Pedidos de recuperação judicial caem em abril 883

Resultado é 3,2% menor que o visto no mesmo mês em 2019

O último mês de abril, marcado pelos efeitos negativos do isolamento social e da queda do consumo, registrou 120 pedidos de recuperação judicial, de acordo com dados da Serasa Experian. O dado ficou próximo aos 124 acordos requisitados no mesmo mês de 2019, o que representa uma queda de -3,2% no período. Já quando analisado em comparação com março deste ano, sem ajuste sazonal, houve um aumento expressivo de 46,3% no volume de recuperações judiciais solicitadas, ante os 82 pedidos que foram feitos na época.

O economista da Serasa Experian, Luiz Rabi, analisa que por conta dos prazos burocráticos para que as decisões de solicitar a recuperação judicial se concretizem, os números ainda não sofrem tanto impacto relacionado ao atual período de incertezas econômicas, mas prevê que esse número cresça daqui em diante. “Com empresas enfrentando dificuldades no fluxo de caixa e para manter a folha salarial em virtude da queda considerável dos níveis de consumo e de produção, nos próximos meses devemos ter um aumento dos pedidos, sendo que as empresas de menor porte e as recentemente criadas deverão ter uma maior representatividade”, projeta o economista.

Rabi ainda explica que apesar da queda observada na comparação anual, o índice pode ser considerado estável, uma vez que a variação das quantias absolutas, ou seja, o total de requerimentos, são relativamente baixos. “Podemos enxergar essa estabilidade quando analisamos que o acumulado deste ano até abril totalizou 377 pedidos, sendo praticamente igual ao do ano passado, quando tivemos 371”, explica o economista.

Setor de serviços e micro e pequenas empresas lideram pedidos em abril

O indicador de Recuperação Judicial da Serasa revela que o setor de serviços foi o mais impactado e quase dobrou o número de requisições, passando de 56 solicitações de recuperação judicial em abril de 2019 para 92 em igual mês de 2020. Os demais seguimentos tiveram baixa, entre elas a mais acentuada foi no setor primário, que diminuiu de 22 pedidos para apenas 3.

Na análise por porte todas as naturezas jurídicas tiveram diminuição, no entanto, as micro e pequenas empresas continuam se destacando, com 226 pedidos feitos em abril deste ano. Em seguida estão as médio porte (99) e grandes empresas (52).

Solicitações de falências caem 42,7% em abril

Em abril de 2020 foram registradas 75 requisições de falências, uma retração de 42,7% em relação ao mesmo mês de 2019 que marcou 131 requerimentos. O economista Luiz Rabi pondera que a baixa tem a ver com o fato de que tanto as empresas credoras como as devedoras têm buscado flexibilizar novos acordos financeiros para suas dívidas, demovendo mesmo que temporariamente, os credores a entrarem com pedidos de falências.

Serasa promove capacitações gratuitas para ajudar pequenos negócios

Para ajudar os micro, pequenos e médios empresários a atravessarem a turbulência deste momento, a Serasa Experian tem promovido uma série de ações on-line neste mês de maio. Os empreendedores que estão com dificuldades financeiras podem acompanhar todas as quintas às 18h, uma série de lives no Instagram da Serasa. Sob o comando de especialistas da Serasa e convidados especiais, toda semana o conteúdo é diferente e ajuda as empresas a manterem o fluxo de caixa, potencializarem suas vendas e praticarem uma boa gestão de pessoas à distância. Neste mês, haverá uma programação especial sobre fraudes e abordagem criativa junto a clientes.

Além das lives, a Serasa também vem ajudando os empresários de pequeno porte com uma série de materiais gratuitos voltados para o cuidado da saúde financeira dos negócios e um curso on-line gratuito para micro e pequenos empreendedores individuais (MEIs).

Outra iniciativa é o ‘Estímulo 2020’, um movimento nacional e sem fins lucrativos da qual a Serasa faz parte e que reúne empresas de diversos setores para oferecer capacitação e crédito online barato aos pequenos negócios que estão sofrendo os impactos econômicos do isolamento social. Pequenas empresas que faturam entre R$ 360 mil e R$ 2 milhões por ano e existem há pelo menos três anos podem participar. A inscrição é feita no site www.estimulo2020.org.

A série histórica deste indicador está disponível em:
https://www.serasaexperian.com.br/amplie-seus-conhecimentos/indicadores-economicos

Tokio Marine é a vencedora da categoria Seguros do 21º Prêmio Consumidor Moderno 2249

José Adalberto Ferrara, Presidente da Tokio Marine

Seguradora foi destaque em premiação que avalia a Gestão de Atendimento ao Cliente

Com a Excelência como um de seus valores e o Cliente no foco de mais de 2 mil Colaboradores, a Tokio Marine, uma das maiores Seguradoras do País, foi a vencedora do 21º Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, na categoria Seguros – Ramos Gerais. A cerimônia de premiação, conhecida como o “Oscar” brasileiro de atendimento ao consumidor, foi transmitida on-line, na terça-feira, 14 de julho.

“Ser reconhecida como a Seguradora com o melhor atendimento, especialmente considerando um cenário tão difícil como o atual, nos traz muita satisfação. Nos últimos quatro meses, estamos trabalhando com o desafio de preservar a saúde dos nossos Colaboradores e manter a integralidade da nossa operação, sem deixar cair os níveis de Satisfação dos Corretores, Assessorias e Clientes. São desafios que estamos encarando com muita dedicação e o valor desse trabalho é multiplicado diante de um prêmio como esse”, afirma José Adalberto Ferrara, Presidente da Tokio Marine.

Um dos grandes diferenciais da Seguradora é a operação de Contact Center, internalizada desde 2011, o que proporciona mais autonomia aos mais de 450 Colaboradores responsáveis diretamente pelo Atendimento ao Cliente. São profissionais que contam com o constante desenvolvimento de suas habilidades e com uma forte perspectiva de carreira na Companhia.

Além disso, a Tokio Marine realiza investimentos permanentes em tecnologia, que garantem a presença da Seguradora em diferentes canais, que englobam desde site com autoatendimento, aplicativo móvel, WhatsApp, Facebook Messenger e chat on-line dotado de inteligência artificial. Todos já estão bem consolidados e têm contribuído para que os Clientes encontrem o que precisam em um único contato e tenham uma experiência positiva com a marca.

“O bom desempenho nesta área está atrelado às metas de todos os departamentos da Companhia, indistintamente. Os Resolvedores – como chamamos nossos Colaboradores – são estimulados e têm autonomia para atuar na resolução dos problemas do Cliente, bem como para contribuir com o processo de melhoria contínua dos nossos Produtos e Serviços, tornando essa relação sempre virtuosa”, acrescenta Ferrara.

O prêmio é uma realização da revista Consumidor Moderno, em parceria com o Centro de Inteligência Padrão (CIP), que avalia diversos setores da economia, segundo uma rigorosa metodologia dividida em duas etapas. Essa estrutura possibilita que o desempenho das empresas no atendimento e na prestação de serviços ao consumidor seja apreciado de forma minuciosa.

Bradesco Seguros participa do projeto “A Vida É Pra Já” 1592

Projeto em parceria com a Rede Grupo reforça a importância do pensar no futuro

O Grupo Bradesco Seguros está apoiando o projeto “A Vida É Pra Já”, realizado em parceria com a Rede Globo. A produção televisiva conta com uma série de conteúdos editoriais da emissora, que abordará diferentes assuntos a cada 15 dias. A importância de se pensar no futuro, sem deixar de viver o presente será o tema de estreia, prevista para esta quinta-feira, 16, no intervalo do Jornal Nacional.

“O apoio a esse projeto reforça e torna ainda mais perceptível a missão da seguradora, que tem em seu DNA o compromisso de participar de todos os ciclos de vida do cliente”, afirma o diretor de Marketing Alexandre Nogueira. Ao final de cada programa, será veiculado a vinheta “Pensou no futuro, pensou no presente”, fortalecendo a qualidade nas relações a longo prazo e a presença da seguradora em todos os momentos.

O Grupo Bradesco Seguros, conglomerado segurador da Organização Bradesco, tem atuação multilinha em âmbito nacional nos segmentos de Seguros, Capitalização e Previdência Complementar Aberta. É composto pelas seguintes sociedades: Bradesco Seguros S.A., Bradesco Auto/RE Companhia de Seguros, Bradesco Saúde S.A., Atlântica Companhia de Seguros, Bradesco Vida e Previdência S.A., Bradesco Capitalização S.A., Mediservice – Operadora de Planos de Saúde S.A, Odontoprev S.A. e Bradesco Argentina de Seguros S.A. Além do atendimento pela rede de mais de 4,6 mil agências do Banco Bradesco, o Grupo possui cerca de 180 dependências (entre núcleos de atendimento, escritórios e sucursais) em todo o país e conta com a parceria de 27 mil corretores de seguros. Há 18 anos consecutivos, é apontado como Top of Mind pelo Instituto Data Folha. ​

IRB Brasil RE testa colaboradores e familiares para covid-19 780

Até sábado (18/07), devem ser aplicados mais de dois mil testes rápidos, do tipo IgG e IgM, em clínicas localizadas no Rio de Janeiro e São Paulo

O IRB Brasil RE está testando os cerca de 450 colaboradores e seus familiares para covid-19. Até sábado (18/07), devem ser aplicados mais de dois mil testes rápidos, do tipo IgG e IgM, em clínicas localizadas no Rio de Janeiro e São Paulo. Com base nos resultados, o ressegurador espera traçar um panorama de quem já teve contato com o novo coronavírus, considerando a existência de casos assintomáticos.

“Estamos vivendo um momento inédito e a quantidade de novas informações que são divulgadas diariamente é grande. A decisão de testar ajuda a tranquilizar os colaboradores diante desse cenário e nos fornece insumos para estudar, com cuidado, um possível retorno. Vale ressaltar que estamos trabalhando quase que integralmente no sistema de home office, com muito sucesso. Apenas algumas equipes têm ido pontualmente, devido à natureza de suas funções, ao escritório”, diz o CEO do IRB e presidente do Conselho de Administração, Antônio Cássio dos Santos.

O IRB adotou o trabalho remoto no dia 16 de março.

Novo marco do saneamento resgata dívida social 1383

Artigo é do economista e Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano

Na década de 70 do século passado, o economista Edmar Bacha escreveu uma fábula à qual deu o título de “O Rei da Belíndia”. Tratava-se de um reino em cujo território conviviam realidades muito distantes: uma pequena parte rica e desenvolvida como a Bélgica, a maior parte muito pobre, como a Índia. O termo rapidamente firmou-se como metáfora da desigualdade brasileira, simbolizando inicialmente a crítica à política econômica concentradora de renda e, depois, à persistência de indicadores sociais inaceitáveis, mesmo em períodos de prosperidade econômica.

Entre esses indicadores, nenhum representa tão cabalmente a injustiça social que vigora na nossa Belíndia atual do que o saneamento básico – aí incluídos coleta, distribuição e tratamento de água, esgoto e lixo. É inevitável o espanto diante da constatação de que, apesar de todos os avanços conquistados pelo Brasil nessas cinco décadas, chegamos ao século XXI como um País que, em 2019, ostentava o 9º maior PIB do planeta, e onde um em cada dois brasileiros (104 milhões de pessoas) não tem acesso a esgoto tratado. O ranking 2020 do Instituto Trata Brasil mostra que, de acordo com o Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS – base 2018), o número de brasileiros sem acesso ao abastecimento de água corresponde ao triplo da população de Portugal. A coleta de esgoto não existe para um contingente que equivale ao dobro da população da Argentina.

No que tange ao lixo, 24% dos lares não contam com serviço de coleta, e em quase 3.000 cidades os lixões resistem, quando deveriam ter sido extintos em 2014, de acordo com o Plano Nacional de Resíduos Sólidos. Se ainda havia algum questionamento sobre a prioridade necessária a esse tema, a pandemia da Covid-19 não deixa margem de dúvida. A realidade tem mostrado dados alarmantes, como a falta de acesso a água em boa parte dos lares e escolas do País, em um momento no qual a higiene é um dos principais fatores de contenção do número de casos.

Por esse motivo, a aprovação da Marco Regulatório do Saneamento (PL 4.162/2019) pelo Senado é uma excelente notícia. A Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg) considera que a sanção do presidente Jair Bolsonaro, realizada em 15 de julho, representará um passo histórico para a superação de uma das maiores chagas do Brasil. Não tanto pelas metas – afinal, metas já foram estabelecidas anteriormente e jamais cumpridas. Mas pelo estabelecimento de regras capazes de dar segurança aos potenciais investidores nesse setor, que demanda recursos da ordem de R$ 500 bilhões para que o saneamento chegue a todos os brasileiros até 2033. O estímulo ao investimento privado através de licitação entre empresas públicas e privadas, o fim do direito de preferência a empresas estaduais e a cassação da concessão de quem não cumprir as metas estipuladas estão entre avanços que consideramos inegáveis. Digno de nota é também o papel coordenador da Agência Nacional de Águas (ANA), que organizará e dará transparência à intrincada rede de 52 agências reguladoras locais e regionais de saneamento, o que gera incertezas e afugenta investidores.

Os impactos positivos do novo marco regulatório são inegáveis. Estima-se que até o fim dos prazos estipulados para a universalização do saneamento básico, sejam gerados no Brasil 700 mil empregos em obras de infraestrutura específica para esses serviços. Diante da escalada recente do desemprego, este é, evidentemente, um dos motivos para comemorarmos o novo marco regulatório. No entanto, a universalização do saneamento básico terá impactos que ainda não foram devidamente sublinhados, inclusive sobre o setor de seguros. Muito tem sido dito sobre a importância – inegável – do saneamento sobre o sistema público de saúde. Ocorre que essa triste realidade atinge todo o sistema. Os serviços médicos privados também são cotidianamente sobrecarregados no atendimento a doenças provocadas pelas deficiências do saneamento, o que pressiona os custos dos seguros de saúde.

Por outro lado, serviços universalizados e de boa qualidade reduzem doenças, diminuindo também a pressão sobre o atendimento. Ao longo do tempo, poderão contribuir para o equilíbrio financeiro do setor de seguros, em benefício de todos. Outra consequência pouco abordada da falta de saneamento é que esgoto e lixo jogados em canais, rios e lagoas provocam assoreamento e facilitam grandes inundações após chuvas intensas. Isso impacta o custo dos seguros patrimoniais, como os de automóveis e os residenciais. Essa mesma realidade torna difícil estabelecer as curvas de normalidade essenciais aos chamados seguros paramétricos, nos quais as seguradoras arcam com os custos decorrentes de eventos extraordinários.

A CNseg lembra, ainda, que foi aprovado na Câmara e está no Senado o Projeto de Lei 6814/2017 (apensado ao PL 1292/1995), que prevê alterações na Lei de Licitações, com a adoção de seguro garantia obrigatório para obras acima de R$ 100 milhões, e ampliação da garantia para 30% do valor do empreendimento. O porte das obras necessárias ao atingimento das metas estabelecidas pelo novo marco regulatório do saneamento reforça a importância desse projeto.

O Brasil vive um momento de desafios gigantescos, em que o horizonte frequentemente aparece toldado por incertezas. Consciente das dificuldades, a CNseg confia na capacidade de recuperação de um País que superou tantos outros obstáculos no passado. Nos 50 anos que se passaram entre a fábula de Belíndia e hoje, redemocratizamos o Brasil, derrotamos a hiperinflação, resistimos a grandes terremotos financeiros internacionais, fizemos as reformas trabalhista e da Previdência e avançamos na regulação de serviços essenciais, como energia, telefonia e saúde. A aprovação do marco regulatório do saneamento é mais um passo na construção do País que desejamos, economicamente forte e socialmente justo.

Qualicorp firma parceria com Flamengo para final do Cariocão 699

Administradora de benefícios estampará o calção do clube no Fla-Flu desta quarta-feira, 15, e já encaminha novos patrocínios na área esportiva

O Flamengo entra em campo nesta quarta-feira, 15, na final do campeonato carioca contra o Fluminense, com uma novidade no uniforme. No calção dos jogadores, foi incluída uma estampa com a marca da Qualicorp, administradora de planos de saúde coletivos, em uma parceria firmada especialmente para esta final, que será realizada no Maracanã.

O CEO da Qualicorp, Bruno Blatt, informa que a parceria com o Rubro Negro marca o primeiro passo da empresa em uma série de investimentos em patrocínios que visam apoiar o esporte no Brasil. “O Flamengo é considerado o mais nacional dos times brasileiros, com mais de 42 milhões de torcedores. E, assim como o Flamengo, a Qualicorp é a maior administradora de planos de saúde do Rio de Janeiro e do Brasil”, compara o executivo.

“A Qualicorp apoia projetos nas áreas da saúde, esporte e cultura como mais uma forma de proporcionar bem-estar e qualidade de vida à sociedade”, conclui Blatt. O Grupo Qualicorp é líder brasileiro na comercialização e administração de planos de saúde coletivos. Fundado em 1997, atua em nível nacional, tem cerca de 2 mil colaboradores diretos e representa cerca de 2,5 milhões de beneficiários, considerando-se todos os seus segmentos de atuação.