LIVE CONNECTION: CCS-RJ convida Porto Seguro 1237

Porto Seguro apresenta Plataforma Conquista aos associados do CCS-SP

Com a primeira live de agosto, Clube começa a contagem regressiva para o CCS-RJ CONNECTION

A um mês do CCS-RJ CONNECTION, maior evento programado pelo Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) para 2020, a programação de aquecimento ganha intensidade, depois de já ter ocorrido a todo vapor nos dois meses anteriores. A agenda de agosto começa tendo o vice-presidente comercial e de Marketing da Porto Seguro, Rivaldo Leite, e o diretor comercial N/NE/RJ/ES da seguradora, Marcos Silva, como convidados da próxima LIVE CONNECTION, que o Clube promove, nesta quarta-feira, 5.

O bate papo ao vivo terá início às 16 horas e busca revelar como o staff da Porto Seguro está enxergando o papel do corretor de seguros em meio à crise e o que tem feito para apoiar esse profissional. O presidente do CCS-RJ, Fabio Izoton, e a diretora Sonia Marra serão os mediadores, trazendo as perguntas e comentários dos associados e do público em geral.

A live é aberta a todos os corretores, e a inscrição está disponível em https://conteudo.educaseguros.com.br/live-connection-porto-seguro-pc. Para receber notificações sobre as próximas lives que vêm por aí, basta se inscrever no canal do Clube no YouTube e ativar o sininho.

A série LIVE CONNECTION é uma programação especial de aquecimento para o grande evento a ser promovido, em parceria com a Educa Seguros, pela entidade este ano: o CCS-RJ CONNECTION, confirmado para os dias 1º e 2 de setembro. Anunciado no início de 2020, o encontro, que seria presencial, foi reformulado para o formato 100% online e gratuito. As inscrições também já estão abertas e podem ser realizadas em https://connection.ccsrj.com.br/.​

Nunes & Grossi lança plataforma para comercialização de planos de saúde 476

Nunes & Grossi lança plataforma para comercialização de planos de saúde

Grupo expande seu portfólio online em benefício de corretores parceiros, clientes e colaboradores

Após o recente lançamento da plataforma digital para vendas de planos odontológicos, a Nunes & Grossi Benefícios inova mais uma vez, agora disponibilizando ao mercado uma plataforma de e-commerce para aquisição de planos de saúde.

Totalmente digital, o canal de vendas irá facilitar a comercialização dos planos de saúde por adesão. Além de segurança e praticidade, a nova plataforma otimiza o tempo e reduz a burocracia da ação.

A nova modalidade de comercialização acompanha o cenário atual do Brasil e do mundo, onde todos os setores da economia, inclusive o dos planos de saúde, precisaram se adaptar para continuar suas operações, atendendo as necessidades da sociedade e do mercado.

Uma das funcionalidades da plataforma é um simulador online dos planos de saúde por adesão. Além disso, o corretor parceiro terá a opção de busca por profissionais de saúde e também por entidade, refinando assim a procura pelas melhores opções aos usuários.

Vale mencionar ainda que a nova ferramenta também possibilitará uma melhor gestão de documentos, permitindo preenchimento de contratos, cotações, tabelas de valores e elegibilidade dos clientes, entre outras funcionalidades.

“Ao oferecer um meio digital para contratação dos nossos Planos de Saúde por Adesão, o Grupo Nunes & Grossi Benefícios renova sua premissa em colaborar com o bem-estar de corretores parceiros, clientes e colaboradores, além de disponibilizar uma ferramenta que certamente terá continuidade em um cenário pós-pandemia”, afirma Willy Maxwell, CEO do Grupo Nunes & Grossi.

Lançamento oficial

A nova ferramenta já estará disponível a partir desta terça-feira (22) para o uso de parceiros e clientes, mas seu anúncio oficial ocorrerá por meio de uma transmissão ao vivo no canal da Nunes & Grossi Benefícios no YouTube, na quarta-feira (23), às 16h.

A plataforma será disponibilizada para os corretores parceiros que solicitarem acesso e sua implementação ainda contará com um treinamento feito por gestores, também em formato virtual.

Dívida pública impede renda básica permanente, afirma especialista 396

Dívida pública impede renda básica permanente, afirma especialista

Estima-se que 95% do PIB brasileiro pode estar comprometido

Com a crise econômico-financeira provocada pelo novo coronavírus, desde abril o Governo Federal tem subsidiado milhões de famílias brasileiras com o auxílio emergencial, que começou com parcelas de R$ 600 e caiu para atuais R$ 300. Diante deste cenário, uma dúvida que tem suscitado o debate na sociedade se refere a possibilidade de a União desenvolver um projeto que permita uma renda básica permanente, destinada aos mais vulneráveis.

Para o doutor em Economia, especialista em Finanças Públicas e professor da Universidade Santo Amaro – Unisa, André Martins de Almeida, ainda que com este cenário, é praticamente inviável o País desenvolver uma renda básica permanente, muito por conta da dívida interna que, segundo o Ministério da Economia, deverá chegar, neste ano, a 95% do PIB (Produto Interno Bruto), acumulando um déficit de R$ 866 bilhões.

“Já existem programas sociais no País que de certa forma garante uma renda a população mais vulnerável, como o Bolsa Família. Agora, podemos dizer que o auxílio emergencial é prova de que poderíamos ter uma renda permanente, no formato atual? Minha resposta seria não”, aponta o especialista. “Diante da atual conjuntura das contas públicas, não teríamos sustentabilidade financeira para mantermos um novo programa social de transferência de renda direta, que alcançaria algo próximo a 40 milhões de brasileiros, se levarmos em conta somente a população mais vulnerável”, explica André Martins.

“A liberação de bilhões de reais na economia, sem estudos mais aprofundados, pode superaquecer determinados setores gerando pressões inflacionárias”, lembra Martins. “O que poderia ser feito e, até já é objeto de discussão no âmbito político, seria a unificação de vários programas sociais (Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada, abono salarial, entre outros), com o objetivo de criar um programa de renda permanente”, pondera o especialista, lembrando, também que um programa neste sentido seria mais compensador para o Estado em termos de finanças públicas “de forma que seja sustentável ao longo do tempo e não apenas um programa com fins políticos”, opina o especialista.

Mesmo rendendo menos que inflação, poupança é admirada por um terço dos brasileiros 494

Mesmo rendendo menos que inflação, poupança é admirada por um terço dos brasileiros

Pesquisa também revela que 15% das pessoas pararam de investir por causa da pandemia do coronavírus

De cada dez brasileiros, um terço (33%) afirma que a poupança ainda é um bom investimento, mesmo rendendo menos que a inflação, segundo pesquisa C6 Bank/Datafolha. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 0,24% em agosto de 2020. Já a poupança (considerando as aplicações feitas a partir de 4 de maio de 2012) rendeu 0,13% em agosto.

“Durante o Império, a poupança de fato era o investimento mais seguro do Brasil, porque havia uma garantia do Estado. Esse histórico ajuda a explicar a confiança dos brasileiros na aplicação. Hoje em dia, o panorama mudou. Outros produtos, como CDB e LCI, contam com a mesma garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) que a poupança tem”, diz Liao Yu Chieh, educador financeiro do C6 Bank.

Na pesquisa, que mediu a percepção dos brasileiros sobre investimentos, quase metade dos entrevistados (48%) afirmaram que não investiam antes de pandemia e que continuam sem guardar dinheiro. Entre os entrevistados menos escolarizados, esse percentual chega a 66%.

Por outro lado, 17% dizem que estão guardando mais dinheiro que antes. Esse percentual atinge 28% entre os brasileiros com ensino superior. A pesquisa também mostra que 11% estão economizando a mesma quantia e 7% continua investindo, mas aplicam um valor menor que do costumavam fazer. Do total de entrevistados, 15% relatam ter parado de guardar dinheiro por causa da pandemia.

Segundo o Datafolha, a pandemia parece não ter afetado tanto a parcela da população que já tinha o costume de poupar ou investir, visto que a maior parte dessas pessoas manteve ou aumentou o total que guarda habitualmente. No entanto, a situação se agrava quanto mais baixa é a escolaridade e o poder aquisitivo da população, indicando um possível efeito de aumento na desigualdade – os menos favorecidos já representavam a maioria entre que não tinham condições de poupar e, entre as pessoas com menor que conseguiam investir, parte perdeu a possibilidade.

Entre os entrevistados, 19% não souberam se posicionar sobre o tema investimentos, percentual que sobe para 32% entre as pessoas com ensino fundamental e entre os integrantes das classes D/E.

A pesquisa foi feita entre os dias 21 e 31 de agosto de 2020, com base em 1.536 entrevistas nas cinco regiões brasileiras. A margem de erro máxima para o total da amostra é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Nubank zera todas emissões de carbono de sua história 281

Nubank zera todas emissões de carbono de sua história

Empresa é o primeiro banco do Brasil e México a neutralizar 100% do CO2 produzido desde a sua fundação

O Nubank, maior banco digital independente do mundo, anuncia nesta quarta (23) que zerou todas as emissões de carbono produzidas desde a sua fundação, em 2013. A empresa é a primeira do setor bancário do Brasil e México a fazer isso, conforme dados analisados pela BSD Consulting.

“Por sermos digitais e mais eficientes, causamos naturalmente menos impacto para o meio ambiente. Mesmo assim, queremos minimizá-lo o máximo possível. Por isso, damos mais um passo e assumimos o compromisso de sempre ser carbono neutro. Não vamos deixar acumular. Nos comprometemos a ter as melhores práticas ambientais, sociais e de governança”, afirma David Vélez, fundador e CEO do banco digital, em artigo publicado no blog do Nubank.

Nesse primeiro momento, o Nubank irá apoiar três projetos no Brasil e um no México que, juntos, irão compensar o equivalente a 4,3 mil toneladas de CO2. Os programas foram escolhidos de acordo com seu grau de inovação e impacto social e ambiental para as economias locais.

“Queremos ser reconhecidos e lembrados não só pela revolução que criamos, mas pela forma responsável como chegamos lá”, escreve David Vélez.

Com 30 milhões de clientes, o Nubank está presente em 100% dos municípios do Brasil. Em pesquisa realizada no fim do ano passado, 20% dos clientes disseram que o “roxinho” foi o primeiro cartão de crédito que tiveram em suas vidas.

Em sete anos de operação, o Nubank gerou uma economia de quase R$ 12 bilhões de reais aos seus clientes. Esse é o valor total poupado com a utilização do cartão de crédito ‘roxinho’ e da conta digital da fintech. O cálculo feito pela empresa considera o custo médio praticado pelo mercado em anuidades, tarifas para abertura de conta, taxas de manutenção e transferências entre bancos.

Presidente da FenaSaúde aponta rumos para a telemedicina 400

Precisamos falar sobre os planos de saúde individuais

João Alceu Amoroso Lima defendeu livre negociação entre prestadores e operadoras

O presidente da FenaSaúde, João Alceu Amoroso Lima, defendeu a rápida regulamentação definitiva da telemedicina. Ele ressaltou alguns aspectos que merecem atenção especial por parte do Conselho Federal de Medicina (CFM), a quem caberá à tarefa.

“A grande vitoriosa da pandemia foi a telemedicina. Filtrou a ida a prontos-socorros e atende centena de milhares de casos com índice de resolutividade de 85% na primeira consulta”, afirmou João Alceu, no webinar “Como a pandemia tem transformado as relações entre prestadores e operadoras de planos de saúde”, promovido pela Associação Nacional de Hospitais Privados (Anahp) no dia 17 de setembro.

Com relação à territorialidade, ou seja, a possibilidade de pacientes serem atendidos por médicos de outra região ou estado, as melhores experiências indicam que o acesso deve se dar sem limitações. Já a decisão sobre a necessidade de a primeira consulta ser ou não presencial deve caber ao médico, caso a caso. Finalmente, a remuneração das consultas à distância deve resultar de livre negociação entre prestadores e operadoras, como ocorre com os procedimentos presenciais.

João Alceu, entretanto, afirmou que a empresa que estiver interessada na telemedicina apenas por redução de custos “queima a largada”. O objetivo é racionalizar as operações e oferecer um serviço mais eficiente para o beneficiário.

O presidente da FenaSaúde, em sua fala, também destacou os avanços no combate à covid-19. “Não se tinha protocolo, havia desconhecimento da doença. Aprendeu-se a melhorar o protocolo e os resultados são visíveis”, disse. João Alceu também comentou sobre a volta à normalidade dos índices de sinistralidade, após uma queda ocorrida durante o pico da pandemia. “O fato é que volume e frequência estão voltando. Acreditamos que lá para outubro ou novembro a frequência seja normalizada”, previu.

Também participaram do webinar o diretor-presidente da ANS, Rogério Scarabel; o presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Reinaldo Scheibe; o vice-presidente do conselho da Anahp e diretor geral do Hospital Israelita Albert Einstein, Henrique Neves. A mediação foi de Leandro Reis, vice-presidente médico da Rede D’Or São Luiz.