Artigo: A transformação digital nunca foi tão urgente 863

Ferramentas modernas são decisivas para a sobrevivência das empresas em meio à crise

Não é novidade: a tecnologia facilita a vida das pessoas e das empresas. Contudo, em tempos de pandemia, o valor da inovação se mostrou ainda maior. O home office e o delivery se tornaram as principais alternativas das corporações para manterem os negócios. Nesse cenário, o investimento em sistemas de ponta nunca foi tão urgente.

A aposta em transformação digital gera um aumento de 92% no faturamento em vendas. É o resultado de estudo desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo – SBVC em parceria com o Oasis Lab Innovation Space. Para as organizações entrevistadas, a ação resulta em um diferencial competitivo no mercado. Portanto, se atentar a esse fator é decisivo em tempos de crise!

Quem lida com atendimento também precisa se preparar com dispositivos modernos. Os recursos tecnológicos são uma saída para proporcionar mais independência aos clientes. Além disso, diminuem despesas operacionais e facilitam a manutenção. Dessa maneira, tanto a vida do usuário quanto a dos empresários fica mais fácil.

Minha recomendação é: aproveite a tecnologia! Nas ligações, também se pode contar com esse auxílio. Por meio de Unidades de Resposta Automática – URAs customizadas é possível realizar atendimentos completos sem a necessidade de direcionamento para um operador. Os projetos são elaborados em conjunto com os clientes, visando a criação do recurso mais completo possível, capaz de preencher qualquer lacuna existente na operação.

Algumas lojas já utilizam essa ferramenta de maneira integrada ao sistema de vendas. Desse jeito, o consumidor não precisa falar ou depender de alguém para informar o status de seu pedido, por exemplo. Ele consegue fazer o rastreamento das demandas por meio do atendimento eletrônico da URA.

Períodos de crise vem e vão, às vezes de maneira inesperada. A única forma de sobreviver é saber se adaptar com eficiência, segurança e economia. Minimize os riscos por meio da transformação digital!

* Por Giovane Oliveira, diretor de tecnologia da Total IP – Soluções e Robôs para Contact Centers.

Plano de transformação digital da ANS é aprovado 450

Plano de transformação digital da ANS é aprovado

Medida busca tornar agência mais simples, ágil e eficiente

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou junto ao Ministério da Economia e à Presidência da República o seu plano de transformação digital. Com essa medida, a ANS avança na digitalização dos seus processos e serviços, simplificando etapas, gerando maior eficiência e aprimorando a jornada dos usuários que utilizam os serviços prestados pela reguladora. O documento foi pactuado na última quinta-feira (10), em reunião virtual realizada com a Secretaria de Governo Digital e a Secretaria Especial de Modernização do Estado, responsáveis por coordenar os projetos de transformação digital no âmbito do governo federal.

A transformação digital objetiva ampliar oferta de serviço digitais e aumentar a satisfação do usuário, com a disponibilização de serviços mais simples e intuitivos para os diversos públicos que interagem com a Agência. Também visa simplificar e desburocratizar os serviços prestados pela ANS, reduzir o tempo médio de espera dos usuários e implementar soluções tecnológicas que otimizem os trabalhos dos técnicos, com a eliminação de atividades repetitivas. Hoje, a carta de serviços da ANS contempla 16 itens, sendo que oito são considerados digitais (com diferentes níveis de maturidade nesse aspecto) e oito são realizados parcialmente de forma digital. A meta da Agência é que, até 2021, todos esses serviços se tornem 100% digitais.

Na reunião em que foi pactuado o plano, o diretor-presidente substituto da ANS, Rogério Scarabel, destacou a dedicação e o envolvimento de todas as diretorias na elaboração do projeto e reforçou a importância da transformação digital. “Esse é um projeto de grande relevância, que vai contribuir para aprimorar cada vez mais as atividades que são prestadas pela reguladora e para melhorar e ampliar a interação com os usuários. É uma iniciativa muito positiva e que, sem dúvida, vai trazer ganhos para toda a sociedade”, pontuou.

O diretor de Gestão substituto, Bruno Rodrigues, enfatizou que o plano faz parte do Projeto ANS Digital, que consta na Agenda Regulatória 2019-2021, e busca inserir a agência reguladora no rol das organizações que possuem um planejamento voltado para a transformação digital. “Com a pactuação realizada hoje, a ANS ingressa formalmente no processo de transformação digital. Nossa intenção é tornar a ANS mais simples e mais eficiente, para gerar mais valor público para a sociedade”, disse Bruno.

Também participaram da reunião o diretor-adjunto de Gestão da ANS, Eduardo Calasans, e a gerente de Qualificação Institucional, Andrea Lozer, que apresentaram o plano; o secretário-adjunto de Governo Digital do Ministério da Economia, Ciro Avelino, e a diretora de Integração do Governo Digital, Clarice Gomes Oliveira, que avaliaram e comentaram o plano, destacando a importância da iniciativa para a melhoria dos serviços prestados pelo governo federal; e os diretores de Normas e Habilitação das Operadoras, Paulo Rebello, de Fiscalização substituto, Maurício Nunes, e de Desenvolvimento Setorial substituto, César Serra.

Sobre o Plano Digital

O plano da ANS está sustentado em três eixos. O primeiro trata da transformação digital de serviços e prevê a disponibilização de oito atividades que atualmente são realizadas de forma parcialmente digital, tais como alteração de dados em registro de plano de saúde, obtenção ou cancelamento de registro de planos e de operadoras, pagamento ou parcelamento de débitos junto à ANS e suspensão ou reativação da comercialização de plano de saúde.

O segundo eixo trata da unificação dos canais digitais, com a implantação do login único, migração do site da ANS para o portal Gov.br e atualização dos serviços que irão para o portal, avaliação pelo cidadão e migração dos aplicativos.

O terceiro eixo contempla a interoperabilidade dos sistemas, com a integração de base de dados, iniciativas voltadas para ciência de dados e disponibilização de dados no formato aberto. Com as ações de integração dos serviços da ANS às bases de dados do governo, será possível obter informações de forma automática, eliminando a necessidade, por parte de cidadãos ou empresas, de preencher campos de formulários, apresentar documentos e validar informações de forma manual. Já há previsão de integração com a base do CPF até o primeiro trimestre de 2021 para serviços como denúncia de práticas irregulares de operadoras, obtenção de vistas e cópias de processos de ressarcimento ao SUS e verificação da situação e da regularidade cadastral junto à ANS.

A partir da pactuação do Plano Digital, os próximos passos preveem a capacitação e treinamento de servidores para a realização dos processos de transformação, a atualização dos serviços no portal da Agência e a realização de eventos que venham contribuir para a disseminação da estratégia e dos serviços junto à sociedade.

Qual o impacto das energias sustentáveis na sua empresa 564

Qual o impacto das energias sustentáveis na sua empresa

Energias sustentáveis são benéficas para o meio ambiente e podem promover mais segurança dentro dos negócios

Hoje em dia, as empresas têm se mostrado cada vez mais preocupadas com a sustentabilidade, isso porque os clientes também estão cada vez mais de olho nos processos que acontecem.

Os mais diferentes empreendimentos, como uma empresa de comércio ou uma empresa de manutenção de aquecedor a gás, por exemplo, têm buscado por pontos mais sustentáveis em todos os seus processos.

O que trás o diferencial para uma empresa são as preocupações que ela tem em relação aos processos de modo geral, desde o início até o final dele.

Por isso, abaixo, nós elaboramos este post para te explicar quais são os principais impactos positivos das energias sustentáveis em sua empresa. Quer saber mais sobre tudo isso? Então não deixe de nos acompanhar nosso post! Vamos lá?

Oferecem menor risco aos trabalhadores

As energias sustentáveis não somente oferecem uma gama de benefícios para a natureza, como também oferecem menos riscos do que outras energias, como a energia nuclear, por exemplo.

Se você atua com a fabricação de lona de caminhão, por exemplo, é possível promover mais segurança diante dos seus colaboradores com as energias sustentáveis!

Reduz as emissões de CO2

O CO2 significa gás carbônico ou dióxido de carbono. De forma básica, o gás CO2 é presente na atmosfera do planeta, além de ser o principal causador do efeito estufa.

A cada ano, as energias que produzem a emissão de CO2 estão aumentando cada vez mais.

Com o crescimento do efeito estufa, o aquecimento global também é aumentado, fazendo com que ocorram diversas mudanças climáticas e desastres na natureza, como o derretimento das calotas polares, problemas de saúde, incêndios florestais, entre outros.

Já diante das energias sustentáveis, a emissão de CO2 é quase isenta, o que impede todos os problemas citados de acontecerem de forma grave.

Não irão acabar

Mais uma vantagem das energias sustentáveis é que, como elas são renováveis, elas nunca irão acabar.

Um exemplo é a energia solar. Enquanto o sol entrar na superfície da terra, essa energia poderá ser utilizada de maneira infinita por todos!

Muitas pessoas também acreditam que a energia solar não é tão eficiente, dependendo da intensidade do sol.

Porém, a energia solar, assim como outras fontes renováveis, podem ser até mais eficientes do que as energias não sustentáveis.

No caso da energia solar, por exemplo, os recursos para captação de energia é por meio dos raios solares, e não do calor.

Por isso, independe das condições climáticas, a energia solar pode ser utilizada a qualquer hora.

Discutindo a energia

O debate sobre qual fonte de energia utilizar ainda está sendo discutida por muitas empresas.

De um lado, as fontes de energia sustentáveis são limpas e promovem a melhora do meio ambiente, e por outro, são caras e não viáveis para o orçamento de empresas e indústrias, como as que presta serviços de manutenção de chiller, por exemplo.

Já as fontes de energia não renováveis são mais baratas, mas podem causar futuros desastres no meio ambiente.

Por essa razão, os mais diferentes tipos de energia precisam ser analisados de modo que a produção seja boa e consiga proporcionar tudo o que a empresa necessita.

E quando a população também toma nota a respeito do tema, torna-se ainda mais importante pensar e analisar qual o melhor tipo de energia para cada segmento.

Conhecer é necessário e fazer uso das melhores, só promove um processo de produção cada vez melhor e maior. Opte pela fonte de energia que mais cabe dentro da sua empresa! E você, acha que a preferência das fontes pelas empresas vai mudar no futuro?

*Este artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

Webinar aborda sustentabilidade da saúde suplementar em tempos de crise 631

Webinar aborda sustentabilidade da saúde suplementar em tempos de crise

Especialistas participam de debate nesta quinta-feira (10), a partir das 16h

Como atravessar esse momento de crise sanitária? Como lidar com as questões relacionadas à economia do setor de saúde neste momento e após a pandemia pelo novo Coronavírus? Como a regulação pode ajudar no desenvolvimento dos serviços? O Prêmio IESS de Produção Científica em Saúde Suplementar converge a produção acadêmica com o conhecimento do mercado para aprimorar a área e criar ferramentas para sua evolução. Para falar dos diferentes aspectos do tema, o Instituto de Estudos de Saúde Suplementar reúne especialistas renomados e premiados no webinar “Propostas do Prêmio IESS para assegurar a sustentabilidade do setor em tempos de crise” que acontece dia 10 de setembro, às 16h, ao vivo no YouTube e nas redes sociais da instituição.

Segundo José Cechin, superintendente executivo do IESS, a categoria Economia do Prêmio IESS é fundamental por apontar questões que impactam diretamente na evolução e longevidade do setor. “Olhando o histórico de trabalhos inscritos e vencedores da premiação é possível acompanhar como temos avançado no aprofundamento do debate sobre esta área e na criação de soluções para garantir a perenidade do segmento”, comenta.

Com medição de José Cechin, o debate com a participação de Antonio Carlos Campino, professor da FEA-USP e avaliador da categoria Economia do Prêmio IESS; Marília Raulino Jácome, vencedora em 2018, Head da G-Sin (Startup de Gestão de Riscos na Saúde) e doutoranda em Ciências Contábeis (UFPB); e Luís Carlos Moriconi, vencedor em 2017, gerente atuarial na Unimed Fesp e mestre em economia (UFRGS).

“Ao longo desses anos, vimos que a quantidade e a qualidade das pesquisas desenvolvidas na área repercutem nas gerações vindouras. Especialmente neste momento em que o Brasil passa por uma crise significativa de desemprego e perda de renda por parte da população e do aumento dos custos de saúde para toda a cadeia”, completa Cechin.

A série de encontros busca tratar de diferentes temas importantes para o desenvolvimento do setor de saúde suplementar nacional com transmissão ao vivo nas redes sociais do IESS e no canal do YouTube.

Os interessados podem inscrever-se gratuitamente no site da entidade ou acompanhar pelo canal do YouTube.

Webinar IESS – Propostas do Prêmio IESS para assegurar a sustentabilidade do setor em tempos de crise
Data: 10 de setembro (quinta-feira)
Horário: 16h
Inscrição e transmissão neste endereço.

Corretores de seguros conectados para vencer 600

Fabio Izoton é presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) / Divulgação

Confira artigo assinado por Fabio Izoton, presidente do CCS-RJ

Durante a programação do CCS-RJ Connection 2020, evento que promoveu o diálogo entre os grupos que atuam no mercado segurador brasileiro, muitos corretores relembraram, em situações distintas, o conhecido provérbio africano: “Se você quiser ir mais rápido, vá sozinho. Se quiser ir mais distante, vá em grupo”. Mais do que uma simples coincidência, o uso constante da citação nos mostra que a união está sendo a grande marca dos corretores em meio à crise epidemiológica e econômica relacionadas ao novo coronavírus. Foi a partir deste sentimento que conseguimos reunir, em dois dias de evento, cerca de sete mil espectadores de todas as regiões do Brasil, em nossos canais digitais.

O papel dos organizadores do CCS-RJ Connection 2020, no qual me incluo, foi apresentar as diversas oportunidades que os corretores possuem para fechar negócios e manter sua carteira de clientes no momento atual. A diversificação de produtos, investimento em treinamentos e o contato constante com outros profissionais, que passam pelos mesmos desafios, são algumas das ações que exemplificamos em cases e palestras. Priorizamos, na programação do evento, aquelas que julgamos principais e de mais fácil alcance para um número maior de pessoas.

Iniciativas lideradas por corretores, seguradoras e entidades de classe foram promovidas e aplaudidas, por auxiliarem na solução de problemas enfrentados por quem está no cotidiano da corretagem de seguros. Ações coletivas como essas possibilitaram vitórias importantes para a categoria, como o reconhecimento da profissão por parte de entes reguladores. Os profissionais de seguros demonstraram, repetidas vezes, o seu valor e importância em momentos difíceis.

A transformação digital promovida há anos no setor mostrou-se vigorosa e forte, comprovando a conexão do setor de seguros com o futuro, mesmo antes que as condições atuais obrigassem tal atitude por parte de toda a economia. Projetos idealizados para meses e anos à frente tiveram que ser antecipados, para garantir que o cliente continuasse no centro da atenção do corretor. Os corretores se engajaram nas novas práticas e conseguiram garantir a renda de suas famílias.

Para que o cenário se mostre ainda mais promissor, o corretor precisa lembrar de uma palavra: Conexão. Os avanços na corretagem de seguros são frutos de união e compartilhamento da força entre os profissionais que se conectaram. Entidades como o Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) estão de portas abertas para novas ideias, propostas e projetos. Temos a certeza de que assim, nossa categoria torna-se mais forte. Contamos com a participação e presença de todos.

*Fabio Izoton é presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ).

Vendas reagem gradativamente, diz Associação do Comércio de SP 556

Vendas reagem gradativamente, diz Associação do Comércio de SP

Acumulado do ano tem resultado negativo de 54%

As vendas do varejo na capital paulista mostram clara reação, mas os números ainda mostram que o índice ainda está longe de uma recuperação completa.  De acordo com levantamento da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), a queda média do acumulado do ano é de 54% em relação a marco/agosto de 2019. “A atividade vem mostrando sinais de recuperação, conforme a reabertura da economia, mas ainda é gradual e irregular, já que há setores que sequer paralisaram suas atividades, como os supermercados. Já outros, como vestuário, foram mais afetados pela pandemia de Covid-19”, diz Marcel Solimeo, economista da ACSP.

Embora o momento mais crítico da crise tenha sido aparentemente superado, a queda de 33% nas vendas em agosto ainda é maior do que o apurado em março deste ano (-27%), comparando-se com o mesmo intervalo de 2019.  Em relação ao mês de julho último, entretanto, a alta foi de 24,5%, a segunda alta consecutiva no comércio paulistano. Alta em julho, comparado com o mês anterior.

“As altas estão ocorrendo comparando-se com os meses anteriores, em cima de bases menores, mas ainda distantes do ano passado. Acho que somente em dezembro, com a flexibilização gradual das regras para o comércio, é que estaremos mais próximos de 2019”, afirma Marcel Solimeo. Conforme os dados da ACSP, os meses mais críticos foram abril e maio deste ano, com quedas de 63,8% e 67% nas vendas, respectivamente, sobre o ano anterior

Fatores que tende a tonar a recuperação gradual é que grande parte dos consumidores perderam renda nos últimos- como os profissionais liberais- ou ainda estão inseguros com relação aos seus postos de trabalho. Consumidores de classe média, destaca Solimeo, estão segurando, em geral, seus gastos, o que influencia o consumo.

O economista ressalta que há setores que terão uma recuperação ainda mais lenta, como a área de serviços voltada para feiras e convenções, que ainda deverá ter grandes restrições por conta da Covid-19. “Uma recuperação mais consistente deve ser observada a partir do início de 2021”, opina Solimeo.