Entusiasmo é tema da Live da Gente desta semana 496

Marcelo Wais recebe o palestrante motivacional, Professor Gretz

Na 20ª Live da Gente, A força do Entusiasmo será a temática da edição. O diretor da Gente Seguradora, Marcelo Wais, recebe o palestrante motivacional Professor Gretz.

Gretz é conferencista em todo o Brasil e no Exterior, fez mais de 5.500 palestras nos últimos 35 anos para cerca de 3.500 empresas e já foi assistido ao vivo por mais de 1,5 milhão de pessoas. Além disso, é autor de 14 livros, além de vários outros como coautor. Seu livro “Voando como a Águia” foi publicado também em Portugal e na Itália. O livro “É Óbvio” foi editado também em espanhol. 

A Live da Gente vai ser transmitida nesta sexta-feira, 14, às 17h30, pelo perfil do Instagram @GenteSeguradora.

Diretor da Bradesco Saúde participa do 6º Healthcare Innovation Show 27

Diretor da Bradesco Saúde participa do 6º Healthcare Innovation Show

Com o tema ‘Recuperação econômica e crescimento do setor de saúde’, diretor-gerente participará da mesa CEO Summit na quinta-feira (24)

O diretor-gerente da Bradesco Saúde, empresa líder de seguro saúde no Brasil, Flávio Bitter, é um dos palestrantes da 6ª Edição Healthcare Innovation Show, que acontece entre os dias 24 e 26 de setembro, pela internet. O executivo participará da mesa CEO Summit, cujo tema será: ‘Recuperação econômica e crescimento do setor de saúde’, a ser realizada na próxima quinta-feira (24), às 14h45. Participam também do debate Signey Klajner, presidente da Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein; Helton Freitas, presidente da Seguros Unimed; Roberto Santoro, CEO do Grupo Pardini; e o moderador Mário Leão, VP Executivo do Banco Santander.

Segundo análise do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar – IESS, o mercado de saúde suplementar registrou sucessivas baixas, a partir de abril, resultado do elevado número de demissões, interrupção de atividades econômicas, encerramentos de empresas ou mesmo a perda de poder aquisitivo. Esse encontro será uma oportunidade para levantar questões de como as operadoras de saúde estão enfrentando a crise gerada pela pandemia e quais as medidas para acomodar os altos e baixos nos volumes de beneficiários, assim como as perspectivas para o curto prazo no setor.

Há 20 anos na Bradesco Saúde, Flávio Bitter atualmente dirige as áreas técnicas e de produtos da empresa, além de participar do conselho de administração da Odontoprev e Orizon. Para o executivo, participar do HIS significa uma grande oportunidade para abordar um tema atual e necessário, ao lado de outros líderes do mercado de saúde suplementar. “A pandemia da Covid-19 trouxe mudanças significativas para o setor e contribuiu para acelerar processos relevantes, como a inovação, por meio da telemedicina e outros serviços digitais, e novos modelos de remuneração aos prestadores de serviços médico-hospitalares, tendo a saúde baseada em valor, e a criação de produtos e redes mais conectados e regionalizados. Esse encontro é, portanto, um espaço importante para debatermos perspectivas e desafios no mercado, além de compartilhar a experiência da Bradesco Saúde neste atual cenário”.

O HIS 2020 traz nessa sexta edição temas de grande relevância para o setor, com foco na “disrupção digital aplicada à saúde”. Ao todo, serão 160 palestrantes, entre nacionais e internacionais, sendo 60 fornecedores do setor. O evento acontece entre os dias 24 e 26 de setembro e a transmissão será pela plataforma Grip.

Serviço:

Evento: Healthcare Innovation Show 2020 – tema: “Recuperação econômica e crescimento do setor de saúde”
Data e horário: 24/09 (quinta-feira), às 14h45min
Inscrições: neste endereço.

Nunes & Grossi lança plataforma para comercialização de planos de saúde 476

Nunes & Grossi lança plataforma para comercialização de planos de saúde

Grupo expande seu portfólio online em benefício de corretores parceiros, clientes e colaboradores

Após o recente lançamento da plataforma digital para vendas de planos odontológicos, a Nunes & Grossi Benefícios inova mais uma vez, agora disponibilizando ao mercado uma plataforma de e-commerce para aquisição de planos de saúde.

Totalmente digital, o canal de vendas irá facilitar a comercialização dos planos de saúde por adesão. Além de segurança e praticidade, a nova plataforma otimiza o tempo e reduz a burocracia da ação.

A nova modalidade de comercialização acompanha o cenário atual do Brasil e do mundo, onde todos os setores da economia, inclusive o dos planos de saúde, precisaram se adaptar para continuar suas operações, atendendo as necessidades da sociedade e do mercado.

Uma das funcionalidades da plataforma é um simulador online dos planos de saúde por adesão. Além disso, o corretor parceiro terá a opção de busca por profissionais de saúde e também por entidade, refinando assim a procura pelas melhores opções aos usuários.

Vale mencionar ainda que a nova ferramenta também possibilitará uma melhor gestão de documentos, permitindo preenchimento de contratos, cotações, tabelas de valores e elegibilidade dos clientes, entre outras funcionalidades.

“Ao oferecer um meio digital para contratação dos nossos Planos de Saúde por Adesão, o Grupo Nunes & Grossi Benefícios renova sua premissa em colaborar com o bem-estar de corretores parceiros, clientes e colaboradores, além de disponibilizar uma ferramenta que certamente terá continuidade em um cenário pós-pandemia”, afirma Willy Maxwell, CEO do Grupo Nunes & Grossi.

Lançamento oficial

A nova ferramenta já estará disponível a partir desta terça-feira (22) para o uso de parceiros e clientes, mas seu anúncio oficial ocorrerá por meio de uma transmissão ao vivo no canal da Nunes & Grossi Benefícios no YouTube, na quarta-feira (23), às 16h.

A plataforma será disponibilizada para os corretores parceiros que solicitarem acesso e sua implementação ainda contará com um treinamento feito por gestores, também em formato virtual.

Dívida pública impede renda básica permanente, afirma especialista 397

Dívida pública impede renda básica permanente, afirma especialista

Estima-se que 95% do PIB brasileiro pode estar comprometido

Com a crise econômico-financeira provocada pelo novo coronavírus, desde abril o Governo Federal tem subsidiado milhões de famílias brasileiras com o auxílio emergencial, que começou com parcelas de R$ 600 e caiu para atuais R$ 300. Diante deste cenário, uma dúvida que tem suscitado o debate na sociedade se refere a possibilidade de a União desenvolver um projeto que permita uma renda básica permanente, destinada aos mais vulneráveis.

Para o doutor em Economia, especialista em Finanças Públicas e professor da Universidade Santo Amaro – Unisa, André Martins de Almeida, ainda que com este cenário, é praticamente inviável o País desenvolver uma renda básica permanente, muito por conta da dívida interna que, segundo o Ministério da Economia, deverá chegar, neste ano, a 95% do PIB (Produto Interno Bruto), acumulando um déficit de R$ 866 bilhões.

“Já existem programas sociais no País que de certa forma garante uma renda a população mais vulnerável, como o Bolsa Família. Agora, podemos dizer que o auxílio emergencial é prova de que poderíamos ter uma renda permanente, no formato atual? Minha resposta seria não”, aponta o especialista. “Diante da atual conjuntura das contas públicas, não teríamos sustentabilidade financeira para mantermos um novo programa social de transferência de renda direta, que alcançaria algo próximo a 40 milhões de brasileiros, se levarmos em conta somente a população mais vulnerável”, explica André Martins.

“A liberação de bilhões de reais na economia, sem estudos mais aprofundados, pode superaquecer determinados setores gerando pressões inflacionárias”, lembra Martins. “O que poderia ser feito e, até já é objeto de discussão no âmbito político, seria a unificação de vários programas sociais (Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada, abono salarial, entre outros), com o objetivo de criar um programa de renda permanente”, pondera o especialista, lembrando, também que um programa neste sentido seria mais compensador para o Estado em termos de finanças públicas “de forma que seja sustentável ao longo do tempo e não apenas um programa com fins políticos”, opina o especialista.

Mesmo rendendo menos que inflação, poupança é admirada por um terço dos brasileiros 494

Mesmo rendendo menos que inflação, poupança é admirada por um terço dos brasileiros

Pesquisa também revela que 15% das pessoas pararam de investir por causa da pandemia do coronavírus

De cada dez brasileiros, um terço (33%) afirma que a poupança ainda é um bom investimento, mesmo rendendo menos que a inflação, segundo pesquisa C6 Bank/Datafolha. O IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 0,24% em agosto de 2020. Já a poupança (considerando as aplicações feitas a partir de 4 de maio de 2012) rendeu 0,13% em agosto.

“Durante o Império, a poupança de fato era o investimento mais seguro do Brasil, porque havia uma garantia do Estado. Esse histórico ajuda a explicar a confiança dos brasileiros na aplicação. Hoje em dia, o panorama mudou. Outros produtos, como CDB e LCI, contam com a mesma garantia do FGC (Fundo Garantidor de Créditos) que a poupança tem”, diz Liao Yu Chieh, educador financeiro do C6 Bank.

Na pesquisa, que mediu a percepção dos brasileiros sobre investimentos, quase metade dos entrevistados (48%) afirmaram que não investiam antes de pandemia e que continuam sem guardar dinheiro. Entre os entrevistados menos escolarizados, esse percentual chega a 66%.

Por outro lado, 17% dizem que estão guardando mais dinheiro que antes. Esse percentual atinge 28% entre os brasileiros com ensino superior. A pesquisa também mostra que 11% estão economizando a mesma quantia e 7% continua investindo, mas aplicam um valor menor que do costumavam fazer. Do total de entrevistados, 15% relatam ter parado de guardar dinheiro por causa da pandemia.

Segundo o Datafolha, a pandemia parece não ter afetado tanto a parcela da população que já tinha o costume de poupar ou investir, visto que a maior parte dessas pessoas manteve ou aumentou o total que guarda habitualmente. No entanto, a situação se agrava quanto mais baixa é a escolaridade e o poder aquisitivo da população, indicando um possível efeito de aumento na desigualdade – os menos favorecidos já representavam a maioria entre que não tinham condições de poupar e, entre as pessoas com menor que conseguiam investir, parte perdeu a possibilidade.

Entre os entrevistados, 19% não souberam se posicionar sobre o tema investimentos, percentual que sobe para 32% entre as pessoas com ensino fundamental e entre os integrantes das classes D/E.

A pesquisa foi feita entre os dias 21 e 31 de agosto de 2020, com base em 1.536 entrevistas nas cinco regiões brasileiras. A margem de erro máxima para o total da amostra é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.

Nubank zera todas emissões de carbono de sua história 282

Nubank zera todas emissões de carbono de sua história

Empresa é o primeiro banco do Brasil e México a neutralizar 100% do CO2 produzido desde a sua fundação

O Nubank, maior banco digital independente do mundo, anuncia nesta quarta (23) que zerou todas as emissões de carbono produzidas desde a sua fundação, em 2013. A empresa é a primeira do setor bancário do Brasil e México a fazer isso, conforme dados analisados pela BSD Consulting.

“Por sermos digitais e mais eficientes, causamos naturalmente menos impacto para o meio ambiente. Mesmo assim, queremos minimizá-lo o máximo possível. Por isso, damos mais um passo e assumimos o compromisso de sempre ser carbono neutro. Não vamos deixar acumular. Nos comprometemos a ter as melhores práticas ambientais, sociais e de governança”, afirma David Vélez, fundador e CEO do banco digital, em artigo publicado no blog do Nubank.

Nesse primeiro momento, o Nubank irá apoiar três projetos no Brasil e um no México que, juntos, irão compensar o equivalente a 4,3 mil toneladas de CO2. Os programas foram escolhidos de acordo com seu grau de inovação e impacto social e ambiental para as economias locais.

“Queremos ser reconhecidos e lembrados não só pela revolução que criamos, mas pela forma responsável como chegamos lá”, escreve David Vélez.

Com 30 milhões de clientes, o Nubank está presente em 100% dos municípios do Brasil. Em pesquisa realizada no fim do ano passado, 20% dos clientes disseram que o “roxinho” foi o primeiro cartão de crédito que tiveram em suas vidas.

Em sete anos de operação, o Nubank gerou uma economia de quase R$ 12 bilhões de reais aos seus clientes. Esse é o valor total poupado com a utilização do cartão de crédito ‘roxinho’ e da conta digital da fintech. O cálculo feito pela empresa considera o custo médio praticado pelo mercado em anuidades, tarifas para abertura de conta, taxas de manutenção e transferências entre bancos.