Em São Paulo, contágio da Covid-19 é maior onde moradores utilizam transporte público 1483

Análise do Instituo Pólis sugere que maior número de internações na capital paulista está nos bairros em que as pessoas continuaram pegando ônibus diariamente.

Análise do Instituto Pólis, realizada em parceria com o LabCidade (Laboratório Espaço Público e Direito à Cidade), órgão ligado à Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP, sugere que, em São Paulo-SP, a Covid-19 está se espalhando de forma mais intensa onde os moradores utilizaram transporte público para trabalhar durante a pandemia. Os pesquisadores correlacionaram bairros da capital que mais registraram hospitalizações pela Covid-19 ou Síndrome Respiratória Aguda e Grave (SRAG), por causa não identificada, com o local de origem de trabalhadores que utilizam o transporte público como principal meio de locomoção.

A análise mostra que os territórios com mais internações na cidade (DataSus) estão localizados em regiões que figuram como os principais pontos de origem das viagens diárias (Pesquisa Origem Destino e SPTrans). São exemplos os bairros de Capão Redondo, Jardim Ângela, Brasilândia, Cachoeirinha, Sapopemba, Iguatemi, Cidade Tiradentes, Itaquera e Cidade Ademar. Para a análise, foram utilizados dados do Datasus de hospitalizações por Covid-19 e por SRAG não identificada a partir do CEP, referentes a março deste ano até 18 de maio, data em que os códigos postais dos pacientes foram disponibilizados pelo Ministério da Saúde, até o momento. Essas informações foram balizadas com as de circulação de ônibus municipais de 5 de junho, fornecida pela SPTrans, e dados da Pesquisa Origem Destino, feita em 2017 pelo Metrô de São Paulo, que trata sobre as rotas e motivações dos que usam o transporte público na capital.

Foram consideradas pessoas que utilizam o transporte público para trabalhar, que não têm ensino superior e que ocupam cargos não executivos. Esse perfil foi selecionado porque, em geral, as pessoas com formação superior, em cargos executivos e profissionais liberais, são as que aderiram ao teletrabalho. “Em síntese, é possível afirmar que quem está sendo mais atingido pela Covid-19 são as pessoas que tiveram que sair para trabalhar. Porém, apesar de termos mapeado os locais que concentram os maiores números de origens ou destinos dos fluxos de circulação por transporte coletivo, não é possível ainda afirmar se o contágio ocorreu no percurso do transporte, no local de trabalho ou no local de moradia”, afirmam os pesquisadores.

“Se o maior número de óbitos está nos territórios que tiveram mais pessoas saindo para trabalhar durante o período de isolamento, temos que pensar tanto em políticas que as protejam em seus percursos como ampliar o direito ao isolamento paras as pessoas que não estão envolvidas com serviços essenciais, mas precisam trabalhar para garantir seu sustento”, completam.​

Susep promove webinar sobre simplificação do mercado de danos massificados 930

Evento online contará com a participação de Solange Vieira

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) promoverá, no dia 18 de agosto, a partir das 11h, webinar sobre a simplificação do mercado de seguros de danos massificados. O objetivo do evento é apresentar as propostas da consulta pública sobre o tema, que está aberta até o dia 09 de setembro.

A flexibilização da regulação de seguros massificados irá conferir maior simplicidade e clareza para os produtos, sempre com a preocupação de aumento de transparência para o consumidor. A proposta revoga, total ou parcialmente, outros 10 atos normativos, em geral com regras mais prescritivas e não consolidadas.

A iniciativa está alinhada com os seguintes objetivos estratégicos da autarquia: “Simplificar a regulação dos mercados” e “Ambiente favorável ao desenvolvimento de um mercado competitivo, transparente, inovador e com maior cobertura”.

O evento contará com a participação da superintendente Solange Vieira, do diretor Rafael Scherre e da Coordenadora Geral da área Mariana Arozo.

As inscrições para o webinar já estão abertas e são limitadas. Os interessados podem se inscrever neste link.

Sompo Seguros apresenta evolução da companhia por meio do Relatório Anual 2019 934

Francisco Caiuby Vidigal Filho é presidente da Sompo Seguros no Brasil

Documento elaborado traz principais indicadores de crescimento e comprometimento da seguradora com a transparência, sustentabilidade e responsabilidade social

A Sompo Seguros S.A, empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, acaba de disponibilizar seu Relatório Anual Sompo 2019. Disponível para consulta e download no site da companhia, a publicação reúne os principais resultados alcançados, bem como um panorama completo das políticas e iniciativas adotadas pela seguradora nos âmbitos econômico, financeiro, social, ambiental e de governança corporativa ao longo do ano passado.

“A publicação do Relatório Anual faz parte do nosso comprometimento com a transparência da companhia junto aos diferentes públicos com os quais nos relacionamos. Por meio dele, o leitor tem uma visão clara sobre o desempenho da empresa, além de conhecer os pilares que apoiam nossos propósitos e decisões com as quais buscamos contribuir, com responsabilidade e sustentabilidade, para o desenvolvimento do mercado de seguros e da sociedade brasileira”, observa Francisco Caiuby Vidigal Filho, presidente da Sompo Seguros.

O Relatório Anual Sompo 2019 traz as conquistas que foram destaque ao longo do ano, tanto em expansão de algumas linhas de negócios como o reconhecimento do mercado para a orientação da empresa em ações voltadas à diversidade, gestão de pessoas e responsabilidade social. “O relatório vai além de um reporte. É um direcionador do posicionamento e do que pretendemos alcançar num futuro próximo, servindo também de guia para orientar o planejamento das ações dos próximos períodos”, avalia Celso Ricardo Mendes, diretor Executivo da Sompo Seguros.

Destaques a pilares estratégicos

O foco da companhia no resultado fez a Sompo Seguros atingir em 2019, R$ 3,8 bilhões em Prêmios, R$ 69 milhões em Lucro Líquido e R$ 5,4 bilhões em ativos. Ao longo do ano, mais de R$ 1,8 bilhão foi devolvido à sociedade em forma de indenizações de seguros. Entre as diversas linhas de produto da companhia, algumas alcançaram uma expressiva expansão em termos de Prêmios Emitidos, com especial destaque para os ramos de Vida (65,4%), Ramos Elementares Corporativos (30,2%), Agricultura (20%), Automóvel (19,2%) e Transporte (19,1%).

A orientação ao cliente também fez a Sompo Seguros evoluir na estratégia de atendimento por meio de múltiplas plataformas (omnichannel), iniciada há dois anos. Com isso, a companhia alcançou em 2019 o Índice de Reputação 8,1 (Ótimo) no Reclame Aqui, com base nos 12 meses do ano e o Índice de Satisfação do Cliente NPS (Net Promoter Score) de 61, ultrapassando a meta estipulada para o ano de 2019. O lançamento dos portais institucional, do corretor e do segurado; o aprimoramento dos aplicativos com mais operações e usabilidade intuitiva e a atualização e ampliação da atuação da Sayuri, o chatbot da Sompo Seguros; foram alguns dos fatores que contribuíram com esse resultado.

Uma empresa feita de pessoas

A companhia também foi reconhecida em premiações de destaque, a exemplo da presença na lista das 150 Melhores Empresas para Trabalhar, do Guia VOCÊ S/A, e destaque de Empresa Revelação por apresentar o maior Índice de Felicidade no Trabalho entre as organizações então estreantes no ranking. Ainda em termos de gestão de pessoas, a Sompo Seguros recebeu a premiação Prata na categoria Grandes Empresas da 22ª Edição do Prêmio Nacional de Qualidade de Vida (PNQV).

Direitos Humanos e Meio Ambiente foram os pilares primordiais que pautaram os investimentos da Sompo Seguros na área de responsabilidade socioambiental, bem como em suas campanhas internas ou externas. Um dos destaques foi a promoção de projetos e o engajamento dos colaboradores às causas sociais. Um desses exemplos foi o programa de voluntariado Semear o Bem. Por meio da iniciativa Abraçando uma Causa, que apoia e incentiva projetos sociais colocados em prática por colaboradores, mais de mil pessoas foram beneficiadas por meio de quatro projetos que envolveram 60 colaboradores em 156 ações voluntárias. Já pelo Sinal Verde para o Futuro, que aborda a conscientização trânsito seguro para crianças de até 10 anos, 292 crianças de 13 turmas escolares foram atendidas pelas atividades desenvolvidas por 24 voluntários.

Outro destaque foi o protagonismo das Comissões de Diversidade que atuam sob os pilares: Gênero, Gerações, Raças e Etnias, Pessoas com Deficiência (PcDs) e LGBTI+. Entre outras iniciativas, por meio da atuação dessas comissões, a companhia assinou compromissos como o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+ e a sua agenda de trabalho expressa nos 10 Compromissos, Princípios de Empoderamento das Mulheres (WEPs) e Pacto pela Inclusão de Pessoas com Deficiência (PcD).

Na área de Meio Ambiente e Sustentabilidade, a Sompo Seguros assinou o Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), que incentiva as empresas de todo o mundo a adotar políticas de sustentabilidade e responsabilidade social e visa tornar o mercado global mais inclusivo e sustentável. A companhia também se tornou signatária do Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI), da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEP FI). Outro destaque foi o apoio financeiro para o projeto Observando os Rios, da Fundação SOS Mata Atlântica, que monitora a qualidade das águas da bacia hidrográfica da Mata Atlântica, engaja a população local na preservação deste recurso e aperfeiçoa políticas públicas com estas finalidades.

Venda de veículos deve cair até 40% no Brasil 826

Estudo da Bain & Company prevê recuperação do setor somente em 2022

Uma das indústrias mais afetadas pela pandemia foi a automotiva, que passou a ser vista como não essencial por muitos consumidores. O novo estudo da Bain & Company revela que a confiança dos consumidores ainda permanece baixa e não deve se recuperar no curto prazo.

De acordo com dados da LMC Automotive, as previsões para compra de carros eram altas, mas foram impactadas como consequências da pandemia. “Isso deve fazer com que o Brasil volte ao patamar do último ano apenas em 2022 e ultrapasse os 3 milhões de veículos vendidos em 2024”, afirma Carlos Libera, sócio da Bain & Company.

A previsão de vendas de carros mostra o Brasil como o País mais impactado pela pandemia, com queda de até 40% em 2020 e 15% em 2021.

Cenário Mundial

Em uma comparação entre Estados Unidos, Alemanha e China, os chineses são os mais céticos ao acreditar que a renda de 2020 será igual a 2019, o que interfere na sua expectativa de consumo, que deve ser 40% mais baixa que o ano anterior.

Com a confiança na segurança de suas rendas abalada, consumidores esperam diminuir o consumo privado e consequentemente adiar compras de bens como automóveis.

“Entre as principais razões para isso, estão expectativa de redução de preços, renda reduzida, o fato de ser socialmente inapropriado no período, principalmente entre os chineses”, destaca Carlos.

O futuro da Indústria Automotiva

A pandemia deve trazer novas tendências para o setor e desacelerar outras existentes, como:

  • Soluções mais focadas nas necessidades dos clientes, tendência inspirada nas companhias de tecnologia
  • No âmbito de direção autônoma, fornecedores reduzirão seus investimentos, porém EUA devem superar o momento e a China deve até mesmo crescer
  • Consumidores passarão mais tempo em seus carros ao final da quarentena, então há uma provável digitalização e melhoria de conectividade
  • Nos EUA, uma política de CO2 menos rigorosa, sem subsídios adicionais, muito ligada às eleições presidenciais
  • Preocupações duradouras sobre o compartilhamento com outras pessoas
  • A consolidação aumentará e haverá uma nova onda de fusões e aquisições
  • Complexidade e super especificação serão cortadas drasticamente
  • Uso de componentes locais, menos dependência externa para garantir suprimentos críticos

Baeta Assessoria comemora sucesso do CorretorPRO 931

Plataforma permite a criação de site personalizado para corretores de seguros em poucos passos

O CorretorPRO, plataforma on-line para criação descomplicada de sites personalizados pelos corretores de seguros, vem obtendo grande sucesso no mercado. Lançado há um mês, o serviço já foi contratado por mais de 200 profissionais da categoria.

A solução foi desenvolvida pela Segbox, empresa do Grupo Baeta, e garante condições especiais para corretores parceiros da Baeta Assessoria. “Nossos corretores parceiros ganham 40% de desconto, pagando apenas R$ 30 por mês para construir o seu próprio site em alguns cliques. É muito simples: basta que ele se cadastre no CorretorPRO, selecione as seguradoras e os segmentos de seguros nos quais atua, e depois preencha alguns dados, como logotipo, email, WhatsApp e um texto contando um pouco sobre a corretora”, explica o diretor da Assessoria, João Arthur Baeta Neves.

Seguindo esse passo a passo que dura menos de 10 minutos, o site entra no ar na hora, e o corretor passa a contar com um canal direto de comunicação com os seus clientes. “Oferecemos uma plataforma completa, que possibilita a realização de cotações online, consulta de produtos e esclarecimento de dúvidas”, ele completa.

Os interessados devem acessar este endereço.

Coface amplia portifólio de serviços 932

CEO da seguradora de crédito francesa destaca produtos que podem auxiliar as empresas

A Coface, seguradora de crédito francesa, está oferecendo novos serviços ao mercado, por meio da Coface Serviços. Em um momento de turbulência econômica, no qual muitas empresas estão receosas de fazerem novos negócios, a Coface disponibiliza opções que podem ajudar muito na tomada de decisões. “Nosso propósito é agregar valor aos nossos clientes”, afirma a CEO da Coface no Brasil, Marcele Lemos.

CEO da Coface no Brasil, Marcele Lemos. Divulgação

Entre o leque de serviços oferecidos pela Coface, as organizações podem contar com a Avaliação de Risco do Devedor (DRA), que mede a probabilidade de insolvência de uma empresa em um período de 12 meses. “O DRA é um score que damos às empresas. Temos uma data base muito robusta, com aproximadamente 80 milhões de empresas cadastradas ao redor do mundo. A avaliação é feita utilizando vários indicadores, como por exemplo: solidez financeira, rentabilidade, solvência, fatores ambientais e a gestão da empresa”, explica Marcele. “Desta forma, podemos ajudar nas estratégias comerciais e financeiras, além de auxiliar as empresas a gerenciarem suas carteiras de risco e seu portfólio de clientes”, completa.

Marcele destaca outro importante serviço oferecido pela Coface, a Opinião de Crédito Customizada, que é realizada pelos analistas internos, com base no montante solicitado pela empresa. “A empresa contrata a opinião de crédito e manda para a gente qual é o valor que ela precisa que seja analisado. Por exemplo, a empresa quer vender R$ 10 milhões para um determinado cliente, mas não sabe se tem capacidade para pagar esse montante. Analisamos o cliente e atribuímos o limite de crédito. Vamos dizer se é possível aprovar esse valor total e, se não for possível o total, qual seria o montante que seria ideal para essa empresa”, declara.

A CEO salienta que a opinião de crédito pode ser monitorada. “É um contrato de 12 meses. Sempre reavaliamos as empresas e identificamos a solvência financeira. Se a companhia continua com uma solvência positiva, mantemos o limite, se identificarmos qualquer fragilidade, esse limite pode ser cancelado ou reduzido. Com isso, a empresa consegue monitorar e gerir melhor o portifólio de risco de crédito”, comenta Marcele.

A Coface também disponibiliza um relatório completo para as empresas que pretendem explorar novos mercados. “As companhias precisam saber exatamente onde estão entrando. Quem serão seus novos parceiros comerciais? Por isso é muito importante conhecer bem para quem ela está vendendo, de quem ela está comprando e como funciona o mercado no qual ela está se inserindo”, comenta Marcele. “Para isso, temos os relatórios de empresas estrangeiras e nacionais, com informações completas e detalhadas, que permite uma análise mais criteriosa do parceiro de negócios. Ajuda as companhias nacionais a explorarem novos mercados de forma mais tranquila”, conclui a CEO.