Assistência 24 horas e o novo normal 1207

Assistência 24 horas e o novo normal

Saiba quais foram as medidas adotadas pela Allianz Partners e qual é a avaliação dos clientes em tempos de pandemia

Considerada atividade essencial, a assistência 24 horas se mantém ativa em momentos delicados, como o que estamos vivendo. Mesmo em cidades com bloqueios de acesso e lockdown a Allianz Partners, oferece atendimentos automotivo e residencial com todo o cuidado aos prestadores e clientes.

Adriano Reginaldo, diretor de Operações da Allianz Partners, conta que, no momento em que a sociedade foi assolada pelo Coronavírus, a empresa se cercou de todas as medidas de proteção para possibilitar a continuidade dos atendimentos, já que entramos em isolamento social, mas as pessoas continuam na ativa. “Em ocorrências envolvendo carros, o segurado poderá ser transportado dentro do próprio veículo ou em um táxi, com, no máximo, três passageiros. Restringimos o acesso à cabine do guincho para evitar a contaminação pelo vírus. Além disso, ao prestador de serviços foi recomendado utilizar álcool gel, estar com máscara de proteção e luvas, evitar cumprimentar os clientes e manter a distância mínima indicada. O mesmo acontece nas residências. A orientação é a de estar paramentado, evitar o contato com o cliente e sempre higienizar as mãos”, explica.

As iniciativas proporcionam segurança, confiança e maior satisfação dos segurados. Segundo Reginaldo, a tradição e qualidade no atendimento da marca contam, mas, neste período de isolamento, os clientes querem se sentir protegidos e elogiam, constantemente, o comportamento dos prestadores. “Nosso NPS apresentou ganhos relevantes, pela percepção positiva de comportamentos condizentes com os preconizados pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e, também, pela agilidade no atendimento dos chamados”, completa.

E, mesmo em cidades com bloqueio ou lockdown, os clientes entenderam as condições disponíveis para o socorro. Reginaldo enfatiza que, a dinâmica de remoção precisou de ajustes, uma vez que algumas oficinas ou concessionárias poderiam estar fechadas. Em casos em que o carro apresentasse pane elétrica ou sinistro, o automóvel poderia ser direcionado para o endereço indicado pelo cliente ou para o pátio mais próximo.

Outra importante adequação foi em relação ao uso do check-list físico. O seu uso foi interrompido para evitar aproximação e qualquer tipo de contaminação entre prestadores e segurados. Neste período, o prestador envia as fotos para comprovar a realização do serviço e a equipe operacional pode fazer a averiguação e acompanhamento.

“Contamos com 12 mil prestadores em todo o país e vivemos um propósito que vai além do senso de proteção. A todo momento estabelecemos relações de confiança e conexões, não pensando apenas no presente, mas no futuro. Estamos sempre atentos no desenvolvimento de soluções e temos em nosso DNA a capacidade de estar sempre em movimento para que todos possam atingir seus objetivos, independente das restrições”, finaliza o diretor.

Responsabilidade Civil do corretor no ‘novo normal’ é tema de curso técnico 781

Responsabilidade Civil do corretor no ‘novo normal’ é tema de curso técnico

Pandemia provocou reflexos no Direito do Seguro, destaca ENS

A realidade instaurada pela pandemia do novo coronavírus provocou reflexos e mudanças sobre o Direito brasileiro, principalmente sobre o Direito do Seguro, especialmente no que diz respeito a assuntos ligados à responsabilidade civil do corretor de seguros.

Para entender como o ‘novo normal’ afetou diretamente o corretor em sua atuação e discutir de forma ampla a responsabilidade desse profissional na atualidade e no futuro, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) criou o curso técnico Direito e Responsabilidade Civil do Corretor de Seguros.

Ministradas na modalidade online, as aulas são ao vivo e vão mostrar a tendência da adequação dos precedentes nas interpretações dadas pelos Tribunais Superiores sobre a responsabilidade civil do corretor. No conteúdo do programa, haverá apresentação das mais recentes decisões proferidas pelos Tribunais Superiores sobre o tema, evidenciando as interpretações fundamentadoras dessas jurisprudências, a apresentação das legislações pertinentes ao assunto, além de tratar sobre as teorias da Responsabilidade Civil Profissional e a tendência do precedente vinculante.

Assim como a maioria dos cursos técnicos da ENS, o programa Direito e Responsabilidade Civil do Corretor de Seguros tem curta duração (8 horas de aulas) e investimento acessível. Por isso, é ideal para quem busca qualificação rápida e direcionada.

O início das aulas está marcado para 20 de outubro e os interessados devem possuir ensino médio completo. Informações sobre ementa, cronograma e investimento estão disponíveis no site da Escola, onde podem ser feitas as inscrições.

Grupo Delta completa cinco anos e fornece assistência 24h para mais de 200 mil veículos 520

Grupo Delta completa cinco anos e fornece assistência 24h para mais de 200 mil veículos

“Tecnologia, inovação e proximidade”, esse é o posicionamento da empresa ao celebrar cinco anos

Fundada em Porto Alegre, como startup que comercializava serviços de assistência 24 horas desvinculada do seguro, a Delta Assistance cresceu no mercado de frotas e hoje conta com mais de 200 mil veículos assistidos.

Para Nícolas Galvão, CEO do Grupo, chegar aos cinco anos é motivo de orgulho e um desafio, “Poucas empresas crescem tanto, em tão pouco tempo, em um mercado competitivo e dominado por empresas tradicionais. Chegamos a crescer 300% em um ano. Porém o desafio aqui na Delta é diário: entregar algo novo que faça a diferença na vida dos nossos clientes e parceiros”.

O crescimento veio não só por oferecer soluções inovadoras ao mercado, mas investir fortemente em tecnologia e atendimento especializado. Ao longo do tempo, uma fábrica de software e Hardware foi criada dentro do Grupo, para desenvolver em casa a inteligência que a empresa queria em seus produtos e serviços.

Sistema próprio de acompanhamento de sinistros, relatórios, rastreamento, telemetria e acionamento via WhatsApp, é um dos diferenciais oferecidos pela empresa gaúcha para o mercado de seguros e transporte.

Focada cada vez mais em frotas, toda a operação de atendimento 24 horas foi desenhada para que os profissionais fossem especialistas neste nicho de mercado. O que trouxe proximidade e agilidade na hora do atendimento.

“A especialização no atendimento e o forte investimento em tecnologia, nos destacou não apenas como uma empresa prestadora de serviços de qualidade, mas preocupada com a inovação e toda a facilidade e segurança que ela pode oferecer”, destaca Galvão.

Por fim, ele revela o que espera para dos próximos anos: “Trabalhamos com o olhar no futuro. Sabemos que o mercado que atuamos não é fácil, mas somos ousados, gostamos de desafios. Acreditamos que tendo nossos ideais alicerçados na tecnologia e focados em lançar soluções inovadoras, é a forma de sermos protagonistas na mudança positiva que queremos ver no mundo”.

“Demanda por seguros é ampla”, diz presidente da CNseg em artigo 522

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

Confira considerações de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente CNseg

Chegamos a um paradoxo: o de planejar o futuro estando em um presente ameaçado gravemente por uma doença, a Covid-19, causada pelo novo coronavírus. O ânimo vem de promissoras vacinas que estão a caminho e dos indícios de que a vida vai, aos poucos, voltando a se movimentar mundo afora. Mas, que futuro é esse? Não é possível afirmar muita coisa porque a sociedade ainda está passando por um grande trauma, e as pessoas devem sair diferentes do “outro lado”. Porém, pelo menos um legado destes tempos difíceis parece claro: a busca por segurança. Neste contexto, o crescimento do mercado de seguros, quando tudo parece ruir em volta, tem ligação direta com a experiência covideana. Ninguém quer ser surpreendido, novamente, por algo que vire a vida de cabeça para baixo, quebre a empresa de uma hora para outra, leve à morte tantas pessoas queridas.

Em junho se comparado ao mês de maio, os seguros alcançaram índices robustos de expansão: quase 33%, potencializado pelo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), e 18,3%, sem essa alavanca. A demanda é ampla. Estudos apontam para um maior grau de exigência das pessoas em relação à sustentabilidade, às questões sanitárias e ao investimento científico. Tudo isso está relacionado ao seguro. Aprendemos, a duras penas, que a negligência com saneamento, água, floresta, lixo, pode custar muito caro, ceifar vidas. Como a tendência é de que catástrofes ambientais se repitam, a prevenção é prioridade. O desafio é falar de segurança em um cenário pós-pandêmico coalhado de desemprego e baixa renda.

No caso do Brasil, uma rápida olhada para trás, entretanto, evidencia que o novo coronavírus não inventou a crise, apenas agravou o quadro recessivo em andamento. O que a doença alterou, de fato, foi o conceito de risco. Hoje, ninguém quer ouvir o alerta popular sobre a impossibilidade de um raio cair duas vezes sobre a mesma cabeça, porque ficou provado que, sim, ele cai até mais vezes, uma vez que famílias ou patrimônios foram dizimados nesta tempestade.

A Covid-19 provocou o rastreamento consciente, qualificado e global, ao mesmo tempo, de cauções possíveis. Os seguros pessoais e empresariais protegem a vida e o patrimônio; as ações individuais e coletivas protegem o mundo. Essa conta só fecha com a participação dos governos na promoção do desenvolvimento e da igualdade social. Até 2018, por exemplo, 67% da população brasileira ganhavam menos do que dois salários mínimos por mês. A ideia da prevenção está diretamente relacionada à do desenvolvimento. O país precisa crescer para que mais gente tenha acesso a padrões mínimos de renda, alimentação, higiene, saúde e, na esteira, à proteção. A pandemia deu visibilidade a esses problemas seculares e que têm que ser resolvidos.

Alternativas estão sendo criadas, adaptadas ou flexibilizadas. Por exemplo, a cobertura intermitente, que pode ser bem-sucedida em apólices de automóveis, celulares e bicicletas, para citar alguns, tem perfil adequado para épocas de orçamentos menores. Mas é interessante notar que a pandemia recuperou a importância do seguro anual de automóveis. O carro se transformou em uma “cápsula móvel” de proteção. Em relação à residência, o isolamento social sacramentou uma mudança de comportamento que veio para ficar: o home office. Muitas moradias passarão a ser, em definitivo, ambiente de trabalho, e essa fusão pode significar economia. De seu lado, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) tem demonstrado estar comprometida a analisar as diferentes modalidades em esforço conjunto.

Mais do que nunca, o sentimento de fragilidade encontra conforto no “seguro emocional” – a fundamental sensação de acolhimento. O diálogo no pós-pandemia terá um foco central: estamos retomando as atividades, houve perdas nos negócios e como viabilizar a proteção à vida, à residência, à saúde, à empresa etc.? O seguro é parte preponderante do desenvolvimento civilizatório e o Brasil, enfim, absorve essa cultura. Esse é o futuro.

*Marcio Serôa de Araujo Coriolano é economista e Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

Tecnologia e relacionamento impulsionam setor de seguros 793

Tecnologia e relacionamento impulsionam setor de seguros

Confira artigo de Walmando Fernandes, gerente da Porto Seguro em Campinas

A tecnologia potencializa e estreita o relacionamento entre os corretores e seus clientes. O uso de ferramentas como as redes sociais aproxima e transmite mais informação sobre proteção em diversas esferas. Além disso, ela pode captar novos segurados ou acrescentar um novo serviço aos próprios clientes.

Os números apontam para essa tendência, acelerada com a pandemia pela necessidade do distanciamento social. Pesquisa TIC Domicílios 2019, o mais importante levantamento sobre acesso a tecnologias da informação e comunicação, lançado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), aponta que três em cada quatro brasileiros acessam a internet, o que equivale a 134 milhões de pessoas. Desse total, os smartphones e outros aparelhos móveis são as ferramentas mais comuns para se conectar (99%).

Segundo a pesquisa, os recursos mais utilizados são o envio de mensagens por WhatsApp, Skype ou Facebook Messenger (92%), redes sociais como Facebook ou Snapchat (76%), chamadas de vídeo por Skype ou WhatsApp (73%), acesso a serviços de governo eletrônico (68%), envio de e-mails (58%), compras por comércio eletrônico (39%).

A convite da Porto Seguro para a webinar “Transformação Digital, confiança e o mercado de seguros”, o consultor de Estratégia Digital e Coordenador do Mestrado Profissional em Administração na FGV, Marcelo Coutinho, destacou a importância da tecnologia na área de seguros. Segundo ele, os números são fundamentais para mostrar a importância da internet.

A maioria dos usuários – cerca de 80% – está na faixa etária entre 25 e 59 anos. Portanto, há um público consumidor enorme que utiliza a tecnologia. Quando se fala em poder aquisitivo, 4 em cada 5 pessoas da classe A já fizeram compras pela internet. Veículos de comunicação internacionais como o New York Times apontam que o Brasil lidera as estatísticas de uso de redes sociais.

Outro estudo do Reuters Institute aponta que, desde 2013, a internet é a principal fonte de informação dos brasileiros. Esse ano as redes sociais chegaram a empatar com a TV, ou seja, o brasileiro está voltado ao que dizem as redes sociais. No entanto, elas não podem ser vistas apenas como um meio de publicidade. O fundamental é que os corretores possam utilizá-las como forma de interação e, principalmente, relacionamento.

Além de postar conteúdos interessantes nas redes sociais, o mais importante é responder aos comentários, principalmente quando acompanhados de dúvidas. Além disso, ao interagir, é possível perceber o tipo de conteúdo necessário no momento. Afinal, as questões podem ser um indicativo sobre um serviço específico. Boas conversas tendem a gerar bons negócios.

Portanto, a troca de informações faz parte da construção da confiança do segurado em relação ao corretor. Nesse cenário do uso intenso da tecnologia, o corretor de seguros torna-se ainda mais um consultor.

*Nascido em São José dos Campos, Walmando Fernandes formou-se pela Universidade do Vale do Paraíba e tem MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Armando Alvares Penteado (FAAP). Está no mercado de seguros há 21 anos. Ingressou na Porto Seguro no ano de 1998, inicialmente na área de atendimento. Atuou em diversas áreas internas até tornar-se gerente do escritório de São José dos Campos, no Vale do Paraíba, onde permaneceu por 9 anos. Assumiu a gerência da Sucursal Sorocaba em 2007 e chegou a Campinas no ano de 2010 e, desde então, lidera a operação local da seguradora, uma das maiores do País.

Corretores de seguros conectados para vencer 775

Fabio Izoton é presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) / Divulgação

Confira artigo assinado por Fabio Izoton, presidente do CCS-RJ

Durante a programação do CCS-RJ Connection 2020, evento que promoveu o diálogo entre os grupos que atuam no mercado segurador brasileiro, muitos corretores relembraram, em situações distintas, o conhecido provérbio africano: “Se você quiser ir mais rápido, vá sozinho. Se quiser ir mais distante, vá em grupo”. Mais do que uma simples coincidência, o uso constante da citação nos mostra que a união está sendo a grande marca dos corretores em meio à crise epidemiológica e econômica relacionadas ao novo coronavírus. Foi a partir deste sentimento que conseguimos reunir, em dois dias de evento, cerca de sete mil espectadores de todas as regiões do Brasil, em nossos canais digitais.

O papel dos organizadores do CCS-RJ Connection 2020, no qual me incluo, foi apresentar as diversas oportunidades que os corretores possuem para fechar negócios e manter sua carteira de clientes no momento atual. A diversificação de produtos, investimento em treinamentos e o contato constante com outros profissionais, que passam pelos mesmos desafios, são algumas das ações que exemplificamos em cases e palestras. Priorizamos, na programação do evento, aquelas que julgamos principais e de mais fácil alcance para um número maior de pessoas.

Iniciativas lideradas por corretores, seguradoras e entidades de classe foram promovidas e aplaudidas, por auxiliarem na solução de problemas enfrentados por quem está no cotidiano da corretagem de seguros. Ações coletivas como essas possibilitaram vitórias importantes para a categoria, como o reconhecimento da profissão por parte de entes reguladores. Os profissionais de seguros demonstraram, repetidas vezes, o seu valor e importância em momentos difíceis.

A transformação digital promovida há anos no setor mostrou-se vigorosa e forte, comprovando a conexão do setor de seguros com o futuro, mesmo antes que as condições atuais obrigassem tal atitude por parte de toda a economia. Projetos idealizados para meses e anos à frente tiveram que ser antecipados, para garantir que o cliente continuasse no centro da atenção do corretor. Os corretores se engajaram nas novas práticas e conseguiram garantir a renda de suas famílias.

Para que o cenário se mostre ainda mais promissor, o corretor precisa lembrar de uma palavra: Conexão. Os avanços na corretagem de seguros são frutos de união e compartilhamento da força entre os profissionais que se conectaram. Entidades como o Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ) estão de portas abertas para novas ideias, propostas e projetos. Temos a certeza de que assim, nossa categoria torna-se mais forte. Contamos com a participação e presença de todos.

*Fabio Izoton é presidente do Clube dos Corretores do Rio de Janeiro (CCS-RJ).