Camillo: “Os desafios não cessam, mas com a força da nossa representatividade vamos superando” 1296

Camillo: "Os desafios não cessam, mas com a força da nossa representatividade vamos superando"

Confira artigo de Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP

Sozinhos, a travessia é mais árdua e, talvez, não se complete, apenas juntos aumentam-se as chances de sucesso. Precisamos uns dos outros para evoluir em todos os aspectos, principalmente nas relações de trabalho, e isso se aplica perfeitamente à importância de nossa união em torno das entidades representativas.

Apesar de nós, corretores de seguros, sermos profissionais que contribuímos diretamente para o desenvolvimento e crescimento do mercado, a atual gestão da Susep tem travado diversas quedas de braço conosco e somente pelo fato de agirmos unidos estamos conseguindo nos manter firmes.

Superada a questão da MP 905, que colocava em risco a regulamentação da profissão, temos agora que nos ocupar com a Resolução CNSP nº 382/2020, que tem por objetivo tornar obrigatória a informação ao segurado do valor da comissão de corretagem e ainda criar a figura do cliente oculto.

A Resolução da Susep nos surpreendeu também por vir num momento totalmente inapropriado, em que os corretores e todo o mercado estão tentando se adaptar ao novo normal com a pandemia da Covid-19. Temos atendido ao consumidor de maneira eficientíssima, como atestam as seguradoras, não é o momento de trazermos intranquilidade à atuação do corretor e às nossas empresas.

Nossa remuneração total faz frente aos custos que temos com infraestrutura física e operacional, impostos e colaboradores, sem esquecermos que nosso atendimento não se resume a venda, mas, sim, a uma consultoria antes, durante e, por vezes, até mesmo após o final de vigência da apólice contratada.

Em resposta à ação da Fenacor e do Sincor-SP, a juíza Andrea de Araújo Peixoto suspendeu dispositivos da Resolução 382/2020. Estamos respirando aliviados no momento, não temos nada em definitivo, mas demos um grande passo. Aguardamos para continuar com nosso movimento jurídico em defesa da categoria e contra esse descalabro, que atinge não só o corretor, mas as seguradoras e o sistema como um todo.

Estamos atentos e unidos, com o interesse em comum de proteger nossa profissão. Continuaremos com nosso foco e estratégia até que esse ciclo se encerre, até que a Susep comece, realmente, a atuar em prol de todo o mercado de seguros.

Da mesma forma, unidos, conseguimos a prorrogação do prazo do recadastramento dos corretores de seguros até 14 de agosto. O Tribunal Regional Federal da 3ª Região atendeu ao pedido do Sincor-SP, em linha com estratégia elaborada pela Fenacor, atendendo não só os corretores de seguros do Estado de São Paulo, mas de todo o Brasil.

A decisão levou em consideração o argumento apresentado pelo Sincor-SP de que o sistema utilizado apresenta falhas no funcionamento e muitos corretores teriam os registros suspensos, ficando impedidos de trabalhar e garantir o próprio sustento. Não desistimos sequer um instante na busca desta conquista e do apoio ao corretor de seguros.

Temos registrado inúmeros pedidos de ajuda de corretores que enfrentavam dificuldades no procedimento e que não conseguiam qualquer resposta da Susep. Agora, os profissionais ganham mais prazo para realizar o recadastramento, sem que seja aplicada a pena de suspensão dos registros.

Mesmo com essas demonstrações da força de nossa união, em média, apenas 25% dos corretores de seguros do Brasil são associados aos Sincors. Cadê os outros 75%? Se diante disso tudo, nós não chegamos ao entendimento de que precisamos estar unidos, o que resta acontecer para termos esse consenso?

Juntos estamos superando desafios e não deixando que nos derrubem. Seguimos nos reinventando neste período de pandemia, trabalhando ainda mais em home office e criando oportunidades de negócios em uma nova era. Se há um setor capaz de se adaptar tão bem e trazer tanta oportunidade diante de um cenário adverso, é o de seguros. O momento é de oferecer proteção e segurança à população. As lives organizadas por nossas Comissões estão auxiliando os corretores de seguros e efetivamente fazendo com que o Sincor-SP exerça o papel de provedor de soluções para o dia a dia.

Neste sentido, vínhamos produzindo a pesquisa AVATEC (Autoavaliação das Corretoras de Seguros em Tecnologia 2020) com a proposta de conhecermos a estrutura tecnológica dos corretores em suas empresas em todo o Brasil, e nunca poderíamos imaginar que seria tão oportuna para o momento que vivemos. Divulgamos os resultados da pesquisa em live e na matéria de capa desta edição. O estudo mostra que 50% das corretoras obtiveram boa avaliação e 25% atingiram padrão de excelência no uso da tecnologia.

Pudemos ver o quanto o corretor, fazendo uso da tecnologia, se adaptou tão bem a esse momento de desafios com a pandemia, mantendo o consumidor próximo ao melhor instrumento de proteção e mitigação de riscos: o seguro.

Essa pesquisa trará parâmetros para a transformação do Sincor-SP no Sincor Digital, algo que também já estava sendo trabalhando antes da pandemia. Precisamos desses dados para sermos assertivos nas ações futuras para o corretor, tanto na transformação do Sincor Digital como nas plataformas que queremos levar ao corretor.

Somos empreendedores empoderados, mas não podemos prescindir da força que só conseguimos com nossa união em torno das entidades representativas e na busca por mais representação política, para alcançarmos nossos pleitos e defendermos a permanência de nossa atuação.

Os impactos da Covid-19 no mercado de seguros 466

Confira artigo de Ana Rita Petraroli, sócia-fundadora do Petraroli Advogados

A pandemia da Covid-19 impactou todos os setores, fato. A forma de trabalhar mudou, as relações comerciais precisaram ser renegociadas, sistemas de contratação sofreram alterações e inúmeras outras questões vieram à tona nos últimos meses. Com o mercado de seguros não foi diferente. As seguradoras viram-se obrigadas a se adaptar rapidamente e enfrentar inúmeros desafios, como os impactos financeiros – assim como ocorreu com a economia mundial -, e a desregulamentação das leis. Novas ações precisaram ser incorporadas de forma imediata nas operações das companhias, tendo o peso das decisões do governo de obrigatoriedade de cobertura para exames, tratamentos e mortes em decorrência do novo coronavírus.

O maior gargalo para um seguro de pandemia é encontrar uma solução viável tanto para o segurado quanto para a seguradora. Os altos investimentos em tecnologia para permitir atendimentos online, trabalhos home office – juntamente com o marco regulatório em andamento e a revogação da MP 905 – forçou a atuação digital dos corretores, em prol da população, em especial, neste momento.

Nesse sentido, vale ressaltar o posicionamento da Superintendência de Seguros Privados (Susep) em relação à desregulamentação do setor de saúde, que deve funcionar como um alicerce de crescimento para empresas e grandes segmentos de proteção ao cidadão. Afinal, desregulamentar e desburocratizar o setor, aumentar a competitividade, garantir a segurança jurídica e tornar o seguro um produto simples são os caminhos para a acessibilidade do indivíduo.

O mercado de seguros permanece resiliente neste presente crítico e responde prontamente aos obstáculos impostos pelo coronavírus, acolhendo os riscos decorrentes da pandemia. Diante disso, terão desvio na sinistralidade os seguros de benefícios de saúde suplementar e vida; produtos dos segmentos de danos e responsabilidades; e seguros pessoais.

Encontrar mecanismos eficientes de custeio de toda essa operação é uma necessidade atual. A preocupação com a sociedade é natural, e louvável, mas a balança precisa estar nivelada para todos os lados que sofrem com esse acontecimento inusitado que estamos vivendo. O mercado segurador requer uma nova mentalidade diante da pandemia para não correr o risco de colapsar. O momento é singular para todos: o cidadão, as operadoras e, até mesmo, para os órgãos reguladores.

Mesmo com queda no PIB, setor de seguros cresce 561

Mesmo com queda no PIB, setor de seguros cresce

Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, produzida pelo SindsegSP e Sincor-SP, aponta avanço em diversos ramos de seguros

A última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, publicação mensal desenvolvida pelo Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), mostra a retomada de diversos segmentos de seguros nos últimos meses, após a reabertura de diversas atividades econômicas.

Segundo o estudo, o faturamento do setor de seguros (sem saúde e previdência) ficou em R$ 11,3 bilhões no mês de julho de 2020. Na comparação com o mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 1%. Na separação por ramos, os números foram parecidos, com avanço de 1% nos seguros de pessoas (R$ 4,1 bilhões) e nos ramos elementares (R$ 7,2 bilhões).

Tabela de faturamento até julho 2020:

Divulgação
Divulgação

A Carta ainda aponta que o PIB brasileiro sofreu uma retração de 9,7%, mostrando que o segundo trimestre do ano apresentou os efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus no País.

“A expectativa é que a economia volte a crescer no terceiro trimestre de 2020, otimismo que se reflete no aumento constante dos índices de confiança da indústria, do comércio e do setor de seguros, conforme registros nos últimos meses”, diz a publicação.

Confira a Carta de Conjuntura.

União Seguradora celebra 107 anos 928

Grupo Aspecir e União Seguradora participam do 17º Troféu JRS

Empresa do Grupo Aspecir oferece variedade de soluções em seguros e proteção

O Vinte de Setembro é uma data comemorada com orgulho pelos gaúchos e também é a data de aniversário da União Seguradora, fundada em 1913. Na época, 57 caixeiros-viajantes reuniram-se para criar uma sociedade que defendesse os interesses da classe. Assim como os gaúchos defenderam seus ideais. Construída sob a presidência de João Fontoura Borges, a sede, na cidade de Santa Maria (RS), foi palco de momentos históricos importantes, como um discurso de Getúlio Vargas na década de 1930. Já nos anos 1990, o prédio foi considerado patrimônio histórico da cidade e hoje abriga diversos estabelecimentos comerciais.

Hoje, a União Seguradora – Vida e Previdência, tem sua sede em Porto Alegre e protege a vida, não somente dos gaúchos e gaúchas de todas as querências, como também a todos os brasileiros. E oferece uma variedade de soluções que atendem todas as necessidades de seguro e proteção, de cuidados com a família à segurança para eventos, sempre com profissionalismo e qualidade.

O Seguro Vida é um investimento no futuro. Em caso de falecimento do segurado, os beneficiários recebem uma indenização financeira para ajudar em um momento difícil. E se houver invalidez permanente, o seguro garante um pagamento de acordo com o grau de invalidez.

O Seguro Prestamista, em caso de falecimento ou invalidez do segurado, amortiza a dívida contraída até o valor do plano contratado, quitando bens ou planos de financiamento.

A União Seguradora também oferece o Pecúlio com Seguro, uma ampla cobertura com a facilidade do desconto em folha de pagamento para servidores da SIAPE, MARINHA, AERONÁUTICA, IPE-RS E GOV-RS. Além do seguro obrigatório para a realização de qualquer evento no Brasil e o Vida Global Simplificado para micro, pequenas e médias empresas.

União Seguradora, uma história de excelência cuidando do que realmente importa: as pessoas.

Responsabilidade Civil do corretor no ‘novo normal’ é tema de curso técnico 728

Responsabilidade Civil do corretor no ‘novo normal’ é tema de curso técnico

Pandemia provocou reflexos no Direito do Seguro, destaca ENS

A realidade instaurada pela pandemia do novo coronavírus provocou reflexos e mudanças sobre o Direito brasileiro, principalmente sobre o Direito do Seguro, especialmente no que diz respeito a assuntos ligados à responsabilidade civil do corretor de seguros.

Para entender como o ‘novo normal’ afetou diretamente o corretor em sua atuação e discutir de forma ampla a responsabilidade desse profissional na atualidade e no futuro, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) criou o curso técnico Direito e Responsabilidade Civil do Corretor de Seguros.

Ministradas na modalidade online, as aulas são ao vivo e vão mostrar a tendência da adequação dos precedentes nas interpretações dadas pelos Tribunais Superiores sobre a responsabilidade civil do corretor. No conteúdo do programa, haverá apresentação das mais recentes decisões proferidas pelos Tribunais Superiores sobre o tema, evidenciando as interpretações fundamentadoras dessas jurisprudências, a apresentação das legislações pertinentes ao assunto, além de tratar sobre as teorias da Responsabilidade Civil Profissional e a tendência do precedente vinculante.

Assim como a maioria dos cursos técnicos da ENS, o programa Direito e Responsabilidade Civil do Corretor de Seguros tem curta duração (8 horas de aulas) e investimento acessível. Por isso, é ideal para quem busca qualificação rápida e direcionada.

O início das aulas está marcado para 20 de outubro e os interessados devem possuir ensino médio completo. Informações sobre ementa, cronograma e investimento estão disponíveis no site da Escola, onde podem ser feitas as inscrições.

Grupo SURA fecha o primeiro semestre com lucro de USD 66 milhões 1042

Seguros SURA marca presença no Insurance Day 2019

Resultado reflete a resiliência da Suramericana (Seguros SURA) e SURA Asset Management, e a recuperação de receitas por investimentos no segundo trimestre

Com o fechamento do primeiro semestre do ano, em um momento de desafios diante dos impactos da Covid-19, o Grupo SURA reportou um lucro líquido consolidado de USD 66 milhões, que representa uma recuperação frente ao reportado em março deste ano, impulsionada pelo lucro positivo do segundo trimestre.

O resultado reflete a solidez dos negócios na atual conjuntura, com o crescimento de prêmios emitidos e a receita por prestação de serviços da Suramericana (Seguros SURA – especializada em seguros, tendências e riscos), assim como uma estabilidade nas receitas por comissões da SURA Asset Management (especialistas em pensões, poupança, investimento e gestão de ativos). Desta maneira, o lucro operacional consolidado foi de USD 2.718 milhões.

“Os resultados do primeiro semestre são melhores do que tínhamos projetado diante da pandemia e mostram a capacidade de transformação, adaptação e resiliência da Seguros SURA e da SURA Asset Management, que têm tido uma recuperação paulatina nos últimos meses. Ao mesmo tempo, mantivemos nosso compromisso de criar mais valor às pessoas e às empresas, gerando emprego na região e investindo no desenvolvimento dos negócios. Queremos seguir com cautela, avaliando constantemente os impactos da conjuntura na região”, explica Gonzalo Pérez, Presidente do Grupo SURA.

No segundo trimestre, o resultado dos rendimentos dos investimentos próprios das seguradoras e dos fundos de pensões foi melhor, após as fortes quedas dos mercados de capitais no mês de março.

Contribuiu também o aumento de apenas 2% das despesas consolidadas em linha com o controle e a eficiência aplicados na conjuntura, mesmo com os custos de prestação de serviços de saúde para atender em tempo hábil os afiliados e segurados na Colômbia. Desta maneira, o lucro operacional foi de USD 250 milhões, 39.4% a menos que em junho de 2019.

“Uma das prioridades na atual conjuntura é a eficiência dos negócios e o controle dos gastos, somados com a solidez patrimonial e a liquidez das companhias do Grupo Empresarial. Com a recente emissão local de prêmios, nos antecipamos para garantir a liquidez adequada para atender as obrigações em 2021 e melhorar nosso perfil de dívida de longo prazo”, comenta Ricardo Jaramillo, Vice-presidente de Finanças Corporativas do Grupo SURA.

O lucro líquido consolidado no fechamento do primeiro semestre foi de USD 66 milhões, impulsionado pelo resultado do segundo trimestre, que somou USD 87 milhões e compensou a perda registrada em março.

Para este resultado, contribuiu o maior rendimento por meio de participação do Grupo Nutresa, devido a um menor rendimento por este rubro do Bancolombia, diante do aumento das provisões que incidem no lucro do Banco, como medida prudente para se antecipar diante da incerteza do cenário.

Desempenho das filiais

A Seguros SURA fechou o primeiro semestre com lucro líquido de USD 79 milhões, 68.3% maior do que o mesmo período em 2019. Este resultado é sustentado pelos rendimentos totais que aumentaram 10.5% e somaram USD 2.391 milhões, com crescimento nos segmentos de seguros gerais (7.5%), Vida (7.0%) e na prestação de serviços na área da saúde (21.5%) na Colômbia. Além disso, a recuperação por rendimento de portfolios das seguradoras ganhou destaque, em particular a filial na Argentina, que contribuiu para o fechamento positivo do semestre.

“Estes resultados refletem nossos esforços para fidelizar os clientes em três frentes: transformação do modelo operacional; desenvolvimento de novas soluções e adaptação de outras, para responder às necessidades atuais das pessoas e das empresas; ao mesmo tempo que fortalecemos nossos acessos e canais. Dessa forma, temos o cuidado de comparar as reservas, a solvência e a liquidez com os cenários que projetamos frente a pandemia”, explica Juana Francisca Llano, Presidente da Suramericana (Seguros SURA).

A SURA Asset Management chegou a 20.9 milhões de clientes e os ativos na gestão (AUM) e cresceu 7.9% em comparação a junho de 2019, totalizando USD 131.584 milhões. Apesar dos efeitos do coronavírus no mercado de trabalho, os rendimentos por comissões no negócio diminuíram apenas 1.8%, em junho, e no voluntário aumentaram 14.2% devido a uma gestão comercial positiva e uma maior tendência à poupança na região. Também se mantém uma disciplina no gasto, que subiu somente 5.6% frente ao primeiro semestre do ano anterior, não obstante custos como os gerados pelas mudanças regulatórias no Peru.

“No segundo trimestre, observamos uma melhoria nos mercados financeiros globais, que traduzem na recuperação dos portfolios que administramos, pertencentes a mais de 20 milhões de clientes na região. Assim continuamos trabalhando na gestão dos recursos para proteger e fortalecer a poupança dos latino-americanos”, diz Ignacio Calle, Presidente da SURA Asset Management.

A recuperação dos rendimentos entre abril e junho por investimentos próprios no Mandatório contribuiu para que o lucro líquido desta filial voltasse ao terreno positivo. Dessa forma, contribuiu com USD 33 milhões ao lucro líquido do Grupo SURA no primeiro semestre, 72.1% a menos do que a alcançada em junho de 2019, que foi um ano bastante positivo para a SURA Asset Management.

Fatos recentes:

  • A Seguros SURA Colômbia fortaleceu a prestação de serviços de saúde para enfrentar a pandemia: hoje são atendidos 35 mil requerimentos por dia (teleassistência e telemedicina); aplicação de modelo de oxigenoterapia para afiliados e segurados; e Ajudas Diagnósticas SURA com aproximadamente 13% de provas no país.
  • O Grupo SURA, com o objetivo de antecipar os recursos requeridos frente as obrigações em 2021, colocou no último dia 11 de agosto USD 265 milhões em bônus no mercado colombiano, que foram demandados 2.23 vezes. Esta emissão foi qualificada como neutra por parte da S&P, ao ter como objetivo a substituição de passivos.
  • A SURA Asset Management, mediante sua unidade de negócio Investment Management, lançou um fundo de USD 86.5 milhões, na aliança com Credicorp Capital, para financiar projetos de infraestrutura na Colômbia, Peru, Chile e México.
  • S&P confirmou em julho a qualificação AAA da Suramericana (Seguros SURA) na dívida local, e igual nota obteve a Seguros SURA Colômbia, sua principal filial. Por sua parte, Fitch Ratings reafirmou ao Grupo SURA sua qualificação local AAA de longo prazo, com perspectiva estável.
  • Como aporte à reativação econômica de pequenas e médias empresas: Suramericana (Seguros SURA) acompanhou 44.500 empresários na plataforma regional Empresas SURA; ao mesmo tempo que a SURA AM lançou na Colômbia uma linha de factoring e um fundo para financiar este segmento.
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