Artigo: Seguros – Uma evolução lógica 2161

“A tela ‘touchscreen’ veio para rapidamente mostrar que é uma assassina impiedosa, tão cruel quanto os celulares”

Os telefones celulares estão sob ataque e seu reinado como principal causa dos acidentes de automóveis pode ter vida curta, muito mais curta do que as demais causas que nas últimas décadas ocuparam o pódio, matando dezenas de milhares de pessoas todos os anos, nas ruas e estradas do Brasil. Não que o celular tenha perdido eficiência ou que ele não faça sua parte cada vez com mais competência. A culpa não é dele, ao contrário, ele se esforça diariamente e com bastante sucesso.

Acontece que o ser humano é cruel e, da mesma forma com que introduziu o celular no mundo dos motoristas, agora acaba de introduzir um equipamento fascinante e tão mortal quanto os telefones de bolso. A tela “touchscreen” veio para rapidamente mostrar que é uma assassina impiedosa, tão cruel quanto os celulares, e que já é responsável por dezenas de milhares de acidentes, com centenas de mortos e feridos espalhados pelo mundo.

O fenômeno não é nacional, ao contrário, nós ainda estamos no começo da caminhada, até porque a maior parte dos veículos brasileiros só agora vai sendo equipado com elas. Não quer dizer que não temos potencial para galgar a rampa do sucesso com enorme rapidez. O mau, o feio e o ruim entram na vida nacional sem maiores barreiras e causam danos irreparáveis muito mais depressa do que imaginam.

Com certeza, um número crescente de acidentes, com e sem vítimas, acontece porque os veículos causadores estão equipados com telas “touchscreen” que, no milésimo de segundo anterior ao evento, estavam sendo tocadas pelos dedos do motorista, em busca de algum serviço de fácil acesso que, embora extremamente rápido, é lento o bastante para distrair o cidadão e levá-lo a causar a batida ou o atropelamento.

Estudos internacionais já detectam o fenômeno e as seguradoras fora do Brasil começam a tomar as medidas necessárias para neutralizar a ameaça, através do aumento do preço do seguro de veículos e de medidas pontuais para minimizar ou desincentivar a prática. Ninguém discute, as telas inteligentes, acionadas por um único toque de dedo, são maravilhosas e representam um avanço fenomenal na vida dos motoristas. Mas elas são também um problema.

Só que, neste momento, apesar do seu potencial de danos, outras estatísticas mostram que existem perigos mais graves do que a capacidade das telas “touchscreen” darem ensejo a milhares de acidentes de trânsito.

Com a decretação do isolamento social, milhares de pessoas pararam de sair de casa e seus veículos estão imóveis, estacionados nas garagens há mais de um mês.

O resultado é que, com a diminuição do número de veículos nas ruas, houve também a redução acentuada dos acidentes e consequentemente a queda do número de mortes causadas pelo trânsito na cidade de São Paulo.

Seria uma notícia para ser comemorada se não houvesse o outro lado da moeda e esse lado é trágico. Se, de um lado, aconteceu a queda absoluta do número de mortes causadas pelo trânsito, de outro, houve o aumento do número de mortes de motociclistas e ciclistas nas ruas da cidade.

É a consequência lógica da realidade das ruas vazias por conta da pandemia. Com as ruas sem movimento e com os “deliverys” se tornando a forma de entrega das encomendas feitas pelos que estão confinados em casa, os entregadores dessas mercadorias se sentiram donos das ruas e, daí pra frente, a quantidade de imprudências e sandices que podem ser observadas em qualquer canto da cidade, em primeiro lugar, assustam e, em segundo, levantam uma pergunta assustadora – por que o número de mortos não é ainda maior?

Mão, contramão, lado direito e esquerdo, ultrapassar pela faixa que divide as pistas, estacionar no meio da rua e o mais que se imaginar se tornou rotina, da mesma forma que um bom número de motoristas de automóveis não está nem aí para o que é certo ou errado. Na sua visão, a rua vazia é dele. E isso liberou a possibilidade de se fazer tudo, quanto mais errado ou proibido melhor.

Neste cenário, o aumento das mortes de motociclistas e ciclistas é a consequência lógica do que vai pelas ruas. E pode piorar.

 

*Por: Antonio Penteado Mendonça

App Anjo agora vende por WhatsApp, redes sociais e e-mail 2408

Ferramenta foi desenvolvida pelo Grupo Caburé Seguros

O aplicativo Anjo, desenvolvido pelo Grupo Caburé Seguros e que tem a Zurich como seguradora, acaba de apresentar suas novas funcionalidades, que agora permitem a venda por WhatsApp, redes sociais e também por e-mail. Com esta novidade, o cliente, com o link único do Corretor ou Agente, consegue concluir a contratação do seguro de vida do Anjo no conforto do seu lar, carro, escritório ou em qualquer lugar.

A nova funcionalidade é uma revolução para os Corretores e Agentes, que poderão orientar os seus clientes a distância e auxiliarem em dúvidas ou necessidades que por ventura venham a surgir até o fechamento da venda, reduzindo, assim, custos de deslocamentos, aumentando a produção de seguros e otimizando tempo para todos os envolvidos no processo. “Isso tudo sem falar nos excelentes custos que o Anjo proporciona para os Corretores de Seguros e Agentes oferecerem aos seus clientes segurados”, destaca o vice-presidente do Grupo Caburé Seguros, José Luiz Mota da Silva.

“É uma jornada toda pensada para facilitar o entendimento do cliente, um dos principais propósitos do Anjo, além de procurar atender aos anseios de muitos parceiros, que é a possibilidade da venda e atendimento a distância. Lembramos que o Anjo é o 1º App do Brasil feito para Corretores de Seguros e Agentes”, comenta. “Temos orgulho de avançarmos, dia a dia, em melhorias no App Anjo, trazendo inovação e cada vez mais facilidades para que os nossos parceiros aumentem os seus resultados, levando proteção e qualidade de vida aos seus segurados”, conclui.

Seja você também um Anjo para os seus clientes. Baixe o Anjo agora mesmo em “1anjo.com”.

BB Seguros lança linha de seguros de vida 1002

Orientação nutricional, psicológica e até benefícios para pets são alguns dos diferenciais oferecidos pelos novos planos

A BB Seguros apresenta uma nova linha de seguros de vida que tem o intuito de simplificar a oferta e trazer benefícios exclusivos para o cliente usufruir em vida, voltados para a saúde e bem-estar. A nova carteira é formada por três modelos de planos: BB Vida Leve, BB Vida Plena e BB Vida Total, todos com uma série de assistências para os segurados, além das tradicionais coberturas por morte ou invalidez.

Como diferencial, a empresa aposta em recursos de apoio e em assistências médicas com consultas e exames, segunda opinião médica, locação de aparelhos ortopédicos, orientação nutricional, psicológica e fitness. Em alguns planos o cliente também tem à disposição um pacote de auxílios e suportes para os animais de estimação, com consulta veterinária, atendimento hospitalar, transporte emergencial, hospedagem e funeral pet.

Karina Massimoto, superintendente de produtos de Vida da Brasilseg, empresa da BB Seguros, conta que partiram do princípio de que o cliente deve ser beneficiado para viver mais e melhor. “Tradicionalmente, os seguros oferecem pacotes muito parecidos, com assistências para o carro ou para a casa. Criamos as nossas assistências com benefícios reais para melhorar a qualidade de vida do cliente, a partir de apoio médico, nutricional e psicológico, além do suporte financeiro em caso de sinistros”.

Recursos extras

Outra novidade é que os clientes do plano BB Vida Total poderão escolher um entre três serviços exclusivos como recurso de apoio totalmente incluso no pacote contratado: terapia online, com sessões realizadas por meio de plataforma digital; pulseira inteligente, com tecnologia que permite monitorar atividades físicas e indicadores de saúde ou mapeamento genético, capaz de identificar a origem ancestral, propensões a doenças e características físicas conforme estudo do DNA do cliente.

Todos os planos garantem cobertura para morte natural ou acidental, invalidez permanente total ou parcial por acidente e auxílio funeral. O BB Vida Plena também cobre acessibilidade física em caso de invalidez por acidente e diárias de internação hospitalar decorrente de acidente. Já o BB Vida Total garante todas essas coberturas, além de indenização em caso de doenças graves.

Os novos produtos podem ser adquiridos nas agências do Banco do Brasil e em seus canais de atendimento. ​

Bradesco Seguros oferece 15% de desconto em cobertura de Seguros Empresariais 1229

Porto Seguro realiza ação de incentivo aos corretores na comercialização e renovação do produto empresarial

Promoção está prevista até 05 de julho

A Bradesco Auto\RE anunciou nova ação para amenizar o momento de incerteza que a pandemia do coronavírus está trazendo. A seguradora está oferecendo 15% de desconto em cobertura de seguros novos, renovações ou endossos para o ramo empresarial. Essa promoção está prevista para até 05 de julho. Por meio da ação, em média, 20 setores serão contemplados com o desconto, que alcança desde escolas até empresas de produtos alimentícios.

“Ter um seguro como este traz soluções rápidas para os problemas corriqueiros do dia a dia e segurança para situações mais graves que podem surgir. Além disso, é um benefício que está ao alcance de todos, independentemente do tamanho da empresa. O seguro empresarial traz mais tranquilidade em situações adversas, como incêndios, vidraças quebradas e possíveis avarias ao patrimônio como um todo”, afirma Saint’Clair Lima, diretor da Bradesco Auto/RE.
Dentre as atividades cobertas por essa ação, encontram-se os segmentos de Atividade Especial, Confecção (calçado, couro e têxtil), Cultura, Esporte e Lazer, Elétrico, Metal, Maquinário Elétrico e Mecânico, Estabelecimentos de Ensino, Saúde, Têxtil, Vestuário, Máquina, Equipamento, Produtos Alimentícios, Bebidas, Fumo e Serviços.​

Opinião Jurídica: a inconstitucionalidade do Projeto de Lei 2.113/20 4282

Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS

Artigo é do advogado Lúcio Roca Bragança, do escritório Agrifoglio Vianna

No Brasil, temos a reunião das figuras de Chefe de Estado, Governo e Administração em uma mesma pessoa, que é o Presidente da República. Com isso, a cada 4 anos, troca-se a representação do País perante a comunidade internacional, o plano de governo e, não menos importante, todo o planejamento administrativo que, noutros países, possui uma blindagem contra a Política, e contra políticas circunstanciais e casuísticas, através de Agências Regulatórias, que possuem autonomia e independência perante o Poder Executivo. Pois a solidez das instituições é justamente uma das condições mais importantes para o progresso econômico e social de um país, justamente porque uma alternância do plano de ação em curto período de tempo, muitas vezes em direções antagônicas, causa prejuízo à obtenção de resultados em qualquer gestão, seja pública ou privada. E o prejuízo aos resultados de uma gestão pública manifesta-se na forma de recessão, desemprego, desigualdade, deseducação. No Presidencialismo de coalizão em que vivemos, fica , por vezes, difícil escapar do ciclo vicioso decorrente do fato de que a premência pela resolução de problemas urgentes tende a inspirar medidas imediatistas, que por sua natureza populista, não podem resolver os problemas estruturais – o que, a médio prazo, gera mais instabilidade e mais problemas com premência por resolução. Por outro lado, a credibilidade das instituições, a previsibilidade do cenário sócio-econômico, a estabilidade jurídica com a preservação da propriedade privada criam as condições necessárias para o progresso econômico, que é solução definitiva para os problemas a que as medidas populistas não combatem senão de modo paliativo.

Neste cenário atual de fragilidade institucional, veio à lume o Projeto de Lei 2.113/20, recentemente aprovado no Senado Federal e atualmente sob apreciação da Câmara dos Deputados. Dentre outras disposições, o texto predica indistintamente para o seguro – saúde e o seguro de vida: a) Proibição de exclusão da cobertura de eventos decorrentes do COVID-19 mesmo para contratos já firmados; b) Liquidação do sinistro no prazo máximo de 10 dias; c) Impossibilidade de suspensão ou cancelamento do contrato por falta de pagamento do prêmio; d) Manutenção obrigatória do valor do prêmio.

Primeiramente, já merece críticas o fato de o Projeto, rompendo com um viés de mais de 20 anos, disciplinar de modo indistinto os seguros de saúde e de vida, com objetos tão diversos, já que o primeiro pode trazer consequências afetas ao próprio direito à vida, ao passo que o segundo tem efeitos meramente patrimoniais. O mais grave, porém, é a nítida inconstitucionalidade do texto, por malferir o ato jurídico perfeito. A Constituição veda que as leis retroajam para atingir situações já consolidadas, entre elas os contratos que já estavam vigentes quando de sua publicação. Ao alterar o teor dos riscos predeterminados garantidos no contrato, instituindo uma cobertura obrigatória e intervindo em pactuações já consumadas, o Projeto viola o art. 5º, XXXVI da Magna Carta.

Além de ampliar o espectro de cobertura, o Projeto proíbe que seja adequada a contraprestação a encargo dos segurados, isto é, as seguradoras terão de pagar por algo que não receberam e, dada a proibição de cancelamento, terão de pagar ainda que sem receber nada. Trata-se de outra inconstitucionalidade notória, na medida em que prestar cobertura em descompasso com o prêmio recebido nada mais é do que violar o direito de propriedade. Um exemplo que bem ilustra o ponto e denota como, por vezes, o Estado confunde o interesse público, por que deveria zelar com, o interesse meramente estatal, é a Lei 11.960/09, que procurou indexar as dívidas da Fazenda Pública pelo índice de poupança, depauperando os créditos dos cidadãos. Cinco anos levou o Supremo Tribunal Federal para excluir a norma do Ordenamento por violar o “direito fundamental à propriedade”, já que “não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.”

Tão graves inconstitucionalidades, com os consequentes ruinosos efeitos aos cânones econômicos necessários a geração de riqueza e criação de uma sociedade próspera, demonstram o caráter meramente imediatista do Projeto de Lei em pauta, tal como vimos ao início. Por mais bem intencionado que seja o texto, a prestação obrigatória de um serviço sem uma fonte de recurso é medida que não pode escapar do rótulo de populista, e não se constrói o progresso de uma nação, com medidas populistas, sejam de Esquerda, de Direita ou do Congresso Nacional.

Transpetro bate recordes em meio à pandemia 1282

​Em maio, empresa movimenta 1,11 milhão de toneladas de óleo combustível exportado pela Petrobras

Em meio à pandemia da Covid-19, a Transpetro é responsável pela movimentação do número recorde de 1,11 milhão de toneladas de óleo combustível exportado pela Petrobras no mês de maio. Esse volume supera em 10% o melhor resultado anterior, alcançado em fevereiro deste ano. Os terminais de Angra dos Reis (Tebig) e de Suape (PE) também apresentaram desempenho operacional histórico no mesmo período.

“Atuamos em uma atividade essencial e isso torna o nosso desafio ainda maior em meio a uma crise de saúde como a que estamos enfrentando. Nesse cenário, somente a dedicação e a competência de nossas equipes, somadas a todos os nossos protocolos de segurança e saúde, puderam nos proporcionar um resultado tão importante”, destacou a presidente da companhia, Cristiane de Marsillac.

Voltado ao mercado internacional, o ocex (óleo combustível exportação) está em alta em função da busca por soluções com baixo teor de enxofre no exterior. Além do aumento da demanda, contribuíram para o recorde a maior integração entre áreas de programação da Transpetro e da Petrobras e a aposta nas soluções voltadas para eficiência operacional.

Na Transpetro, o ocex é exportado a partir dos terminais de Santos (SP), São Sebastião (SP), Ilha D’Água (RJ), Madre de Deus (BA), Suape (PE) e, eventualmente, Angra dos Reis (RJ). Santos, Ilha D’Água e Madre de Deus são opções logísticas para essa operação por estarem próximos às principais produtoras desse derivado no país: as refinarias do Vale do Paraíba (Revap/SP), do Planalto Paulista (Replan/SP), Duque de Caxias (Reduc/RJ) e Landulpho Alves (Rlam/BA).

Os terminais de São Sebastião e de Suape têm autorização para movimentar óleos combustíveis por meio de operações de transbordo (o produto passa de um navio para outro, sem utilizar a tancagem das unidades), que permitem a exportação utilizando navios de maior capacidade.

O terminal aquaviário de Suape, aliás, também apresentou um recorde na movimentação de produtos no mesmo mês, sendo o ocex um dos principais na lista. Ele atingiu a marca de 2,2 milhões de metros cúbicos, superando a anterior de 2,1 milhões de metros cúbicos.

Em Angra, as equipes do terminal realizaram a operação de 41 navios, maior número alcançado em seus 43 anos de atividades, garantindo a entrega do petróleo exportado pela Petrobras a países como China e Índia.

“Esses recordes são frutos de um trabalho minucioso que temos realizado nos terminais, de acordo com rigorosos procedimentos de segurança. Envolve integração das áreas de programação, controle e operações, e equipes altamente especializadas. São resultados de extrema importância que comprovam nossa eficiência, inclusive em momentos de crise”, avaliou o diretor de Dutos e Terminais da Transpetro, Marcos Benício Antunes.