Ciclone bomba: seguros minimizam perdas 19503

Este e outros destaques estão na edição 238 da Revista JRS; Confira

Em decorrência da pandemia do coronavírus no Brasil, a absoluta relevância da indústria seguro como prestadora de serviços que atenuam a ansiedade com as incertezas do que pode acontecer amanhã já estavam vindo à tona para as pessoas menos avisadas sobre o segmento. Essa importância do setor teve novo realce no final do junho e começo de julho, quando o ciclone bomba provocou centenas de prejuízos materiais e pessoais à população dos estados do Sul do país.

É claro que os persistentes efeitos da Covid-19 no mercado segurador e a atuação das seguradoras e corretores de seguros em reparar os danos provocados pelas tempestades em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul estão em destaque nesta edição da Revista JRS. Há espaço, claro, para boas notícias, como as novas práticas e o lançamento de produtos que empresas do setor vêm efetivando em adaptação ao novo perfil do consumidor brasileiro e à necessidade de se implementar ferramentas digitais para dar continuidade ao trabalho.

Não deixe de acompanhar as próximas páginas. Constate que, embora, o vírus e o ciclone tenham gerado muita dor, o ser humano e, em especial, os operadores em seguros estão tirando lições práticas do atual momento, para recuperar parte da segurança das pessoas.

Empresas apontam ausência de assessoria especializada para Previdência, aponta pesquisa Lockton 587

Empresas apontam ausência de assessoria especializada para Previdência, aponta pesquisa Lockton

Rentabilidade, serviços prestados aos colaboradores e atendimento ao RH estão entre os principais pontos que os provedores têm deixado a desejar

Pesquisa de Percepção do Benefício de Previdência Complementar, realizada pela consultoria e corretora de seguros norte-americana Lockton, revela que aproximadamente 30% das empresas estão indiferentes ou insatisfeitas com o administrador de seus Planos de Previdência. O levantamento ouviu 61 organizações de segmentos e portes variados, com média de faturamento anual de R$ 2,9 bi.

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Segundo os respondentes, entre os principais pontos que os provedores têm deixado a desejar estão a rentabilidade do plano (24%), os serviços prestados aos colaboradores (20%) e o suporte às áreas de Recursos Humanos (16%), de grande relevância às empresas, já que as ajudam a demonstrar a importância deste benefício internamente.

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Em relação à rentabilidade obtida, 45% das empresas alegam estar indiferentes ou insatisfeitas com os resultados. Os números revelam que algumas instituições ainda não se atentaram às inversões dos últimos anos relacionadas à gestão dos investimentos.

Por décadas, os planos de previdência foram ancorados em fundos conservadores, de renda fixa, que rendiam em torno de 1% ao mês. No entanto, a partir da redução da Taxa Básica de Juros (Selic) ficou cada vez mais difícil que os planos permanecessem com esse nível de rentabilidade, sendo necessário que o investidor buscasse alternativas com mais riscos para atender suas necessidades futuras. “Um monitoramento técnico e mais próximo aos RHs e aos colaboradores, assim como uma eventual renegociação de taxas junto aos administradores do plano e dos fundos, poderia amenizar possíveis impactos na relação entre as partes”, diz Demetrius Lima, consultor sênior de Previdência da Lockton.

Ausência de assessoria especializada

A pesquisa também aponta que 61% das empresas não contam com assessoria especializada para a administração do plano. “O acompanhamento profissional de uma Consultoria junto aos RHs e aos colaboradores é indicado, já que melhora a percepção do empregado em relação a este benefício, ampliando a adesão que também tem se revelado insuficientes”, explica Demetrius.

Neste sentido, o levantamento indica que 53% das empresas têm adesão inferior a 50% do quadro de colaboradores. As que apresentam maior engajamento são as que estabelecem o acompanhamento e monitoramento frequente em relação à gestão do Plano de Previdência. “Outro ponto importante é que a empresa estabeleça uma esteira anual de comunicação aos colaboradores, diversificando os temas e a abordagem, como forma de conseguir atingir os diversos perfis de empregados”, conclui o consultor.

Para auxiliar neste processo, os comitês internos de avaliação e análise são recomendáveis. Apenas 26% revelam que possuem o grupo e apenas 16% pretendem implantá-lo futuramente. “Recomendamos que implantem um comitê estratégico para avaliar ao menos uma vez por ano o plano de previdência que a empresa patrocina. Neles, são discutidas melhorias ou ajustes no benefício, seja alterando regras em função do perfil dos colaboradores ou até mesmo negociando melhoria de condições comerciais e implantação de novos fundos e serviços. Normalmente, é formado pela liderança da empresa, que ajuda a promover o benefício junto aos colaboradores”, diz Cassio Cabrera, superintendente Atuarial da Lockton.

Como a tecnologia facilita a comercialização de seguros em tempos de incerteza? 958

Painel reúne especialistas ao vivo, no Canal do JRS no YouTube, a partir das 17h30min

Painel especial do programa Seguro Sem Mistério nesta quarta-feira (14) aborda ‘Como a tecnologia facilita a comercialização de seguros em tempos de incerteza?’, a partir das 17h30min no Canal do JRS no YouTube. O momento conta com palestra de Marco Antonio Gonçalves, Vice-Presidente Conselho Consultivo da MAG Seguros, e participação de Andréia Araújo, presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios (CVG-RS); Cláudia Fontenelle, presidente da Comissão Feminina do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ); Osir Zimermann, Diretor de Eventos do Sincor-RJ.

Os espectadores podem enviar recados e perguntas ao vivo durante a transmissão. Inscreva-se no Canal do JRS no YouTube e fique por dentro de todas as novidades.

A série de lives do Seguro Sem Mistério ainda contam com apresentações dos melhores momentos de terça a domingo, no canal 520 da NET HD para mais de 40 cidades do Rio Grande do Sul, com programas inéditos aos domingos, a partir das 11h30min.

Livonius agora também é Livo 36728

Livonius agora também é Livo

Conheça a nova marca complementar da empresa

A mais antiga administradora e subscritora de seguros do Brasil, a Livonius MGA, apresenta uma grande novidade ao mercado de seguros: a Livo. A criação da marca complementar surge para oferecer soluções inovadoras para o mercado de seguros no país e no mundo.

“Sempre estivemos ao lado dos corretores de seguros”, destaca a empresa.

Desde a criação da Livonius MGA, a empresa se destaca atuando com o mais completo Seguro de Responsabilidade Civil para Ônibus (RCO). A Livo, por sua vez, abraça um novo conceito, que passa pela tradição e experiência consolidada da Livonius MGA, e atua com todas as outras áreas.

Newton Queiroz: Ouvir o consumidor é essencial para conquistar o sucesso 513

Para Argo Seguros, acordo entre Mercosul e União Europeia deve impulsionar mercado de seguros de Transporte

Confira artigo do especialista em seguros e colunista do JRS

O termo “cliente no centro” é utilizado há anos e sua origem data dos anos 1950, quando começou-se a falar sobre fidelização.

No mundo dos seguros sempre fala-se que os clientes são o motivo de nossa existência. A partir daí, questiono: Os clientes, de fato, eram a maior prioridade? Os produtos e incentivos sempre foram pensados para eles?

Essa pergunta é complexa porque temos aqui o corretor como cliente da seguradora, a seguradora como cliente do ressegurador e o cliente final como cliente do corretor. No fim, quem paga os prêmios são os clientes finais e, portanto, o maior foco deveria ser neles.

Assim como a maioria das outras indústrias, pode-se dizer que não tivemos muito sucesso em fazer isso – até a pandemia. Falávamos muito a respeito do conceito, mas, na verdade, o que fazia-se para trazer o cliente em um nível de lealdade e satisfação com sua experiência?

Ao analisar, acabo por perceber que a maioria do que foi feito sempre foi muito mais voltado para dentro da indústria do que para fora em termos de incentivos. Claro, sempre buscamos melhores preços aos clientes. Isso não deixa de ser um benefício, mas não é suficiente para lealdade.

Quando começou-se a realmente falar de experiência na jornada do cliente? Através da transformação digital? (Além de tantas outras melhorias que foram implementadas durante a pandemia). Até então, de forma tímida, alguns players já buscavam isso. Agora estamos 100% focados nisso.

As mudanças vieram para ficar. E o cliente de hoje é menos exigente que o de amanhã. Isso é um fato constatado por diversos estudos. Portanto, a jornada na melhoria contínua para o cliente não é algo que irá terminar. Ouvi outro dia a seguinte frase: “Se acham os clientes de hoje difíceis, não fazem ideia dos de amanhã. Eles saberão claramente o que querem, como querem, em quanto tempo e o valor exato que devem pagar”.

Estamos no caminho certo, mas não podemos parar nessa busca – que será contínua – e com constantes mudanças.

Essa situação irá causar uma grande transformação no ambiente corporativo. Algumas startups de hoje serão os gigantes do amanhã.

Temos que pensar, cada vez mais, como as empresas de tecnologia. Nunca pare de inovar e esteja sempre desconfortável.

Vamos em frente e sigamos no caminho desta revolução!

Acacio Queiroz participa do Seguro Sem Mistério desta terça; Siga ao vivo 500

Transmissão começa a partir das 17h30min, no Canal do JRS no YouTube

O executivo Acacio Queiroz, fundador da Virelid, participa do programa Seguro Sem Mistério desta terça-feira (13), a partir das 17h30min. Será no Canal do JRS no YouTube e os espectadores podem enviar recados e perguntas ao vivo para o economista e especialista em finanças e seguros.

Inscreva-se no Canal do JRS no YouTube e fique por dentro de todas as novidades.

O programa ainda possui apresentações de terça a domingo no canal 520 da NET HD para mais de 40 cidades do Rio Grande do Sul, com programas inéditos aos domingos, a partir das 11h30min.