Webinar da Unisincor fala sobre seguro para riscos ambientais 795

Tema foi debatido pelos especialistas Walter Polido, Fábio Barreto e Nathália Gallinari

A Universidade Corporativa Sincor (Unisincor) e a Conhecer Seguros promoveram nesta quarta-feira (20) um webinar para abordar o seguro ambiental no Brasil, ramo ainda pouco explorado. O tema foi debatido pelos especialistas Walter Polido, Fábio Barreto e Nathália Gallinari.

Na abertura do encontro, Polido fez uma retrospectiva histórica do ramo, apresentando os modelos internacionais, seu desenvolvimento no Brasil e os diversos movimentos que buscam tornar o seguro ambiental obrigatório. Sobre este último tópico, o especialista ressaltou sua posição contrária à obrigatoriedade. “Muitos falam a favor de tornar o seguro ambiental obrigatório, mas sabemos que determinados riscos não são aceitos pelas seguradoras, ainda mais em um País cheio de desigualdades e com diversas situações preexistentes corriqueiras”.

Polido deu como exemplo o modelo adotado pela Europa, que colocou como obrigatória a apresentação de alguma garantia, entre elas, o seguro. “Esse é o modelo mais moderno e democrático, já que traz um caráter opcional. Observamos que, toda vez que ocorre um sinistro no Brasil, surgem novos projetos de lei para tornar o seguro obrigatório, mas da mesma maneira que eles surgem, acabam morrendo. Isso porque não apresentam uma discussão madura, ouvindo as partes, principalmente as seguradoras, que são as tomadoras dos riscos”, apontou. Por fim, Polido lembrou da importância de o corretor de seguros analisar as situações e apresentar propostas de solução para os riscos ambientais dos seus clientes, sendo este o papel central da sua atividade.

Falando sobre as coberturas do seguro ambiental, Barreto dividiu em três pilares: o segurado, as reclamações relacionadas a terceiros e a compensação dos danos. O professor da Unisincor também exemplificou clientes em potencial, como indústrias, shoppings centers e empresas focadas em gerenciamento de resíduos. “O ramo é complexo e técnico para se trabalhar, não abre margem para erro ou aventura. Os sinistros não acontecem corriqueiramente, mas quando surgem, trazem como característica principal a severidade”, destacou Barreto.

Pensando no corretor de seguros, Barreto reforçou a parceria das seguradoras em auxiliar no momento da oferta ao cliente em potencial. “O seguro ambiental não é fácil de ser vendido, isso porque o segurado não enxerga sua exposição ao risco. Por isso, como segurador posso dizer que ajudamos o corretor nessa abordagem de vendas, para materializar o dano e tornar os riscos mais perceptíveis ao cliente”.

Já a especialista Nathália Gallinari abordou questões de infraestrutura, exemplificando riscos mais tratados pelas companhias. “Podemos falar sobre escavações, pavimentações e obras em geral que podem gerar poluição atmosférica, assoreamento de rios, liberação de produtos tóxicos no ambiente, cujo processo de descontaminação é bastante complexo”.

Nathália também mencionou as modalidades de produtos e setores com alta na demanda pelo seguro. “Em geral, existe uma flexibilidade para estabelecer apólices de acordo com a realidade do segurado. Em relação ao crescimento na procura, o segmento que mais tem contratado é o setor energético, como também portos, tanto na construção de novos como em dragagens”.

O tema da live “O Seguro Ambiental como Instrumento de Garantia Econômica” será ofertado, em breve, no formato de curso online pela Unisincor.

AXA lança série para reforçar a importância do Seguro de Vida para PME 855

Materiais digitais estão prontos para o corretor usar em suas redes ou enviar pelo whatsapp, auxiliando na abordagem de venda digital

André Calazans, Superintendente Técnico de Vida & Parcerias da AXA no Brasil

A AXA no Brasil criou uma série de pílulas para trazer informações relevantes sobre o seguro de vida para PMEs. São temas como produtividade, benefícios utilizados em vida e também nos bons momentos – quebrando um tabu que cerca o seguro de vida, muito ligado aos casos de falecimento ou acidente. A série é parte das iniciativas da companhia para reforçar a proximidade com o corretor e para apoiá-lo no momento da venda, sobretudo na abordagem digital.

“Fizemos uma live em nosso Instagram com o Interney, um grande influenciador quando o assunto é internet, para falar sobre uso de redes sociais para prospectar e vender. Está claro que todos precisamos estar presentes nas redes e o corretor não foge a isso. Esses materiais estão prontos para uso nas redes e no whatsapp. Isso reflete nossa proposta de valor: experiência digital humanizada e suporte a vendas”, afirma Danielle Titton Fagaraz, Gerente de Marketing Estratégico da AXA no Brasil.

O Seguro Vida Flex da AXA no Brasil atende as necessidades das pequenas e médias empresas que tenham entre 5 e 500 colaboradores, além de possibilitar a inclusão de cônjuges e filhos. A contratação é simples e rápida, através do Portal do Corretor.

“Esse produto é uma alternativa para complementar o pacote de benefícios oferecidos pelos empresários aos funcionários garantindo segurança e bem-estar. Afinal, proteger quem trabalha do seu lado também é proteger seu negócio. Isso traz mais tranquilidade para os imprevistos do dia a dia” afirma André Calazans, Superintendente Técnico de Vida & Parcerias da AXA no Brasil.

Dentre as principais coberturas, estão: morte, invalidez permanente por acidente, invalidez funcional permanente por doença; despesas médicas, hospitalares e odontológicas por acidente; cesta básica; e assistência funeral. O funcionário pode contar, ainda, com cesta natalidade em caso da chegada de um novo membro na família e com assistência residencial.

SulAmérica integra novamente índice de sustentabilidade FTSE4Good 569

Pelo quarto ano consecutivo, seguradora é confirmada em índice internacional de companhias com fortes práticas ambientais, sociais e de governança

A SulAmérica foi confirmada novamente no FTSE4Good Index Series, um dos mais importantes índices internacionais de sustentabilidade e que é aferido pela Financial Times Stock Exchange (FTSE) Russell, uma divisão da bolsa de valores de Londres. O FTSE4Good é composto por companhias de capital aberto comprometidas com questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG), a partir de rígidos critérios de seleção que consideram mais de 300 indicadores. A SulAmérica compõe o índice desde que ele se tornou disponível para mercados emergentes, em 2016, e apresenta nesta quarta edição um desempenho superior ao da última, com aumento de pontuação (de 3,9 para 4,3, numa escala de 0 a 5).

“A SulAmérica é uma empresa comprometida com a adoção das melhores práticas ambientais, sociais e de governança e com a inserção da sustentabilidade na estratégia de negócios. Trabalhamos para promover uma vida saudável e bem-estar para todos, que é um dos objetivos de desenvolvimento sustentável da ONU, e cuidar da saúde física, emocional e financeira dos nossos clientes com um olhar único de proteção. A confirmação no FTSE4Good representa um reconhecimento do impacto positivo da companhia na sociedade”, afirma o superintendente de Sustentabilidade da SulAmérica, Tomás Carmona.

A SulAmérica é signatária do Pacto Global, dos Princípios para a Sustentabilidade em Seguros e, por meio da asset SulAmérica Investimentos, dos Princípios para o Investimento Responsável, que são iniciativas ligadas à ONU e servem para direcionar a forma como a companhia gerencia riscos e oportunidades socioambientais e se relaciona com a sociedade. A seguradora também foi a primeira do ramo no Brasil a empregar a metodologia GRI (Global Reporting Initiative) para reportar indicadores socioambientais, em 2008.

Em nome da garantia do benefício e do equilíbrio das finanças 638

Sharecare destaca principais desafios da gestão de planos de saúde empresarial

Para boa parte dos especialistas, a gestão de planos de saúde empresarial é um processo crucial para qualquer organização que almeja garantir o uso adequado do benefício e o equilíbrio das finanças. Sem ela, o cenário financeiro pode ficar cada vez mais nublado, sobretudo devido aos custos dos serviços.

“Por isso, é importante entender exatamente quais são os desafios nessa gestão, visando à elaboração de estratégias para solucioná-los com base em dados confiáveis. Do contrário, o achismo pode levar a empresa a sofrer com absenteísmo, gastos excessivos com os planos e baixa produtividade no trabalho”, enfatiza nota da Sharecare.

Pensando nesse contexto, a diretora de Produtos e Soluções Digitais da empresa, Ana Claudia Pinto, discorre a seguir sobre os desafios da gestão de planos de saúde e o que fazer para superá-los:

Os desafios da gestão de plano de saúde empresarial

De forma geral, como explica Ana Claudia, o maior desafio é fugir do aumento dos custos. A gestão de planos de saúde empresarial emerge como um processo que não é assimilado com tanta naturalidade pela área de RH. Afinal, uma coisa é oferecer o benefício; e outra é ter capacitação profissional para lidar com suas especificidades.

Os serviços de saúde têm um custo direto, aquele relacionado a cirurgias, consultas e gastos gerais. Na prática, reduzi-lo já é um grande desafio — tanto que boa parte das empresas sofre com gastos crescentes, principalmente com o uso inadequado dos serviços, que ocorre quando o funcionário não sabe exatamente a qual canal de atendimento ou especialista recorrer.

Reduzir custos indiretos

Nas palavras de Ana Claudia, a empresa tem que lidar com uma série de questões que “envolvem muitos custos indiretos”. Dois bons exemplos seriam a desmotivação do empregado e o absenteísmo. A faixa etária média nas empresas, por exemplo, é de 32 ou 33 anos, segundo a especialista. Nesse grupo, “os problemas mais recorrentes são de ortopedia, porque há muitas indicações de cirurgias, as quais nem sempre são necessárias“, ela explica.

“Esse ponto é preocupante, tanto pelo custo direto, quanto pelo custo indireto que se perde com absenteísmo. A ortopedia é uma das causas mais frequentes de falta dos colaboradores ao trabalho”, ela completa. Para ir além, a redução da sinistralidade dos planos, por exemplo, é outro desafio que cresce a cada ano, já que o impacto negativo é dobrado, se considerarmos não só o aumento dos custos, mas fatores econômicos, como a inflação.

Reduzir nível de estresse e ansiedade

Transtornos mentais como ansiedade e depressão também se tornaram preocupações maiores no mundo corporativo. O impacto no bem-estar dos funcionários — e na produtividade da empresa — pode ser enorme. Ana Claudia explica que são quadros que podem tirar mesmo as pessoas mais produtivas do ambiente de trabalho, gerando casos de absenteísmo difíceis de gerenciar. Para complicar, esse tipo de problema tende a vir acompanhado de outras doenças crônicas.

Preservar o sigilo

Problemas de saúde são questões de cunho pessoal. Nem todo mundo se sente confortável para tratar disso abertamente. Logo, a empresa se depara com um obstáculo para o próprio mapeamento da população. Mesmo quando a identificação de um quadro clínico é feita, os funcionários temem que suas informações não sejam mantidas sob sigilo. Esse é um problema que pode ser resolvido com soluções de saúde e o apoio de quem é especialista no assunto.

As melhores práticas para solucionar esses problemas

O primeiro passo para uma abordagem efetiva é fazer um levantamento claro sobre quais são os problemas existentes e, a partir desse panorama, definir as prioridades. Esse mapeamento pode ser feito com soluções clínicas específicas.

Adote uma modelagem preditiva

A modelagem preditiva é uma metodologia baseada em algoritmos matemáticos e estatísticos, cuja função é gerar previsões sobre o risco de um determinado evento ocorrer em um intervalo de tempo futuro. No contexto da saúde nas empresas, ela é aplicada para delimitar grupos de risco, apontando quais problemas merecem atenção especial na população.

Ana Claudia exemplifica: “se uma população conta com 500 hipertensos e a empresa só tem condições para priorizar o cuidado em 100 pessoas, a modelagem preditiva ajuda a encontrar o funcionário que tem mais risco“. A partir dessas informações, é desenvolvido um trabalho de saúde preventiva.

Na prática, o resultado é uma economia geral de custos — tanto por evitar que quadros piores se desenvolvam, quanto pelo direcionamento das pessoas para um comportamento de autocuidado. Isso significa conscientizar, educar e informar sempre que preciso, promovendo a adoção de hábitos mais saudáveis e evitando a necessidade de visitas constantes ao pronto-socorro ou à clínica.

Gestão de dados em saúde

Outra iniciativa importante é a adoção de ferramentas que permitam gerenciar os dados com mais eficiência. O aplicativo Sharecare, por exemplo, conta com uma funcionalidade chamada RealAge, que calcula a idade real do corpo com base em indicadores de saúde inseridos na plataforma.

A partir desses dados, “é possível ter um mapeamento muito claro dos problemas que a empresa tem”, conta Ana Claudia. Além de promover reduções de custos importantes, o método respeita as demandas dos funcionários por privacidade das informações.

“A avaliação permanece sigilosa. A empresa não fica sabendo da condição específica do paciente, mas sabe que há uma porcentagem de pessoas com a condição X. Então, por meio do cruzamento de dados, pode encaminhar as pessoas para os programas sem que essa informação tenha que ter o nome de alguém”.​

Ação da Chubb prestigia corretores que apresentarem novas propostas 1279

Promoção é voltada para os produtos PME e Residencial 

A Chubb está prestigiando os seus corretores parceiros e promete levá-los à Itália sem sair de casa. Para cada R$ 3 mil em novas propostas dos produtos PME ou Residencial, o presente será um Kit Moka, com cafeteira italiana e um par de xícaras exclusivas.

A ação especial será válida de 04 a 06 de agosto. O super presente é limitado a três unidades por corretora. Clique na imagem ao lado e confira mais detalhes.

Ciclone bomba: seguros minimizam perdas 18481

Este e outros destaques estão na edição 238 da Revista JRS; Confira

Em decorrência da pandemia do coronavírus no Brasil, a absoluta relevância da indústria seguro como prestadora de serviços que atenuam a ansiedade com as incertezas do que pode acontecer amanhã já estavam vindo à tona para as pessoas menos avisadas sobre o segmento. Essa importância do setor teve novo realce no final do junho e começo de julho, quando o ciclone bomba provocou centenas de prejuízos materiais e pessoais à população dos estados do Sul do país.

É claro que os persistentes efeitos da Covid-19 no mercado segurador e a atuação das seguradoras e corretores de seguros em reparar os danos provocados pelas tempestades em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul estão em destaque nesta edição da Revista JRS. Há espaço, claro, para boas notícias, como as novas práticas e o lançamento de produtos que empresas do setor vêm efetivando em adaptação ao novo perfil do consumidor brasileiro e à necessidade de se implementar ferramentas digitais para dar continuidade ao trabalho.

Não deixe de acompanhar as próximas páginas. Constate que, embora, o vírus e o ciclone tenham gerado muita dor, o ser humano e, em especial, os operadores em seguros estão tirando lições práticas do atual momento, para recuperar parte da segurança das pessoas.