Chubb atinge meta de redução de emissões de gases de efeito estufa 2467

22% de GEE foram cortados em relação a 2016

A Chubb alcançou antecipadamente sua meta de redução em 20% das emissões de gases de efeito estufa (GEE), prevista para 2025. No final de 2019, as emissões de GEE da companhia caíram 22%, em relação às registradas em 2016. A empresa continua perseguindo sua meta de longo prazo: redução das emissões absolutas de GEE em 40% até 2035. As metas estão alinhadas com as ações exigidas para alcançar o limite de aumento máximo de dois graus Celsius na temperatura média do planeta, delineado no Acordo Climático de Paris.

“A Chubb vêm trabalhando para reduzir as emissões de GEE nas operações da companhia desde o lançamento de seu programa ambiental corporativo, há mais de doze anos. Temos o prazer de cumprir nossa meta mais recente – e nosso primeiro objetivo, definido com base científica – antes do previsto”, disse Evan G. Greenberg, Chairman e Chief Executive Officer da Chubb. “Nossa iniciativa para reduzir a pegada ambiental da Chubb é uma maneira de demonstrar o compromisso em dar resposta às mudanças climáticas. Por meio de nossas ações socioambientais, também apoiamos esforços que fortalecem a resiliência das comunidades e protegem a biodiversidade.”

A empresa alcançou seu objetivo graças à combinação de projetos de otimização do portfólio de imóveis e de eficiência energética. A Chubb concentrou-se na redução do consumo de energia em suas instalações, principalmente em prédios próprios de maiores dimensões, e em espaços alugados com contratos de longo prazo. A Chubb continuará usando essa abordagem para atingir sua meta de redução de 40% de GEE até 2035, o que equivale a 45.000 toneladas de CO₂ por ano.

A primeira meta de redução de emissões de GEE da Chubb usou 2006 como linha de base. Até 2012, a empresa reduziu as emissões de GEE em quase 27% por funcionário, excedendo substancialmente sua meta original de 8% por funcionário. Uma nova meta foi estabelecida em 2014 e a empresa continuou avançando na redução de seu impacto ambiental, inclusive através da aquisição pela ACE Limited da The Chubb Corporation, em 2016. De 2016 a 2019, as emissões absolutas de GEE foram reduzidas em 22%.

Mais informações sobre os programas e iniciativas ambientais da Chubb podem ser encontradas no relatório ambiental da empresa e na seção Cidadania em Chubb.com.

Chubb integra comitê gestor de fórum que pensa futuro do trabalho 944

Também patrocinado pela seguradora, o fórum irá buscar soluções a partir da sinergia entre pessoas de diferentes gerações

 Nesta quarta-feira, 15, A consultoria Mais Diversidade vai promover evento de lançamento do Fórum Gerações e Futuro do Trabalho. Com o apoio da Chubb Seguros, a iniciativa se propõe a discutir e apresentar soluções para temas relacionados ao mercado de trabalho. Entre os assuntos em pauta estarão a chegada da Geração Z aos quadros das empresas, o processo de transformação digital, novos formatos de atuação, como o home office, além das oportunidades de sinergia geradas pelas visões de mundo de profissionais de diferentes faixas etárias. O CEO da Chubb Brasil, Antonio Trindade, representará a seguradora no encontro virtual.

O lançamento do fórum terá transmissão ao vivo pelo canal da Mais Diversidade, no Youtube. Ao lado de Antonio Trindade, estarão Leila Melo, diretora-executiva do Itaú; Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário, Miguel Setas, presidente da EDP Brasil, e Leandro Camilo, sócio da PwC, além do secretário executivo do Fórum Gerações e Futuro do Trabalho, Ricardo Sales. Nos próximos meses, a consultora que promove os debates irá divulgar a agenda de compromissos, que incluirá temas prioritários e que serão foco das empresas signatárias.

Segundo nota da Chubb, o encontro trata-se da primeira iniciativa brasileira voltada à discussão e busca de soluções para as questões geracionais no ambiente organizacional. Ao lado de Itaú, EDP, Grupo Boticário e PwC, a seguradora participa também do Comitê Gestor que, anualmente, define as estratégias e as prioridades de atuação do Fórum.

A Chubb é a maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil (P&C) de capital aberto do mundo. Com operações em 54 países, oferece seguros comerciais e pessoais de property & casualty, acidentes pessoais e saúde complementar, resseguros e seguros de vida a um grupo diversificado de clientes. ​

Susep estuda criação de mercado de títulos de seguros 2649

Com a queda da taxa de juros, esta pode ser uma nova opção de investimento para investidores profissionais e para melhorar a estrutura de custo de captação das seguradoras

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) resolveu ampliar a regulamentação e viabilizar o financiamento por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS – Insurance Linked Securities). Mecanismo comumente adotado em mercados internacionais, o ILS é uma nova alternativa para transferência de riscos de seguros e resseguros.

Nas operações de ILS, a transferência de risco se dá de uma cedente para um ressegurador local de propósito específico (RPE), que financiará a retenção deste risco por meio de emissão de dívida vinculada a riscos de (res)seguros. Este tipo de alternativa para transferência de risco vem ganhando cada vez mais espaço em mercados internacionais.

A Resolução que amplia a regulamentação e viabiliza esta inovação entra em consulta pública a partir de hoje e a sociedade poderá enviar sugestões sobre este avanço, que é mais uma oportunidade para atrair recursos para o país, ampliar as opções do mercado de capitais brasileiro e ainda exportar capacidade de resseguro, trazendo divisas para o país.

A superintendente da Susep explica que entre as vantagens que o ILS trará para o mercado brasileiro está a redução de riscos e custos de captação para as seguradoras. “Isto possibilitará melhores preços para o consumidor, favorecendo o desenvolvimento do mercado brasileiro”, afirma.

Atratividade para o investidor

Sob o ponto de vista do investidor, transparência e segurança estarão garantidas, uma vez que os cedentes que quiserem participar deste tipo de operação deverão ter seus riscos registrados em sistemas de registro homologado pela Susep (SRO). Com o cenário de baixas taxas de juros, como o que estamos vivendo, esta opção de investimento pode representar um novo atrativo para os investidores, sendo uma alternativa para a composição de carteiras.

O diretor técnico da Susep Eduardo Fraga, que está coordenando as análises para a proposta de implementação desta modalidade no Brasil, explica que, como ocorre em outras jurisdições, “este tipo de instrumento deve ser direcionado para investidores profissionais, não sendo adequado para investidores pessoas físicas diretamente, em virtude da possibilidade de perda de parte do principal investido”.

Benefícios para o setor de seguros

Sob o ponto de vista do setor de seguros, o custo de capital desta nova dívida deve ser menor que o custo de financiamento por meio de capital próprio (equity), que é uma das fontes tradicionais de financiamento de resseguradores e seguradores. Adicionalmente, a diminuição de custos nesta operação pode trazer uma redução de custos no seguro direto, feito lá na ponta para o segurado

Indicadores econômicos e repercussão em seguros em debate na CNseg 2898

Marcio Serôa de Araujo Coriolano é economista e presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras

1º Webtec reúne Marcio Coriolano e os economistas Luiz Roberto Cunha e Pedro Simões

A estreia da série de webinars técnicos da Confederação Nacional das Seguradoras (WebTec), ocorrida nesta quinta-feira, 09, com moderação do presidente da CNseg, Marcio Coriolano; exposição do economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, Pedro Simões, e comentários do economista do professor de Economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha, deixou pelo menos uma certeza: não há qualquer garantia de que os sinais de recuperação da atividade econômica, exibidos em maio por vários indicadores locais ou globais, serão contínuos, perenes ou sustentáveis. Entre os propósitos, o webinar técnico teve o objetivo de fornecer novos elementos para posicionamento estratégico do setor de seguros, informou o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Marcio Coriolano repetiu o prognóstico de um ano difícil para o setor segurador, atividade que está entre os maiores investidores institucionais, com R$ 1,1 trilhão em recursos que garantem os riscos e que representam 25% da dívida pública brasileira. Para ele, a recuperação da economia ocorrerá lentamente, e os segmentos de seguros deverão ter comportamento heterogêneo, acompanhando a retomada da produção, a taxa de ocupação e a renda dos trabalhadores, que, por sua vez, afetam os segmentos de forma diferente. Ainda durante o encontro, Marcio Coriolano, ao destacar a amplitude do seguro em termos de proteção oferecida à sociedade e de investidor institucional, ressaltou que o setor ainda não tem sua relevância plenamente no meio econômico. O setor, acrescentou, cumpre uma missão civilizatória de mitigar riscos e, na sua ocorrência, desonerar atores sociais e econômicos.

O economista Pedro Simões, que palestrou sobre o tema, apresentando amplo e diverso elenco de indicadores, disse acreditar que a flexibilização da quarentena horizontal em todo o mundo deve se consolidar, refletindo-se nos índices a curto prazo. Há uma onda de otimismo global, uma consequência do esgotamento econômico e psicossocial do shutdown, e, em razão disso, um certo consenso de que os processos de isolamento social não ocorrerão na proporção do primeiro semestre do ano. Para ele, os protocolos para evitar a proliferação do contágio e a crença de que a descoberta da vacina para a cura se avizinha estão por trás dessa percepção mais otimista dos mercados globais. De qualquer forma, o número de novos casos amplia-se, mas há um viés de estabilidade ou queda na taxa de óbitos, assinalou.

Entre outros comentários, o economista Luiz Roberto Cunha adiantou que, entre outros riscos, o endividamento público decorrente dos gastos públicos para mitigar os impactos da Covid-19 está no radar de todos os agentes econômicos, porque tem enorme potencial de gerar danos ao bom ambiente de negócios, dadas as fragilidades fiscais do governo.
Nos Estados Unidos, as despesas emergenciais contribuíram para elevar a poupança interna, algo próximo de 33% atualmente, e, à proporção que haja maior nível de confiança, tais recursos devem ser dirigidos ao consumo. No Brasil, também acredita-se que os recursos destinados a socorrer pessoas em situação de vulnerabilidade e trabalhadores contribuem para alguma reação apresentada em um pequeno grupo de atividades.

Allianz anuncia novo Comitê Executivo 2648

Após concluir uma das maiores aquisições do setor de seguros no país, executivos da Allianz e SulAmérica Auto e Massificados passam a integrar o board da unidade brasileira da seguradora alemã

A Allianz comunica ao mercado o novo Comitê Executivo das operações brasileiras, que é resultado da integração entre Allianz Seguros e SulAmérica Auto e Massificados, empresa adquirida, por R$ 3 bilhões. Com a compra, a Allianz passa a ocupar a segunda posição em Automóvel e a terceira no ranking geral de Ramos Elementares, detendo 9% de market share nesse segmento.

“A nova Allianz conta com o melhor de duas seguradoras, já reconhecidamente valorizadas por colaboradores, corretores, clientes e mercado. Para fazer frente aos novos desafios, contamos com novos membros no Comitê Executivo. Esse novo corpo diretivo contribuirá significativamente para alcançarmos a posição de liderança em Ramos Elementares no mercado segurador brasileiro” explica Eduard Folch, presidente da Allianz no país.

Conheça o novo Comitê Executivo

  • Eduard Folch, presidente da Allianz Brasil
  • Andreas Kerl, diretor executivo Financeiro
  • David Beatham, diretor executivo de Massificados e Vida
  • Eduardo Dal Ri, diretor executivo Comercial
  • Karine Barros, diretora executiva de Negócios Corporativos e Saúde
  • Luis Cartolano, diretor executivo de Marketing
  • Marco Campos, diretor executivo de RH e Comunicação
  • Renato Roperto, diretor executivo de Sinistros
  • Rosely Boer, diretora executiva de Operações

É importante destacar que, por enquanto, nada muda em relação às atividades, atendimento aos corretores, clientes e prestadores. O nosso foco é a continuidade dos negócios. Todo o processo será feito de forma gradual, valorizando as melhores práticas entre as duas companhias.

Prudential do Brasil lança produto de Vida Individual 2111

Vida Inteira 5 combina proteção completa ao pagamento dos prêmios em tempo reduzido

Com o objetivo de diversificar o seu portfólio de produtos, a Prudential do Brasil está anunciando um novo seguro para o ramo Vida Individual. Conforme material de divulgação da seguradora, o Vida Inteira 5 combina proteção completa para a vida inteira do segurado à facilidade de realizar o pagamento dos prêmios em tempo reduzido – nesse caso, em apenas cinco anos. As coberturas abrangem morte natural e acidental, invalidez permanente e total por acidente, dispensa de prêmio em caso de invalidez parcial e permanente e antecipação do capital segurado em caso de doença terminal com seis meses de sobrevida.

“O lançamento do novo produto Vida Inteira 5 simboliza a expertise da Prudential do Brasil em oferecer soluções personalizadas para atender às necessidades específicas de cada consumidor. O seguro terá um grande apelo, por exemplo, para clientes que desejam se aposentar com seu planejamento sucessório organizado e quitado, evitando novos custos após a entrada nessa nova fase da vida”, destaca a gerente de Produtos, Fernanda Matta. A executiva reforça que “o prazo de pagamento mais curto também atenderá às empresas que buscam uma solução que ajude a estruturar financeiramente a redistribuição da participação da companhia no momento do falecimento de um dos sócios”.

A empresa já havia lançado em setembro do ano passado um produto inovador no ramo de Doenças Graves, no qual a Prudential lidera o ranking com 57% de market share: o DDR Modular. Composto por quatro módulos (Câncer, Doenças Cardiovasculares, Falência de Órgãos e Doenças Neurológicas), o produto engloba 25 doenças e cobre até duas indenizações para sinistros ocorridos em módulos distintos, além de outros benefícios.

“Em um mercado em evolução como o de seguros, lançamentos como o Vida Inteira 5 e Doenças Graves Modular favorecem o despertar da população para a necessidade do seguro de vida, assim como contribuem para estimular a discussão na sociedade sobre o dever de cuidar e dar mais valor à proteção da vida e dos bens ”, finaliza Fernanda.​