SudaSeg é autorizada a operar como seguradora de danos e pessoas no Norte e no Sul do País 1042

Luciano Fracaro é presidente da SudaSeg Seguradora e do Grupo Suda / Divulgação

Companhia paranaense pertence ao Grupo Suda que está no mercado há mais de 30 anos

A companhia paranaense SudaSeg, sediada em Curitiba, recebeu autorização da Superintendência de Seguros Privados (Susep) para operar como seguradora de danos e pessoas.

A Portaria 7662, de 10 de agosto de 2020, concede permissão para que a SudaSeg Seguradora de Danos e Pessoas S/A comercialize produtos de riscos nas Regiões 1 e 8, que englobam estados do Sul e Norte do País (Amazonas, Pará, Acre, Rondônia, Roraima, Amapá, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul).

“Atendendo à demanda administrativa teremos um intervalo de tempo até formalizar os produtos com suas condições gerais, tabelas contábeis e atuariais. A previsão é operacionalizar negócios comerciais a partir de novembro deste ano”, explica o diretor administrativo da empresa, Eliseu Stelmatchuk.

Eliseu Stelmatchuk é diretor administrativo da SudaSeg / Divulgação
Eliseu Stelmatchuk é diretor administrativo da SudaSeg / Divulgação

“É com muita satisfação que anunciamos esse acontecimento, considerado um divisor de águas na história de mais de 30 anos do nosso grupo. A autorização da Susep vem ratificar o trabalho sério, ético e qualificado desenvolvido pela equipe Suda”, enfatiza o presidente da companhia, Luciano Fracaro.

O executivo afirma que os corretores que quiserem atuar com a seguradora serão bem-vindos. “Convido os corretores a conhecerem nossa estrutura e modelo de negócios. Sempre valorizamos muito os parceiros”, completa.

Fundado há trinta anos, o grupo possui sede própria em Curitiba, no Paraná. Atua em todo País focado em seguros de pessoas inovando em benefícios para você e sua família.

Prudential do Brasil fecha parceria inédita com Nathalia Arcuri 526

Nathalia Arcuri é especialista em finanças e fundadora da plataforma de entretenimento financeiro Me Poupe! / Reprodução

Ação com influenciadora digital busca reforçar a importância do seguro de vida na educação financeira dos brasileiros

A Prudential do Brasil – a maior seguradora independente do país no mercado de seguros de pessoas – acaba de fechar uma parceria com a especialista em finanças Nathalia Arcuri, que comanda o Me Poupe!, considerado o maior canal do mundo sobre finanças. O projeto representa um novo passo da seguradora nos caminhos do desenvolvimento da educação financeira no Brasil, o que contempla apresentar para as pessoas a importância de contar com a proteção do seguro de vida em um planejamento financeiro amplo, além da desmistificação do uso e objetivos do produto.

A parceria engloba uma série de ações importantes, como um episódio sobre seguro de vida no ‘PoupeCast’ – podcast da Me Poupe! no Spotify e em outras plataformas – , que irá ao ar no dia 4 de novembro. A seguradora realizará, ainda, no dia 11 de novembro, às 19h, o Prudential Talks, com o tema ‘Mitos Nunca Mais’, em que Arcuri responderá dúvidas sobre seguros recebidas pelas redes sociais. O painel será realizado em uma plataforma fechada, a ser divulgada em breve nas mídias sociais e no site da Prudential. O evento virtual, que também contará com a presença da vice-presidente de Parcerias Estratégias Multicanais da Prudential do Brasil, Patricia Freitas, será gratuito e aberto ao público, mediante inscrições prévias.

Além disso, a aliança contou com outras iniciativas, como um vídeo sobre o que é o seguro de vida, publicado no último dia 21 de setembro no YouTube do canal Me Poupe!, além de posts e stories no Instagram da empresa e no pessoal da Nathalia Arcuri.

“Estamos muito entusiasmados em realizar essa parceria tão importante com a Nathalia Arcuri, uma das mais relevantes especialistas em finanças do Brasil. Em um país como o nosso, em que apenas 15% dos brasileiros possuem seguro de vida e o percentual do mercado no PIB ainda é inferior a 1% , é fundamental que ações como esta elucidem cada vez mais o debate sobre o tema entre as pessoas”, destaca a gerente de Marketing Institucional da Prudential do Brasil, Fernanda Riezemberg, que completa: “Somos especialistas em proteger vidas e temos o compromisso em ajudar a construir a cultura da educação financeira no país, mostrando como a proteção dos seguros de vida faz toda a diferença para o agora e o futuro, em busca de um amanhã mais tranquilo e seguro”.

“No Brasil, estamos começando a falar mais disso agora, mas as pessoas precisam saber a importância do seguro de vida. Seguro não é só pra quem é rico e, ao contrário do que muitos pensam, pode ser utilizado em vida, com pagamento de despesas emergenciais, por exemplo. Quem não tem reserva de emergência pode ser quem mais precisa, pra não precisar pedir emprestado e se endividar no caso de um imprevisto. O seguro também é uma ferramenta de planeamento pra te ajudar a não passar sufoco com uma eventualidade. Eu tenho seguro desde os 18 anos e sou cliente da Prudential há mais de quatro. Estou feliz em firmar essa parceria que está tão alinhada com o nosso propósito de levar a educação financeira a cada vez mais pessoas”, afirma Nathalia Arcuri, CEO da Me Poupe!.

Antes da parceria com a especialista em finanças Nathalia Arcuri, a Prudential do Brasil também realizou, em maio deste ano, uma série sobre a importância do seguro de vida no planejamento financeiro com o renomado economista Ricardo Amorim.

Programe-se:

Episódio PoupeCast – podcast da Me Poupe! no Spotify e nas principais plataformas de streaming.
Tema: Por que não pensamos na morte?
Data: 04 de novembro.
Prudential Talks com Nathalia Arcuri.
Tema do Painel: “Mitos nunca mais”.
Em plataforma fechada.
Data: 11 de novembro, às 19h
Inscrições gratuitas: Divulgação nas mídias sociais / site Prudential.

Prêmio de Jornalismo em Seguros tem categoria inédita neste ano 503

Prêmio de Jornalismo em Seguros tem categoria inédita neste ano

Estão aptas a participar matérias veiculadas entre 11 de novembro de 2019 e 15 de novembro de 2020

Reiterando seu papel de fomentar o conhecimento e levar capacitação aos agentes do mercado de seguros, a Escola de Negócios e Seguros (ENS) é uma das organizadoras do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros, idealizado e promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor).

Neste ano, a grande novidade fica por conta da categoria especial Formação e Qualificação Profissional. O objetivo da nova categoria é reunir trabalhos com foco exclusivo na qualificação, capacitação e treinamento dos profissionais do setor de seguros, previdência e capitalização.

Poderão concorrer reportagens e artigos veiculados na mídia impressa, rádio, TV, websites e na imprensa especializada, que abordem as ações desenvolvidas por instituições e empresas do mercado com o objetivo de preparar os profissionais do setor.

Contando ainda com o apoio institucional da Confederação Nacional de Seguros (CNseg), o Prêmio tem outras quatro categorias, já conhecidas dos jornalistas: Mídia Impressa, Audiovisual (incluindo Rádio e TV), Webjornalismo e Imprensa Especializada do Mercado de Seguros.

Estão aptas a participar matérias veiculadas entre 11 de novembro de 2019 e 15 de novembro de 2020. Os três primeiros colocados de cada categoria receberão, respectivamente, R$ 15 mil, R$ 6 mil e R$ 3 mil. Os jornalistas podem submeter trabalhos até 16 de novembro.

As inscrições devem ser realizadas neste site, onde é possível consultar mais informações.

Executiva da SulAmérica participa de webinar sobre prevenção à lavagem de dinheiro 398

Executiva da SulAmérica participa de webinar sobre prevenção à lavagem de dinheiro

Encontro foi realizado no dia 6 de outubro

A superintendente de Compliance e Prevenção à Fraude da SulAmérica, Cassia Sousa, participou do webinar ‘Melhores práticas de mercado e a nova circular 612′, no dia 6 de outubro, ao lado do assessor técnico da Susep, Paulo Miller, tendo como promediador o Head de Vendas da Neoway, Mario Misk. A iniciativa, cujo tema foi a prevenção à lavagem de dinheiro, faz parte da trilha de webinars do setor de seguros da Neoway, desenvolvedora de soluções big data analytics e inteligência artificial. O conteúdo na íntegra pode ser acessado neste link.

No evento, foram discutidas as inovações trazidas pela circular, que entra em vigor a partir de março de 2021, e como a tecnologia pode ser uma aliada no combate á lavagem de dinheiro. Cássia destacou que a companhia investe em em inciativas de proteção nesse sentido desde 2004 e conta com o modelo integrado de Governança, Riscos e Compliance (GRC) como suporte às decisões de negócio. “Muito mais do que prevenir riscos, o GRC protege e gera valor para a companhia, que reflete em seus beneficiários e principais stakeholders”.

A executiva comentou que para criar um ambiente de trabalho consistente é necessário investir em treinamento, no cumprimento de regras e na confiança e integridade em toda a cadeia de relacionamento da empresa. “Estamos falando de um crime que movimenta 6 bilhões de reais no Brasil e que tem um enorme impacto social. Na SulAmérica, desde a Circular 445, trabalhamos alinhados ao Grupo Ação Financeira contra a Lavagem de Dinheiro e o Financiamento ao Terrorismo – GAFI – e temos agora o desafio do aprimorar o programa da companhia de prevenção para tangibilizar ainda mais nossa avaliação de risco”.

Buonny Chile participará de “Congresso Latinomericano de Seguros Marítimos” 616

Buonny Chile participará de "Congresso Latinomericano de Seguros Marítimos"

Congresso, que este ano será virtual, reunirá os principais executivos do mercado latino-americano para falar sobre seguros de cargas, entre outros temas

Nos próximos dias 27, 28 e 29 de outubro, a Buonny Chile participará do VIII Congresso Latinoamericano de Seguros Marítimos, promovido pela Alsum – Asociación Latinoamericana de Suscriptores Marítimos.

O congresso será virtual e reunirá mais de 500 participantes, incluindo seguradoras, corretores, ajustadores, gerentes de riscos, agentes de carga, operadores logísticos, autoridades, advogados e organizações sindicais de toda a América e Europa.

O ponto principal da maioria das discussões será sobre o impacto da Covid-19 no transporte, nos negócios, na economia, nas operações logísticas e mercado de seguros.

Rene Ellis, diretor da Buonny Chile participará do painel “Riscos no transporte e manuseio de vacinas, medicamentos e suprimentos químicos associados à pandemia: precauções de subscrição”, que terá introdução de Erika Schoch, da Swiss Re, além dos painelistas Federico Peraza, da Assa Panamá e José Luis Anselmi, da AssistCargo.

Além das palestras, os participantes também poderão participar da feira, que reunirá os principais produtos e serviços das empresas patrocinadoras.

Para saber mais sobre o evento, acesse este endereço.

Pesquisa mostra que trabalhar de casa aumenta a flexibilidade, mas também o isolamento 375

Pesquisa mostra que trabalhar de casa aumenta a flexibilidade

Apoio e políticas atualizadas e transparentes que refletem o “novo normal” podem contribuir para o bem-estar e a produtividade

A pandemia da Covid-19 trouxe mais flexibilidade para muitos funcionários em termos de onde, quando e como trabalhar, já que trabalhar de casa tem sido a orientação do governo em vários países. No entanto, a mudança também tem desafiado a saúde física e mental das pessoas, sua produtividade e a capacidade de se comunicar no trabalho de maneira eficaz. Essas são as informações de uma pesquisa publicada neste mês pela Economist Intelligence Unit, uma divisão de pesquisa, análise e investigação do grupo “The Economist”, e apoiada pela Allianz Partners, empresa de assistência 24 horas e seguro viagem.

A pesquisa ‘The Future of Work and Digital Wellbeing – protecting employees in a Covid19-shaped world’ (“O futuro do trabalho e do bem-estar digital – como proteger os funcionários em um mundo moldado pela COVID-19”, em tradução livre) entrevistou mil funcionários que atuam em tempo integral no Reino Unido, Canadá, França, Singapura e Emirados Árabes Unidos, e que agora trabalham em casa devido às restrições impostas pelo novo coronavírus. Dentre eles, 75% disseram que querem trabalhar mais em casa após a pandemia, dos quais 69% preferem trabalhar de casa na maior parte da semana (pelo menos três dias). No entanto, a pesquisa também revelou que:

  • 61% dos entrevistados não tiveram uma boa conversa com seus gerentes sobre saúde mental durante a quarentena;
  • 36% estavam preocupados com os efeitos em longo prazo em sua saúde mental;
  • 46% se sentiram isolados ao trabalhar em casa durante a pandemia;
  • mais de 50% relataram novas dores ou problemas durante a quarentena;
  • 77% disseram que as empresas deveriam oferecer orientação e regras para trabalhar de casa;
  • apenas 58% dos entrevistados na França que estão trabalhando de casa durante a pandemia sentiram ter recebido apoio suficiente da empresa em relação à saúde mental, em comparação a 77% nos EAU;
  • mais de dois terços (67%) dos entrevistados dizem ter mantido o nível de produtividade em casa;
  • 58% enfrentaram dificuldades ao fazer pelo menos parte do trabalho fora do escritório.

Esses resultados representam um pedido de ajuda para que as empresas compreendam, apoiem e acomodem melhor as necessidades de seus funcionários em relação ao bem-estar físico e mental. O relatório recomenda que as organizações considerem mudanças em todos os níveis para maximizar os benefícios e minimizar os riscos das transformações digitais.

Para começar, liderança é fundamental. Os executivos precisam dar o exemplo dos comportamentos que estão tentando promover, seja na volta ao escritório, ao trabalhar de casa, ao ter acesso a apoio para a saúde mental ou estabelecer limites entre a vida profissional e pessoal.

Em segundo lugar, a tecnologia oferece às empresas a flexibilidade para criar novos sistemas de trabalho, e as políticas da organização devem refletir, e não restringir essa oportunidade. Por exemplo, em vez da chefia impor regras como horário de trabalho, as políticas deveriam estabelecer que cada equipe define seus próprios horários. Essa abordagem garante que as pessoas saibam o que a empresa espera delas, mas também permite que os funcionários decidam o que funciona melhor para eles.

Por último, todos os processos de apoio à saúde mental e física devem ser oferecidos também de maneira remota, para garantir que as pessoas recebam a ajuda de que precisam em casa. Deveria também haver uma avaliação para detectar possíveis lacunas no tipo de apoio necessário.

Ao comentar os resultados da pesquisa, Ida Luka-Lognoné, CEO Global de Saúde e Viagem da Allianz Partners, afirmou: “Nosso objetivo era destacar como a CovidD-19 tem transformado a maneira como trabalhamos, e qual tem sido o impacto no bem-estar dos colaboradores, assim como oferecer às empresas algumas sugestões práticas do que podemos fazer para apoiar seus funcionários. E não apenas durante esse período desafiador, mas também em longo prazo, já que essa pandemia irá resultar em mudanças mais duradouras em como e onde as pessoas trabalham. Por meio de pesquisas e a visão de especialistas acadêmicos e também experts em negócios e bem-estar, esse relatório oferece dados, perspectivas e recomendações valiosas que beneficiarão todos aqueles interessados no novo local de trabalho que surgiu em 2020”.

Ela completou: “O contraste entre os resultados de países, faixas etárias e circunstâncias familiares diferentes demonstram como o impacto da Covid-19 tem variado para os funcionários e locais de trabalho. Lidar com essas mudanças de maneira eficaz requer soluções personalizadas, em vez de uma política generalizada. E isso significa um engajamento contínuo e significativo de todos os envolvidos na cultura da empresa, assim como na criação, implementação e gerenciamento de novas práticas”.

Jonathan Birdwell, Diretor de Políticas e Liderança de Pensamento da Economist Intelligence Unit para a Europa, Oriente Médio e África, afirmou: “Desde o início da pandemia, os funcionários do mundo todo começaram a trabalhar de casa, quando possível, o que aumentou o uso da comunicação digital e da colaboração virtual. Essa mudança tem o potencial para mudar as experiências dos funcionários para melhor se os riscos associados a ela forem mitigados. As empresas precisam gerenciar essa transição de maneira ativa para um forma de trabalho on-line, ou podem sofrer um declínio no desempenho. Ao colocar o bem-estar mental e físico no centro de qualquer transformação digital, os líderes contam com uma série de benefícios comerciais, ao mesmo tempo em que melhoram a satisfação da equipe. Em um mundo pós-Covid-19, ou mesmo em um mundo em que o vírus se torne parte das nossas vidas, essa abordagem centrada no funcionário será essencial para ajudar as empresas a atrair e reter talentos, e a aproveitar o que eles têm de melhor”.

Observação: o relatório “The Future of Work and Digital Wellbeing – protecting employees in a world with COVID-19” foi lançado durante a conferência Partners in Health, realizada virtualmente entre os dias 7 e 8 de outubro de 2020.

Outras descobertas importantes da pesquisa incluem:

  • 59% dos entrevistados na França que estão trabalhando de casa durante a pandemia sentiram ter recebido apoio suficiente da empresa em relação à saúde mental, em comparação a 76% nos EAU;
  • 83% se sentem mais confortáveis fazendo pelo menos uma parte do trabalho online;
  • 70% se sentem mais confortáveis realizando tarefas on-line com outras pessoas do que antes da quarentena;
  • 68% estariam mais abertos a contratar um funcionário para trabalho remoto para a equipe;
  • 48% disseram ter enfrentado dificuldades para coordenar as contribuições de várias pessoas online;
  • para 13% dos entrevistados sem filhos, as responsabilidades da casa foram o maior desafio, em comparação a 24% dos pais e 29% das mães.

O estudo completo está disponível neste endereço.