a um efeito dominó para toda a cadeia produtiva da saúde”.

Esta foi uma das razões pelas quais as associadas à FenaSaúde não aderiram ao termo de compromisso proposto pela Agência Nacional de Saúde Suplementar para liberar o acesso às reservas e provisões técnicas mantidas pelas operadoras: “As operadoras, seguindo normas de governança e de responsabilidade, julgaram que o risco de inadimplência poderia gerar um impacto negativo muito maior do que o próprio benefício da utilização parcial das reservas”.

Previdência privada: entenda quando contratar, quanto investir e qual plano escolher 824

Executiva da Porto Seguro dá dicas para quem pretende aderir à ferramenta

Fernanda Pasquarelli, é Diretora da Porto Seguro Vida Previdência e Investimentos na sede da empresa em São Paulo. Foto: Fernando Martinho

Embora os planos de previdência privada sejam lembrados muitas vezes como um investimento complementar aos benefícios pagos pelo INSS, as vantagens proporcionadas pela ferramenta vão além do complemento à aposentadoria. É o que diz Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida e Previdência da Porto Seguro.

Segundo a executiva, ao investir em um plano de previdência, as pessoas conseguem manter no futuro tudo o que conquistaram ao longo da vida. “Elas ainda podem realizar projetos pessoais, como um intercâmbio ou a compra de um imóvel, por exemplo”, reforça.

Outra vantagem proporcionada pelos planos de previdência privada é a possibilidade de incluir coberturas de seguros em casos de invalidez e falecimento e pensões ao cônjuge, aos filhos menores ou por um prazo determinado até que a família possa se reequilibrar financeiramente.

Fernanda lista algumas dicas para auxiliar quem pretende contratar um plano de previdência complementar.

Quando investir: embora não exista idade certa para o início das contribuições, o ideal é que isso seja feito o quanto antes. “Quanto mais cedo se contratar uma previdência privada individual, maior será a reserva acumulada lá na frente e com menos esforço, pois as aplicações serão diluídas no tempo” afirma.

Quanto acumular para o futuro: um exemplo de como é importante começar cedo é quando o cliente contrata um plano aos 20 anos de idade. Com R$ 200 por mês, ele terá acumulado em torno de R$ 500 mil quando chegar aos 65 anos. Já quem tem 30 anos de idade precisará aplicar R$ 375 mensais para alcançar a marca de meio milhão de reais na mesma faixa-etária. Isso considerando uma rentabilidade conservadora de 6% ao ano e sem aportes extras.

Quanto aplicar: um plano de previdência privada permite que seu contratante contribua mensalmente a partir de R$ 100, valor que pode aumentar de acordo com a renda e com o planejamento do investidor. Mas também é possível realizar aportes em qualquer momento, no valor que quiser. Aportes são importantes principalmente quando a pessoa começou a investir mais tarde. Ela terá condições de recuperar o que não investiu antes. Uma dica da executiva é aproveitar parte do 13º salário e da Participação nos Lucros para planejar seu futuro financeiro.

Qual plano escolher: na modalidade PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), o cliente consegue deduzir as contribuições em até 12% da sua renda bruta anual. Nestes casos, o plano funciona como um adiamento do imposto, pois na hora de fazer um resgate ou receber a renda haverá a cobrança do IR. Portanto, a dica é reaplicar no próprio plano os valores a mais da restituição ou do pagamento a menos de IR. Já a modalidade VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) é mais adequada para quem declara Imposto de Renda no modelo simplificado. “Embora não seja dedutível do imposto de renda, a tributação sobre o valor de resgate ou de recebimento do benefício será apenas sobre o rendimento acumulado”, conclui Fernanda Pasquarelli.

Susep realiza Webinar sobre o Sistema de Rating 855

Projeto de implementação do sistema será apresentado no evento

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) realizará hoje, 03 de junho, às 11h, um webinar sobre o Sistema de Rating da Autarquia. O objetivo do evento é apresentar o projeto de implementação do Sistema de Rating da Susep e esclarecer como ele se insere no novo modelo de supervisão da autarquia, abordando tanto os aspectos de supervisão prudencial como de conduta. Participarão do webinar os coordenadores de áreas técnicas, a superintendente da Susep, Solange Vieira, e o diretor Vinicius Brandi.

As inscrições para o webinar são limitadas e devem ser realizadas neste link.

A iniciativa visa contribuir para o aperfeiçoamento das atividades de supervisão da Susep, bem como fornecer informações que podem sugerir a adoção de melhores práticas de gestão por parte das empresas supervisionadas.

Roberto Santos participa de projeto do CVG-RJ 779

Roberto Santos é o novo presidente executivo da Porto Seguro / Divulgação

O presidente da Porto Seguro aborda em artigo publicado no site da entidade o novo relacionamento adotado pela seguradora durante a pandemia

Nesta quarta-feira, 3, a série de artigos do CVG-RJ conta com a análise do presidente da Porto Seguro, Roberto Santos, sobre “O novo relacionamento no setor de seguros”. No texto, o executivo explica como a seguradora está lidando com a pandemia e destaca as iniciativas da empresa voltadas para o corretor de seguros.

“Desde março, desenvolvemos diversas frentes para auxiliar na sustentação dos negócios dos nossos corretores parceiros e garantir que as pessoas continuem protegidas, assim como os seus bens”, afirma. O sitewww.cvgrj.com.br, salienta que a maior parte dos funcionários da Porto Seguro está atuando de casa. “E a orientação a parceiros e corretoras é que considerem a possibilidade de trabalhar em home office, concedendo maior segurança e saúde a todos”, acrescenta o executivo.

Roberto Santos enfatiza, ainda, que a companhia vinha investindo, bem antes da Covid-19, em ferramentas tecnológicas. No artigo, ele traz como exemplo emblemático o Portal Corretor Online, canal em que a empresa publica notícias e orientações que mantêm os parceiros próximos das informações da seguradora. O presidente dá destaque, ainda, ao novo perfil da Porto Seguro no Instagram. “O Corretor é Pra Sempre (@corretoreprasempre) aproveitará a linguagem das redes sociais para facilitar o entendimento das notícias divulgadas pela companhia”.
A cada semana, uma nova análise de especialistas do mercado em relação ao momento atual, diante da pandemia do Coronavírus, é publicada no site do CVG-RJ.

Agrifoglio Vianna investe em criatividade para combater o Covid-19 2118

Escritório criou campanha que visa trazer aos colaboradores a sensação de acolhimento na retomada das atividades presenciais

O escritório de advocacia Agrifoglio Vianna decidiu apostar na leveza e no ambiente positivo durante este período de retomada gradual das atividades, sem perder o foco de prevenção contra a pandemia do coronavírus. O projeto traz modificações na sinalização interna do escritório, como forma de conscientizar, informar e trazer segurança aos colaboradores da empresa em relação ao Covid-19. A ideia propõe uma comunicação positiva, trazendo pontos de reflexão e de conforto em todos os ambientes.

Logo na entrada, a pessoa se depara com um totem de álcool em gel interativo e informativo. Ele é ilustrado com ícones que mostram a forma correta de se higienizar as mãos. O totem tem um mecanismo prático, pois, para que o álcool caia do recipiente, basta pisar no suporte do material. O adesivo colado na porta de vidro da sala de espera traz dizeres simples e acolhedores, perguntando como a pessoa está se sentido e convidando-a a respirar profundamente. O objetivo é que, assim, ela entre no ambiente se sentindo segura e abraçada. Esse mesmo acolhimento está explícito na parede atrás da recepção, com um quadro sugerindo que a pessoa carregue consigo sentimentos como esperança, amor, coragem, paz, leveza e serenidade.

Ainda nesse intuito de humanização, mas agora com a ideia de trazer um pouco de cor e alegria para quem lê, um quadrinho menor em outra parede do escritório sugere algumas ações para que a pessoa se sinta bem, como manter o contato virtual com quem ama, refletir sobre pequenos prazeres do dia e criar um momento de autocuidado.

As demais salas do escritório também estão supridas de álcool em gel preso a suportes ilustrados com ícones que reforçam a forma correta de se higienizar as mãos. Segundo os executivos da Agrifoglio Vianna, a ideia aqui é trazer um conhecimento mais profundo, incentivando a pessoa a higienizar suas mãos. Para dar suporte a toda essa sinalização, também foram criados alguns materiais digitais, como um pop up no site do escritório informando aos colaboradores que a empresa está funcionando com todos os cuidados necessários, uma frase apoiando as assinaturas de e-mail e cards informativos para serem enviados pelos canais de comunicação.​

Presidente da Icatu Seguros é o convidado do “Conversa com especialista” desta quinta 2835

Luciano Snel falará sobre momento atual e também fará análises do mercado

Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros, é o convidado da live realizada pela companhia nesta quinta-feira, 4, às 11h. O executivo falará sobre as medidas adotadas pela Icatu para enfrentar o momento atual, trazendo também insights do mercado segurador no cenário de crise deflagrado pelo avanço do coronavírus.

A live faz parte da programação “Conversa com especialista”, realizada pela Icatu semanalmente, sempre às quintas-feiras, em seu canal no YouTube, com o intuito de levar informação e esclarecimentos sobre o panorama econômico a clientes, corretores e parceiros. Casas como Adam Capital, Alaska, AZ Quest, ARX, Vinci Partners, Kinea, Schroders e Sparta já participaram dos encontros, além da economista-chefe da Icatu, Victoria Werneck.

Para acompanhar a live ou assistir os encontros já realizados, basta acessar:
https://www.youtube.com/channel/UCVyRx2WhYj1nfFc-BEtjBKw