Bradesco Seguro Auto oferece nova facilidade para profissionais da saúde 741

Iniciativa que acontece nas cidades do RJ e SP tem como objetivo apoiar quem trabalha na linha de frente da luta contra o Covid-19

Em meio à pandemia do Coronavírus no Brasil, a Carglass e a Autoglass, empresas parceiras da Bradesco Auto/RE – uma empresa do Grupo Bradesco Seguros –, passaram a oferecer a isenção de franquia na troca de vidros para profissionais de saúde que possuírem o Bradesco Seguro Auto.

A ação acontece até o dia 30 de agosto, nas cidades do Rio de Janeiro e São Paulo, e contempla a realização de serviços, como troca de vidros laterais, dianteiro ou traseiro, lanternas, faróis, retrovisores e, ainda, para-brisas.

“A parceria com a Carglass e a Autoglass oferece esse abono aos nossos segurados, em apoio e agradecimento aos profissionais que trabalham incansavelmente na linha de frente da luta contra a doença”, declarou Rodrigo Herzog, Superintendente Executivo da Bradesco Auto/RE.

Para a realização do serviço, é preciso apresentar um documento de classe que comprove a profissão pertencente à área da saúde. O atendimento está disponível nos seguintes endereços:

Rio de Janeiro – unidades da Autoglass nos bairros de São Cristovão e Barra da Tijuca;

São Paulo – unidades da Carglass dos bairros de Barra Funda, Washington Luís, Tatuapé e Tamboré.

Susep esclarece que especulações de desvios para o exterior não tem fundamento 1433

IstoÉ publicou texto em que acusa a autarquia de tentar desviar R$ 10 bilhões

A revista IstoÉ publicou na semana passada um texto, assinado por Germano Oliveira, em que afirma que a Susep teria tentado desviar R$ 10 bilhões para o exterior. “Nos bastidores de Brasília, informa-se que a Superintendência de Seguros Privados (Susep), por alguma razão escusa, deseja, desde o ano passado, permitir a evasão de R$ 10 bilhões para resseguradores no exterior, e isso mesmo quando crise nenhuma estava no radar”, destaca o texto.

A Susep, por meio de nota de esclarecimento, pontua que as especulações não tem qualquer fundamento. “A autarquia esclarece que essas informações não são verdadeiras e lamenta que o leitor seja induzido a pensar que uma autarquia pública federal estivesse atuando de forma irregular, quando na verdade o que se tem é uma discussão institucional dentro do grupo IMK (Iniciativas do Mercado de Capitais)”, diz o comunicado. “Dentre os projetos do IMK para o ano de 2020, do qual a Susep é apenas um dos membros, encontra-se a discussão de transformação do Brasil em hub internacional de Resseguros, o que poderia ser alcançado por meio de alteração na estrutura de tributação dos nossos resseguradores locais e o fim do direito de preferência destes que, hoje, é em grande parte justificado pelas diferenças tributárias entre o Brasil e outros países”, explica.

Abaixo a nota de esclarecimento da Susep na íntegra:

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) esclarece que não têm qualquer fundamento as especulações na imprensa associando a autarquia a qualquer medida de incentivo à saída de capital do país, como consta em nota recente publicada na revista Isto é.

A autarquia esclarece que essas informações não são verdadeiras e lamenta que o leitor seja induzido a pensar que uma autarquia pública federal estivesse atuando de forma irregular, quando na verdade o que se tem é uma discussão institucional dentro do grupo IMK (Iniciativas do Mercado de Capitais), instituído pelo Ministério da Economia, cujos membros são a Secretaria Especial de Fazenda, a Secretaria de Política Econômica, a Secretaria da Receita Federal, a Secretaria do Tesouro Nacional, o Banco Central do Brasil, Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e, pelo setor privado, entre outras instituições, a Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), a Associação Nacional das Resseguradoras Locais (AN-Re) e a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).

Dentre os projetos do IMK para o ano de 2020, do qual a Susep é apenas um dos membros, encontra-se a discussão de transformação do Brasil em hub internacional de Resseguros, o que poderia ser alcançado por meio de alteração na estrutura de tributação dos nossos resseguradores locais e o fim do direito de preferência destes que, hoje, é em grande parte justificado pelas diferenças tributárias entre o Brasil e outros países.

Além de avaliar as barreiras para uma maior competição no mercado de Resseguros local, o grupo técnico formado para este tema específico tem como objetivo analisar eventuais entraves regulatórios e tributários que dificultariam uma maior competitividade dos resseguradores locais em operações realizadas no exterior – operação conhecida como exportação de Resseguro.

Busca-se, dessa forma, promover uma maior harmonização entre regulamentação local e as regras internacionais, com a finalidade de estimular uma concorrência saudável no mercado de Resseguros brasileiro e de criar condições mais favoráveis para a internacionalização das empresas locais.

Em nenhum momento a Susep atuou de forma diferente no IMK ou em qualquer outro fórum institucional. Sempre nos posicionamos em prol do direito do consumidor e da concorrência leal nos diversos mercados. A transparência dos debates realizados é uma constante na atuação da instituição. Todas as normas propostas são submetidas à consulta pública e, durante o período da pandemia, foi instituída também uma rotina de webinários como forma adicional de debate com os diversos agentes envolvidos.

Apesar do ocorrido, a Susep segue acreditando que princípios como a Transparência, Boa-fé e Concorrência são a mola mestra para o desenvolvimento do setor de Seguros e Resseguros no Brasil. Estaremos sempre a serviço do crescimento do nosso setor no Brasil e da proteção do consumidor.

Susep anuncia registradoras credenciadas para operar o Sistema de Registro de Operações 1189

Autarquia iniciou o processo de homologação dos sistemas das registradoras B3, CERC e CSD

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anuncia que três registradoras, B3, CERC e CSD já estão credenciadas para operar o Sistema de Registro de Operações (SRO), constituído para o mercado de seguros com o objetivo de aumentar a transparência, a eficiência e a segurança no registro das operações de seguros, previdência complementar aberta, resseguros e capitalização.

Com este novo mecanismo, a Susep espera que o mercado de seguros possa se beneficiar também de sua sinergia com outros produtos e serviços a serem desenvolvidos, como no caso de emissões de ILS, dívida subordinada e outros produtos a serem desenvolvidos. As registradoras credenciadas terão seus sistemas homologados pela Susep antes do fim do mês de julho.

No próximo dia 09 (quinta), terá início o processo para a elaboração da convenção que definirá a interoperabilidade entre registradoras. Em virtude das demandas das seguradoras para que o processo de homologação e a convenção de interoperabilidade estivesse concluído antes da contratação da registradora por parte das seguradoras, foi estabelecido o dia 02 de outubro de 2020 como data limite para o fechamento da convenção entre as registradoras credenciadas e a data de 03 de novembro de 2020 será o novo prazo para que as seguradoras que operam seguro garantia estejam com suas apólices registradas no Sistema de Registro de Operações (SRO).

Para as seguradoras que estiverem com seus registros no SRO, a Susep comunica que os quadros do FIP Q14A, Q14B, Q14C, Q14D, Q64A, Q74A e Q100 poderão ser desativados tão logo se confirme o registro. Novos desligamentos do FIP serão anunciados conforme as migrações forem sendo efetuadas.

O modelo de implementação desenhado com o setor será feito em fases e deve estar completo em 3 anos, com o ramo de Seguros Garantia integrando o sistema a partir do início de novembro.

Protocolo rígido

Para operar o sistema, as registradoras devem seguir rígidos protocolos de segurança e governança, baseados nos Princípios para Infraestruturas do Mercado Financeiro do Bank for International Settlements (BIS), como determinam as regras aprovadas pela Susep este ano. Entre os critérios está a exigência de patrimônio mínimo de R$ 15 milhões e capacidade técnico-administrativa.

Uma vez credenciadas pela Susep as registradoras, devem ter seus sistemas homologados pela autarquia para começar a registras as apólices, endossos e sinistros do mercado.

D’Or Talks convida presidente da Associação dos Supermercadistas do Rio 1181

Fabio Queiroz participa de bate-papo especial na live da D’Or Consultoria

A D’Or Talks desta semana traz o presidente da Associação de Supermercadistas do Rio de Janeiro (Asserj), Fabio Queiroz. A live será nesta quarta-feira, 8, às 17h30min, no canal da D’Or Consultoria no Youtube (youtube.com/dorconsultoria).

O convidado irá compartilhar com o público um pouco da sua experiência à frente da entidade, que atua há mais de 50 anos na defesa do setor supermercadista. Durante a pandemia, essa importância cresceu, tendo em vista que os supermercados figuram na lista de serviços essenciais que nunca pararam com o isolamento social. A mediação da live será do diretor executivo da D’Or Soluções, Guilherme Malaquias, que também irá selecionar perguntas para serem respondidas ao vivo. A D’Or Talks foi criada pela D’Or Consultoria durante o período de pandemia do coronavírus, para compartilhar conteúdos e informações que possam ajudar a todos a passarem por este momento da melhor maneira possível.

Fundada em 1977, a Rede D’Or São Luiz tem presença em São Paulo, Rio de Janeiro, Paraná, Distrito Federal, Pernambuco, Maranhão, Sergipe e Bahia. O Grupo opera com 50 hospitais, sendo 49 próprios e um hospital sob gestão. A Rede tem 7 mil leitos operacionais, com planos de chegar a 11 mil leitos até 2022. São, ao todo, 51,1 mil colaboradores e 87 mil médicos credenciados, que realizaram cerca de 1,2 milhão de atendimentos de emergência, 254 mil cirurgias, 32 mil partos e 383 mil internações nos últimos 12 meses, além de 9,6 mil cirurgias robóticas desde o início do serviço, há cinco anos.

Oferta de cargas para transporte no país cresce 91% em junho 1399

​Percentual de crescimento em relação a maio é analisado, em nota, pela logtech Cargo X

A Cargo X, logtech (startup de tecnologia para logística) que conecta cargas a transportadores, constatou ao longo de junho uma forte retomada na economia com um aumento expressivo de 91% em relação a maio na oferta de cargas em sua plataforma para serem transportadas pelas estradas brasileiras. Entre as indústrias que registraram maior crescimento no período estão o agronegócio, com 55% de aumento, construção, com 35%, e produtos industrializados, com 20%.

Durante junho, o número de novas empresas utilizando o marketplace para buscar cargas na plataforma dobrou em relação a junho do ano passado, um indicativo claro de que as empresas que gerenciam frotas de caminhões estão dando preferência aos canais digitais para fechar negócios e evitar a perda de receita com veículos rodando vazios na viagem de volta.

“Já estamos sentindo um reflexo da pandemia que irá transformar completamente a estrutura de custos dos embarcadores e transportadores. As empresas do setor estão em busca de aprimorar a eficiência operacional e o que vimos foi uma rápida aceleração da transformação digital com um número muito maior de empresas acessando nosso marketplace, para ofertar e procurar cargas”, assinala o CEO da Cargo X, Federico Vega.

Logo no início da pandemia a disponibilidade de cargas na Cargo X teve súbita aceleração, com crescimento de 40% em março na comparação com março de 2019, consequência da tentativa de antecipação das viagens pelo receio dos embarcadores de não conseguirem deslocar as cargas. De fato, a grande concentração do transporte no Brasil no modal rodoviário trouxe impacto bastante negativo nos meses seguintes, registrando queda de 50% na comparação com a média do primeiro trimestre no volume transportado. “Na medida em que a flexibilização avança, o movimento de cargas começa a ter uma recuperação em volume bastante consistente, principalmente pelo escoamento da demanda que estava reprimida”, analisa Vega.

Emissão de carbono

A indústria de transportes já vinha se digitalizando antes da pandemia. Mas, segundo o CEO da Cargo X, ainda havia margem muito grande para o uso da tecnologia, que vem crescendo nos últimos meses, em razão da necessidade de transportar cargas com segurança sem precisar deslocar profissionais aos postos de abastecimento. “A tendência é eliminar o desperdício com caminhões rodando vazios nas viagens de retorno, o que também gera um benefício ambiental, com a diminuição das emissões de carbono”, ratifica. Segundo o executivo, o trabalho agora pode ser acompanhado digitalmente, reduzindo a necessidade de o transportador ficar circulando atrás de cargas e de montar pontos de apoio nas estradas.

SOBRE A CARGO X

Fundada em 2013, a Cargo X foi idealizada por Federico Vega, executivo que fez carreira no mercado financeiro internacional e fundou no Brasil a empresa Sontra, que conecta fretes e caminhoneiros. A empresa hoje trabalha com uma rede de 20 mil empresas de transportes e 400 mil caminhoneiros.

Argo Seguros apresenta novidades ao CCS-RJ 1211

Live voltada aos corretores fluminenses será transmitida nesta quarta-feira, às 16 horas.

Atendendo a pedidos e identificando o potencial dos canais digitais, a diretoria da Argo Seguros decidiu ampliar o acesso dos parceiros às informações da empresa. Como o tradicional almoço do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) tem a realização vetada por conta da pandemia, o encontro online será aberto a quem quiser participar – e em horário de expediente. Com inscrições gratuitas, a Argo promove, nesta quarta-feira, 8, às 16 horas, uma live para os associados do Clube e demais profissionais do mercado de seguros.

Durante cerca de uma hora, Newton Queiroz, CEO e presidente, e Bruno Porte, diretor de TI e Operações, irão mostrar as funcionalidades do Argo Digital e os serviços disponíveis para os corretores e os principais produtos da seguradora, incluindo o Instant, o primeiro seguro para automóveis 24 horas do Brasil.

“É uma excelente oportunidade para conversar com alguns dos principais corretores do mercado segurador fluminense e apresentar as novidades e ferramentas que disponibilizamos, para que eles possam vender mais, em menos tempo. Acreditamos que esse será apenas o início de uma grande relação que planejamos manter com o CCS-RJ“, destaca Queiroz.

“Queremos atuar como um facilitador das informações das seguradoras, para que todos possam ficar por dentro das iniciativas que existem para auxiliar o corretor. Não temos dúvida de que o encontro será muito oportuno e proveitoso para todos que participarem”, convida Sonia Marra, diretora do CCS-RJ.

Com inscrições abertas no endereço https://bit.ly/live-connection-08-06, a live conta com o apoio da Educa Seguros e faz parte da programação de aquecimento para o primeiro grande evento do Clube, o CCS-RJ Connection, que este ano será 100% online.​