Centro de Oncologia do Hospital São Lucas recebe novo aparelho de radioterapia 722

Centro de Oncologia do Hospital São Lucas recebe novo aparelho de radioterapia

Trata-se de instrumento de última geração para localizar e combater tumores com maior rapidez e precisão

Fruto da parceria com o Grupo Oncoclínicas, o Centro de Oncologia do Hospital São Lucas da PUCRS (HSL-PUCRS) acaba de receber um importante reforço em sua estrutura de radioterapia. Trata-se do acelerador linear VarianHalcyon®, aparelho de última geração com tecnologia que permite localizar e combater tumores com maior rapidez e precisão.

Fabricado nos Estados Unidos e inédito no Sul do Brasil, o novo equipamento possui o mais rápido sistema acoplado de verificação de imagens e conferência de posicionamento, tratando 100% dos casos com técnica guiada por imagens (IGRT). “Estes recursos tornam possível aliar segurança assistencial e conveniência para os pacientes”, afirma o médico radio-oncologista Fernando Obst, gestor da unidade. Imagens de alta definição realizadas no próprio equipamento de tratamento, hoje com maior rapidez, permitem visualização dos tumores e dos órgãos vizinhos à doença em poucos segundos. A tecnologia da imagem é aliada na exatidão e acurácia dos tratamentos, bem como auxilia na adoção de protocolos cada vez mais encurtados de terapia.

O Centro de Oncologia do Hospital São Lucas da PUCRS, hoje gerenciado em parceria com o Grupo Oncoclínicas, foi lançado em novembro de 2019 e conta com uma unidade de quimioterapia com nove leitos. A Unidade de Radioterapia teve toda sua estrutura reconfigurada, foi modernizada e ampliada para o dobro da área física, para atender pacientes particulares, de convênios e do Sistema Único de Saúde (SUS). Contará ainda com tomografia computadorizada dedicada para os planejamentos de radioterapia, e disponibilizará de braquiterapia.

Para o diretor-geral do HSL, Leandro Firme, o primeiro ano do Centro de Oncologia foi de grande êxito. “Conquistamos resultados muito satisfatórios dentro daquilo que acreditamos ser um atendimento de inovação e excelência, acompanhando o que há de mais moderno no tratamento de câncer no mundo. O novo equipamento é um importante acréscimo ao nosso parque tecnológico e fortalece o robusto ecossistema de saúde do Hospital São Lucas, que está em constante modernização. Sem dúvidas, irá nos ajudar muito a localizar e combater tumores com maior rapidez e precisão”, salienta.

“O lançamento do novo aparelho de radioterapia consolida a união entre uma das melhores universidades privadas do Brasil e um dos maiores e mais respeitados grupos de oncologia, hematologia e radioterapia da América Latina”, afirma André Fay, médico oncologista, responsável técnico do Centro de Oncologia no Hospital São Lucas da PUCRS. A parceria reforça a referência do centro no tratamento do câncer no Rio Grande do Sul.

Centro de Oncologia do Hospital São Lucas recebe novo aparelho de radioterapia
Centro de Oncologia do Hospital São Lucas recebe novo aparelho de radioterapia / Divulgação

Importância para o cenário gaúcho

Com o anúncio da adoção desta avançada tecnologia para radioterapia de alta precisão, as duas marcas somam forças em um cenário cada vez mais desafiador quando o assunto é câncer. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o Rio Grande do Sul deverá ter 46.060 novos casos neste ano, totalizando 138,1 mil até 2022. Apenas em Porto Alegre, serão 6.440 novas ocorrências/ano, chegando a 19.320 ao fim do triênio.

O Centro de Oncologia do Hospital São Lucas da PUCRS, hoje reestruturado, é referência do centro no tratamento do câncer no Rio Grande do Sul há décadas. O Grupo Oncoclínicas é formado por 68 unidades, ao todo, no Brasil, presente em 11 estados e, recentemente, renovou a parceria com o Instituto Dana-Farber, da Universidade de Harvard, em Boston (EUA), um dos principais centros de pesquisa e tratamento de câncer do mundo. A parceria com o centro americano acontece desde 2014, e se traduz em desenvolvimento de projetos colaborativos, transferência de conhecimento, intercâmbio de ensino e análise técnica de casos clínicos.

Live celebra novo aparelho e 1º ano de Centro de Oncologia

A apresentação oficial do novo acelerador linear ocorrerá no próximo dia 24 de setembro, às 19h, durante uma live do Grupo Oncoclínicas que abordará os avanços da radioterapia no cenário oncológico. Na ocasião, também será lembrado o primeiro aniversário do Centro de Oncologia do Hospital São Lucas da PUCRS (HSL-PUCRS). Parceria das duas instituições, a estrutura recebeu no período mais de 32 mil pacientes. Desses, cerca de 4,2 mil receberam atendimento radioterápico.

O encontro virtual contará com o Diretor Nacional de Radioterapia do Grupo Oncoclínicas e Presidente da Sociedade Brasileira de Radioterapia, Dr. Arthur Accioly Rosa. Também estão confirmados o Diretor-Geral do HSL, Leandro Firme, o Diretor-Técnico do Hospital, Dr. Saulo Bornhorst, além do médico radio-oncologista Dr. Fernando Obst, gestor da Unidade de Radioterapia do complexo hospitalar.

Na ocasião, o Grupo Oncoclínicas ainda irá mostrar outro acelerador linear do mesmo modelo adquirido para sua Unidade de Radioterapia no Rio de Janeiro. Este aparelho será apresentado pelo gestor local Dr. Henrique Braga.

Aberta ao público, a live pode ser acessada neste endereço.

A “dadomania” e o progresso da sociedade 767

Coriolano é o convidado do próximo Almoço do Mercado Segurador Gaúcho

Confira artigo de Marcio Serôa de Araujo Coriolano, economista e presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg)

Se fôssemos empilhar todos os dados que vêm sendo reunidos desde o século XVII, nossos olhos não alcançariam a ponta final desse volume e sequer teríamos como mensurá-lo. Essa observação tão simples dá a dimensão exata do gigantesco salto dado pela tecnologia ao dispor informações relacionadas entre si para uso em benefício social e demandas econômicas. Estamos no tempo da colheita e utilização inteligente de tudo isso.

Mas, ao vislumbrar a imensa plataforma, percebemos que o grande desafio é saber responder corretamente às perguntas: usar em quê? Para quê? Como? As informações são fruto do tratamento dos dados – agregados ou fragmentados – para que possam aprimorar, mediante metodologias próprias, as finalidades de cada progresso desejado.

Como exemplo, tomemos a área médica e o setor de seguros. Ambos os campos se nutrem de bancos de conhecimento como matéria-prima de suas atividades. Na medicina, já contamos há décadas com as iniciativas para reunir os registros de prontuários eletrônicos que, associados a outros tantos e compartilhados de forma responsável, podem prevenir doenças e salvar vidas. Na área de seguros, acontece o mesmo já que prevenir e controlar riscos é, em muitos casos, poupar vidas também.

Embora, inversamente, iniciativas regulatórias nos seguros – como o SRO (Sistema de Registro de Operações) – podem ter o atributo de apenas multiplicar os dados, caso as informações que se pretende, e suas finalidades, deixem de ser definidas previamente.

A alavancagem impressionante da ciência, dos métodos estatísticos e da tecnologia da informação é uma feliz realidade. Desde que, claro, não prescinda da objetividade maior da sua utilidade – até porque, o Brasil é um país que não pode se dar ao luxo de despender recursos para experimentos sem propósito claro, definido e bem estruturado. Ou mesmo desperdiçar a oportunidade única de exercer criticamente o encontro das ciências com as necessidades da sociedade.

Temos experiência e gente preparada, ou seja, o principal. Vamos transformar dados em conhecimento e compartilhar com critério e segurança – na medicina, nos seguros e em várias outras áreas de produtos e serviços. De modo objetivo, racional e selecionado. Avaliações fidedignas se amparam em vastas pesquisas e, na esteira, geram segurança a quem vai decidir na ponta final, seja qual for o negócio.

Em obra seminal, o escritor argentino Jorge Luis Borges (1899/1986) imaginou uma fantástica biblioteca circular. Uma edificação contendo toda a produção literária universal, classificada em turbilhão infindável de todas as possibilidades de serem reescritas. Uma absurda utilidade sem utilidade alguma.

Caso esse circuito entre empilhamento de dados e suas utilidades não esteja bem integrado, restará a confusão improdutiva entre meios e finalidades. Ou seja, uma nova versão da biblioteca circular.

É o que parece estar acontecendo em determinados âmbitos com uma certa mania, e excessivo foco, em instrumentos digitais de inteligência artificial e captura de dados sem, entretanto, avaliação de sua importância e equilíbrio entre esforços e custos. Em vez disso, podemos usar as enciclopédias virtuais para pesquisa e tomada de decisões que façam diferença positiva na vida das pessoas, na sobrevivência das empresas e no rumo do país.

Odontologia deve fazer parte da integração dos cuidados em saúde 475

Odontologia deve fazer parte da integração dos cuidados em saúde

Visão sistêmica deve contar com participação de empresas, indivíduos e profissionais de saúde, aponta Webinar IESS

A saúde bucal é muito importante para diversas funções do organismo, seja para o bem-estar, autoconfiança e na prevenção e identificação de doenças. Por isso, o Instituto de Estudo de Saúde Suplementar (IESS) reuniu especialistas com diferentes experiências no webinar “Como a odontologia atua para a gestão de saúde”, em transmissão ao vivo no YouTube e nas redes sociais da entidade.

Para os participantes do encontro, é fundamental que todos os programas de promoção de saúde envolvam práticas integrativas de Medicina e Odontologia, permitindo um tratamento mais adequado para a população ao mesmo tempo em que se correlaciona lesões bucais com sinais e sintomas sistêmicos, o ambiente de trabalho e outras condições. “Exatamente por isso, é essencial que o tema faça parte das estratégias em saúde dos indivíduos, profissionais, empresas, operadoras de planos e demais agentes do setor”, apontou José Cechin, superintendente executivo do IESS, em sua fala inicial.

Com mediação de Cechin, o debate contou com a participação do Dr. Oscar Fernando Muñoz Chavez, chefe do Departamento de Odontologia Social da Faculdade de Odontologia de Araraquara – Unesp, da Dra. Maristela Kühl de Camargo Azevedo, dentista e Coordenadora de Produto – Odonto da AON Brasil, e do Dr. Marcos José Silva Costa, cirurgião dentista e Superintendente de Operações da OdontoPrev.

Para a Dra. Maristela, durante muito tempo a Odontologia foi vista apenas em seu aspecto curativo por parte das pessoas, o que tem mudado ao longo das últimas décadas. “Fizemos um levantamento que mostra que o benefício odontológico já é o terceiro mais ofertado pelas empresas, depois de assistência médica e seguro de vida. Isso colabora para atração e retenção de talentos e diminui o absenteísmo. Temos pesquisas que comprovam a redução de afastamentos no trabalho ou nos estudos em decorrência de problemas bucais, o que impacta diretamente na produtividade”, comenta. “Precisamos ter em mente as práticas de atenção primária como na Medicina, porque, muitas vezes, o dentista é o primeiro profissional a identificar problemas de saúde como falta de nutrientes, anemia, diabetes e outros”, completa.

“E é exatamente por isso que, hoje em dia, os grandes centros de saúde possuem dentistas em seu quadro. Porque é sabido que mais de 40% dos problemas coronarianos são provenientes de doenças bucais. O profissional é essencial também nas Unidades de Terapia Intensiva para reduzir chances de novas infecções e aumento do tempo de internação, por exemplo”, aponta Muñoz.

Trazendo a visão das operadoras de planos exclusivamente odontológicos, o Dr. Marcos José Silva Costa reforça a responsabilidade das companhias com a qualidade do serviço prestado. “Temos a obrigação de manter nosso profissional credenciado atualizado e capacitado tanto na questão técnica, de gestão e de visão sistêmica, focando sempre na saúde e bem-estar do paciente”, comenta. “Precisamos mobilizar as empresas contratantes de planos para essa atenção, seja por meio de campanhas internas, programas de promoção da saúde, vídeos, palestras e outras ações que proporcionem uma mudança de mentalidade. Não queremos assustar ninguém, mas mostrar a necessidade de olhar para a saúde bucal como totalmente interligada com a saúde geral”, conclui.

O setor de planos exclusivamente odontológicos registrou crescimento de mais de 1 milhão de beneficiários no período de 12 meses encerrado em agosto deste ano. De acordo com a Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), do IESS, o segmento cresceu 4,1% na variação anual e conta com 25,8 milhões de pessoas.

A íntegra do webinar pode ser vista no Portal IESS e no YouTube. A série de encontros continuará apresentando importantes questões para o desenvolvimento do setor de saúde suplementar nacional com transmissão ao vivo.

Marcio Coriolano: “Inovação não é disrupção, é evolução” 465

Coriolano: Os momentos virtuosos que aguardam o mercado de seguros e o combate à proteção paralela

Presidente da CNseg participou do painel “Papo Direto e Reto com as Autoridades do Mercado” durante o Sincor Digital

O Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras, Marcio Coriolano, participou da abertura do evento “Sincor Digital – Conectando o Mercado de Seguros”, na manhã do dia 23, ao lado da Secretária de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia do Estado de São Paulo, Patricia Ellen, que representou o Governador do Estado de São Paulo, João Doria; do Presidente da Fenacor, Armando Vergílio; do Presidente do Sincor-SP, Alexandre Camilo, e do Presidente do Sindseg-SP, Rivaldo Leite.

Para Marcio Coriolano, o evento foi paradigmático ao consagrar a possibilidade de uma interação remota com um público tão grande, fazendo jus à segurança que todos precisam em tempos de pandemia. “Uma oportunidade de comemorar a resposta da capacidade do mercado de seguros ter respondido – com tecnologia de ponta, capacidade de seus recursos humanos, e solidez de garantias -, a todas as expectativas e necessidades neste momento inédito de dores e dificuldades. Ninguém ficou desassistido”, afirmou.

Painel “Papo Direto e Reto com as Autoridades do Mercado”

Mediado por Alexandre Camillo, o painel contou com a participação do Presidente da CNseg, Marcio Coriolano; do Presidente da Fenacor, Armando Vergílio; dos deputados federal Lucas Vergílio (SD-GO) e Marco Bertaioli (PSD-SP); do presidente do Sindseg-SP, Rivaldo Leite, e do chefe de Assessoria de Estudos e Relações Institucionais da Susep, Paulo Miller.

A inovação foi o tema da pergunta feita para Coriolano por Alexandre Camillo. O Presidente da CNseg abordou os desafios e as oportunidades que vê neste momento de pandemia. Primeiramente, ele fez questão de frisar que inovação não é disrupção. “É uma evolução da criatividade, de processos e rotinas. Muitas vezes é uma ideia, que necessariamente não é tecnológica. E ficou claro que o mercado de seguros, com todos os seus atores, já estava há tempos inovando, de forma séria. Se passaram oito meses da declaração da emergência pandêmica e continuamos atendendo a todos indistintamente. É claro que temos de aumentar nosso passo”, comentou.

Coriolano também citou o projeto Sandbox, aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), que permitirá avanços para o setor. “Não irá romper paradigmas tecnológicos. Veio em boa hora e é uma forma de permitir, inclusive a inclusão de mais gente no nosso mercado. Vai poder atender nichos de mercado”, ressaltou. Além do Sandbox, ele citou a regra de proporcionalidade para que as seguradoras precisem de menos exigência de capital e reservas, sem descuido da segurança delas. Essa norma pretende aumentar a oferta de produtos e o acesso dos consumidores.

A inovação foi tratada de maneira ampla, por todos, desde as que vieram sendo acumuladas e que estão permitindo a travessia, sem sobressaltos, do período da pandemia; passando pela necessária construção da reforma tributária, até os desafios da ampliação do papel do corretor de seguros em suporte ao consumidor nestes anos complexos que virão pela frente. A LGPD também foi citada como um dos principais itens de inovação adaptativa dessa nova agenda.

Em suas considerações finais, Coriolano chamou a atenção sobre todos estarem vivendo o momento mais difícil que o Brasil já tenha vivido neste século. “O sofrimento das pessoas, não só pela morte e dor mas pelo medo. E não parece que isso vai terminar tão rápido, como todos imaginam. Ao mesmo tempo cresce a aversão ao risco de qualquer pessoa. Ficou claro que o raio pode cair duas vezes na mesma pessoa. E isso vemos o clamor das pessoas pelo seguro. Não só do privado, mas também no governo. Temos uma enorme oportunidade de mostrar que estamos à altura da expectativa das pessoas. Principalmente das pessoas mais necessitadas. Para poder tornar esta oportunidade para a população em algo real, é preciso que todo o sistema de seguros esteja unido na mesma direção. Tanto empresários, profissionais, governo, com todas as diferenças do mundo, precisamos convergir em medidas necessárias para o crescimento de todos”, salientou.

Seguro de vida proporciona estabilidade financeira em qualquer tempo 479

Seguro de vida proporciona estabilidade financeira em qualquer tempo

Saiba como o seguro de vida pode apoiar na proteção do patrimônio construído e de reservas financeiras, mesmo em cenários delicados

Muitos brasileiros foram surpreendidos pela crise que a Covid-19 instaurou no País, que, além da saúde pública, atingiu a economia e, consequentemente, o bolso de cada um. No primeiro semestre, o Produto Interno Bruto (PIB) caiu 5,9%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo Sindicato das Seguradoras (Sindseg), a conjuntura da pandemia e a necessidade latente de proteção estimularam muitas dessas pessoas a procurar maneiras de se proteger economicamente e olhar para o futuro com outras perspectivas, por meio de um seguro de vida, garantindo a manutenção de sua renda e conquistas, inclusive para planejar o futuro das pessoas que amam e para que fiquem menos vulneráveis financeiramente em eventos diversos.

O seguro de vida é um mecanismo de proteção para que as pessoas fiquem menos vulneráveis financeiramente em situações que envolvem diagnósticos de doenças graves e internações hospitalares. Ele garante uma indenização em imprevistos como uma invalidez permanente ocasionada por acidente até uma ausência inesperada de um ente querido. Na atual pandemia de Covid-19, produtos como os Seguros de Vida Omint ainda preveem o pagamento de sinistro de morte, funerais e diárias por internação hospitalar que aconteçam em decorrência da Covid-19, mesmo que as coberturas de epidemia e pandemia estejam excluídas das Condições Gerais. E, para as novas vendas, a decisão se aplica aos sinistros que ocorrerem após 90 dias da data da contratação do seguro.

Soluções eficientes para muitas situações: a pandemia trouxe diversos questionamentos em relação aos cuidados com a nossa saúde e estabilidade financeira. Com o “novo normal”, a tendência é que a população busque dar mais atenção aos contratempos e urgências. Segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a demanda pelo seguro de vida cresceu 10,2%, de janeiro a julho, enquanto outras modalidades e demais produtos tiveram quedas. Esse crescimento pode ampliar a discussão de que uma nova percepção de valor para o planejamento financeiro está surgindo.

Ou seja: enquanto as reservas financeiras devem ser pensadas e construídas para oportunidades e realização de sonhos, o seguro de vida assume o papel de cuidar de emergências e da proteção de tudo o que já foi conquistado, além de proporcionar coberturas para qualquer momento da vida e, assim, estimular a independência financeira.

Saiba mais neste endereço.

Bradesco Saúde alerta para a importância da mamografia contra o câncer na Campanha Outubro Rosa 570

Bradesco Saúde alerta para a importância da mamografia contra o câncer na Campanha Outubro Rosa

Por conta da pandemia da Covid-19, houve redução de 41,5% na realização do exame entre as beneficiárias acima de 40 anos, até setembro de 2020

Para marcar a Campanha Outubro Rosa, mês de conscientização sobre a importância da prevenção e do combate ao câncer de mama, a Bradesco Saúde promove ações especiais para alertar as mulheres sobre cuidado com a saúde e a realização de exames periódicos. Dados da Bradesco Saúde mostram que, até setembro de 2020, apenas 24% das seguradas acima de 40 anos, indicadas para o preventivo, realizaram o exame mamográfico, uma queda de 41,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. A expectativa é que esse número aumente até o fim do ano, com as campanhas educativas promovidas pela seguradora junto aos beneficiários.

Segundo estimativa do Inca para esse ano, cerca de 66 mil novos casos da doença devem ser registrados no país. Com a pandemia do novo coronavírus e o isolamento social, muitas mulheres acabaram adiando a realização de seus exames preventivos, o que poderá aumentar o número de novos casos.

Um levantamento feito pela Bradesco Saúde revela que, nos últimos cinco anos (2015 a 2019), cerca de 62% das beneficiadas acima de 40 anos fizeram a mamografia. Entretanto, neste ano até setembro, apenas 24% das mais de 563 mil mulheres seguradas pelo plano, e indicadas para o preventivo, realizaram o exame. Desse total, quase a metade (43%) dos exames foi realizada ainda no primeiro trimestre de 2020, confirmando que houve uma redução durante a pandemia.

“Nosso programa de promoção à saúde, Juntos Pela Saúde, incentiva mulheres de 35 anos com risco elevado ou a partir dos 40 anos para realização do exame clínico das mamas e mamografia anual. Entendemos que, por conta do isolamento social provocado pela pandemia da Covid-19, houve uma redução na realização do exame preventivo. Mas devemos alertar que o cuidado deve ser contínuo e precisa ser retomado. Não se pode descuidar da saúde”, afirma Thaís Jorge, diretora da Bradesco Saúde.

Segundo o Ministério da Saúde, a pandemia foi o fator principal para a queda de 45% das mamografias realizadas nos sete primeiros meses de 2020 no Sistema Único de Saúde, na faixa etária de 50 a 69 anos. Para a Sociedade Brasileira de Mastologia, o rastreamento mamográfico tem sido o melhor método para detectar tumores precoces e reduzir a mortalidade por câncer de mama, tendo dados comprovados por diferentes estudos.

Saiba mais sobre a doença

O câncer de mama é causado pela multiplicação anormal das células da mama, que formam um tumor maligno. Mais comum entre as mulheres, a maioria dos casos da doença tem sido diagnosticados já em estágios avançados. Portanto, campanhas de prevenção contra a doença, como “Outubro Rosa”, são fundamentais para alertar a importância do diagnóstico precoce, que aliado ao tratamento, possibilita melhores resultados.

Conforme levantamento da ANS e do Ministério da Saúde, estima-se que 30% dos casos de câncer de mama podem ser evitados com a adoção de hábitos saudáveis, como a prática de atividade física regular, alimentação saudável, manutenção do peso corporal adequado e evitando o consumo de bebidas alcoólicas e cigarro. Essas informações também são difundidas pela Bradesco Saúde por meio do Programa Juntos Pela Saúde e também no portal Viva a Longevidade.