Dicas para destacar a sua empresa no ambiente digital 573

Segundo pesquisa, as compras online devem gerar faturamento de R$ 90,7 bilhões em 2020, com crescimento de 21% em relação ao ano passado

O crescimento do comércio eletrônico já era uma tendência e uma crescente no mercado de vendas, nacional e internacional. A partir do fechamento obrigatório de estabelecimentos de comércio e serviços não essenciais como medida de combate a pandemia do novo Covid-19, comprar online tornou-se uma forma de continuar fazendo compras, desde supermercados, até roupas, eletrônicos e outros artigos.

Neste cenário, para muitos lojistas, vender pela internet se tornou a melhor (e em alguns casos a única) opção para continuar realizando seus negócios. Muitos empresários estão criando a sua loja virtual ou entrando em marketplaces – plataformas online mediada por uma empresa em que vários fornecedores se inscrevem e vendem seus produtos.

No Brasil, diversos marketplaces ganharam força nos últimos anos – e com a pandemia ainda mais relevância. Entre os principais podemos citar o Mercado Livre, Amazon, B2W, Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Carrefour, entre outros. Se no mundo das vendas online, o marketplace é um shopping virtual, é bem interessante para o lojista estar inserido no canal de vendas para aumentar seu faturamento, conseguindo maior visibilidade e consequentemente, novos clientes.

De acordo com Sidney Zynger, especialista em comércio eletrônico e diretor de marketing do Bling (https://www.bling.com.br/) – sistema de gestão empresarial online para micro e pequenas empresas – as empresas que querem sobreviver na oscilação atual do mercado precisam investir em tecnologia e nas vendas online como questão de sobrevivência. O comportamento do consumidor também está mudando, mostrando maior interesse nas compras pela internet, e cada vez mais, as empresas percebem que depender somente de vendas na loja física pode ser um limitador, e vender em outros canais, como loja virtual e marketplace é uma forma viável de manter a operação viva e saudável financeiramente.

Segundo Zynger, é necessário apostar em ferramentas que auxiliem o lojista nesse novo momento. “Para empresas que querem começar a vender online, uma dica é apostar em marketplaces e ter a tecnologia como aliada. Já existem muitas ferramentas que auxiliam os empreendedores, como por exemplo, os sistemas de gestão, e temos uma variedade de canais de vendas. Apostar nessas soluções agrega valor para a empresa, que começa a traçar novos nichos de mercado.” comenta.

Confira algumas dicas para começar a vender em marketplaces:

1. Faça descrições completas dos produtos

Quanto mais informações – e apresentadas de forma clara – a descrição do seu produto tiver, maiores as chances de conversão.

2. Use fotos que se destaquem em meio à concorrência

Boas fotos do produto, além de chamar a atenção do consumidor, ajudam a eliminar dúvidas sobre os produtos e passam mais confiança.

3. Escolha a plataforma mais adequada para seu negócio

Saiba o diferencial de cada plataforma, para entender qual é a melhor opção para o seu negócio.

4. Faça seu cadastro como um parceiro no Marketplace

Ao fazer o seu cadastro em um marketplace, não deixe de selecionar a opção de parceiro para começar a vender os seus produtos.

5. Cadastre e venda seus produtos

Com os produtos devidamente cadastrados na plataforma, você poderá vendê-los com muita praticidade.

6. Não se esqueça de ter presença de marca

Um dos pontos apresentados como negativos do marketplace é a predominância da plataforma sobre o visual da marca. No entanto, é possível colocar a marca da sua loja em seus produtos, criando um vínculo entre sua empresa e o consumidor.

7. Cuide da logística e fique de olho nos prazos de entrega

A logística é um fator determinante para quem deseja oferecer um bom serviço. Afinal, é necessário respeitar os prazos de entrega para não sofrer punições ou uma má reputação.

8. Fique atento ao gerenciamento de contas do negócio

Apesar do marketplace trazer diversas funcionalidades e a possibilidade de automação de alguns processos, isso não significa que você não precisa ter um pouco de atenção. Também fique de olho na taxa de comissionamento para não ter surpresas após começar as vendas.

Formação de equipes vencedoras é tema da live da Gente Seguradora 1521

Momento acontece hoje às 17h30

Hoje é dia de live da Gente Seguradora. Na 14ª edição, o tema será a formação de esquipes vencedoras com a perspectiva de autorresponsabilidade como parte do conjunto de relações no sistema. Renata Bidone, psicóloga e palestrante motivacional, é a convidada da vez.

A Live da Gente será transmitida hoje às 17h30, pelo Instagram @GenteSeguradora.

Grupo AXA apresenta novo propósito global 1906

“Agir para o progresso humano protegendo o que importa” é a nova proposta

Thomas Buberl, CEO global da AXA. Foto: Rapahael Dautigny

O Grupo AXA acaba de anunciar globalmente seu novo propósito: “Agir para o progresso humano protegendo o que importa”, focado em seu negócio, a proteção, e com viés coletivo. A proposta parte do cenário contemporâneo, de transformação e emergência de novos riscos, que necessitam de soluções inovadoras para possibilitar o avanço da humanidade, local e globalmente, nos âmbitos pessoal e familiar, nos negócios, na comunidade e na sustentabilidade do planeta.

“A proteção sempre esteve no centro do nosso negócio, ajudando indivíduos, negócios e sociedades a prosperar. A AXA sempre foi uma companhia líder, inovadora e empreendedora, promovendo o progresso em todas as suas dimensões” explica Thomas Buberl, CEO global da AXA, reafirmando o papel social da empresa.

O novo propósito, sintetizado em um manifesto – https://youtu.be/mfnBsu6NCQY – é endossado pelas iniciativas da companhia ao redor do mundo, como o apoio a projetos de pesquisa capitaneados pelo AXA Research Fund; desenvolvimento econômico e sustentabilidade, além do pioneirismo em soluções de telemedicina.

ANSP debate Força Maior no Seguro Garantia 1669

Palestrantes discutem situação do segmento em meio ao cenário atual e a atuação das cláusulas de Força Maior nos contratos de seguro

Na última quinta-feira (25), a Academia Nacional de Seguros e Previdência – ANSP – discutiu o tema “Força maior em contratos públicos e privados e o Seguro Garantia”. Os participantes abordaram a legislação, a responsabilidade de contratante e contratado, a renegociação de contratos na busca do reequilíbrio financeiro e a força maior como excludente de responsabilidade. O assunto foi debatido em uma edição ao vivo do Café com Seguro.

“Temos uma excelente oportunidade de trazer um pouco mais de consistência e elementos para que as pessoas possam eventualmente utilizá-los em seus pensamentos e estudos”, ressalta João Marcelo dos Santos, presidente da ANSP. “Nós não vamos conseguir encontrar a grande resposta para resolver as questões da força maior, mas podemos discuti-la”, complementa Rogério Vergara, moderador do evento.

De forma geral, o Seguro Garantia relacionado à infraestrutura possui em seus contratos de construção, de fornecimento de equipamentos e outros, cláusulas específicas de força maior. Entretanto, explica João Girolamo, Vice- Coordenador da Cátedra de Riscos Financeiros, a definição do termo é colocada de forma abrangente. “Na minha visão, o que se pretende fazer com isso é se precaver daqueles cenários em que eles não gostariam que fosse considerada força maior, restringindo a abrangência do Código Civil sobre essas situações”, pontua. Apesar disso, complementa, é possível haver discussões específicas antes da emissão da apólice nas quais a seguradora possa se responsabilizar. “Essa relação da apólice com as cláusulas do contrato precisa estar muito bem definida”, conclui.

Em relação ao cenário atual de pandemia, o especialista acredita que esse ramo não sofreu grandes impactos no que diz respeito ao aumento de sinistralidade. Girolamo aponta três justificativas: “em primeiro lugar, boa parte do mercado atua com Seguro de Garantia Judicial em longo prazo, que não necessariamente está atrelado a uma ocorrência de cenário econômico, mas a um processo judicial. Além disso, as obras, hoje, estão andando bem. A carteira de infraestruturas tem como consequência um impacto de médio prazo, então não há nenhum tipo de atraso no momento. Por fim, há um impacto na parte de crédito e garantias. Ainda não sabemos quais serão exatamente as consequências dessa pandemia, mas o mercado de crédito vai ser o primeiro atingido”, explica.

Apesar da abrangência da definição de Força Maior nos contratos, o que se vê é um judiciário cauteloso diante da pandemia, acredita Pedro Souza, membro da Cátedra de Riscos Financeiros da ANSP e um dos participantes do debate. “As consequências atribuídas pelo Código Civil nas circunstâncias atuais é que o desertor não responde pelos prejuízos resultantes, caso não tenha se responsabilizado expressamente por eles. Então, multas e obrigações indenizatórias, por exemplo, são afastadas. Mas não existe uma desoneração do obrigado em relação ao seu dever principal”, ressalta.

Já em relação aos contratos públicos administrativos, Souza entende que é preciso desmistificá-los enquanto uma entidade autônoma e buscar as referências no Código Civil. “Quando verificamos na Lei 8666/93 qual seria a solução para uma consequência de ação extraordinária ou força maior, encontramos que os contratos podem ser alterados para que haja reequilíbrio, e não um super triunfo de uma das partes. Então a solução é: sentem e conversem”, estimula o debatedor.

No último momento do evento, Marcia Cicarelli, Coordenadora da Cátedra de Contrato de Seguro e diretora da ANSP, reforçou a abrangência do Código Civil. “Quando se dá a caracterização a quem compete dizer que se trata de um caso fortuito ou força maior?”, questiona. “A definição do Código Civil é ampla, trazendo critérios como o fato necessário, inevitável e irresistível. Somente a partir da análise concreta de cada contrato e da situação específica das partes, é que será possível dizer se se trata de força maior”, afirma.

Tal análise parte de um entendimento de quais cláusulas embasaram aquele contrato, como a situação de caso fortuito ou força maior foi decidida entre as partes e, em um segundo momento, em qual circunstância específica está sendo arguida pelo devedor. “A discussão é extremamente complexa. Há contratos que tem características muito próprias, como o compra e venda de energia”, exemplifica.

A abertura do evento ficou a cargo de Edmur de Almeida, diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP e do presidente da ANSP, João Marcelo dos Santos. Já a mediação ficou sob a responsabilidade de Rogério Vergara, diretor da ANSP e coordenador da Cátedra de Riscos Financeiros. A coordenação ficou a cargo de Edmur de Almeida, Márcia Cicarelli e Rogério Vergara.

Assista a live completa no canal da ANSP.

Dados em plataformas digitais de contratação de frete facilitam crimes e geram insegurança no setor 1616

Acostumada a atuar no ambiente digital, uma das seguradoras que melhor avalia as contratações em plataformas de fretes online é a Argo Seguros

O avanço da tecnologia tem facilitado a vida de frotistas e caminhoneiros autônomos. Através de plataformas de fretes online, eles buscam empresas que precisam do seu serviço para entrega de mercadorias em todo o Brasil. Porém, algumas pessoas têm se aproveitado das ofertas de fretes disponíveis para cometerem crimes.

Recentemente, a polícia desarticulou uma quadrinha que roubava cargas no Triângulo Mineiro e no sul de Goiás. Segundo as investigações, os criminosos se inscreviam em um aplicativo de fretes, escolhiam a carga e mandavam um motorista. No trajeto, eles simplesmente desviavam a carga e alegavam que teriam sido vítimas de furto e roubo. Algumas vezes chegavam até a registrar um Boletim de Ocorrência em outro estado para não levantarem suspeita.

Casos como esse fizeram com que algumas seguradoras ficassem mais reticentes quanto a credibilidade dessa nova forma de contratação de fretes. “De maneira geral, as seguradoras reclamam, mas não deixam de fazer negócios. Porém, acabam enxergando todas as plataformas online da mesma maneira, quando na verdade existem aquelas que realmente tem melhor gestão da sua base de dados”, explica Rogério Bruch, diretor da Fetransporte Brasil, assessoria especializada em seguros de cargas do país.

Acostumada a atuar no ambiente digital, uma das seguradoras que melhor avalia as contratações em plataformas de fretes online é a Argo Seguros. “Por sermos uma seguradora que já nasceu no meio digital, acredito que somos mais flexíveis tanto para entender as demandas do mercado, quanto para oferecer soluções diferenciadas que facilitem a vida de nossos clientes e parceiros”, explica Ivor Moreno, Head of Marine & Innovation da companhia.

Para o executivo, muitas das plataformas de fretes oferecem recursos logísticos que trazem maior controle e segurança para a operação dos embarcadores ou transportadores. “Esse é um mercado que está em transformação e o emprego de motoristas autônomos é uma realidade. Porém, grandes transportadores e embarcadores, por exemplo, podem otimizar a logística e mitigar riscos desde que se estabeleça processos e avalie com cuidado a plataforma utilizada”, afirma.

Segundo Ivor, as novas tecnologias, em geral, são uma tendência e é preciso um olhar especial para o que essas inovações representam em todas as linhas de negócio, e não apenas no transporte. “Todos precisam e querem trabalhar, ainda mais no atual momento de crise motivada pela pandemia. Nosso papel enquanto seguradora é entender a metodologia empregada pelas empresas e avaliar os riscos, de forma a não atrapalhar e até incentivar àquelas que têm boas práticas”, concluiu.

Como será o setor de seguros de pessoas nos próximos quatro anos? 1815

Live do ISB com diretores da Sancor Seguros contou com projeções de longo prazo

O Instituto Superior de Seguros e Benefícios do Brasil (ISB) promoveu, nesta quinta-feira, 2, a “Quinta com Benefícios”, live que contou com a participação de Leandro Poretti, diretor-geral da Sancor Seguros, acompanhado de diretores da companhia. Ao vivo, os executivos da seguradora destacaram uma circunstância diferenciada da empresa no comparativo às demais congêneres em atividade no mercado brasileiro: o fato de a Sancor estar retomando antes das demais seguradoras o trabalho presencial, tendo em vista que a sede principal no Brasil é localizada no Interior, onde a pandemia se alastra bem menos que nas capitais.

Localizada em Maringá, no norte do Paraná, a Sancor retomou às atividades presenciais em meados de junho, o que não significa, todavia, que tenha abortado as operações digitais. Pelo contrário, a cidade paranaense está recebendo o projeto piloto de um aplicativo de telemedicina já bastante difundido pela Sancor no mercado argentino. Conforme o diretor-geral destacou na live, o serviço prevê a inclusão de teleconsultas nos planos de saúde coletivos e individuais a serem oferecidos pela seguradora no futuro próximo.

Os palestrantes também salientaram o crescimento, no mercado brasileiro, da verificação de sinistros por imagem, tanto nos ramos de Vida como nos Ramos Elementares, apontando essa inovação com consequência dos avanços tecnológicos que foram implementados durante o período de distanciamento social.

Outro destaque da transmissão online foi a palestra de Fernando Ortega. O economista se propôs a apresentar números que permitem projetar como estará o mercado de seguros quatro anos depois do final da pandemia. Ele denominou as projeções apresentadas como “Impacto do Covid-19 sob o enfoque do longo prazo.

Os primeiros gráficos mostraram que o PIB do Brasil havia crescido 48% no acumulado dos anos de 2004 a 2013, época em que o Governo Federal conseguia arrecadar mais que gastar. Em contrapartida, a partir da crise econômica que estourou na segunda metade da década passada, os números ficaram negativos no acumulado entre 2014 a 2023, evidentemente considerando o intervalo entre 2021 e 2023 como hipótese futura. Como o Governo tem gastado mais recursos que arrecadado, a projeção é de que o país tenha um decréscimo acumulado de – 1,06% no PIB daqui a três anos.

Todavia, conforme indicadores tabulados em outra pesquisa internacional, em que mais de 3 mil pessoas de 15 países foram ouvidas, a mudança de comportamento do consumidor mundial, em decorrência da pandemia, sinaliza um maior interesse das pessoas por produtos de seguros de pessoas.

O levantamento apresentado na live identificou, como possíveis impactos permanentes no comportamento do consumidor no pós-pandemia, o seguinte: 60% das pessoas está dedicando o tempo em autocuidado e bem-estar; 57% passaram a se exercitar em casa; 64% estão mais atentos em reduzir desperdícios; 50% estão considerando mais a saúde ao comprar um produto.

Na interpretação do palestrante, os dados indicam pessoas mais focadas em vida, em saúde e na proteção da família que em bens materiais. Ele acrescenta que essa nova tendência já reflete no mercado, o qual registrou um crescimento de 1% do setor de seguros de pessoas, de janeiro a abril, no Brasil, onde o seguro automóvel, por exemplo, despencou.

“A crise econômica pode, inclusive, provocar a aceleração na reforma administrativa e reforma tributária. Além disso, o brasileiro está acostumado com crises, sendo bastante resoluto em conseguir se adaptar. Já se enxerga uma recuperação até em 2021, com crescimento projetado de até 4% na economia nacional”, projetou o analista. Falando em seguros, Ortega identifica que este mercado tem muito a crescer no país. “As seguradoras e corretores estão entendendo um pouco mais as necessidades do consumidor. O ouvir o cliente, entregar uma solução sob medida, cruzar dados sobre o perfil do consumidor têm possibilitado às companhias oferecer o que o cliente precisa”, reforçou.

O trabalho remoto será constante, crescimento da modalidade de cursos à distância, crescimento de seguros de infraestrutura, de seguros prestamistas, em razão da necessidade de se abrir o crédito, foram outras conclusões que os participantes do fórum do ISB e Sancor Seguros destacaram para a audiência, durante 90 minutos de live, acompanhada pela reportagem JRS.