Projeto de Lei pretende obrigar entregadores de plataformas a terem placa vermelha em SP 1364

Projeto de Lei pretende obrigar entregadores de plataformas a terem placa vermelha em SP

Associação demonstra preocupação com aprovação do PL 130/19 em primeiro turno

Um polêmico projeto da Câmara Municipal da cidade de São Paulo quer obrigar entregadores de plataformas a utilizarem placas vermelhas para o transporte de pequenas cargas. A legislação atual sobre o assunto, de julho de 2007, não considerava a operação de microempreendedores individuais e nem de plataformas digitais. Além disso, a Associação Brasileira Online to Offline (ABO2O) alerta que a exigência fará com que os 42 mil entregadores por aplicativo tenham de pagar uma série de taxas para a Prefeitura, realizar cursos semipresenciais, comprar baús e, em alguns casos, até mesmo adquirir novas motos.

Confira o posicionamento da ABO2O:

A Associação Brasileira Online to Offline (ABO2O), entidade que reúne mais de 100 plataformas digitais que beneficiam cerca de 45 milhões de consumidores, varejistas e prestadores de serviços, e o Conselho de Comércio Eletrônico da Fecomercio SP, que representa cerca de 1,8 milhão de atividades empresariais de todo o porte, manifestam a preocupação com a aprovação em primeiro turno do Projeto de Lei 130/19, que pretende obrigar os entregadores a obter placa vermelha para trabalhar nas plataformas digitais.

O projeto aprovado tem impacto direto em atores importantes para a economia da cidade:

Cerca de 42 mil entregadores por aplicativo que trabalham na cidade de São Paulo não possuem placa vermelha. Para obtê-la teriam que pagar taxas para a Prefeitura, realizar cursos semipresenciais, comprar baús e, em alguns casos, comprar novas motos.

Os comerciantes que não tiverem acesso a profissionais regulamentados ficarão sem a logística para entrega de seus produtos. Os mais prejudicados serão os pequenos empresários que tentam se digitalizar nesse contexto de pandemia. Os consumidores terão menos acesso ao delivery, já que haverá poucos profissionais regulamentados e disponíveis para a entrega.

Em razão do aumento do desemprego, muitos profissionais de outras áreas acabaram tornando-se entregadores, trabalhando em diversas plataformas online como forma de garantir o sustento de suas famílias. Prova disso é que a demanda por cadastros nas plataformas digitais aumentou, em média, 100% comparada aos três meses anteriores à pandemia.

Durante a pandemia, os aplicativos oferecem uma forma rápida e sem burocracia de conseguir renda. E para oferecer mais segurança aos entregadores, os maiores aplicativos de entrega disponibilizaram seguro contra acidentes, criaram fundos de auxílio aos profissionais que atuam na linha de frente e estão distribuindo equipamentos e materiais de proteção e prevenção ao Covid-19.

O comércio varejista, por sua vez, tem utilizado os aplicativos de entrega como principal alternativa para possibilitar as vendas de seus produtos durante o período de isolamento social, já que muitos empresários ficaram com os seus estabelecimentos fechados. E mesmo com a abertura gradual, o delivery continua sendo um componente importante para a sobrevivência.

De acordo com estimativas da FecomercioSP, cerca de 202 mil estabelecimentos comerciais fecharam as suas portas no Brasil em decorrência da pandemia, sendo 197 mil de pequeno porte (97% do total do total). O cenário é grave. Para efeito de comparação, na recessão de 2015-2016, a maior crise vivida pelo varejo, foram fechadas cerca de 100 mil empresas, num período de dois anos.

Como consequência dos expressivos números de estabelecimentos fechados durante a crise, o contingente de pessoas ocupadas deve sofrer uma queda de 980 mil pessoas, das quais 590 mil ligadas a estabelecimentos de pequeno porte.

Esses números apontam para um cenário de gravidade inédita para o varejo e afeta diretamente as expectativas de uma reversão no curto prazo, dadas as circunstâncias negativas que estão em vigor, em especial sobre a renda e o emprego. Neste sentido, qualquer medida que venha onerar essa nova economia digital terá impacto direto em toda a cadeia produtiva: comércio, entregadores e consumidores.

O comércio, por sua vez, sem alternativas para se manter, poderá ter mais atividades encerradas, contribuindo para o aumento do desemprego. E esse novo desempregado terá muita dificuldade se recolocar no mercado.

O PL 130/19 não estimula a atividade econômica nem contribui para aumentar a segurança dos entregadores de aplicativos. As entidades aqui subscritas reforçam a importância da adoção de medidas que implementem esse estímulo, gerando emprego e renda, sem que a municipalidade limite ou interfira nas atividades da iniciativa privada. Além disso, ressaltamos a necessidade de que o poder público atue de forma a diminuir os impostos incidentes nos itens de proteção e segurança utilizados pelos entregadores, e a disponibilizar, de forma gratuita, cursos e campanhas de sensibilização sobre segurança no trânsito.

Vitor Magnani
Presidente da Associação Brasileira Online to Offline e do Conselho de Comércio Eletrônico da Fecomércio-SP

Confira o passo a passo para obtenção de licença, caso o projeto entre em vigor:

Passo 1 – Curso de 30 horas

  1. Curso de 30 horas ministrado pelas instituições credenciadas junto ao Detran.SP. Para se matricular é preciso atender aos seguintes requisitos:
  • Ter 21 anos completos;
  • Estar habilitado, no mínimo, há 2 anos na categoria A;
  • Não estar cumprindo pena de suspensão do direito de dirigir;
  • Não estar com a CNH cassada, decorrente de crime de trânsito, ou estar impedido judicialmente de exercer seus direitos.
  • Apresentar os seguintes documentos:
      • Foto 2×2 colorida, recente;
      • Certidão original de prontuário de Detran.SP;
      • Cópia da CNH a 130%
      • Certidão original de Distribuição Criminal
  1. Após realização do curso, solicitar 2a via da CNH pelo Detran-SP ou postos Poupatempo, na qual constará a realização do curso no campo “observações”. Essa observação é a condição para que você possa obter o Condumoto. Condições:
  • A CNH deve estar cadastrada no município em que o serviço será solicitado;
  • Possuir CNH dentro do prazo da validade;
  • Apresentar original e cópia do RG e do CPF;
  • CNH original;
  • Original e cópia do comprovante de endereço emitido até três meses imediatamente anteriores à data de solicitação;
  • Comprovante de pagamento da taxa de emissão da 2ª via da CNH

Passo 2 – Pagar as taxas de emissão da segunda via da CNH

Passo 3- Condumoto

Comparecer ao Departamento de Transportes Públicos (DTP) com os seguintes documentos:

  • 2 fotos 2×2;
  • Cópia da CNH modificada;
  • Certidão de prontuário e extrato de pontuação, emitidos pelo Detran.SP
  • Certidão de distribuição criminal na Comarca da Capital e a certidão da Vara de Execuções Criminais na Comarca da capital
  • Declarações de comprovante de endereço expedido nos últimos 3 meses

Passo 4 – Pagamento da taxa de cadastramento do condutor

Passo 5 – Dar entrada na licença

Para obter a licença a moto deverá ser:

  • Original de fábrica;
  • Ter no máximo 8 anos de fabricação
  • Ter motor com no mínimo 120 cc
  • Condumoto em validade
  • Certificado de Registro de Veículo (CRV) em nome do interessado
  • Certificado do Registro e Licenciamento do Veículo (CLRV) em validade;
  • Nota Fiscal – Se a moto for 0 km;
  • Comprovante de regularidade de multas de trânsito vinculadas à motocicleta;
  • Comprovante de inscrição no Cadastro de Contribuintes Mobiliários, no caso de condutores autônomos;
  • Comprovante de regularidade junto ao INSS, no caso de condutores autônomos;
  • Apólice de seguro de vida complementar não inferior a três vezes o valor o seguro obrigatório DPVAT;
  • Motocicleta de sua propriedade ou comprovação de copropriedade ou composse do veículo;

Passo 6 – Pagamento da taxa emitida pela Guia de Pagamento dos Preços Públicos (DAMSP) relativa à taxa do cadastramento da licença

Passo 7 – Vistoria DTP

  • Após apresentar os documentos acima, o DTP deverá realizar uma vistoria prévia da motocicleta para avaliar se possui condições para ser utilizada no serviço de motofrete.
  • DTP entregará um ofício destinado ao Detran-SP para alterar a motocicleta para tipo aluguel e espécie carga.

Passo 8 – Alteração para aluguel (placa vermelha)

  1. Providenciar o Certificado de Segurança Veicular, fornecido por entidades credenciadas pelo Inmetro;
  2. Pagar taxas de emissão do CRV quitar débitos referentes ao seguro DPVAT, multas e IPVA.
  3. Apresentar as seguintes documentações:
  • CRLV;
  • CRV;
  • CNH original e cópia;
  • Se o veículo pertencer a pessoa jurídica (MEI, por exemplo) também deverá apresentar:
    • Contrato social;
    • CNPJ;
    • Documento de identificação pessoal do representante da pessoa jurídica;
  • Comprovação dos poderes para representação legal;
  • Comprovante de pagamento das taxas de CRV e lacração;
  • Original e cópia do comprovante de endereço emitido até 3 meses imediatamente anteriores à data de solicitação;
  • Decalque legível do Chassi;
  • Decalque legível  ou laudo fotográfico do motor;
  • Formulário Renavam, preenchido em duas vias;
  • Certificado de segurança veicular (CSV);
  • Autorização para mudança de categoria fornecida pelo DTP;
  • Vistoria do veículo pelo DTP para que seja feita lacração da motocicleta com placa vermelha em um dos pátios do DTP.

Passo 9 – Instalação de itens de segurança

Divulgação
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  1. Capacete – R$ 200,00
  2. Baú – R$ 200,00
  3. Adesivo baú – R$ 5,00
  4. Antena – R$ 25,00
  5. Faixas refletivas ambos os lados da moto – R$ 35,00
  6. Colete com faixa refletiva – R$ 100,00
  7. Protetor de pernas  – R$ 100,00

Passo 10 – Emissão da licença

  1. Comparecer novamente no DTP para inspeção e aprovação. Após aprovado, a Licença da motocicleta será emitida. Apresentar:
  • CRLV
  • CRV
  • Comprovante de vistoria aprovado (DSV/DTP)
  • Comprovante de pagamento da DAMSP para cadastramento da licença;
  • Condumoto

Custo total do investimento

Taxas de emissão da segunda via da CNH + envio correiosR$ 52,43
Curso 30 horas para CondumotoCET e SEST/Senat oferecem gratuitos 
Taxa DAMSPR$ 22,50
Equipamentos de segurança R$ 715,00 
Administrativo (cópias e impressões)R$ 150,00
Taxa de CRV e LacraçãoR$ 275,68
INSS (para autônomos)R$ 114,95
Seguro de VidaR$ 315,48
TotalR$ 1.646,04

Confira o PL 130/19 da Câmara Municipal de São Paulo na íntegra.

Entidades do Rio de Janeiro lançam publicações virtuais 409

Telemedicina, seguros e benefícios foram temas de revistas

Reprodução
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A tradicional publicação do CVG-RJ – uma das mais antigas e pioneira na abordagem exclusiva do segmento de Pessoas e Benefícios – foi reformulada e passar a circular em versão online. Em sua mensagem aos leitores, o presidente Octávio Perissé registra a sua alegria “de poder retomar a revista modernizada, tendo em vista que a comunicação ganhou mais relevância ainda com os desafios impostos pelo coronavírus”.

A edição traz também os investimentos da SulAmérica para reforçar o nicho de Vida e Previdência, como por exemplo, acesso 24 horas à plataforma de telemedicina, sete dias por semana, com atendimento realizado por chamada de vídeo, com profissionais de saúde.

E ainda: A Capemisa completa 60 anos e é homenageada pelo CVG-RJ; a história do ícone do segmento de Pessoas, Osmar Bertacini, contada em livro a ser lançado em breve, além dos estudos que podem transformar o Centro do Rio em bairro residencial.

A edição completa está no site do CVG-RJ e será distribuída para os associados, beneméritas, colaboradores, entidades do mercado e parceiros do CVG-RJ.

Divulgação
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Já a Aconseg-RJ apresenta uma reportagem especial sobre telemedicina em sua publicação virtual. Um trabalho detalhado sobre a plataforma que ganhou destaque durante a pandemia é alvo da reportagem principal dessa edição. O conteúdo ainda apresenta o que as seguradoras e operadoras ofereceram aos seus segurados, o futuro da operação, a regulamentação e expectativas no uso da telemedicina. Tem até um glossário sobre termos importantes da telemedicina, alvo de restrições jurídicas que também são abordadas na matéria. Imperdível!

O material apresenta ainda os preparativos das empresas para se adequar à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e o que as seguradoras parceiras da Aconseg-RJ estão disponibilizando para atrair novos clientes e ampliar os negócios com os segurados já existentes.

O presidente da Aconseg-RJ, Luiz Philipe Baeta Neves, destaca: “A pandemia exigiu um reforço na criatividade dos players de mercado, que revelaram eficiência, criatividade e agilidade ao oferecer soluções ajustadas ao novo cenário que se delineou. Desejo uma boa leitura a todos”.

Fundo Solidário da Qualicorp já ajudou 390 corretores impactados pela Covid-19 627

Auxílio é destinado aos corretores impossibilitados de trabalhar por contrair a doença

Criado pela Qualicorp para amparar os corretores parceiros impactados pela Covid-19, o Fundo Solidário TamoJunto já ajudou até o momento 390 profissionais de venda desde o lançamento da iniciativa, em maio deste ano. O auxílio, no valor de R$ 1 mil, é destinado aos corretores que contraíram a doença e ficaram impossibilitados de trabalhar.

Entre os corretores já contemplados está Vivian Ramos, de São Paulo. “Durante o período de 35 dias em que estive com Covid-19, pude contar com a ajuda da Qualicorp, que veio com esse projeto ímpar, com atendimento rápido e eficaz. A Companhia e a equipe do Fundo Social foram muito atenciosos e humanos”, comenta.

Para Elaine Nunes, do Distrito Federal, que foi diagnosticada com Covid-19 no início do mês de junho e ficou impedida de trabalhar, essa ajuda foi de extrema importância. De acordo com a profissional de vendas, “em meio à uma pandemia, não tem como não nos preocuparmos primeiro com a vida e depois com as contas. E, nesse momento, veio a Qualicorp com essa ajuda maravilhosa para nós corretores que fomos diagnosticados com Covid-19”.

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José Henrique da Silva, do Rio de Janeiro, também foi acometido pela Covid-19. “O auxílio financeiro oferecido pela Qualicorp foi de suma importância na minha vida, já que estava com a saúde e o emocional bastante abalados”, diz. “Continuem se cuidando e #TamoJunto, Qualicorp”, finaliza o corretor.

Para solicitar o auxílio do Fundo Solidário TamoJunto, os corretores diagnosticados com Covid-19 devem acessar este endereço e seguir as instruções determinadas no portal. Para receber o auxílio, o corretor deve enviar um atestado médico recente e o resultado positivo referente ao exame do novo coronavírus para que a equipe médica da Qualicorp avalie os documentos. O profissional de vendas também pode acompanhar o andamento de cada etapa de sua solicitação e, caso exista alguma informação pendente, será notificado pela Qualicorp. Após a análise da empresa, o pagamento de R$ 1.000,00 é feito diretamente na conta que o corretor parceiro possui no Social Bank (se ele ainda não tiver uma conta, precisará abrir pelo App).

A criação do fundo foi anunciada pelo CEO da Qualicorp, Bruno Blatt, ao participar de uma transmissão ao vivo, no final de maio, ocasião em que comentou sobre as ações que a companhia tem adotado durante a pandemia do novo coronavírus. Durante a live, Blatt destacou os desafios que a pandemia trouxe à população e ressaltou a importância da solidariedade para ajudar aqueles que mais precisam neste momento.

Tempo Assist conquista certificado GPTW 425

Tempo Assist conquista certificado GPTW

Empresa de assistências especializadas recebe certificação da consultoria pela primeira vez

A Tempo Assist conquista tal certificação, em reconhecimento ao trabalho realizado no desenvolvimento de boas práticas no ambiente de trabalho, em especial aquelas que valorizam seus colaboradores. É a primeira vez que a companhia conquista tal certificação.

Com mais de 25 anos de mercado, a companhia que tem como missão assegurar o bem-estar de seus clientes, conta com um time de mais de 2.400 colaboradores engajados e comprometidos a proporcionar segurança e tranquilidade 24h por dia, 7 dias por semana.

Cuidado é a palavra de ordem para a Tempo Assist, que está sempre em busca de proporcionar boas lembranças e experiências aos seus colaboradores, sendo a inovação sua grande aliada no desenvolvimento de processos que garantam eficiência e qualidade a todos os seus stakeholders. Segundo Gibran Marona, Presidente da Tempo Assist, esta conquista reafirma que, mesmo durante uma pandemia, e trabalhando de forma totalmente remota, os colaboradores continuam conectados, apresentando excelentes resultados e, principalmente, trabalhando com paixão! “É uma troca mútua de muito sucesso, por isso, continuaremos investindo em ações que propiciem um ambiente favorável, mesmo que remotamente, e que, ao mesmo tempo, ofereça qualidade de vida para todos, já que os nossos colaboradores foram fundamentais para chegarmos tão longe”, complementa Marona.

O Great Place to Work é um programa de certificação presente em mais de 53 países, todos com o mesmo objetivo: medir a percepção dos colaboradores em relação a empresa e descobrir quais são as melhores empresas para se trabalhar.

A pesquisa é realizada com os colaboradores que avaliam requisitos como: clima organizacional, remuneração, benefícios, autonomia, confiança, transparência na gestão e orgulho de fazer parte da organização.

A certificação da Tempo Assist foi conquistada após a aplicação de uma pesquisa de clima, na qual os colaboradores atribuíram notas de acordo com os requisitos citados anteriormente, resultando em uma favorabilidade superior a 82%.

Sancor aposta em ferramentas digitais para potencializar vendas 429

Juan Irigo, Superintendente de Gestão Estratégica da Sancor

Novo Aplicativo da Sancor Seguros desburocratiza a venda de seguros com processos simplificados e 100% digitais

A Sancor Seguros criou um Canal Digital para elaborar estratégias e soluções com processos virtuais, visando oferecer às corretoras, vendas de seguros com mais agilidade e dinamismo. As novas estratégias digitais trazem soluções para todo o processo, desde a prospecção do cliente, passando pela cotação simplificada, e finalizando com a assinatura digital da proposta. Tudo isso acontece 100% online, por conta de duas ferramentas lançadas pela seguradora. Uma delas é o e-Marketing Sancor: uma plataforma completa com artes personalizáveis para as corretoras divulgarem em suas redes sociais. A outra é o recém-lançado App Sancor Seguros, uma ferramenta de cotações e vendas, que ganhou mecanismos mais rápidos e simplificados, resultando na aquisição de apólices de forma 100% digital, com início das coberturas em cinco minutos.

À frente do Canal Digital está o gerente de Negócios Especiais da Sancor, Juan Cruz Irigo. Ele conta que os projetos já estavam em andamento, mas que foram acelerados por conta da necessidade de isolamento social extremo — medidas iniciais de combate à Covid-19 — e agora se mostram indispensáveis. “Sempre pensamos em uma ferramenta a mais para colaborar com as vendas, principalmente neste momento em que o contato presencial foi cerceado. Portanto, o App Sancor Seguros foi criado para complementar e gerar mais uma opção para fazer negócios. Uma iniciativa com alto potencial de conversão”.

Já o e-Marketing Sancor tem se mostrado uma ferramenta altamente benéfica para as corretoras, que podem se cadastrar e utilizar sem custo. “Estamos proporcionando uma exploração digital que muitas corretoras, até então, não faziam. A Sancor ajuda corretores com peças digitais de alta qualidade, sem que seja necessário contratar um designer”.

Desde o seu lançamento, em maio deste ano, o e-Marketing Sancor tem recebido acessos expressivos por corretores. A aceitação da plataforma é comprovada pelos números iniciais. De maio a agosto, mais de 350 corretores efetivaram cadastro no site. Desde então, cerca de 1,7 mil acessos foram registrados e mais de 1,6 mil artes foram baixadas.

Todo o processo pode ser interligado e continuado. O corretor desperta o interesse de clientes com as peças de divulgação disponibilizadas na plataforma e-Marketing e realiza as vendas no APP Sancor Seguros. “Isso pode acontecer em questão de poucas horas”, completa Irigo. O procedimento destas vendas é 100% seguro e altamente dinâmico. Além de customizar as coberturas, o consumidor tem flexibilidade ao fazer o pagamento online, via débito ou crédito com possibilidade de parcelamento.

Irigo explica que, apesar de já ter números expressivos de acessos e vendas em algumas plataformas, as metas iniciais do Canal Digital são qualitativas. “Queremos, a princípio, conhecer o feedback dos corretores, para aperfeiçoarmos e crescermos ainda mais no meio digital. Nosso objetivo é alcançar parceiros que atuem em grandes portais de vendas digitais. Além disso, estamos considerando a publicidade indireta que essas divulgações nos trazem, como um excelente benefício”.

Franquias crescem e retomam faturamento mesmo com a pandemia da Covid-19 546

Franquias crescem e retomam faturamento mesmo com a pandemia da Covid-19

Redes como Seguralta, Brasileirinho Delivery, Phi Concept, Mary Help, Arena Baby e Instituto Gourmet contam quais foram as estratégias adotadas principalmente durante o isolamento social

Devido à pandemia causada pela Covid-19, a maioria das empresas tiveram que fechar suas portas, principalmente para evitar a aglomeração de pessoas – uma das principais formas de propagação e transmissão do vírus. Ao mesmo tempo em que cumpriam as medidas estabelecidas pelos governos em cada região do país, muitas delas tiveram que se atualizar, seja para se manterem no mercado ou mesmo continuarem crescendo e faturando.

Empresas que decidiram continuar funcionando, mas com outros modelos de serviços, conseguiram crescer nesses meses de pandemia. De acordo com a Fundação do Getúlio Vargas, o Índice de Confiança da Indústria (ICI) aumentou 16,2 pontos no mês de junho, alcançando 77,6 pontos, a maior variação positiva da história. Esses dados mostram que a indústria aos poucos vai voltando ao seu normal.

Rede de corretora de seguros, Seguralta, não parou com o trabalho, ao contrário. Após o decreto de isolamento social, a rede adotou o modelo Home Office para todos os funcionários. Antes da pandemia, a Seguralta somava um faturamento de R$ 260 milhões no semestre, e atualmente esse valor aumentou para R$ 300 milhões, mostrando que o mercado de seguros foi um dos segmentos mais valorizados durante esse período.

“Esse crescimento da rede se deu devido às ações e planejamentos que já tínhamos antes da pandemia, então quando ela chegou, já estávamos preparados”, comenta Nilton Dias, o Diretor Comercial da rede. A Seguralta pretende ter um crescimento de 20% em relação ao ano passado para os próximos meses.

Outro setor que cresceu durante a pandemia, foi o de alimentação. O Brasileirinho Delivery, rede de franquias especializada em comida típica brasileira servida na caixinha, cresceu 3,5% na procura pelo serviço, mostrando que o brasileiro mesmo em isolamento social, continua pedindo comida por aplicativo.

“O crescimento da rede durante esse período foi excelente, o Brasileirinho Delivery está faturando cerca de R$ 4,5 milhões mensalmente”, comenta Jhonathan Ferreira, sócio da rede. O Brasileirinho Delivery planeja manter o crescimento de 1 a 2% ao mês.

Já a rede N1 Chicken, especializada em delivery de frango frito, teve um incremento de 60% no faturamento durante o período de isolamento social. “Desde a primeira semana que foi aconselhado a quarentena, nossas vendas cresceram consideravelmente”, pontua Luiz Henrique Castro, Gerente de Expansão da marca. O N1 estima que nos próximos meses esse crescimento se mantenha até o final do ano.

O segmento de estética, também conseguiu se manter e algumas empresas inclusive cresceram durante a pandemia, como é o caso da Phi Concept, rede de franquias especializada em procedimentos estéticos faciais. A rede registrou um crescimento de faturamento de 52% nos meses de pandemia e de 35% se comparando o primeiro semestre de 2020 com a média anual de faturamento de 2019.

“Para conseguirmos esse crescimento, facilitamos as condições de pagamentos, focamos na comercialização de pacotes de procedimentos complementares e nos programas de relacionamento e na fidelidade com os clientes e com os profissionais da área de beleza que indicam os nossos serviços”, comenta, Richard Mendonça, CEO da Phi Concept.

A Phi Concept pretende manter esse crescimento com foco direcionado para a qualidade dos atendimentos e procedimentos executados, confirmando no mercado uma marca referência em segurança, qualidade e naturalidade nos resultados dos seus clientes.

Já no setor de limpeza, embora as pessoas tenham ficado receosas em receber pessoas em casa ou mesmo nos ambientes corporativos, a higienização e limpeza em residências e empresas é um fator essencial, uma vez que é uma das maneiras de evitar o contágio da Covid-19. A rede de franquias, Mary Help, pioneira no Brasil para seleção e intermediação de diaristas e mensalistas, , por exemplo, já está praticamente recuperando seu ritmo, atingindo cerca de 80 a 90% do faturamento que possuía antes da pandemia.

Para manter esse crescimento, uma das saídas foi o lançamento do tratamento para sanitização de ambientes que reduz a chance das pessoas se infectarem por vírus – incluindo o novo coronavírus, bactérias e fungos. O serviço foi lançado no início da pandemia e foi importante para a retomada da rede.

“Nosso faturamento chegou a cair 70% no início da quarentena, os clientes tinham receio de ter diaristas em casa. Foi daí que encontramos uma maneira de lançar um serviço que ajudaria a aumentar nosso faturamento e que ajuda as pessoas no combate ao novo coronavírus. A desinfecção feita de forma correta é uma das formas mais eficientes de proteger as pessoas, tendo em vista que o contágio pela Covid-19 se dá, justamente, pelo toque e contato com superfícies contaminadas”, explica José Roberto Campanelli, fundador e diretor da Mary Help.

Já a Arena Baby, rede de franquias especializada em brechó infantil, percebeu um espaço a ser ocupado através do isolamento social. Com as portas fechadas, a marca passou a comercializar suas peças através das redes sociais, além da criação de um marketing place a nível nacional. “Logo no primeiro dia que anunciamos as vendas online, recebemos mais de 100 mensagens de mães querendo comprar os produtos divulgados”, comenta Gustavo Andreoli, Gerente de Operações da rede.

Hoje, com três meses da reabertura das lojas, a rede percebeu um crescimento constante pela busca de produtos. “Nos primeiros dias, tivemos lojas atingindo excelentes resultados enquanto outras sentiram maiores impactos. Hoje, cerca de 70% das unidades já estão faturando igual – ou acima do normal – ao compararmos ao período pré-Covid”, pontua.

Mesmo com o cenário de incertezas, a marca conseguiu inaugurar duas unidades e conta com mais três em fase de implantação. “Nossas expectativas para a rede são bem otimistas. Isso porque a maior parte das lojas já está performando dentro das metas estabelecidas. Uma das grandes vantagens do nosso modelo de negócio é a regularidade de resultados durante o ano inteiro”, analisa Gustavo.

Outro segmento que está ganhando força com a reabertura do comércio é o de educação. O Instituto Gourmet, rede de franquias de ensino profissionalizante em gastronomia informa que desde que as aulas presenciais voltaram, houve um crescimento de 76%. “Durante esse período de isolamento, percebemos que houve uma maior proximidade com o franqueado e os alunos e procuramos utilizar isso a nosso favor, incorporamos na nossa rede o ensino hibrido e a aceitação está alta”, comenta Gláucio Athayde. Mesmo com a pandemia, a rede projeta um crescimento de 34% em comparação ao ano passado.