SulAmérica encerra semestre com sólida posição financeira e de resultados para enfrentar a pandemia e suas consequências 2911

Ainda em meio à crise do novo coronavírus, receitas operacionais e número de clientes demonstram resiliência da Companhia no segundo trimestre

A SulAmérica (B3: SULA11) divulgou hoje seus resultados relativos ao segundo trimestre e primeiro semestre de 2020. A Companhia mantém sua posição de destaque como a terceira maior do setor de saúde suplementar no Brasil em termos de receita: são aproximadamente 4 milhões de beneficiários em Saúde e Odonto, além dos mais de 3 milhões de clientes em Vida, Previdência e Gestão de Ativos.

A pandemia da COVID-19 e o isolamento social impactaram diretamente os resultados da Companhia, como tem sido a marca no mercado de seguros, provocando redução pontual na sinistralidade do trimestre em 11,7 p.p. em relação ao mesmo período de 2019. O índice de sinistralidade do 2T20 ficou em 69,1% e o semestre fechou em 75,4%, já excluindo o segmento de Auto e Massificados, cujos números foram reportados separadamente em função da venda das operações, concluída em julho/20. As receitas fecharam o trimestre em R$ 4,8 bilhões (+5,0%) no 2T20 e R$ 9,7 bilhões (+7,2%) no 1S20. Em relação ao lucro líquido, o total do 2º trimestre para os segmentos que continuam em operação na Companhia foi de R$ 398,7 milhões (+83,4%) e R$ 468,6 milhões (+16,3%) no 1º semestre de 2020.

Considerando o segmento de Auto e Massificados, cujos resultados ainda foram reconhecidos até junho/20, registra-se lucro líquido total consolidado de R$ 498,3 milhões (+91,0%) no 2º trimestre e R$ 578,1 milhões (+19,4%) no 1º semestre de 2020. Com a conclusão da venda destas operações, a SulAmérica estrutura-se com um novo posicionamento estratégico com foco em riscos pessoais, promovendo saúde integral – física, emocional e financeira – por meio da oferta de proteção para todas as fases da vida das pessoas. “A conclusão da transação traz recursos para impulsionar o crescimento e desenvolvimento da Companhia, além de retorno para nossos acionistas”, explica Gabriel Portella, presidente da SulAmérica.

Após quase cinco meses do início da pandemia da COVID-19 e ainda com seu fim incerto, ainda não é possível mensurar todos os seus efeitos futuros, seja em termos de desaceleração econômica e comportamento da sinistralidade nos próximos trimestres, seja em mudanças estruturais pelas quais a sociedade potencialmente passará nos seus modos de viver e agir. “Passado esse período, a certeza que temos é de que estamos no caminho certo, que investimentos e projetos que começamos a desenvolver há alguns anos têm se provado totalmente acertados e se mostraram essenciais nesses últimos meses, trazendo importantes resultados para nossa capacidade de atender plenamente os clientes”, comenta Portella. “Respondemos de forma rápida à situação imposta pela pandemia do novo coronavírus: protegemos nossos colaboradores, estivemos mais próximos ainda de nossos prestadores de saúde e parceiros de negócios, porque estávamos preparados para tal, sempre com foco na sustentabilidade e continuidade da nossa operação, buscando manter nossa estratégia de crescer com rentabilidade, disciplina na gestão de riscos e alocação de capital, ao mesmo tempo em que procuramos gerar valor positivo para a sociedade e os mercados em que atuamos. Seguimos confiantes nas perspectivas de longo prazo para a SulAmérica e na força e sustentabilidade do nosso modelo de negócios”, conclui.

Saúde e Odonto: apoio a clientes e parceiros durante a pandemia

Um dos efeitos colaterais do isolamento social foi sentido na sinistralidade dos segmentos de Saúde e Odonto, com meses bastante atípicos no período com uma redução acentuada nas frequências de procedimentos eletivos e não urgentes (consultas, exames e cirurgias), visitas ao pronto-socorro e internações de urgência, o que, no curto prazo, mais do que compensou os custos adicionais que tivemos relacionados ao diagnóstico e tratamento de beneficiários com COVID-19. Atendemos as necessidades dos clientes em sua integralidade em parceria com nossa rede de prestadores de saúde. Entendendo suas necessidades de curto prazo, aprovamos extraordinariamente neste período adiantamentos financeiros para nossa rede de médicos, hospitais e dentistas que somaram mais de R$ 260 milhões dos quais R$ 150 milhões já desembolsados dentro do 2º trimestre. “Cabe frisar que o ano de 2020 será incomum em termos do comportamento da frequência de procedimentos e sazonalidade em função da pandemia, de modo que os resultados de curto prazo não devem ser extrapolados em cenários futuros e temos a expectativa de que boa parte dos procedimentos represados seja retomada ao longo do tempo. A redução na sinistralidade no curto prazo da Companhia ocorre de forma simultânea à redução nas receitas de nossa rede de prestadores e temos sido sensíveis a essa situação, estando próximos aos nossos parceiros”, fala Portella.

Adicionalmente, a plataforma de telemedicina também proporcionou à uma parte relevante de médicos e terapeutas credenciados a manutenção de suas clínicas durante a pandemia. Intensificamos o uso da tecnologia durante este período, o que possibilitou o lançamento de uma série de produtos, serviços e funcionalidades importantes, além da expansão de outras já existentes, que nos permitiram ampliar ainda mais nosso alcance e atendimento aos beneficiários por meio de iniciativas digitais.

As ferramentas que já existiam e estavam disponíveis aos segurados de Saúde e Odonto em nossos aplicativos foram importantes para orientar e garantir o cuidado adequado, com uma adoção acelerada da telemedicina no período, muito bem recebida pelos usuários, permitindo não só a assistência em relação à COVID-19 como também consultas de emergência e a continuidade de tratamentos por meio de teleconsultas eletivas em diversas especialidades. Só no mês de junho, foram aproximadamente 70 mil atendimentos digitais, considerando médicos plantonistas, especialistas, psicólogos e orientações telefônicas. “O cuidado está na essência do nosso modelo de gestão de saúde e o uso de tecnologias e funcionalidades que tem sido objeto de investimentos e desenvolvimentos relevantes da SulAmérica nos últimos anos se mostrou uma ferramenta essencial para a melhor experiência de nossos beneficiários nesse momento adverso”, resume Portella.

No 2T20, registrou-se um aumento do número de beneficiários em planos coletivos de 8,1% em relação a junho/19, demonstrando a resiliência do portfólio da Companhia mesmo em o cenário adverso da pandemia e as consequentes incertezas econômicas.

Vida, Previdência e Investimentos

O segmento de seguro de Vida também registrou os impactos da pandemia. Com as medidas de isolamento social e a retração no segmento de turismo, as receitas de seguro viagem apresentaram redução. As receitas operacionais do segmento somaram R$ 121,1 milhões no 2T20 e R$ 237,9 milhões no acumulado do ano, apresentando reduções de 7,5% e 4,7%, respectivamente. Neste segmento, a sinistralidade aumentou 7 p.p. no trimestre em relação mesmo período do ano anterior, em virtude do impacto da queda nas receitas assim como em virtude das coberturas para os casos de COVID-19.

No segmento de proteção financeira, a SulAmérica Investimentos, nossa gestora de ativos e 3ª maior gestora independente do Brasil, encerrou o trimestre com R$ 45 bilhões em ativos sob gestão, mantendo pelo 11º ano consecutivo a nota máxima (AMP-1) de avaliação de gestores de fundos de investimentos pela Standard & Poor’s.

Em previdência, expandimos a margem bruta e alcançamos mais de R$ 8 bilhões em reservas, aumento de 7,6% em comparação com o mesmo período do ano anterior. A evolução positiva acompanhou, principalmente, o maior volume de contribuições, além do saldo positivo de portabilidade líquida durante o ano de 2020, principalmente no produto VGBL.

AXA XL divulga relatório sobre recuperação de desastres do Cambridge Center for Risk Studies 898

AXA XL divulga relatório sobre recuperação de desastres do Cambridge Center for Risk Studies

Levantamento demonstra impacto do resseguro sobre velocidade e qualidade de recuperação após desastres naturais

A AXA XL, em colaboração com o Center for Risk Studies (“CCRS”) da Cambridge Judge Business School, divulgou um relatório abrangente que demonstra o impacto que o (re) seguro tem sobre a velocidade e a qualidade da recuperação após desastres naturais. Intitulado “Otimizando a recuperação de desastres: o papel do capital de seguros na melhoria da resiliência econômica”, o relatório também descreve o crescente impacto econômico dos desastres naturais nas últimas três décadas. Observa-se que a média anual de perdas provocadas por tais catástrofes aumentou de uma média de US$ 27 bilhões em 1970-1980 para quase US$ 200 bilhões em 2010-2019, impulsionada pelo desenvolvimento econômico global e o aumento do valor dos ativos em áreas perigosas, particularmente em regiões de rápido crescimento, como o Sudeste Asiático.

As principais conclusões do relatório incluem:

  • Cada ponto percentual de aumento na penetração do seguro (prêmios não vida divididos pelo PIB do país) reduz os tempos de recuperação em quase 12 meses.
  • Eventos em países com alta penetração de seguros (3% – 4% incluindo na Europa Ocidental,Japão, Austrália, Coreia do Sul) têm uma taxa média de recuperação de menos de 12 meses e eventos em países com penetração de seguro muito baixa (Bangladesh, Haiti, Nepal, Filipinas) têm uma taxa de recuperação de mais de 4 anos.
  • Os EUA são anômalos – os EUA desfrutam de uma penetração de seguro muito alta (> 4%), mas a natureza fragmentada da cobertura, especialmente inundações, resposta a desastres e escala de perdas resultou em uma taxa média de recuperação de pouco mais de 3 anos (por exemplo, Furacões Andrew (1992), Katrina (2005) e Sandy (2012), e Great Mississippi and Missouri River Floods (1993)).
  • A qualidade da recuperação para países com penetração de seguro muito alta e alta é melhor do que os níveis anteriores à perda, e o inverso é verdadeiro para países com penetração de seguro mais baixa, embora as diferenças sejam muito pequenas. Existe potencial para o desenvolvimento de produtos em termos de “reconstruir melhor”.
  • A recuperação econômica é mais rápida do que a recuperação social em quase 60% dos casos e é particularmente pronunciada nos primeiros seis meses. Os destaques são as enchentes alemãs em 2013, com mais de 600.000 afetados e 80.000 deslocados se recuperando de acordo com as normas econômicas e sociais em 12 meses, e o Haiti sofrendo um terremoto em 2010 do qual ainda não se recuperou.

Comentando sobre o relatório, Jonathan Gale, Chief Underwriting Officer da AXA XL Reinsurance, que liderou o patrocínio do relatório, disse: “Colocar de pé as comunidades afetadas por desastres o mais rápido possível e em melhor estado é apenas um exemplo de como tornamos em realidade o propósito da AXA de ‘agir para o progresso humano protegendo o que é importante’. O caso de (res) seguro é claro, mas raramente é explicado de forma adequada. Queríamos trazer informações comparativas relacionadas à velocidade de recuperação – com que rapidez o emprego e a produtividade voltam ao normal (econômico) e com que rapidez as pessoas voltam para suas casas e o poder é restaurado (social). Também queríamos focar na qualidade da recuperação, ou seja, se o estado pós-desastre normal é melhor do que o estado pré-desastre em termos de economia e resiliência da comunidade a eventos futuros do ponto de vista de infraestrutura e resiliência econômica. Este relatório mostra o financiamento pré-desastre (predominantemente (re) seguro) com a capacidade de canalizar fundos significativos instantaneamente e sem recurso como a única maior solução para eventos catastróficos.”

O professor de Pesquisa Operacional da Cambridge Judge Business School e Diretor Acadêmico do CCRS Daniel Ralph disse: “Este projeto fornece a quantificação necessária de resiliência e recuperação após catástrofes naturais, visto que muitas das evidências não têm sido comprovadas. Com os eventos de mudança climática, incluindo enchentes e tempestades, aumentando em frequência, é mais importante do que nunca entender as alavancas de recuperação para comunidades e empresas. O relatório analisa principalmente as comunidades vulneráveis, mas também há lições claras para as empresas em termos de preparação para catástrofes, investimento em formas de recuperação mais rápida e tomada de decisões e implementação mais eficazes em caso de desastres. Avaliar o impacto das surpresas requer esforço para delinear os tipos de surpresas possíveis e, em seguida, testar o estresse de sua organização em toda a gama desses eventos – o teste de estresse por meio de cenários é a chave para planejar a surpresa”.

O relatório é o ápice de uma série plurianual de estudos de recuperação de desastres, como parte do trabalho para compreender a lacuna de proteção de seguro, realizado pelo CCRS em colaboração com a AXA XL Reinsurance na última década. A próxima fase do trabalho da AXA XL Reinsurance com CCRS envolverá o desenvolvimento de um banco de dados online que estará acessível em todo o mundo e conterá a pesquisa até a data e ao longo do tempo, expandindo o banco de dados com estudos de caso adicionais e informações relacionadas.

Youse registra recorde de renovações de seguro e aumento de clientes na pandemia 706

Youse registra recorde de renovações de seguro e aumento de clientes na pandemia

Resultados positivos são atribuídos às iniciativas implementadas pela insurtech, como personalização no seguro, desconto no preço de renovação e assistências gratuitas

A Youse, plataforma de venda online de seguros da Caixa Seguradora, alcançou um recorde na taxa de renovação do seguro. O número de clientes que renovaram suas apólices entre abril e agosto foi 20 pontos percentuais acima do que no mesmo período em 2019. Mesmo diante da crise do coronavírus, a insurtech também teve alta de mais de 10% no número de clientes quando se compara agosto de 2020 com agosto de 2019.“As alternativas financeiras oferecidas para minimizar os impactos nos negócios e apoiar os consumidores foram cruciais para atingir este resultado positivo”, avalia José Luiz Machado, gerente de produtos na Youse.

Segundo dados internos, mais da metade dos clientes se beneficiaram do desconto no preço de renovação ou liberação de assistências gratuitas independentemente do contratado, durante essa pandemia. Além disso, clientes aproveitaram a possibilidade de adaptar seu seguro, recurso oferecido pela Youse, para deixar o valor mais barato neste período. “A renovação, por exemplo, foi uma ação em que geramos bons resultados e facilidade aos clientes. Reduzimos o preço para aqueles que renovassem nesse momento com 20% de desconto em média, com isso vimos as taxas de renovação aumentar mais de 20 pontos percentuais entre abril e agosto deste ano comparado ao mesmo período do ano passado”, compartilha Machado.

A possibilidade de adaptar o seguro de acordo com o momento do cliente também contribuiu para os números da Youse. A insurtech oferece autonomia na contratação do seguro. O usuário escolhe individualmente quais coberturas e assistências ele precisa e paga um valor final personalizado. Como é possível alterar a personalização durante o período de vigência do contrato, o cliente pôde revisar o que havia escolhido e alterar mediante sua necessidade. “Foi possível tornar a cobertura mais básica, sem abrir mão de serviços importantes. Um exemplo clássico é das pessoas que deixaram de usar o veículo com frequência”, comenta o especialista.

De acordo com a Youse, se o veículo não tem sido usado com frequência, o cliente pode, por exemplo, avaliar se a cobertura de colisão (perda total e parcial) e a de danos materiais são necessárias para o momento. Uma adaptação nessas coberturas pode implicar em economia de até 44%, segundo estimativas. “Medidas como essa podem ser temporárias, ajudam financeiramente no momento em questão, mas podem ser adaptadas conforme a nova rotina demandar ou o cliente quiser”, reforça.

Além disso, a Youse liberou, independentemente da contratação, as assistências guincho; psicológica, que oferece atendimento telefônico para apoio psicológico, psicoterapia e apoio social com objetivo de dar informações e encaminhamentos corretos e ajudar o cliente a resolver qualquer dificuldade; e a FarmaSeg na qual oferece descontos para a compra de medicamentos ou indicação de farmácias mais próximas.

Sustentabilidade de planos de saúde é tema de debate 392

Ministro do STJ e especialistas participam de discussão na TV ConJur nesta quarta

Pelo menos 38% da população, ou 73 milhões de brasileiros, dependem de planos privados para cuidar de sua saúde. Não por acaso, as controvérsias nessa área encabeçam alguns rankings de litígios judiciais. Depois de perderem mais de 250 mil clientes, segundo dados do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), o setor de planos de saúde passou a discutir mais a sustentabilidade econômica.

Este, aliás, é um dos temas da Jornada Jurídica de Saúde Suplementar, que a TV Conjur promove às 10 horas desta quarta-feira (23 de setembro) em parceria com o IESS e Copedem (Colégio Permanente de Diretores de Escolas Estaduais da Magistratura).

O tema central é o equilíbrio econômico e atuarial e a sustentabilidade do contrato coletivo dos planos de saúde. O programa traz como palestrantes o ministro Villas Bôas Cueva, do Superior Tribunal de Justiça; o presidente da Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge), Reinaldo Scheibe; Guilherme Valdetaro Mathias, do escritório Sérgio Bermudes Advogados; e, como mediadora, a desembargadora Maria Erotides Kneip, diretora-geral da Escola Superior de Magistratura de Mato Grosso.

Câmara aprova alterações no Código de Trânsito; texto vai à sanção 375

Câmara aprova alterações no Código de Trânsito; texto vai à sanção

Mudanças incluem o aumento do limite de pontos para até 40 e aumento na validade da CNH

A Câmara dos Deputados aprovou nesta terça-feira (22) parte das emendas do Senado ao Projeto de Lei 3267/19, que altera o Código de Trânsito Brasileiro. O texto de origem do Poder Executivo segue para sanção do presidente da República.

Além do aumento na validade da CNH para dez anos para condutores com menos de 50 anos de idade, a proposta torna todas as multas leves e médias puníveis apenas com advertência, caso o condutor não seja reincidente na mesma infração nos últimos 12 meses. O projeto cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), uma espécie de listagem de bons condutores.

Ao ser sancionada, se for mantida a integralidade do texto aprovado pelo Congresso, todas as mudanças feitas pelo projeto valerão depois de 180 dias da publicação da futura lei. Caso ainda haja veto, os parlamentares retomam a análise dos dispositivos.

O projeto aprovado exige o transporte de crianças menores de dez anos e com menos de 1,45 metro nas cadeirinhas que sejam adequadas à sua faixa etária. Originalmente, abrandava a multa por descumprimento da regra, mas os senadores resgataram a condição de “gravíssima” da infração.

O texto também determina que ela somente se aplique aos casos de rodovias de pista simples e exige que os veículos novos sejam fabricados com luzes de rodagem diurna.

A proposta proíbe a conversão de pena de reclusão por penas alternativas no caso de morte ou lesão corporal provocada por motorista bêbado ou sob efeito de drogas. Mesmo que não haja intenção, a pena de reclusão não pode ser substituída por outra mais branda, que restringe direitos.

Pontuação

O texto estabelece uma gradação de 20, 30 ou 40 pontos em 12 meses conforme haja infrações gravíssimas ou não. Atualmente, a suspensão ocorre com 20 pontos, independentemente do tipo de infração.

Dessa forma, o condutor será suspenso com 20 pontos se tiver cometido duas ou mais infrações gravíssimas; com 30 pontos se tiver uma infração gravíssima; e com 40 pontos se não tiver cometido infração gravíssima no período de 12 meses.

Os condutores que exercem atividades remuneradas terão seu documento suspenso com 40 pontos, independentemente da natureza das infrações. Essa regra atinge motoristas de ônibus ou caminhões, taxistas, motoristas de aplicativo ou mototaxistas. Se esses condutores participarem de curso preventivo de reciclagem ao atingir 30 pontos, em 12 meses, toda a pontuação será zerada.

Emendas

Os deputados aprovaram oito das 12 emendas do Senado ao texto anteriormente aprovado pela Câmara. Entre elas está a que proíbe converter pena de reclusão por penas alternativas no caso de morte ou lesão corporal provocada por motorista bêbado ou sob efeito de drogas.

Entre os dispositivos retirados pelos parlamentares está o que tornava infração grave punida com multa o ato de transportar ou manter embalagem não lacrada de bebida alcoólica no veículo em movimento, exceto no porta-malas ou no bagageiro.

Segundo o relator, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), o texto deveria trazer exceção para os veículos de transporte turístico, onde a bebida aberta pode estar sendo consumida pelo passageiro e não pelo motorista.

Ministério

Em nota, o Ministério da Infraestrutura disse que a aprovação é um grande grande avanço para a sociedade. “As mudanças são decorrentes da necessidade de atualização na legislação, que completa hoje 23 anos. Então, a proposta teve como objetivo transformar, facilitar a vida do cidadão brasileiro. São medidas com caráter educativo e menos punitivo, que irão contribuir para a redução de acidentes e mortes no trânsito”, disse o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas.

Andréia Araújo e Marcelo Camargo abordam as mudanças no perfil dos consumidores de seguros 1832

Presidente do CVG-RS e advogado do escritório Agrifoglio Vianna participam de transmissão ao vivo, no canal do JRS no YouTube

Nesta terça-feira (22), a partir das 19h, acontece mais uma transmissão ao vivo no canal do JRS no YouTube. O tema do encontro será “Mudanças no Perfil dos Consumidores de Seguros”, que entrará em debate com a presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG-RS), Andréia Araújo, e o advogado do escritório Agrifoglio Vianna, Marcelo Camargo.

O bate-papo será mediado por Júlia Senna e William Anthony, apresentadores do JRS. O público pode enviar perguntas e interagir ao vivo com os participantes através do bate-papo, disponível durante a transmissão.