Foco no atendimento é o segredo para corretoras ampliarem vendas em seguros 1381

Foco no atendimento é o segredo para corretoras ampliarem vendas em seguros

Cliente da Regula Sinistros comenta como inovação pode ajudar a categoria

A corretora de seguros Eleonora Barbosa, cliente da Regula Sinistros / Divulgação
A corretora de seguros Eleonora Barbosa, cliente da Regula Sinistros / Divulgação

A Regula Sinistros leva muito a sério sua missão de encantar clientes. Eleonora Barbosa Costa, proprietária da Benites & Costa Corretora de Seguros, atua como corretora de seguros há 18 anos, mas nunca conseguiu tanto retorno positivo dos clientes como nos últimos três, em que é cliente da Regula Sinistros. “Depois do atendimento recebido nos sinistros, os segurados estão indicando amigos para fazerem seguro comigo, coisa que não acontecia quando o atendimento era feito por um funcionário meu e nem mesmo quando eu estava à frente. Nos esforçávamos, mas nunca foi tão eficaz”, diz. “Tive um caso recente em seguro de vida que foi uma surpresa muito agradável, a cliente mandou documentos e eu achei que ainda estavam no início do processo, mas a Regula já tinha feito tudo e agilizou o pagamento da indenização”.

Agora, até mesmo os terceiros envolvidos em acidentes de automóvel passaram a indicar a corretora. “Era muito difícil eu ter contato com terceiros, quando tinha geralmente era de maneira desagradável. Ao longo desses três anos alguns terceiros se tornaram meus segurados, mas recentemente teve um caso de que além do terceiro vir para minha carteira ainda indicou sua mãe e esposa”, conta.

Em sua visão, o segredo da Regula Sinistros é o foco. “Dentro de uma corretora existem inúmeras situações, não conseguimos dar os retornos que deveriam ser diários ou a cada dois dias ao cliente sinistrado, enquanto na Regula já tem um padrão e um acompanhamento, então acelera bastante”. Outro diferencial para ela é que na Regula Sinistros há profissionais com expertises no atendimento a cada ramo do seguro. “Hoje tenho a tranquilidade de não precisar colocar um funcionário para atender cada ramo, porque quem atende auto não necessariamente tem a experiência para atender vida ou ramos elementares. E na Regula é direcionado a cada especialista”.

Para a corretora, a experiência com a Regula Sinistros é a melhor possível. “Sinistro é uma demanda com a qual eu tinha muito sacrifício e passou a ser minha tranquilidade. Não tenho mais nenhuma preocupação porque todo o acompanhamento é feito pela Regula, eu recebo as notificações e tenho acesso a tudo o que está acontecendo. Particularmente, estou muito satisfeita. Se tem algum entrave, o acesso à diretoria é fácil e tudo se resolve rapidamente. De tanto eu indicar para corretores, sejam amigos, conhecidos ou parceiros, há quem pense que sou funcionária da Regula, mas não, sou uma cliente e falo com conhecimento de causa: a Regula foi o que melhor aconteceu em inovação para ajudar o corretor nos últimos 10 anos, quando eu tenho acompanhado bastante o mercado”.

“Estou literalmente dedicada a vendas e não mais preocupada com sinistros, que é a maior preocupação do corretor, nem em fim de ano, férias, pois sei que esta área está muito bem cuidada”, finaliza Eleonora.

Para o CEO da Regula Sinistros, Daniel Bortoletto, depoimentos como esses fortalecem o sentimento de que o trabalho pioneiro da Regula tem verdadeiro propósito. “Com minha experiência de mais de 20 anos de mercado de seguros eu sabia desta necessidade dos corretores, e ver que alcançamos nosso objetivo é a maior recompensa”.

Seguro protege obras de arte em caso de perda ou dano 405

Seguro protege obras de arte em caso de perda ou dano / Foto: Robert Keane / Unsplash Images

Trata-se de uma forma de diminuir o prejuízo financeiro

Em março deste ano um incêndio atingiu um galpão em São Paulo que era usado para armazenar obras de diversas galerias da cidade. Após o incidente, foi confirmado que diversos trabalhos da Galeria Nara Roesler, uma das mais importantes do país e referência no exterior, foram perdidos. Acidentes desse tipo podem acontecer em diversos locais, como no Museu Nacional, no Rio de Janeiro, em 2018, ou na residência de grandes colecionadores, como ocorreu, em 2012, no apartamento de Jean Boghici, em Copacabana (RJ), que destruiu parte do seu acervo incluindo Samba (1925), de Di Cavalcanti, e Floresta Tropical (1938), de Alberto da Veiga Guignard.

A perda ou dano são imensuráveis para os apaixonados por arte, mas contratar um seguro para as obras é uma forma de diminuir o prejuízo financeiro. O produto foi desenvolvido para proteger veículos de coleção e peças em exposições públicas e privadas, em locais, como: museus, instituições culturais, universidades, coleções corporativas, galerias comerciais ou em posse de restauradores ou curadores.

O cliente pode definir as proteções de acordo com as suas necessidades. Assim como todo seguro patrimonial, o produto oferece coberturas básicas que cobrem os riscos como roubo, queda, deterioração, danos causados durante o transporte e outros, com ou sem cobertura “prego a prego”, que envolve todas as etapas do transporte da obra até o retorno ao local de origem. “O valor da apólice varia de acordo com o ‘valor em risco’ da obra ou coleção segurada”, aponta Luiz Carlos Gama Pinto, Diretor Executivo da Corretora de Seguros Bancorbrás.

Luiz Carlos comenta que o seguro também cobre danos elétricos e o transporte das obras e que o segurado pode contratar coberturas adicionais e estender a proteção dos bens. “Caso a exposição ocorra ao ar livre, por exemplo, o cliente pode incluir esse ‘risco’ na apólice, pois é difícil prever se o tempo irá mudar repentinamente e danificar o acervo”, finaliza.

Para mais informações sobre o produto basta ligar para 0800 7070 020 ou acessar este endereço.

Número de cesarianas cai na saúde suplementar 386

Número de cesarianas cai na saúde suplementar / Foto: Mart Production / Pexels

Análise do IESS mostra redução do procedimento no intervalo entre 2015 e 2020

Em 2020, do total de partos realizados na saúde suplementar, 82,7% foram por cesarianas. A taxa representa retração de 0,5 ponto percentuais (p.p.) em relação ao índice de 2019 e queda de 1,9 p.p. em comparação a 2015. Os dados são da “Análise da Assistência à Saúde da Mulher na Saúde Suplementar Brasileira entre 2015 e 2020“, do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS).

A avaliação do IESS mostra uma tendência lenta de queda do percentual de cesarianas no período analisado. Entre 2015 e 2020, a realização desse tipo de procedimento caiu de 481.571 para 400.243 (-16,9%). Em relação aos partos normais, entre 2019 e 2020, observa-se um crescimento gradual na quantidade com alta de 82.681 para 83.767 (+1,3%). Entretanto, no período entre 2015 e 2020, houve redução de 4,3%.

Para José Cechin, superintendente executivo do IESS, “os dados da Análise da Assistência à Saúde da Mulher na Saúde Suplementar Brasileira são informações que podem auxiliar na formulação de políticas assistenciais voltadas à população feminina, especialmente em nos cuidados específicos durante uma gestação”, opina. “A tendência é positiva, mas ainda muito fraca. São necessárias políticas para acelerar a redução do percentual de partos cesarianos”, completa.

No período analisado, o número de partos também caiu 14,9% na saúde suplementar. Em 2015, foram realizados 569.188 procedimentos. Já em 2020, o total diminuiu para 484.010. A mesma tendência foi apontada na pesquisa Vox Populi realizada a pedido do IESS. O parto representou 5% dos serviços utilizados pelos beneficiários de planos de saúde em 2015. Em 2021, a taxa caiu para 3%.

Café com Seguro da ANSP realiza segunda live sobre Open Insurance 297

Palestrantes abordam questões técnicas, dúvidas, desafios e benefícios do sistema para a sociedade

Na última quarta-feira (20) a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) realizou a palestra “Open Insurance – parte II”. A live foi apresentada pelo Presidente João Marcelo dos Santos, e contou com a participação do professor, Diretor e PhD de Pesquisa de Inovação pelo departamento de Risk e Data Science na “University of Oslo”, o Acadêmico Reinaldo Marques; do Diretor Técnico da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Alexandre Leal e do advogado e Vice-Presidente do Conselho Superior da ANSP, o Acadêmico Antonio Penteado Mendonça

Em suas considerações iniciais João Marcelo ressaltou que o Open Insurance é um movimento importante que está relacionado a crescente quantidade, qualidade e portabilidade de dados pessoais e de empresas. “É um tema da ordem do dia e a Superintendência de Seguros Privados (Susep) tem feito um trabalho muito forte para avançar projeto, beneficiando-se do esforço já feito no caso do open banking brasileiro, o melhor do mundo”, disse.

Marques trouxe um panorama sobre o tema, não apenas no Brasil, mas em todos os países onde ele se insere, além das implicações técnicas e contextualizações. O open insurance se insere dentro de um contexto maior que é o do open finance. “Por meio do open finance espera-se que tenhamos mais acesso aos serviços, uso de dados alternativos, linhas de créditos, seguros customizados, conveniência para troca e avaliação de serviços e produtos e revisão de taxas e rendimentos”, explicou.

O palestrante falou também sobre uma questão de mercado que tem sido levantada em relação ao open insurance: como será o comportamento dos atores nesse novo cenário nessa nova realidade? Segundo ele, espera-se que os clientes vão na direção de marketplace de dados. Outro ponto é que o fato de os clientes poderem compartilhar dados não significa que eles farão. Sendo assim, se faz necessária uma proposta de valor clara, que mostre que isso é realmente um benefício para as pessoas.

O convidado comentou, ainda, uma pesquisa sobre a variação cultural entre os países que aderem a tecnologia. Dados revelam que países emergentes e a China são mais propensas ao compartilhamento de informações visando algum benefício. Falou sobre questões técnicas e esclareceu dúvidas sobre riscos, aumento da transparência e justiça atuarial, por meio de algoritmos. Na visão de Marques, a governança de dados, o fluxo de dados (APIs), a amplitude do compartilhamento e a robustez do sistema são os principais desafios.

“Quanto mais a gente digitaliza os processos, mas a gente amplia as possibilidades de riscos e ataques de todas as direções. Isso é inerente ao processo de digitalização”, sinalizou Alexandre Leal, criticando a velocidade com que o open insurance vem sendo implementado. No que diz respeito a proteção do consumidor, o Diretor da CNSEG reforça que é preciso garantir o cumprimento das leis de proteção de dados e a clareza das informações para que o cliente perceba que está sendo beneficiado.

“A digitalização, não só no mercado de seguros, mas também no mundo, vai trazer vários desafios. É importante que os reguladores acompanhem isso bem de perto para evitar fraudes é anomalias”, alertou o palestrante, acrescentando que seguradoras e insurtechs podem se beneficiar ampliando o portfólio de produtos e criando novos modelos de negócios, além de se especializar em nichos estratégicos. Em sua visão, os corretores têm um papel fundamental na orientação dos segurados. E para a sociedade como um todo, espera-se mais competitividade (oferta x preço) e preparação para o seguro digitais (demanda em proteção).

Para Alexandre Leal, a abertura de dados que foi potencializada pela lei de proteção de dados em diversos países é uma tendência que veio para ficar. “Nos preocupa muito essa velocidade com que se está imprimindo essa questão aqui no Brasil. O open insurance, como proposto pela Susep, não tem paralelo no mundo”, pontuou. Lá fora, até por entender a complexidade do setor de seguros, a implementação ou a introdução do open insurance, dos produtos, dentro desse ambiente mais amplo do open finance, foi para o final da fila. “Aqui no Brasil, a penetração dos seguros é baixa, mas não há nenhuma evidência de que o open insurance vai ajudar a aumentar essa penetração”, disse. O executivo observa que o corretor não aparece na resolução ou na circular da Susep, que ele não faz parte do sistema de seguros abertos. Segundo o especialista, essa questão de como engajar o corretor nesse novo ambiente não ocorreu aqui e várias outras discussões que estão ocorrendo lá fora para mitigar os riscos também não foram trazidas a pauta no Brasil.

Na opinião de Leal, um dos riscos é o fato do segurado não querer que suas informações sejam disponibilizadas nesse ambiente de open insurance. “Será que ele vai ter problema para contratar um seguro caso não autoriza o compartilhamento dos seus dados? Como o cliente que não quer suas informações circulando será entendido nesse novo mundo?”, questionou.

O executivo manifestou ainda outras preocupações, como por exemplo, a de acabar induzindo uma compra baseada simplesmente no preço dos produtos e a comoditização dos produtos de seguros. “É um desafio enorme implementar isso tudo em um cenário de grande investimento das empresas. Corremos o risco de cometer erros que já foram cometidos na implementação do open banking simplesmente porque não tivemos tempo de absorver a experiência do sistema aqui no Brasil”, alertou.

“O open insurance é uma boa intenção que eu já coloco em dúvida de saída, pois a autarquia alega que o objetivo é desenvolver o mercado. Eu nunca vi a Susep querer desenvolver o mercado. Ao contrário. É um enorme âncora contra o desenvolvimento do setor”, relatou o advogado Antonio Penteado Mendonça.

O advogado questiona por que o Brasil seria bem-sucedido com a implantação do open insurance se não existe nenhum sistema parecido em nenhum lugar do mundo. Quanto a sociedade iniciadora de serviços de seguros, criada pela autarquia, Mendonça questiona sua natureza jurídica.

Na opinião de Penteado de Mendonça, “O open banking nada mais é do que a portabilidade do juro. Ele permite que o cliente do banco leve a sua operação, o seu juro – seja de empréstimo ou de investimento – para uma situação mais favorável para ele. Isso porque, com o open banking o cidadão passa a ter a possibilidade de acessar o sistema financeiro como um todo para encontrar a situação mais conveniente para ele”. “Isso não vale para seguro, porque não existe fidelidade nesse mercado”, frisou. “No momento em que o corretor pede para seguradora fazer a cotação do risco do segurado, ele passa para a companhia todas as informações que o open banking passa numa operação de crédito. O que não é necessário no open insurance, considerando que a seguradora já tem bancos de dados robustos e com todas as informações necessárias para o funcionamento de suas operações”.

Clube das Executivas de Seguros de Brasília entrega cartas de apoio às mulheres com câncer 501

Clube das Executivas de Seguros de Brasília entrega cartas de apoio às mulheres com câncer / Divulgação

Confraria demonstrará apoio em ação especial voltada para a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (DF)

O Clube das Executivas de Seguros de Brasília (CESB) realiza ação especial em alusão ao Outubro Rosa. As integrantes da confraria realizarão, no próximo dia 29 de outubro, cartas de apoio às mulheres com câncer da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (DF). “Esse gesto é movido pela solidariedade que une mulheres do CESB que já passaram por esse momento delicado, e mulheres que não tiveram essa experiência, mas compartilham empatia”, demonstra a presidente do Clube, Regina Lacerda.

Contar com uma rede de apoio é um dos cuidados essenciais para quem enfrenta o câncer e outras doenças graves. “Por isso, sabemos que, juntas, contar nossa história e prestar apoio, pode multiplicar a esperança e fazer o dia de uma mulher mais feliz”, completa Regina.

Ao convocar as integrantes do CESB, a entidade recomenda a prática de ouvir os médicos, ouvir os conselhos, ouvir as dicas e, muitas vezes, ouvir as experiências de outras mulheres. “Algumas de nós, que já passamos pela experiência de detectar um nódulo na mama, de nos submeter a uma cirurgia e a um tratamento, sabemos o quanto é importante um bom médico e aquela medicação eficaz, porém, sabemos também como é reconfortante ouvir a experiência de outra mulher, como nos dá força saber que uma mulher superou os momentos difíceis que estamos vivendo”, diz o convite.

É possível enviar as cartas até o dia 27 de outubro de 2021, através do e-mail contato@cesbdf.org.br ou ainda presencialmente, em dois pontos de entrega: Glamour Seguros (Ed. Garvey Park sobreloja sala 143 – Asa Norte) ou na Sek Assessoria (Qd. 702 Ed. Radio Center 1º Andar Sala 1094). Dúvidas podem ser tiradas nos telefones (61) 99983-2478  ou (61) 99855-0308.

Bradesco Seguros promove campanha Carro da Semana 324

Eduardo Menezes é Superintendente de Produto Auto na Bradesco Seguros / Divulgação

A partir de 25 de outubro, os corretores parceiros terão à disposição cotações promocionais inéditas para diferentes modelos de automóveis

A Bradesco Seguros apresenta nova ação promocional voltada para o segmento de automóveis. A partir de 25 de outubro, semanalmente, a seguradora oferecerá descontos para cotação de seguros de diferentes modelos de automóveis, em todas as regiões do Brasil.

Com o objetivo de estimular o corretor a conhecer ainda mais os produtos e diferenciais competitivos da companhia, a ação promocional terá carros variados de acordo com cada região. “A Bradesco Seguros aposta em preços competitivos, benefícios e campanhas especiais, para que o corretor tenha uma gama maior de oferta de produtos e possa aumentar suas vendas e, na outra ponta, o consumidor tenha acesso a serviços de excelência, além de condições diferenciadas de pagamento”, destaca Eduardo Menezes, superintendente executivo de produto Auto.